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Se houver alguma banda europeia que tenha tanto peso na cena de metal progressivo tal como as bandas norte-americanas Symphony X e Dream Theater essa banda são os Threshold, com uma carreira com quase trinta anos e uma discografia impressionante, quer pela número de lançamentos, quer pela forma como cada álbum foi aceite pelos fãs e pela crítica, quer pela qualidade dos trabalhos em si. "For The Journey" é já o décimo trabalho da banda britânica e em nada se desvia daquilo que é a sua identidade, muito menos do alto nível das suas composições.

Com um foco nas melodias, mais até do que na parte técnica, faixas como "Watchtower On The Moon" e "Unforgiven" misturam entre si com uma mestria impressionante uma série de elementos diferentes. Se na primeira, temos riffs pesados, com um refrão bem catchy por cima, na segunda já temos aquilo que se pode considerar uma balada, cheia de feeling e com melodias marcantes a acompanhar. Aliás, a parte dos ganchos é um dos pratos fortes deste trabalho, onde uma faixa de onze minutos como "The Box" consegue ser igualmente interessante como a mais curta, que surge imediatamente de seguida, "Turned To Dust", que aposta sobretudo no peso dos seus riffs e num refrão para lá de orelhudo.

Não há um tema aqui que não tenha esta característica, de ser orelhuda, independentemente da sua duração, se é mais pesada ou se é uma balada. Claro que quando o foco é muito concentrado neste aspecto, pode fazer com que a substância seja descurada, mas essa é uma questão que não acontece em nenhum momento de "For The Journey", porque apesar de realmente existirem aqui ganchos em profusão, do início ao fim, continuamos a ter um grande conjunto de canções, verdadeiras canções. A banda mostra-se coesa num só objectivo, apresentar o melhor álbum possível. E é mesmo isso que acabam por atingir.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira


Da Irlanda do Norte, surgem-nos os Maverick com este "Quid Pro Quo", que não é mais que o seu álbum de estreia, revelando uma banda com apetência para os sons mais tradicionais do rock pesado, nomeadamente o hard'n'heavy mais tradicional. Pelo menos é logo o que nos sugerem com "Snakeskin Sinner", onde somos transportados para outros tempos, tempos mais simples da música pesada onde só era necessário ter guitarras, baixo, bateria e uma boa voz, que se exibiam através de bons riffs, excelentes solos e refrões para lá de oreulhudos.

Apesar d eser o seu trabalho de estreia, a banda já tem uma dose considerável de experiência, com um EP lançado em edição de autor que fez furor no underground, e a abrir para bandas como Tigertailz, Faster Pussycat e cheap Thrill. Essa experiência materializa-se aqui com temas que parece que foram feitos para ser entoados pelo público. "Paint By Numbers" é do mais clássico que pode haver no que diz respeito ao hard rock glam (mas em bom), assim como "Got It Bad" é uma power ballad que até gosto ouvir nos tempos actuais e "In Our Blood" faz-nos pensar em bandas como Firehouse.

Aliás, há por aqui uma série de bandas que nos vêm à memória mas sem haver propriamente um sentimento de estarmos a ouvir reciclagem de coisas já passadas e já muito vistas. Quer dizer, que não existam mal entendidos, não existe aqui nada de remotamente original, no entanto também não existe nenhuma cópia descarada. A única coisa semelhante que temos é o espírito de uns tempos em que o rock pesado era realmente empolgante, com refrões infecciosos e com músicas marcantes - isto para quem gosta de hard rock, claro está. É um grande álbum de estreia, com origem num país que não tem muita tradição no mesmo. Banda a acompanhar, grande promessa de hard rock clássico.


Nota: 8.5/10

Review por Fernando Ferreira



Os Coronatus podem não ser uma banda muito conhecida mas isso não os impede de chegar à impressionante marca de sexto álbum desde que lançaram o primeiro em 2007, mantendo uma regularidade apreciável. O seu som é metal gótico mas aquilo que os pode distinguir da restante concorrência é o facto de terem não uma vocalista de voz angelical e cristalina mas sim duas, uma com voz de soprano (Carmen Lorch) e uma mais na vertente rock (Anny Maleyes) - basicamente aquilo que os Nightwish deveriam ter feito. Em termos musicais, este "Cantus Lucidus" aponta na direcção já trilhada no início do milénio por bandas como After Forever e Nightwish. Arranjos orquestrais sumptuosos, duas vozes realmente boas a liderar e uma forte base instrumental digna do melhor metal gótico.

