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Presença mais do que habitual no nosso país, os holandeses No Turning Back quando tocam em Portugal já o fazem como se estivessem a tocar em casa, e em ano de celebração dos dez anos do carismático “Damage Done” a banda não pode deixar de celebrar a data com um concerto em Lisboa.


Adivinhava-se portanto uma noite pesada e de celebração, e a abertura da noite esteve entre aos PUSH. Sangue novo na cena Hardcore nacional, com membros provenientes dos já extintos PxHxT, o quinteto de Alvalade tem tido um crescimento substancial nos últimos tempos, tendo dado diversos concertos e estando já em iminência o lançamento do seu primeiro álbum "Breathe In The Future Breathe Out The Past", a lançar ainda no mês de Março. Com uma sala ainda muito descomposta, a banda foi tocando enquanto muita gente ia ainda entrando, dando um  concerto extremamente competente, tocado com muita paixão, sendo visível o gosto dos membros a tocar. Uma banda a ter em conta, e que certamente só tenderá a evoluir e a ganhar adeptos ao longo do tempo.



Já com uma sala melhor composta, seguiram-se os Mordaça. O quinteto de Linda-a-Velha apresentou o seu Hardcore cantado em português,  conseguindo pôr os primeiros movimentos na sala, sendo que o som dos conterrâneos dos míticos Trinta e Um agradava sobretudo ao público mais velho, apesar de no geral ser visível a satisfação de todos. Bom concerto da banda, trazendo um espírito mais old school que tanta falta faz.





Da margem sul seguiram-se os Steal Your Crown. A banda liderada pela dupla de vocalistas Diogo César e Filipe Gil não precisou de muito tempo para pôr grande parte da sala em movimento, mostrando que a máquina está bem oleada. Ainda em apresentação do seu recente lançamento “Throne of Infamy”, apresentaram diversos temas desse álbum como “SYC”, “O.M.F” ou “Family Heritage” que se mostraram já bem interiorizados pelos presentes, transformando a sala num autêntico campo de guerra. Tempo ainda para revisitar alguns clássicos, sendo de destacar a mítica “Streetly Street”.



As primeiras gotas de suor já eram vísiveis depois da devastação do concerto anterior, mas o ponto alto da noite eram os No Turning Back. Não foram precisos mais dos cerca de 30 segundos de “Never Give Up” para levar a sala inteira á loucura, numa maré de stage dives e sing alongs. E como vinham em celebração de “Damage Done”, como já anunciado, a banda tocou o álbum todo na íntegra. Um álbum clássico, que tem uma ligação especial com Portugal, como o vocalista Martijn fez questão de referir várias vezes, sendo que algumas músicas do álbum foram escritas precisamente no nosso país. Durante cerca de meia hora voltamos todos a 2004 e o ambiente que se vivia na República da Música era fantástico e bastante intenso, sendo de destacar momentos como “Stay Away” com Congas (For the Glory) a dar uma ajuda nas vozes, ou a encerrar “Leave the Past Behind”. Os danos já estavam causados, mas mesmo assim os presentes queriam mais, e a banda correspondeu à chamada e ainda houve tempo para revisitar outros registos posteriores da banda, com temas como “Take Your Guilt”, “Stronger”, ou para finalizar “Go Away”. Em suma, foi mais um grande concerto de No Turning Back em Portugal, como aliás, já vem sendo hábito, deixando uma sala totalmente rendida perante a destruição que a banda foi capaz de causar. De realçar ainda que um regresso da banda ao nosso país ainda este ano ficou já anunciado, mais precisamente na Pool Party em Setembro, onde entre outras constarão bandas como For the Glory, Knuckledust ou Nasty.


Texto por Pedro Reis
Fotografias por Joana Soares
Agradecimentos: Le Congs Shows