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"Satan" é o título do novo single dos portugueses Lyfordeath, que pode ser ouvido no vídeo acima. 

De referir também que, no próximo dia 10 de Setembro, a banda atua no Metalpoint, no Porto, sendo que mais datas serão anunciadas em breve. 

Por: Sara Delgado - 27 Agosto 16


Os suecos Twilight Force juntam-se aos anteriormente confirmados Sabaton e Accept, atuando a 20 de Janeiro de 2017, no Coliseu do Porto. 

Abertura de portas: 19h00
Início: 20h00

Bilhetes: 28€

Por: Sara Delgado - 27 Agosto 16




O novo álbum dos In Flames, intitulado "Battles", será lançado a 11 de Novembro pela Nuclear Blast. Os suecos já deram a conhecer dois temas deste registo, "The End" e "The Truth", que podem ser ouvidos nos vídeos acima. 


Por: Sara Delgado - 27 Agosto 16


Existem certos elementos recorrentes que caracterizam as bandas thrash e speed dos anos 80, mas se tivermos que eleger um em particular que tenha contribuído para tornar o metal no que ele é presentemente, então seremos forçados a escolher a ferocidade. A ferocidade de uma “Angel of Death”, de uma “Pleasure to Kill” ou, entre incontáveis outras, de uma “Agent Orange”. Sem essa ferocidade imensurável, talvez as explosões e consagrações do death e black metal entre 1989 e 1995 não tivessem ocorrido de forma tão natural. Contudo, a segunda metade dos 80 foi também prolífica em clássicos que primaram tanto pela violência musical como por um sentido mais apurado de musicalidade, mais técnico, complexo, maduro e, até, prematuro, sendo exemplos perfeitos deste “novo som” álbuns como “Punishment for Decadence”, “Piece of Time”, “Killing Technology” ou “Swallowed in Black”.

Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma - ao fazer uma retrospectiva dos últimos 35 anos, vemos as grandes lendas das décadas passadas reformarem-se para apresentar novos álbuns e digressões, o thrash revivalista ressurge cerca de 2007 e encontra-se bem e de saúde graças a estandartes como Evile, Municipal Waste e Bonded by Blood mas, principalmente, os músicos de hoje em dia criam obras que estão francamente a anos-luz dos álbuns mais técnicos dos anos 80. Não restem dúvidas de que, hoje em dia, qualquer um dos temas clássicos de cima levaria com um redondo “NÃO!” da parte de qualquer major que se preze – apenas os mais criativos/competentes encontram um lugar de destaque no competitivo mundo da música em 2016.

Assim, fui inevitavelmente empurrado na direção dos Vektor e do seu último trabalho, “Terminal Redux”. Tive a possibilidade de ver a actuação da banda há menos de um mês no Vagos Metalfest, e considerei-o o melhor concerto do dia graças ao som sofrível dos Fleshgod Apocalypse e dos Dark Funeral. Oriundos do Arizona, e muito a par dos seus conterrâneos Revocation, os Vektor praticam uma fusão tremendamente agressiva de thrash, speed e death e onde, por vezes, pontuam ainda notas de black metal. Até aqui, nada de novo, não fosse o facto de a proeza individual de cada músico e da erudição das letras e composições fazerem lembrar imediatamente uma mescla entre Nocturnus, Theory in Practice e Nuclear Assault no seu auge, mas com uma sonoridade particular e rejuvenescida. 

Conhecedor dos anteriores trabalhos da banda, decidi não ouvir o álbum até primeiro a observar ao vivo, e em boa hora o fiz – chegado a casa, a primeira coisa que fiz foi meter o disco a tocar, ainda inebriado pela prestação em Aveiro. A primeira interrogação que me assaltou (e que ao vivo passa sempre despercebido) foi a duração do álbum, cerca de 70 minutos. Pareceu-me ser uma jogada arriscada mas, afinal, foi a Earache que meteu as mãos no fogo, e quem conhece o Dan desde os primórdios da editora sabe que isso é sempre um selo de garantia de qualidade. Não obstante, até que ponto é que os Vektor estariam preparados para editar um álbum conceptual épico de 70 minutos com algumas faixas a beirar os 10 e com a última faixa a atingir uns atrevidos 13 sem provocar sono ao ouvinte? Bandas com mais de 20 anos de carreira colocam reservas a este tipo de manobras exactamente pelo risco que representam.