Claro que nada disto serve se não houver um forte conjunto de boas canções, verdadeiras canções e não um conjunto de ganchos cujo único objectivo é capturar a atenção daqueles que tem o radar para uma série de lugares comuns. Felizmente não é o que acontece aqui. Cada um dos temas agradará qualquer fã de metal gótico, com capacidade para superar o teste do tempo com distinção. Com a melodia como maior aliado, músicas como "Deborah" e "The Elvenwell (I Can Give You...) tornam-se sem dificuldade músicas atractivas logo à primeira audição. O elemento folk (pelo menos em termos de melodias) surge ocasionalmente e também é eficaz em músicas como "No Holy wars" e no épico final "Ihr Habt Die Schuld!", que também é o momento mais pesado do disco.

Com uma nova formação renovada com a entrada do teclista e responsável pelos arranjos orquestrais Pinu'u Remus, o guitarrista Olívér e a já referida vocalista Anny Maleyes. A banda surge coesa e com um conjunto de temas forte aos quais todos os apreciadores de bandas como Nightwish (antigo) e Therion não terão motivos para não gostar. Metal gótico de qualidade superior, num género que sempre viu como maior problema ser desprovido de alma ou emoção. Aqui, felizmente, isso não acontece, o que coloca os Coronatus num lugar de destaque.


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira


Numa recente entrevista, o líder dos Megadeth falou, para além de outros assuntos, sobre a vantagem ou não da banda ter um novo alinhamento. Segue o comentário de Dave Mustaine:

"Bem, isso depende se eles realmente têm talento e se integram, ou se mostram úteis. Tivemos algumas situações no passado, quando após o término do alinhamento do "Rust In Peace", o Jimmy DeGrasso [bateria] apareceu. O Jimmy era um grande músico; Contudo, nós nunca nos consolidámos. Aconteceu o mesmo com o Al Pitrelli [guitarra]. Gosto muito desses dois como pessoas, e tenho muito respeito por eles como músicos, mas, por alguma razão, nunca conseguimos realmente obter esse equilíbrio entre nós.

"Quando tocas com outras pessoas numa banda, isso é o mais perto que consegues estar de outra pessoa, sem ter relações sexuais com ela. Quero dizer, não consegues estar mais perto de um membro da banda. Depois disso, tivemos James Lomenzo, James MacDonough, Glen Drover, Shawn Drover, Chris Broderick... todos esses tipos... os fãs não querem esses tipos nos Megadeth".

Por: Bruno Porta Nova - 31 Janeiro 15


Já é chover no molhado a quantidade de projectos que nasceu por parte dos artistas com contrato ou ligações à editora italiana Frontiers Records, no entanto, seria errado, totalmente errado, dizer que esta joint venture entre Jorn Lande & Trond Holter é apenas “mais um”. Para já vamos às devidas apresentações. Jorn Lande é um talentoso vocalista, com uma certa aproximação à voz imortal do saudoso Ronnie James Dio e à de David Coverdale, com uma longa e recheada carreira, seja com bandas seja a solo. Tron Holter não terá um currículo tão impressionante e tão vasto, mas não deixa de ser um dos músicos de hard rock mais respeitados da Noruega, tendo feito carreira nos Wig Wam.

A razão dos dois se terem juntado é uma ópera rock sobre, como já deve ser óbvio pelo título, a lenda de Vlad Tepes, mais conhecido e popularizado como Drácula, já extremamente explorado no reino do cinema e até na música mas nunca com um álbum inteiramente dedicado. O começo com “Hands Of Your God” é bem teatral a fazer lembrar os musicais na melhor tradição da Broadway. Altamente melódico e viciante. O primeiro cheirinho a guitarras distorcidas é na faixa seguinte “Walking On Water” onde temos um grande riff e um grande refrão onde a voz de Lande brilha intensamente. O tema título traz-nos novamente um grande feeling de musical, com um refrão para lá de viciante, impressionante mesmo. “Masquerade Ball” acrescenta-lhe intensidade dramática, enquanto “Save Me” conta a participação especial de Lena Fløitmoen Børresen, que tem uma voz hipnótica. Aliás todas as músicas em que participa (“River Of Tears” e “Into The Dark”), acontece isso mesmo, hipnose, quase deixando Lande para segundo plano.

