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A banda sueca de melodic death metal, At The Gates, já começou a gravar o sucessor de "At War With Reality". O novo álbum está a ser gravado no Reino Unido, nos Parlour Studios, pelo produtor Russ Russel (Napalm Death, The Haunted, Dimmu Borgir). O lançamento deste trabalho está previsto para inícios de 2018 pela Century Media.

Tomas Lindberg comentou: "Finalmente estamos em estúdio a gravar e estamos super entusiasmados com isso! As músicas foram trabalhadas detalhadamente nos últimos sete meses e estamos ansiosos para gravá-las.”

"Este será um álbum mais obscuro, mais rico e mais furioso do que o último. Tem muito mais emoções expressas, e eu diria que tem a mesma abordagem lírica do álbum “The Red In The Sky Is Ours”. Mal posso esperar para que as pessoas o oiçam!”

A banda anunciou recentemente a adição do guitarrista Jonas Stålhammar (The Lurking Fear, Crippled Black Phoenix, Bombs Of Hades E God Macabre), para o lugar do guitarrista, co-fundador da banda, Anders Björler, que havia deixado a banda em Março.

Por: Ana Antunes - 20 Novembro 17


Os portugueses The Ominious Circle lançaram um novo vídeo para a música "As The Worm Descends".

Este tema integra o álbum de estreia da banda, intitulado "Appalling Ascencion", lançado a 27 de Janeiro, pela editora  20 Buck Spin, na América do Norte e pela Osmose Productions, na Europa.

O videoclip de "As The Worm Descends" foi realizado por Guilherme Henriques e pode ser visto abaixo.



Por: Luís Valente - 20 Novembro 17


Sem grande preparação anímica (no bom sentido, claro), os fãs de Moonspell e de Bizarra Locomotiva, de três locais de Portugal – Castelo Branco, Arcos de Valdevez e Aveiro – tiveram a oportunidade de os ver ao vivo no espaço de 4/5 dias. Esta reportagem é dirigida para o concerto do Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, que se realizou num espaço fechado e com cadeiras, mas com uma excelente acústica. “Invulgar para o metal” podem dizem alguns, porém o público disse “presente” e quase encheu a casa para assistir a dois concertos brutais, que nos fizeram a todos levantar das tais cadeiras.

O dia estava frio, mas os Bizarra Locomotiva fizeram questão de nos começar a aquecer. Um set de cerca de 50 minutos com êxitos da banda lisboeta, onde pudemos ouvir o Metal Industrial estridente da principal referência deste estilo em Portugal.

“Anjo Exilado” foi uma das músicas que mais facilmente captou a atenção do público, até pela presença de Fernando Ribeiro em conjunto com o vocalista dos Bizarra Locomotiva, bem como “O Escaravelho”, que terminou o seu concerto de forma sublime, com uma “poderosa musculatura”. Já agora, sugestão cultural: a banda liderada por Rui Sidónio vai tocar um dos seus álbuns mais bem-sucedidos, “Álbum Negro”, em concertos no RCA Club (Lisboa) a 9 de Dezembro e no Hard Club (Sala 2, Porto) no dia 13 de Janeiro de 2018.


Por volta das 20h20 entraram em palco aqueles que estavam ali para encabeçar este dia e nos apresentar o seu mais recente álbum, “1755”, um álbum que fala do grande terramoto que houve nesse ano, em Lisboa, e que destruiu grande parte da cidade lisboeta. O álbum, esse, foi tocado na sua totalidade e por ordem. Nada a que os Moonspell não nos tenham já habituado, fizeram-no com outros da sua vasta discografia, mas para os menos informados, este tem uma particularidade que o distingue: é todo cantado na língua de Camões.

A versão orquestral de “Em Nome do Medo” marcou o início, tal como no disco, e aqui, temos de elogiar a capacidade e o trabalho que a banda nacional coloca em cada vez que opta por tocar um álbum nestes moldes, porque com certeza não deve ser tarefa fácil. Os Moonspell executaram-no de forma eficaz e espectacular, num cenário bastante condizente com o tema e onde todas as faixas tiveram o seu significado. Ainda assim, destaco a música “In Tremor Dei”, que contou com a presença do fadista Paulo Bragança, numa união perfeita entre vozes de estilos musicais diferentes, que faz desta uma das melhores faixas de “1755” e uma das melhores que tivemos o privilégio de observar.