Os Vektor, não. A história de “Terminal Redux” revolve em torno de uma alta patente militar intergaláctica que se torna na personagem nuclear do conto após descobrir um mineral que, tudo indica, pode ser a chave para a imortalidade; de repente, encontramo-nos a ouvir uma versão aterradora de “Cosmos”, capítulo após capítulo. O álbum inicia com “Charging the Void” e os seus robustos 9 minutos de duração, uma prova de fogo facilmente superada quando nos é oferecida uma qualidade musical irrepreensível aliada a uma originalidade que nos assalta, isto após estarmos rendidos apenas ao fim do 1º minuto de música. O duo dinâmico que é o jogo de guitarras e a voz de David DiSanto exprime o que poucas bibliotecas conseguem, e as constantes alterações rítmicas e vocais entre o thrash, o death e um ou outro screech black metal são claros indicadores da distorção espácio-temporal que está para vir. O grande final desta faixa, com coros que lembram louvores aos feitos de um conquistador, é o coroar da vitória da guerra logo no fim da primeira batalha. Cedo nos apercebemos que os Vektor não estão familiarizados com o termo “prisioneiros”.

“Terminal Redux” entra na tática clássica que alterna entre as faixas mais rápidas e as mais lentas, mas sempre longas. Porém, e no caso específico dos Vektor, “longo” não significa de maneira nenhuma aborrecido ou petulante – de facto, e para contar uma história tão rica, cativante e ambiciosa como “Terminal Redux”, acho que os Vektor deveriam ter feito um álbum duplo. Com músicas com o dobro da duração. Os apreciadores mais acérrimos de thrash encontrarão balas perdidas como “Ultimate Artificer” ou “Psychotropia”, ao passo que “Pteropticon”, e “Recharging the Void” farão as delícias dos ouvintes mais exigentes no que toca a exibição técnica, com as eternas batalhas de sabres de luz de guitarras entre DiSanto e Nelson, com o plasma em ebulição que emana do baixo de Frank Chin (ouçam “Ultimate Artificer” com atenção) e com a sempre presente e esmagadora força gravítica dos blast beats e mudanças rítmicas de Blake Anderson. E porque um Big Bang (“Charging the Void”) requer um final com massa directamente proporcional, “Recharging the Void” traz-nos de volta a este universo com a promessa de que a revolução só ainda agora começou. Quando juntamos estes quatro elementos raros no mesmo quadrante galáctico, obtemos o cataclismo cósmico intitulado “Terminal Redux”.

Muito se tem especulado em relação ao revivalismo desmesurado nos dias que correm, devido infelizmente à inevitável sobrepopulação de bandas a tentar aproveitar o filão de ouro enquanto dura. Curiosamente, é graças à sobrepopulação que, por vezes, se encontram anomalias como os Vektor, bandas que nasceram para liderar ao invés de seguir, quais Coroner, Voivod ou Death com a clara e inconfundível pegada futurista que lhes assiste. Nas palavras de DiSanto,

The screenings have been reviewed
The targets have been compiled
We’re coming after you
Swift justice with guile

Tudo me leva a crer que este álbum estará no top 3 de 2016 de muito boa gente sem dificuldade alguma. No meu caso, já está no top 2. Se gostas de metal, isto é para ti.

Nota: 9.2/10

Review por João Correia


Numa recente entrevista dada ao site Alternative Press, Corey Taylor recordou que os Slipknot estiveram prestes a terminar, após o seu primeiro álbum, naquilo que foi considerada como uma crítica à indústria da música. 

O líder da banda de Iowa explicou que "essa foi uma daquelas ideias pela qual estava tão apaixonado, porque era como um "vão-se foder" para a indústria.

"Só para darmos uma de Sex Pistols e gravarmos um álbum completamente destrutivo e depois dizermos, 'Não, é isto o que temos para vocês, vão-se foder'.