Do início ao fim, este é um álbum que prende e cativa logo ao primeiro contacto, com o seu forte teor cinematográfico e teatral, transmitindo uma série de imagens apaixonantes, nem sendo preciso ter sempre a voz para que as músicas resultem em pleno, como é o caso da excelente instrumental “True Love Through Blood”, um dos pontos altos deste trabalho, um exemplo de como é possível fazer um instrumental com tanta qualidade como uma outra música vocalizada – ou talvez ainda mais. É um trabalho superior, um dos grandes trabalhos da Frontiers dos últimos anos e sem dúvida, um dos melhores do ano e ainda nem Janeiro terminou ainda. Talvez seja apropriado apenas para os que gostam de sons mais melódicos mas de qualquer forma, é um trabalho excepcional.


Nota: 9.5/10

Review por Fernando Ferreira


A Itália está cada vez mais forte. A carreira de uma banda como os Renegade prova de quem nem só bandas novas e obscuras surgem de lá, como também é possível manter uma carreira saudável a tocar heavy metal tradicional. “Thunder Knows No Mercy” é já o quarto álbum da banda e apresenta argumentos de peso aos quais qualquer apreciador do som sagrado não terá como resistir. Nem é o facto de juntarem tanto aquilo que faz parte do estilo na sua faceta mais clássica, nem como ter um toque do que melhor se tem vindo a fazer, mostrando que o estilo pode evoluir sem perverter os seus fundamentos.

Embora sejam coisas importantes, o que faz aqui a diferença realmente é o facto de termos malhas, verdadeiras malhas de heavy metal tradicional, ora mais compassado, ora mais emotivo, ora mais pujante, mas sempre com uma qualidade superior. Um tema como “Nobody Lives Forever” tem uma energia contagiante e é ideal para abrir as hostilidades e poe a nu as suas maiores mais valias: um trabalho de guitarra exemplar e cheio de classe, uma secção rítmica certa como um relógio suíço, uma produção fantástica e um vocalista com uma voz que parece ser um Geoff Tate inspirado e vitaminado, ou seja, tudo aquilo que o metaleiro gosta de ouvir em doses generosas.

A potência clássica de “The World Is Dying”, a sensibilidade da power ballad “Into The Flame”, o heavy metal inspirado de “Awaiting The Storm”, o mid tempo empolgante da “The Endless Days”, a quase power metal “Screaming On The Edge”, a balada “Trail Of Tears” com um certo toque progressivo e o tema título que encerra com chave de ouro estes quarenta e cinco minutos de música de qualidade, como já há muito não se ouvia. Conseguir apresentar um trabalho destes com capacidade para vencer o teste do tempo não é tarefa fácil mas a banda italiana consegue fazê-lo de forma irrepreensível. Sem dúvida, um grande álbum.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira


Os Ghoulgotha chegam-nos dos E.U.A. com um som que não é de agora. Na verdade, Se este álbum tivesse sido feito em 1989 ou 1990, não se estranharia. Com "Gazing  Into Melted Night", a primeira faixa "a sério" é como tivessemos logo um resumo daquilo que vamos encontrar no resto do trabalho. Se em algumas ocasiões isso pode ser bom e deixar o ouvinte ávido de curiosidade para ouvir o resto do trabalho, aqui acontece precisamente o contrário.

Com uma mistora entre death e o doom metal mais arcaico, o que se tem aqui é uma colecção desinspirada de músicas que em vez de ser uma homenagem aos tempos antigos, a que muitos chamam de bons e velhos tempos, é uma lembrança vívida daquilo que era feito na altura e não sobrevivia ao teste do tempo. Por falar em teste do tempo, este trabalho nem sobrevive ao final da sua duração, quanto mais a meses ou anos depois. Isto acontece por várias razões, seja a produção sem pujança e baça, seja pela estrutura das músicas previsível e a composição sem chama ou pelos pormenores técnicos que querendo ser primitivo, são básicos.