Para além destas, “1 de Novembro” foi uma das mais pesadas que ouvimos, “Todos os Santos” já é um dos principais sons deste álbum – em palco com um crucifixo de madeira que emitia luz vermelha – e ainda a última, onde Fernando Ribeiro entrou em palco de forma sombria, com a “Lanterna dos Afogados”, nas mãos. Para terminar esta “primeira fase” do concerto, chamemos-lhe assim, Rui Sidónio também se juntou a Fernando Ribeiro em palco para a versão original de “Em Nome do Medo”. E depois… clássicos! Logo a seguir de ouvirmos “1755”, passámos para Wolfheart. Talvez a melhor música deste espectáculo, “Vampiria”, e uma das melhores dos Moonspell abriu a parte dos clássicos da banda a que se seguiu “Alma Mater”. Depois de cantarmos em português, agora cantámos em inglês e neste êxito, o vocalista pediu que nos levantássemos das cadeiras… como é óbvio, já ninguém se sentou até final do concerto.
Como parte do 20º aniversário do álbum “Irreligious”, completados no ano passado, a banda também nos brindou com um medley de três músicas desse mesmo trabalho, por ordem: “Opium”, “Awake” e “Mephisto”. Uma escolha acertada.

O último parágrafo deste concerto foi feito ao som de “Full Moon Madness”, num solo brilhantemente executado por Ricardo Amorim, enquanto baixava o pano e nos preparávamos para o último aplauso deste Domingo. Fez-se dia… em Castelo Branco.

Texto por Carlos Ribeiro
Fotografias por Catarina Gonçalves


Recentemente, Max e Igor Cavalera lançaram o quarto álbum de Cavalera Conspiracy, "Psychosis". Em baixo, encontra-se disponível o vídeo do tema "Spectral War", retirado desse álbum.

Max Cavalera disse o seguinte sobre o vídeo: "O nosso novo vídeo "Spectral War" foi dirigido pelo grande tatuador Paul Booth. Foca-se na ideia da manipulação das guerras ao longo de anos! Estou excitado pelo lançamento de "Psychosis"! O Death/Thrash Metal está de volta para largar fogo ao mundo!!!"

Por: Paulo Vaz - 20 Novembro 17


O festival espanhol Resurrection Fest anunciou as primeiras confirmações para a edição do próximo ano. Os primeiros nomes conhecidos são os KISS, Scorpions, Stone Sour, Ministry, At The Gates, Anti-Flag, Overkill, Alestorm, Exodus, Riot, Propaganda, Zebrahead, Saint Vitus, Suffocation, Thy Art Is Murder, Cancer Bats, Evergreen Terrace, Stick To Your Guns, The Qemists, Leprous, Voodoo Glow, Skulls, Rise of the Northstar, Igorrr, Stoned Jesus, Monolord, The Lurking Fear, Rotten Sound, Jinjer, Harakiri For the Sky, Get The Shot, Rolo Tomassi, Mars Red Sky, The Voynich Code, Nostromo, Imperial Jade, The Wizards, Sugus, Dawn Of The Maya, Teksuo, Trono de Sangre, Somas Cure, Bellako, Against The Waves, Malämmar, Ósserp, Ciconia, Aposento, Bloodhunter, Aathma, Ànteros, Santo Rostro, Boneflower, Montañeros de Kentucky e Pandemia. 

Recordamos que o festival irá ter lugar na povoação de Viveros, na Galiza (norte de Espanha), de 11 a 14 de Julho. Os bilhetes para o evento já se encontram disponíveis na página oficial do festival. Mais informações e bandas deverão ser reveladas em breve.

Por: Rita Limede - 20 Novembro 17


Para os apaixonados do paradigma atual de Black Metal, é difícil ignorar o cenário de Black Metal do Quebec que se tem vindo a desenvolver desde o final da década de 90, como um movimento nacionalista caracterizado pelas suas fortes melodias.

No entanto, Neige et Noirceur, o projeto a solo de Zifond, sempre se diferenciou dos seus compatriotas, como Gris ou Forteresse, tendo um som mais pesado, bélico e com uma forte presença de elementos de Doom.

“Verglapolis”, o 5º álbum deste projeto, saiu no passado mês de Março e marca uma mudança de jogo nesta banda. Focando-se muito mais em atmosfera do que agressão, Zifond optou por enriquecer a sua fórmula com mais elementos de Ambient, Noise e Drone, culminando num álbum imensamente frio, com um ambiente catatónico e repleto de momentos de uma forte beleza austera.