"Eu só me lembro da emoção nos nossos rostos e nos nossos corações. Eu até disse a alguns amigos, 'Sim meus, nós vamos acabar', e eles comentaram,'O que raio estás a dizer?' Eles pensavam que estávamos loucos."

Por: Bruno Porta Nova - 26 Agosto 16


Os Meshuggah acabaram de lançar o "lyric video" da nova música "Born in Dissonance". O mesmo que pode ser visto acima.

Este novo tema fará parte do oitavo álbum da banda, "The Violent Sleep Of Reason", que será lançado no dia 7 de outubro, pela Nuclear Blast.

Por: Luís Valente - 26 Agosto 16

 

"Incoming Death" é o novo álbum dos Asphyx, que será lançado a 30 de Setembro, através da Century Media Records.

A faixa-título, "Incoming Death", está disponível abaixo. O vídeo foi editado por Carl Assault e as imagens são de um concerto ao vivo, no Brutal Assault Open Air 2015.


Por: Patrícia Garrido - 26 Agosto 16


 O vocalista dos Avenged Sevenfold, M. Shadows, foi entrevistado pela estação de Rádio WGRD, a 23 de Agosto. A entrevista pode ser vista acima. 

 M.Shadows garante que a banda continua a trabalhar no novo álbum, e que tem noção da especulação e curiosidade que se está a gerar entre os fãs, que anseiam por novidades, mas afirma que a banda ainda se encontra a meio do processo criativo e que de momento nada mais pode ser revelado, mas garante que, quando for o momento adequado, a banda irá dar a conhecer as novas músicas.

Por: Luís Valente - 25 Agosto 16


Numa recente entrevista a um órgão de comunicação checo, a Spark TV, o vocalista dos Moonspell, Fernando Ribeiro, revelou que a banda nacional já se encontra a trabalhar em novas músicas, mais concretamente num novo EP de cinco músicas, que irá falar no grande terramoto de 1755 em Lisboa, totalmente cantado em português.

"Este EP tem particularidades diferentes. Será um EP conceptual e será cantado totalmente em português, que era uma coisa que já queríamos fazer há algum tempo e percebo que haja pessoas estrangeiras que irão reagir a isto de uma forma ou de outra. Ainda assim, gosto sempre de olhar para exemplos como os Sólstafir: cantam em islandês e isso não é problema para os fãs.", começou por dizer.

Quanto ao conteúdo lírico do EP, o tema escolhido, como já foi referido, foi o grande terramoto de 1755 em Lisboa, que Fernando justifica da seguinte forma: "Sempre fui fascinado pelo Apocalipse, o fim de tudo, e nós tivemos essa experiência no século XVIII, em 1755, que não nos afectou apenas pela destruição e número de mortes que causou, (...) mas também porque influenciou a forma como as pessoas olham para os Deuses, para a religião... a forma como a Europa mudou alguma da sua mentalidade, no fundo. Foi trágico e traumático, mas também fez com que assistíssemos ao nascimento de um novo Portugal, um Portugal moderno. Um período de prosperidade, porque Portugal antes do terramoto estava envolto em corrupção, vícios e ganância".

A direcção musical deste EP, segundo o vocalista português, não "será tão gótica, mas mais um álbum de metal puro, visto que o tema é assunto brutal como um terramoto", revelando que terá o toque sinfónico dos Moonspell e que nem sequer irá "fazer vocais mais melódicos", irá apenas "gritar", usando a expressão do próprio Fernando.

Por: Carlos Ribeiro - 25 Agosto 16


Os Vader lançaram um novo lyric video da faixa “Prayer To The God Of War”, parte integrante do EP “Iron Times” lançado no passado dia 12 de Agosto. O lyric video pode ser visto abaixo.

O vocalista, Piotr Wiwczarek, comentou: “Já passaram alguns dias desde que lançámos o “Iron Times”. O EP inclui duas faixas novas e duas covers bónus. Temos agora o prazer de vos apresentar o vídeo de uma das novas faixas! O nosso novo álbum “The Empire” será lançado pela Nuclear Blast em Novembro e este EP funciona como um aperitivo! Espero que gostem e não hesitem em acompanhar a nossa tour.”

O novo álbum tem lançamento marcado para dia 4 de Novembro.