Já muitas vezes falámos aqui de como é complicado fazer doom metal que seja interessado. Normalmente, juntando as características de death metal facilita-se um pouco as coisas. Um pouco mais de peso, um pouco mais de velocidade, mas aqui nada disso serve. Nada consegue despertar do marasmo infindável que se pode muito bem transformar num coma profundo que é "The Deathmass Cloak" ouvido de uma vez só. Atente-se na forma como acaba, com "Levitate Within The Curse" um tema de onze minutos que surge no final do álbum quando já se está a implorar pela vida.

É um álbum fraquissimo que confunde o ser clássico e a sonoridade de culto, muito bem apreciada por uma boa franja do público apreciador de metal extremo, com o ser desleixado e apresentar um trabalho sem o mínimo de brilho que consiga interessar a qualquer fã de death/doom que se preze. O cheiro a bafio é tanto que pode afastar mais do que atrair, o que para um álbum novo não poderá haver pior elogio. Nada como peixe fresco podre. Além de cheirar mal, pode matar. Até em doses pequenas, quanto mais numa de cinquenta e quatro minutos.


Nota: 2/10

Review por Fernando Ferreira


A banda israelita Melechesh acabou de divulgar mais uma música do seu novo álbum "Enki", cujo "lyric video" pode ser visualizado abaixo.

Intitulada "Lost Tribes", conta com a participação especial de Max Cavalera (Soulfly, Killer Be Killed).

Recorde-se que o lançamento oficial de "Enki" será no próximo dia 27 de Fevereiro na Europa, 2 de Março no Reino Unido e 10 de Março nos EUA, através da Nuclear Blast Records. 


Por: Mariana Crespo - 31 Janeiro 2015


Os nacionais Simbiose preparam-se para lançar o seu sexto álbum de estúdio, "Trapped", que já tem lançamento marcado para o próximo dia 15 de Março, pela Anticorpos Records, em colaboração com a Criminal Attack Records, Deviance Records, Apathy Never, Punk Vortex, Tanker e Neanderthal Stench. O sucessor de "Economical Terrorism" contém 14 novos temas gravados por Paulo Vieira no Brugo Studio e no BPM’S Studio; e foi masterizado pelo guitarrista Nuno Rua. Este registo conta ainda com uma participação especial de Bri Doom da banda inglesa Doom na música "Deixós Falar". Sobre este novo álbum, o vocalista Jonhie afirma que ""Trapped é um registo diferente, nós queríamos dar um tom novo e fresco para o som da banda, sem decepcionar os nossos fãs de longa data. É mais maduro e tem um som mais limpo, mas mostra a mesma atitude".

Para apresentar este novo trabalho, os Simbiose lançaram também uma nova música de apresentação a "Trapped", "Ignorância Colectiva", que o vocalista define como "uma canção que fala sobre o tipo de gente que só gosta de criticar e dizer coisas ruins sobre os outros, mas, na realidade, não fazem nada por ninguém, nem para mudar qualquer coisa que esteja mal".

Poderão ouvir a nova música no Ponto Alternativo e visualizar a capa do novo álbum abaixo:


Por: Miguel Lourenço - 31 Janeiro 15


A Rebellion Tour, que vai passar em Portugal para uma data, já tem o cartaz completo. Reality Slap e Push são as bandas nacionais que vão abrir o concerto. Juntam-se, assim, aos nomes internacionais que fazem parte da tournée: Madball, Strife, Rise of the Northstar e Backtrack.

Os bilhetes têm um custo de 20 euros e estão disponíveis nos seguintes locais: Clockwork Store, Carbono Lisboa e Carbono Amadora. Estão também à venda online através desta ligação.

De relembrar que a Rebellion Tour em Portugal realiza-se a 26 de Fevereiro, na República da Música, em Lisboa.