Provavelmente o melhor lançamento deste projeto até à data, “Verglapolis” mostra a maturação de Zifond como músico e a sua capacidade de escrever músicas bastante únicas, mesmo que simples. Tudo neste álbum está bem orquestrado, desde os frios e rasgados vocais do mestre deste projeto, aos gelados ritmos impostos pela bateria e ao modo como as músicas fluem. Pode-se destacar o excelente trabalho realizado nas intros de algumas destas faixas que ajudam a construir uma forte atmosfera para as músicas que se vão gradualmente tornando mais intensas com a adição de gelados riffs melódicos por cima das espessas e ruidosas camadas de Drone Ambient, que rodeiam o ouvinte num tempestuoso e abrasivo inverno ártico.

Muito poucos são os momentos fracos neste álbum que abre interessantes novos horizontes para este projeto.

Nota: 9/10

Review por Filipe Mendes


Os Black Sabbath podem até ter feito a sua tour de despedida, que teve um ponto final no passado mês de Fevereiro em Birmingham, mas os seus membros originais continuam a dar que falar.

Depois das notícias sobre um possível projecto do guitarrista Tony Iommi, chega até nós a informação de que Geezer Butler tem mais de 120 riffs compostos para o seu próximo projecto musical.

Em conversa com a Rolling Stone, o baixista comentou que só lhe faltava escolher um guitarrista e os riffs para que o projecto pudesse avançar.

Mesmo depois de lançar alguns trabalhos a solo, sob o nome GZR, Geezer confessou que não se importaria nada de continuar em tour com os Black Sabbath.

Sobre a banda comentou ainda: "Por mim, continuaríamos em tour neste preciso momento. Foi apenas pelo estado de saúde do Tony [Iommi] que limitámos a tour a 81 datas. Eu continuaria na estrada para sempre, se pudesse. Se houver alguma oportunidade pontual de concertos no futuro, estou dentro!"

Por: Andreia Teixeira - 19 Novembro 17


A banda finlandesa Apocalyptica revelou um dos seus mais recentes trabalhos, do qual faz parte a nova música que disponibilizaram e que poderá ser ouvida aqui.

"The Symphony Of Extremes" juntou cientistas e músicos para criar uma música baseada na informação genética do povo finlandês.

Durante algum tempo os cientistas recolheram amostras de DNA da população, principalmente nas regiões consideradas mais extremas no país, que depois de terem sido sequenciadas e lidas foram convertidas em pautas. 

O resultado final é a música acima referida e a equipa que participou no projeto disponibilizou também um vídeo onde explicam o "porquê" e "como" desta ideia, que pode ser visto aqui.

Por: Andreia Teixeira - 19 Novembro 17


Nos últimos tempos, no seguimento da #MeToo campaign (gerada após a polémica em torno de Harvey Weinstein), várias têm sido as acusações de má conduta sexual, ou mesmo violação, dirigidas a pessoas conhecidas do grande público, nas quais se incluem músicos. Depois do caso dos Decapitated e do baixista (entretanto despedido) dos Marilyn Manson, Twiggy Ramirez, desta vez a acusação gira em torno do vocalista Eddie Hermida, dos Suicide Silence. 

Uma mulher austríaca chamada Verena Celis acusou Hermida de má conduta sexual, quando a própria tinha apenas 17 anos (situação ocorrida em 2015, quando Hermida tinha 32 anos). Verena refere que Hermida solicitava-lhe fotos de cariz sexual e que o próprio chegou a enviar-lhe fotografias dele, dessa natureza, quando a jovem se encontrava na escola ou em jantares de família, sem que Verona as tivesse pedido.


Entretanto, Eddie Hermida reagiu a esta acusação e comentou o seguinte, na página de Facebook dos Suicide Silence: 

Antes de mais, peço desculpa à Verena por se sentir magoada, manipulada, ou por qualquer outro distress causado pelas nossas conversas no passado. Quero pedir desculpa às pessoas que apoiam o meu trabalho como músico (tanto os fãs como quem trabalha nos bastidores) pelo desconforto, falta de confiança e danos que estas alegações trouxeram. Mais importante, peço à comunidade da música para se abster de ridicularizar, ostracizar ou causar qualquer tipo de assédio a esta jovem mulher. Para as mulheres, já é difícil o suficiente chegarem-se à frente com alegações acerca do comportamento dos homens em qualquer tipo de circunstância. 