Por: Andreia Teixeira - 25 Agosto 16


A polícia do condado de Howard, no estado norte-americano de Maryland, deteve um indivíduo que vendia bilhetes falsos para os concertos de Black Sabbath. 

Shannon Michael Seeber, de 34 anos, foi intercetado pelas autoridades, após uma vítima ter comprado quatro bilhetes, considerados falsos pela Ticketmaster, para o concerto dos Black Sabbath em Bristow, no estado norte-americano da Virgínia, no passado dia 21 de agosto. 

Consequentemente, Shannon Michael Seeber foi acusado de esquema de roubo, falsificação, posse de identificação falsa, como também de crime relacionado com drogas e outros.

Entretanto, o Departamento de Polícia do condado de Howard lançou o seguinte comunicado: 

"Mediante investigação, a polícia considerou Seeber como suspeito, localizou-o e deteve-o. No momento da sua detenção, Seeber estava na posse de bilhetes falsificados para vários concertos, incluindo Black Sabbath, Barbara Streisand, Drake e Adele. Vários modelos para crachás de identificação norte-americanos, um revólver e supostas drogas ilegais foram também localizados no seu veículo.

"Seeber foi libertado sob caução de 35.000 dólares.

"A polícia divulgou a sua fotografia numa tentativa de localizar possíveis vítimas de fraude. Qualquer pessoa que tenha comprado bilhetes falsos a este suspeito, deve entrar em contacto com a polícia através do número 410-313-2200 para formalizar a queixa."

Por: Bruno Porta Nova - 25 Agosto 16


Para descrever por palavras este trabalho dos Terra Tenebrosa, deveria ser alguém como Edgar Alan Poe ou Alfred Hitchcock, eles sim fariam jus às paisagens negras e obscuras que são aqui descritas por uma sonoridade que só pode vir dos cantos mais tenebrosos da mente humana. Farei o meu melhor para mergulhar bem dentro do abismo negro e descrever o que ouço neste álbum. 

Os Terra Tenebrosa são um grupo de Avantgarde Metal proveniente de Estocolmo, na onda de Deathspell Omega e Blut Aus Nord. Formados em 2009 dos restos de uma banda chamada "Breach", este é o seu terceiro álbum de originais. Os elementos sonoros encontrados aqui neste "The Reverses" são mesmo muito diversos, desde  ambientes em jeito de banda sonora de filme de terror psicológico até ao black metal industrial.

O álbum começa com "Makoria", um entrelaçado de várias vozes possessas proferindo palavras imperceptíveis que soam a discurso demoníaco. Dá-nos logo à partida o estado de espírito com que iremos prosseguir. E é com "Ghost at the end of the rope" que prosseguimos, um tema directo ao assunto, ritmado e pesado. O mais curioso é ouvir alguns efeitos na voz que a faz parecer com afiar de lâminas que vocalizam as letras da música na batida certa. Excelente início de álbum. Em seguida temos "The end is mine to ride", aqui continuamos com ritmo mid tempo  cadenciado por uma muralha de som que as guitarras nos deixam viciados pelo tom das mesmas e pela voz áspera, meio sussurrada deste demónio multifacetado de vocalista. Destaque para o trabalho de guitarras que esculpem grande parte do ambiente com harmonias dissonantes.

Em temas como "Where the shadows have teeth" a influência industrial é notória mas sempre no lado obscuro da vida, acabando com sons de um instrumento de cordas desafinado esquizofrénico. "Exuvia" brinda os nossos delírios psicóticos, por esta altura já bem estabelecidos, com uma melodia macabra conjunta com vozes que chegam em alguns momentos a parecerem-se com o rosnar de cães de grande porte. Este tema termina com o cantarolar alegre e distante que evoluí subtilmente para uma cantoria desafinada e obscura, uma mudança estranha de ambiente que mais facilmente vemos a acontecer em muitos dos nossos sonhos mais esquisitos.