Por: Patrícia Garrido - 31 Janeiro 15


A edição de 2016 do "Xxx"apada na Tromba irá decorrer nos dias 22 e 23 de Janeiro, no RCA Club, em Lisboa, e é limitada a 300 entradas. As seguintes bandas foram anunciadas até agora: Rotten Sound (Finlândia), Guineapig (Itália), Clitgore (Roménia), Ultimo Mondo Cannibale (Itália), Dead Infection (Polónia), e os grupos nacionais Serrabulho, Dead Meat, Vagina Grotesca e Bleeding Display. Mais bandas deverão ser anunciadas brevemente.

As reservas dos bilhetes já podem ser realizadas, e o preço unitário do bilhete é de 25 euros (os dois dias do festival), não havendo bilhetes diários. Mais informações acerca deste evento podem ser consultadas aqui.

Por: Rita Limede - 31 Janeiro 15


Os Slipknot lançaram um vídeo onde tocam ao vivo uma das suas novas músicas, "Custer", que pode ser visto acima. O concerto de onde "Custer" foi retirada, ocorreu no ano passado, no festival Knotfest, na Califórnia, EUA. 

O vídeo foi primeiramente lançado entre a comunidade de seguidores da banda no Facebook, estando agora também já disponível no Youtube.

Por: Carlos Ribeiro - 31 Janeiro 15


Como foi noticiado há alguns dias, os nacionais Desire decidiram colocar um ponto final na sua carreira. Nesse sentido, deixam de constar no cartaz do Under The Doom 2015. Como substituição, já foram anunciados os belgas Marche Funèbre. Abaixo pode ser recordado o cartaz deste evento, a ocorrer nos dias 27 e 28 de Fevereiro, no RCA Club, em Lisboa. Em ambos os dias, as portas abrem às 21h00 e o espectáculo tem início às 21h30.

27 de Fevereiro 
Saturnus (Dinamarca) 
Lantlôs (Alemanha)
Ophis (Alemanha)
Autumnal (Espanha)
Bosque (Portugal)

28 de Fevereiro 
Forgotten Tomb (Itália)
Mourning Beloveth (Irlanda)
Marche Funèbre (Bélgica)
Dolentia (Portugal)
Agonia (Portugal) 

Bilhetes:

Dia 27 - 20€ (pré venda) ou 23€ (próprio dia)
Dia 28 - 18€ (pré venda) ou 20€ (próprio dia)
Passe  para dias 27 e 28 - 35€ (pré venda e próprio dia)

Locais de Venda: 
Carbono Lisboa
Carbono Amadora
Glam-o-Rama - Lisboa
Androm - Lisboa
RCA Club - Lisboa
Side B - Benavente

Por: Sara Delgado - 31 Janeiro 15


A Banger Films, em parceria com o canal VH1 Classic, realizou uma série de documentários intitulado "Rock Icons", que estreará no próximo dia 21 de Fevereiro. 

Esta série de documentários é composta por 10 episódios de 30 minutos, e contará com a presença de várias estrelas de rock, entre elas Rob Halford dos Judas Priest, Joe Elliott dos Def Leppard, Geddy Lee dos Rush, e Slash dos Guns N 'Roses e Velvet Revolver, que concederam entrevistas exclusivas, já para não falar de visitas guiadas com Dave Mustaine dos Megadeth, Nikki Sixx dos Mötley Crüe, e Billy Corgan dos Smashing Pumpkins.

O primeiro episódio tem como convidado Geddy Lee dos Rush.

Os próximos episódios incluem:

* Rob Halford (Judas Priest)
* Ted Nugent
* Ann Wilson (Heart)
* Dave Mustaine (Megadeth)
* Nikki Sixx (Mötley Crüe)
* Slash (Guns N 'Roses)
* Daryl Hall (Hall & Oates)
* Joe Elliott (Def Leppard)
* Billy Corgan (Smashing Pumpkins)

Por: Bruno Porta Nova - 31 Janeiro 15


Após a recente saída do baterista Shawn Drover e do guitarrista Chris Broderick dos Megadeth, o anterior baterista da banda, Nick Menza, quando questionado numa entrevista ao site Examiner.com, acerca da possibilidade de voltar aos Megadeth, não a negou nem que se mantém em contacto com os seus ex-companheiros. 

