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“Forced Back To Life” surge-nos como o resultado de uma banda veterana, ou pelo menos é esse o nosso pensamento assim que somos fustigados com temas como “Age Of Oblivion”, “Beyond Death” e “Hung Above The Meat Grinder”. No entanto, trata-se de um puro engano. A banda britânica não tem mais de quatro anos de existência e apenas com este “Forced Back To Life” se estreia nos álbuns de originais. O que temos aqui é uma espécie de death/black/thrash old school característico do som mais underground, tal como mandavam as regras na década de noventa. Não será por acaso ser-nos servido pelas mãos da Dunkelheit Productions

Este som é tão podre e ao mesmo tempo tão orgânico que poderíamos jurar de que se trata de um álbum ao vivo. E se calhar até é, se calhar até foi gravado ao vivo em estúdio. Independentemente se é ou não, aquilo que interessa realçar é que o seu som é acima de tudo honesto e se se costuma dizer que ao vivo a banda consegue sempre imprimir mais energia às suas músicas, só podemos tentar imaginar o grau de potência dos Live Burial”.

Há, porém, um pequeno senão. As músicas não ficam. Por muito que nos espanquem (e está aqui castanhada a um nível épico) não ficamos marcados. Também não nos fartamos, o que resulta num meio termo curioso. Para que resultasse em pleno seria necessário alguma dinâmica acrescida, algo que fizesse com que o facto de termos música extrema nos fosse realçada. De outra forma, perde-se no meio de todas propostas do mesmo género que já ouvimos até hoje. Que são muitas.


Nota: 6.5/10

Review por Fernando Ferreira