A excursão pelo negrume deste trabalho termina com "Fire Dances". Com uma voz que deambula entre os graves e os agudos, temos aqui um andamento cavalgante da secção rítmica conjugado com o respectivo ambiente negro criado pelas guitarras. Ainda ouvimos também vozes do além que surgem momentaneamente para partilhar a sua agonia. Todas estas sonoridades resultam num conjunto intrincado de música que parece levar-nos a uma visita guiada ao inferno. A música termina num riff de guitarra repetitivo, com vozes indefinidas de fundo e uma percussão vigorosa, em tom de chegada ao fim desta viagem pelas diversas paisagens decadentes e obscuras.

Existe música de altíssima qualidade nos dias que correm, tal como o ouro, diamantes, e outras pedras preciosas que se encontram nas entranhas da Terra, estas obras de arte estão também no underground!

Nota: 9.5/10

Review por Filipe Gomes


Vindo de Lisboa chega-nos o EP "Still Breathing" dos Synthetic Rainfall. Uma "one man band" de Nuno Filipe que conta com a participação de artistas internacionais, tais como o vocalista Chris Clancy dos Britânicos Mutiny Within e Wearing Scars, e também do guitarrista Grego, Kimon Zeliotis dos Psycrence e Escalation que fica a cargo da maioria dos solos deste EP, com a excepção do tema "Numbers" onde o mesmo é executado pelo próprio Nuno Filipe. Sendo um projecto tipicamente Metalcore reconhecem-se facilmente alguns traços de Heavy Metal, bem como influências de bandas como Killswitch Engage, As I lay Dying e All That Remains.

O tema de abertura do EP intitula-se "Numbers". Uma faixa que recorre a várias harmonias de guitarra e a texturas mais ambientais com um solo bastante melódico e bem executado. O tema que se segue é "Self Destructive Process". Tema este que é caracterizado por ser bem directo e com algumas boas malhas a sugerir "Head Banging". Ainda neste registo temos o terceiro tema "Missing LInk", que apesar de algumas mudanças de andamento acaba por soar bastante consistente e com alguns pormenores bastante criativos que sabem sempre bem ouvir. "Tides of War" é quarto tema deste EP e começa de uma forma brilhante. Uma grande malha de guitarra, executada no ponto demonstra claramente a capacidade técnica e criativa de Nuno Filipe. É aquele tipo de riff que apetece ouvir mais e mais. O refrão não desilude e mais uma vez a criatividade e a capacidade técnica aliam-se para criar uma boa música do principio ao fim. É claramente o meu tema favorito do EP. A finalizar este trabalho,  A New Beginning, a quinta e última faixa deste EP. Um tema mais calmo e melódico, bem estruturado e mais uma vez bem recheado de pormenores. O mais longo tema deste EP, e que quanto a mim só peca pela forma mais abrupta com que é finalizado. Aqui um pequeno erro de produção que pode ser facilmente corrigido.

Still Breathing é no geral um bom trabalho, com vocais muito bem conseguidos e bem executados, e que pecam apenas por alguma repetitividade, especialmente na parte dos refrões. A excepção será talvez "A New Beginning", onde a parte vocal opta por outra abordagem, que claramente a beneficia mais no contexto das anteriores. Os solos de Kim Zeliotis são uma grande adição a este projecto. Demonstram técnica, melodia, boa execução e estão bem inseridos no contexto do projecto. Nota extra para Nuno Filipe que consegue aqui compor um trabalho nota técnica elevada, muito bem executado e bem pensado na sua estrutura geral.

A nível de produção é um trabalho coeso e bem conseguido no seu todo, no entanto as baterias parecem algo escondidas e com pouco impacto. Apesar de terem sido programadas beneficiariam de ter um pouco mais de pancada, presença e os pratos mais audíveis. As guitarras soam ligeiramente altas, um pouco processadas e algo "digitais" mas no computo geral soam bem e acabam por não comprometer o trabalho. As vozes estão bem produzidas, apesar de por vezes as "guturais" se esconderem um pouco comparado com as limpas, especialmente nas vozes dobradas dos refrões. Um pouco mais de consistência a nível de volumes teria beneficiado mais a linha vocal. Alguns teclados parecem não estar bem inseridos e coerentes com os restantes elementos. Tudo isto são pequenos pormenores, mas que não comprometem aquilo que no geral é um bom trabalho.

