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Avançámos para este “Great Is Our Sin” muito cépticos, teremos que obrigatoriamente confessar. Os Revocation são claramente uma banda que apreciamos mas o facto de se sentir que cada álbum é uma obra-prima faz com que pensássemos que seria agora que os norte-americanos iriam escorregar. Ninguém humano poderia manter tão elevado grau de excelência durante tanto tempo. É parvo, sabemos, mas é a realidade. E dentro deste espírito, fomos ouvindo de pé atrás. Não sabemos se será por isso ou não mas a verdade é que logo à primeira, o trabalho não nos entrou. Pelo menos até chegar à música instrumental da praxe, a “The Exaltation”.

É oficialmente o tema desbloqueador. A partir daqui tudo nos soa diferente, inclusive nas consequentes audições. No entanto não se pense que estávamos apenas cegos pelo preconceito, porque há realmente diferenças palpáveis no trabalho apresentado aqui e naquele que antecedeu, “Deathless”. A que sentimos como mais forte e geral – e aquela que nos confundiu inicialmente – é o facto de à primeira audição ficar a impressão que a banda está mais leve e por consequência, mais acessível. O paradoxo vem do facto de ao mesmo tempo sentirmos que as suas composições estão mais complexas e, sem relação directa, mais pesadas.

Como todo o bom ser humano, a nossa primeira reacção foi de rejeição por tudo aquilo que não compreendemos e poderá levar algum tempo a compreender este “Great Is Our Sin”, que é provavelmente um dos trabalhos menos acessíveis que a banda lançou até hoje – e isso poderá reflectir-se nas reacções de alguns fãs, mas é também aquele que promete mais longevidade e que também dá mais gozo desmontar. É também o álbum mais assumidamente death metal técnico-da-escola-que-tem-uns-riffs-estranhos-e-leads-igualmente-peculiares. Não interessa o que é, interessa que é viciante. De forma diferente mas viciante na mesma.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira