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Os Agresiva são uma banda espanhola de heavy metal puxado a thrash (ou de thrash metal acalmado pelo heavy metal) que vê agora o seu álbum de estreia a ser reeditado pela Minotauro Records e em boa altura. Porquê? Porque assim ficamos a saber da sua existência. Gostamos sempre de saber de coisas novas de thrash mesmo que estas coisas novas já sejam antigas. De que outra forma poderíamos gritar thraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaash sem passarmos por maluquinhos? Bem, talvez também não seja uma desculpa propriamente sólida que defenda a nossa sanidade mental mas a verdade é que "Eternal Foe" merece todas estas honras de reedição, que aqui tem o brinde de ter algumas músicas da demo presente como faixas bónus.

Após uma breve intro instrumental (já há muito tempo que não mencionamos como gostamos de intro instrumentais em discos de thrash, por isso, aqui fica mais uma vez) de seu título "Nocturnia", é com "Pale Horse (Red D'eath)", que as coisas começam definitivamente a agitar. Um tema que não esconde a tradição norte-americana como influência mas que também não dispensa aquela dose de melodia bem própria do heavy metal, pedigree que encontramos ao longo de todo o trabalho, para nossa satisfação, já que esse é um equilíbrio algo difícil de conseguir atingir - nada pior do que uma banda que ameaça no thrash e depois parece que não tem potência suficiente para cumprir.

Os maldizentes poderão dizer que este modus-operandi tornou-se moda quando o género todo o revivalismo rebentou e até poderá haver alguma razão nessas afirmações, no entanto, a música realmente empolga e ninguém trouxe propriamente algo de novo para o thrash metal a não ser energia redobrada - a expressão sangue novo não é sinónimo de revolução. Sendo assim temos aqui um belo álbum de estreia que nos é reapresentado quatro anos após o seu lançamento. Faz-nos querer procurar pelo seu segundo álbum, "The Crime Of Our Time", lançado em 2014 e começarmos a olhar para o calendário e pensar que, mantendo o ritmo, estará quase na altura de lançar qualquer coisa. As faixas bónus têm uma qualidade inferior mas ainda assim são uma adição interessante e boa forma de perceber a evolução da banda.


Nota: 8.2/10

Review por Fernando Ferreira