Altamente aconselhável aos fãs do género e não só, devido as várias influências presentes. Fico com grandes expectativas para ouvir um próximo trabalho, esperando uma produção um pouco melhorada.

Nota: 8/10

Review por Carlos Barbosa


O primeiro álbum destes GOD revela-se num trabalho muito bem produzido e executado por parte dos músicos. Muita definição em todas as frequências, os graves profundos e definidos e os agudos cristalinos e agradáveis, o que ajuda muito na apreciação deste tipo de música. Que tipo e esse? Bem, agarrem no peso bruto de uns Meshuggah e juntem os ambientes etereais de uns Year Of No Light e obtém-se estes GOD. 

Tal como os YONL este trabalho é instrumental mantendo sempre um equilíbrio bem conseguido entre o groove e peso com as melodias e harmonias criadas pelas guitarras. Podemos ainda encontrar um toque de Animals as Leaders, como por exemplo na música "Foreknown" mas conseguindo sempre manter a sua identidade, o que por si só e de louvar nos dias de hoje. GOD I é um álbum para apreciar na sua totalidade, todas as músicas têm um uma certa continuidade ao longo do disco e todas tem algo para mostrar ao ouvinte. Apesar de haver bastante melodia e ambientes harmoniosos, há sempre um ritmo bem apropriado ao headbang de cara feia e 'horns up' a acompanhar, o que pode soar estranho mas que este grupo conseguiu fazer resultar esta bipolaridade. Irá certamente agradar aos fãs de Year Of No Light, Meshuggah, Periphery e God is an Astronaut.

A banda parece ter optado pelo anonimato devido à temática abordada no trabalho, sendo esta religiosa cristã, independentemente de orientações religiosas, é um trabalho que merece ser ouvido.

Nota: 8/10

Review por Filipe Gomes


Já foram anunciadas as bandas que irão fazer a abertura do concerto dos Kamelot em Portugal e são elas os Aeverium e os Withem. 

O concerto será no dia 23 de Outubro, no espaço Lisboa Ao Vivo. Os bilhetes custam 22 euros e podem ser comprados nos locais habituais.

Por: Carlos Ribeiro - 24 Agosto 16 


Há boas notícias para os fãs de Behemoth. De acordo com Orion, baixista da banda, numa entrevista recente para o site Planet Mosh, poderá estar em vista um novo álbum para o ano de 2017.

De acordo com as suas declarações: "Penso que haverá um novo álbum. Começámos a improvisar, a trabalhar em alguns riffs, algumas músicas e ideias, mas ainda estamos a discutir isso. No nosso caso, é um processo muito, muito longo até as coisas acontecerem e nós não nos importamos de admitir que demoramos meses ou um ano até tudo estar concluído. Ensaiamos, compomos, gravamos, produzimos, e só depois lançamos o álbum. Somos daquelas bandas que não consegue fazer isto em dois meses. Simplesmente não conseguimos. Por isso estamos a planear fazer o novo álbum no próximo ano. É esse o plano. Vamos ver o que acontece."


Por: Mariana Crespo - 24 Agosto 16


Os Megadeth, a banda de Dave Mustaine, tocaram no dia 23 de Agosto, um pequeno set acústico, em Buenos Aires, na Argentina, para alguns fãs. 

O vídeo da atuação pode ser visto acima.

Por: Luís Valente - 24 Agosto 16


Os Heavenwood disponibilizaram online um vídeo do concerto que deram, na primeira edição do Vagos Metal Fest.
 
O espetáculo que a banda deu no dia 14 de Agosto, pode ser visto nesta ligação.
 
Por: Mário Santos Rodrigues - 24 Agosto 16


O concerto dos Megadeth realizado no Paraguai, não correu nada bem. Tudo porque, ao fim de sete músicas, a banda foi forçada a cancelar o concerto por motivos de segurança. Ao que parece, três das barreiras cederam, o que quase vitimou uma pessoa. A juntar a isso, os fãs mostraram-se descontentes com o cancelamento e arremessaram garrafas de vidro para o palco, acabando por ferir dois membros da equipa.