Nick Menza havia já declarado em Dezembro: “Como disse antes, não descarto a possibilidade de me reunir com os Megadeth. Estou aberto a tudo o que  acontecer. A decisão é com o Dave (Mustaine)."

Tal afirmação alimenta os rumores sobre uma possível reunião do alinhamento da banda por altura do álbum "Rust In Peace" (1989). Nick Menza juntou-se aos Megadeth para a gravação deste álbum e aqui se manteve durante os 9 anos seguintes. Foi ainda convidado para a reunião dos Megadeth em 2004 mas, após os ensaios iniciais, acabou substituído por Shawn Drover. 

Por: Mariana Crespo – 31 Janeiro 15


Álbum de estreia da banda germânica Dreadful Minds, que logo pela amostra do tema de abertura, “The Growing Fear”, demonstra estar bem próximo do estilo de heavy metal progressivo com foco nos teclados, a relembrar bandas como Royal Hunt do lado da Europa e Fates Warning do lado dos E.U.A.. Estas duas vertentes são uma constante ao longo deste trabalho com músicas que apostam na melodia e nos arranjos de teclados, sem esquecer os ocasionais solos e leads de guitarra. A banda alemã teve alguma carreira conturbada com uma primeira encarnação de 1992 a 2006, de onde produziram duas demos, um EP e um álbum que acabou por não ser lançado.

Muitas faixas desses lançamentos acabam por estar aqui presentes e talvez isso explique a duração (demasiado) longa deste trabalho, com catorze músicas e mais de uma hora de duração. Não apresentando argumentos muito sólidos que consigam capturar a atenção dos ouvintes à primeira, este “Love, Hate, Lies” poderá ser demasiado para quem não tem muita paciência. Não quer isto dizer, no entanto, que se trata de um mau trabalho. Pelo contrário, a sua qualidade é inegável. Exige é mais do ouvinte do que o que seria esperado. Mais paciência para ouvir mais que uma vez, porque é garantido que o mesmo vai entrar algures nas repetidas audições. Não se sabe é quando.

Temas como “Lost My Heart” misturam uma emotividade digna dos Marillion (da fase Fish) com o poder de uns Queensrÿche – sendo que estes nomes são apenas directrizes do tipo de feeling encontrado aqui. Não se pense também que é um álbum que apenas os apreciadores de sonoridades mais progressivas vão gostar. Apesar da melodia constante, também existe um uso constante da distorção e de bons pormenores de guitarra que imprimem um pouco de mais intensidade e dinâmica a esta proposta. Não fosse o pormenor da duração e este seria um álbum perfeito. Mesmo não o sendo, acaba por ser uma estreia valorosa e mais um bom nome a seguir no futuro no espectro do heavy metal progressivo e melódico.


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira


Os Abstracter quando começaram tinham a intenção de fazer noise, sem lançar o quer que seja ou tocar ao vivo. Cinco anos depois, chegamos ao segundo álbum de originais. Estas expectativas e a forma como as mesmas foram alteradas não deixam de ser curiosas principalmente quando se analisa a qualidade deste “Wound Empire”. O que temos é uma viagem profunda a uma série de sentimentos desagradáveis, uma viagem contínua que dura pouco mais de quarenta minutos, sobre o abismo eterno do desespero. Esse desespero é de tal forma palpável que se torna quase como uma entidade, um amigo, de uma forma algo distorcida, que compreende todos aqueles sentimentos aos quais não damos voz.

Com uma capacidade de envolver o ouvinte de forma crescente, por um ambiente que vai ser criado aos poucos, este trabalho é um colosso tanto a nível emocional como a nível musical. Juntando um espírito sludge ao doom, há também um certo quê de progressivo que adensa ainda mais a aura do trabalho, que de si já tem bastante densidade. O facto de não se conseguir separar as faixas umas das outras são uma das grandes responsáveis por este factor e principal razão pela qual estes quarenta e dois minutos praticamente voam. Desaparecem como se tivessemos sido transportados para onde o tempo não tem qualquer sentido e significado. O feedback que se ouve no início de “Lightless” parece ser o fio condutor ao longo de todo o trabalho e a forma fria e implacável como soa é sem dúvida a maior definição de que poderia haver deste trabalho.

