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A one-man-band norte-americana de black metal está de volta para o terceiro álbum, seis anos após o segundo e apresenta-nos o seu black metal pouco usual e inesperado. O que será que quer dizer isto de black metal pouco usual e inesperado? Será um cruzamento entre os Mayhem e os Green Day ou entre Lady Gaga e Body Count? Não, nada tão pouco usual e definitivamente nada tão inesperado. Se temos à primeira audição logo a sensação que estamos a ouvir black metal como mandam as regras, depois vemos a surgirem aqui e ali uma série de elementos que não estariam desfasados de uma proposta mais épica e melódica.

Curiosamente, ou não, é precisamente por isso que este "The Ladder" toca em todos os botões certos para nós. Temos a ambiência - qual o álbum de black metal que se preze que não tenha ambiência - temos a atitude metal (ou seja, Balan, o homem à frente disto tudo não pegou no género por ser, teoricamente, o mais fácil de tocar. O homem tem mesmo metal a tocar nas veias e mãozinhas para tirá-lo do corpo) e ainda o elemento épico e melódico que faz com que este álbum seja viciante e agarre o ouvinte (partindo do príncipio de que gosta de música extrema épica, claro) sem lhe dar mais nenhuma hipótese.

É uma proposta refrescante no que ao black metal diz respeito mesmo não apresentando nada de propriamente novo. O mistério que intriga, mas sem fazer com que se perca muito tempo a pensar nisso. A música também não permite. Combinando os temas mais longos e épicos ("In The Twilight Divide", "Nightworld", "Strange Constelations" e "Ephemeral Blues") com os mais directos ("From The Ash") e ainda alguma experimentação ambiental ("An Innate Sickness") e até uma espécie de rock new wave ("Wreathe"), "The Ladder" é bastante completo e dinâmico e obrigatório para quem gosta de melodia misturada com metal extremo. Obrigatório.

Nota: 9.3/10

Review por Fernando Ferreira