Através do seu Twitter, Dave Mustaine deu conta de situações lamentáveis, como uma imagem de barreiras presas por fios ou a venda de garrafas de vidro num estádio. Além disso, publicou o seguinte comentário:

"Querido Paraguai, depois de três barreiras cederem e centenas de fãs esmagarem três seguranças e quase matarem uma fã, nós tivemos infelizmente de cancelar o concerto. Por favor, entendam que a vossa segurança é tão importante como a nossa e depois de toda a segurança intervir no público, alguém correu para o palco, foi arremessada uma garrafa, e nós vamos informar-vos, assim que for possível, sobre o nosso regresso. Isso está fora do nosso alcance e teremos a certeza de, quando voltarmos, usaremos um espaço, uma segurança e um promotor diferente. Mais uma vez, lo siento mucho."

Por: Bruno Porta Nova - 24 Agosto 16



Os Metallica acabaram de divulgar um trecho de uma nova música, que se chama "Moth Into Flame", em mais um trailer do novo álbum "Hardwired... To Self-Destruct", que pode ser ouvida acima.

A música pode ser ouvida, sensivelmente, após o minutos 2:08 do vídeo, que dura cerca de 20 segundos.

Por: Carlos Ribeiro - 23 Agosto 16


Que os Metallica se preparavam para lançar um novo álbum nós já sabíamos. Foi também no passado dia 18 de Agosto que revelaram o seu primeiro single “Hardwire”, cujo vídeo pode ser visto aqui.

Este será o seu 11º álbum de estúdio, com 12 faixas e o título “Hardwired…To Self-Destruct”, e será lançado no dia 18 de Novembro.

A banda disponibilizou recentemente outro vídeo onde revelam parte do que se passou no estúdio de gravação, onde falam dos nomes das faixas, James explica o porquê deste título e podemos ainda ouvir Lars Ulrich a dar várias indicações e revelar qual era a missão dos Metallica ao gravar este single, e poderá ser visto aqui.


Por: Andreia Teixeira - 23 Agosto 16

 

Os fãs de Meshuggah podem contar com um novo trabalho da influente banda sueca já no próximo mês de Outubro. Intitulado "The Violent Sleep Of Reason", o álbum será lançado no próximo dia 7 de Outubro através da Nuclear Blast.

Para despertar a curiosidade dos seus seguidores, e explicar algumas das temáticas que inspiraram o álbum, a banda disponibilizou um curto vídeo que pode ser visualizado abaixo.


"The Violent Sleep Of Reason" está já disponível, em várias versões, para pré-encomenda no site da Nuclear Blast aqui.

Por: Mariana Crespo - 23 Agosto 16



Depois de divulgarem uma nova música do seu álbum, "Insane", os Korn divulgaram o videoclip oficial dessa música, que pode ser visto acima.

"The Serenity Of Suffering" é o novo álbum dos Korn, a ser lançado no dia 21 de Outubro através da Roadrunner Records.

Por: Carlos Ribeiro - 23 Agosto 16


Zakk Wylde lançou um novo vídeo para a música"Sleeping Dogs", que conta com a participação especial de Corey Taylor, vocalista dos Slipknot e dos Stone Sour. 

 A música faz parte do álbum a solo de Zakk Wylde, lançado a 8 de Abril, "Book of Shadows II".

Por: Luís Valente - 23 Agosto 16


O músico Alice Cooper, que recentemente tem actuado como vocalista do "super-grupo" Hollywood Vampires, anunciou esta segunda-feira, dia 22, que se irá candidatar ao lugar de Presidente dos Estados Unidos da América, onde constam como principais candidatos o republicano Donald Trump e a democrata Hillary Clinton.

Sabendo bem da alta taxa de improbabilidade que a sua candidatura tem de ser eleita, usa com sua principal "arma" de angariação de fundos um site, onde vende produtos ligados à sua carreira como músico, bem como uma reedição da música "Elected", feita em 1972, na altura da reedição do presidente Richard Nixon.

Uma das propostas de campanha eleitoral, é colocar a cara de Ian "Lemmy" Kilmister no Monte Rushmore, famoso local onde estão esculpidos os rostos de quatro ex-presidentes da história dos EUA.

As eleições norte-americanas serão no dia 8 de Novembro.



Por: Carlos Ribeiro - 23 Agosto 16