Com uma dinâmica extraordinária, estes quatro temas poderiam surgir todos juntos num só, que não haveria qualquer perigo do ouvinte se fartar dos mesmos, embora seja completamente perceptível o porquê da separação. Também é compreensível não se conseguir disassociar uma faixa que seja das restantes três, já que este é um trabalho que deve ser apreciado na sua totalidade. Uma prova de evolução gritante que faz com que esta banda revele ter talento para chegar ao topo da concorrência neste estilo. Um dos primeiros grandes álbuns deste ano de 2015, sem dúvida.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira


Ehlah! Sabemos que de vez em quando surgem bandas dos E.U.A. a tocar heavy metal clássico, mas que existia uma em Seattle desde 2002, já com quatro álbuns lançados (a contar com este "No Limit To The Evil") não deixa de ser sempre curioso. Claro que esse facto não deve ser glorificado pro si só e por muito escasso que seja o underground norte-americano neste género, não quererá dizer que esses poucos lançamentos sejam superiores. Este "No Limit To The Evil" começa com "Return Of The Godz" em grande forma mas que praticamente esgota toda a fórmula da banda.

Heavy metal tradicional com uma voz rouca que de vez se aventura nuns tons acima das capacidades. Mark Hawkinson tem um tom que se enquadra naquilo que a música lhe pede mas não é forte o suficiente para fazer a diferença. O mesmo se pode dizer da música que acompanha a voz, adequada para o estilo mas simplesmente não empolga, não bastando alguns riffs e solos a relembrar algo que já foi feito anos atrás de forma superior. Os bons momentos são ínfimos que cheguem para causar boa impressão perante todo o marasmo.

Quase sempre no registo mid-tempo, como na estranhamente intitulada "Leche Di Tigre", o álbum depressa torna-se numa contagem regressiva aborrecida até ao final do álbum. Não conhecendo os trabalhos anteriores da banda e não sabendo se houve realmente uma evolução ou apenas um tiro ao lado. De qualquer forma, o que é certo é que existe aqui muitos poucos motivos para repetidas audições, não como um álbum. Mais vale pegar nos clássicos.


Nota: 4/10

Review por Fernando Ferreira


Matt Shadows dos Avenged Sevenfold falou, em entrevista à "The Jakarta Post", sobre as inspirações da banda e também sobre o caminho que a mesma pretende seguir em relação à sua música: "Nós deixámos o metalcore para trás. Não é algo que algum de nós encontre prazer em ouvir (...) Estamos sempre em evolução e não nos pretendemos repetir. Eu quero ficar longe de tendências e fazer o que nós queremos fazer musicalmente. (...) À medida que nos desenvolvemos, eu só nos vejo a seguir o nosso coração nesta viagem musical. (...) As pessoas pensam que esta é uma competição entre as bandas, quando na verdade não o é."

Por: Miguel Lourenço - 30 Janeiro 15


Os Quinteto Explosivo, grupo composto por membros de Comme Restus, Kalashnikov, Homens da Luta e Noidz revelaram, através do seu facebook oficial, novas datas ao vivo. Esperam-se para breve novos concertos mas, para já, quem quiser ver o Quinteto ao vivo poderá marcar na agenda uma das seguintes datas:

10 Abril - Sexta Feira - Bafo de Baco, Loulé 
11 Abril - Sábado - (17h) - FNAC, Guia 
11 Abril - Sábado - Marginália, Portimão 
29 Maio - Sexta Feira - Morbidus Bar, Faro 
30 Maio - Sábado - (17h) - FNAC, Faro 
30 Maio - Sábado - Cais Bar, Odemira

Por: Bruno Correia - 30 Janeiro 15


A Rocha Produções, promotora responsável pela organização do já mítico Mangualde Hardmetalfest, anunciou o Deathmania Fest, que irá ter lugar no próximo dia 9 de Maio, no RCA Club, em Lisboa. O festival conta, para já, com a participação dos ingleses Cancer, e dos portugueses Derrame e Shoryuken. Mais bandas e informações acerca deste evento deverão ser conhecidas em breve.

Por: Rita Limede - 30 Janeiro 15


Depois de vinda a público da detenção de Geezer Butler, baixista dos Black Sabbath, por alegados distúrbios que resultaram em confrontações físicas num bar onde estava (como noticiámos aqui), o baixista pronunciou-se sobre este acontecimento no seu Twitter oficial, bem como o seu colega de banda, Ozzy Osbourne.

Geezer escreveu: "Obrigado pelas vossas mensagens de apoio após estes distúrbios infelizes que aconteceram", actualizando ainda o seu estado com uma foto onde parece já tudo estar ultrapassado. Confiram aqui.

Ozzy, por sua vez, disse: "Mando aqui o meu apoio e o meu carinho para o @GZRMusic [Geezer Butler]. Estou aqui para o que precisares".

Por: Carlos Ribeiro - 30 Janeiro 15


A terceira edição do festival Inaccessible Art já conta com uma confirmação: Downthroat, banda de death/grindcore. Depois de 12 anos sem actuarem, os anadienses regressam agora para um concerto de reunião único e exclusivo.

O festival decorre no dia 09 de Maio em São Bartolomeu da Serra, Santiago do Cacém.

Estejam atentos às informações disponíveis em breve.

Por: Patrícia Garrido - 30 Janeiro 15


O festival Bardoada & Ajcoi, que nasceu em 2013, anunciou a realização da sua 3ª edição, estando a mesma marcada para os dias 02 e 03 de Outubro. Mais uma vez o festival irá acontecer em Pinhal Novo e a primeira confirmação para este ano são os For the Glory.

Por: Miguel Lourenço - 30 Janeiro 15


Herdeiro do som que se caracterizou como black metal norueguês, o projecto Taake (nevoeiro na língua mãe) é, na realidade, obra de um só homem: Hoest ou Høst, “Outono” em norueguês. Com origens em 1995, a partir das cinzas da banda Thule, Taake teve um percurso editorial irregular, mas lentamente foi criando um grupo de seguidores e, em simultâneo, tornava o seu som mais coeso. Os trabalhos de 2008, “Taake” e de 2011 “Noregs vaapen” revelaram-se dos melhores no estilo, o que atraiu ainda mais os seguidores deste som. Surge agora este “Stridens Hus”, antecedido por um Ep de quatro temas, “Kulde”, com duas faixas antecipando o álbum, um inédito e uma versão dos The Cure.

“Stridens Hus” inicia-se com uma longa faixa, “Det Fins En Prins”, que desde logo contém malhas hipnotizantes e que só por elas valem o disco. Com “En Sang Til Sand Om Ildebrann” e “Gamle Norig” temos uma abordagem mais conservadora do estilo, mas a partir de “Kongsgaard Bestaar” o ritmo muda e passamos a ter um disco em que o black se funde com Rock, particularmente em “Orm”, uma faixa com tanto de Motorhead como de Satyricon, em que às habituais malhas e guturais do black norueguês se impõe um ritmo rock, que apenas falha a partir de metade do tema em que a inserção de segundas guitarras, mais melódicas, não funciona bem, mais por culpa da mistura que da ideia, soando o resultado algo fora de tempo.

Este lado mais criativo do disco e o quebrar barreiras aqui patente, poderá afastar adeptos mais conservadores, mas não deixa de ser uma abordagem que retrata a evolução natural de muitos adeptos deste som que com o tempo acabam a escutar projectos mais melódicos. Mais grave que o lado Rock do disco, será a produção – o caso de “Orm” – e a selecção de temas, pois “Stank” regressa às origens sonoras do projecto, criando algum desequilíbrio sonoro na escuta do disco, ao mesmo tempo que a partir de meio do tema, voltamos a ser assombrados por solos mais clássicos que surgem colados ao tema e nem sempre bem inseridos.

No balanço final, este “Stridens Hus” tem tudo para ser uma grande disco de black metal, mas falha na produção e composição, parecendo mais como uma mostra do que poderá vir por aí no próximo trabalho.

Nota: 7.5/10

Review por Emanuel Ferreira