Quando a Verena me disse que já tinha feito 18 anos, acreditei nela. Deixei bem claro que as nossas conversas não deviam ter uma natureza sexual até lá. De qualquer forma, aprendi a lição, da forma mais difícil, que é errado envolver-me em qualquer tipo de conversa íntima com alguém tão mais novo do que eu. Fui criado por uma mãe solteira que me ensinou a ser respeitador com todas as mulheres. Sinto-me envergonhado por ter falhado. Espero ganhar o respeito e aprovação dos nossos fãs e provar que não sou o tipo de pessoa que isto parece sugerir. Agora, mais do que nunca, a responsabilidade recai sobre sobre os homens, para sermos conscientes das nossas palavras e ações com as pessoas, e para ouvirmos as vozes daqueles que se chegam à frente, com respeito e dignidade. Eu estou aqui e estou a ouvir. 

Por: Sara Delgado - 18 Novembro 17


Um guitarrista que marcou a vida de uma das bandas mais míticas do mundo da música. Malcolm Young, fundador dos AC/DC em parceria com o seu irmão, Angus, faleceu hoje aos 64 anos.

Malcolm lutou nos últimos três anos contra a demência, uma doença que o fez afastar-se da banda em Abril de 2014 e retirar-se da mesma permanentemente em Setembro desse mesmo ano.

A banda australiana anunciou isto mesmo em nota publicada no seu Facebook oficial, onde elogiam "a sua dedicação e perfeccionismo para com os AC/DC" e "como homem único, que tinha grande orgulho no que tinha conquistado até aqui".

Angus Young acrescentou ainda na supra-citada nota:

"Como seu irmão, é difícil explicar em palavras o que ele significava para mim, o nosso laço era único e muito especial. Deixa para trás um legado fantástico que viverá para sempre.

Malcolm, bom trabalho." 

Por: Carlos Ribeiro - 18 Novembro 17


Os britânicos Uriah Heep anunciaram ter data marcada em estúdio para a gravação de novo material. O vigésimo-quinto álbum de estúdio da banda vai chamar-se “Living The Dream” e contará com produção de Jay Ruston.

O álbum será editado pela independente Frontier Records, no Outono de 2018, e seguir-se-á uma digressão mundial. A formação actual dos Uriah Heep inclui Mick Box, Phil Lanzon, Bernie Shaw, Russel Gilbrook e Dave Rimmer.


Por: Pedro Rodrigues - 18 Novembro 17


Os Death Before Dishonor são uma daquelas bandas de culto do hardcore underground que, quando se atrevem a sair do conforto, do continente norte-americano, é bom estar presente, pois um concerto deles é sempre uma mistura de emotividade com suor. A banda de Boston regressou ao Velho Continente, depois de três anos de ausência, e incluindo Portugal na sua tour europeia, tocando no Popular Alvalade, na passada terça-feira 14 de Novembro.

Das Caldas da Rainha chegaram os Challenge, para aquecer os amantes de hardcore que já mostravam a boa casa, que esta noite viria a registar. A banda está prestes a editar o sucessor de “CRHC”, editado pela Hell Xis, em 2015, e apresentou no Popular uma faixa nova, “You Don’t Care”. O alinhamento incluiu a maioria dos temas de “CRHC” e duas excelentes covers, “Clobberin Time”, clássico do primeiro EP dos nova-iorquinos Sick of it All, e “No Exceptions”, dos Floorpunch de New Jersey, que encerrou a prestação dos caldenses.

Os búlgaros Last Hope não visitavam o nosso país, há seis anos, e mostraram-se muito agradados com o facto da plateia não se ter esquecido deles. Mal soaram os primeiros acordes percebeu-se que íamos ser brindados por uma excelente prestação. Lisboa é a quinta paragem da tour europeia de suporte aos Death Before Dishonor, e os Last Hope trazem na bagagem todos os clássicos, soltando o caos com faixas como “Chain Reaction”. “Alive”, do álbum “More Than Ever”, de 2012, foi dedicada à comunidade hardcore mundial, que aparece sempre nestas ocasiões, e também para celebrar os vinte anos de banda, com o refrão “hardcore saved my life” a ser gritado por uma plateia em delírio. “New Day Heroes”, retirado de “Chain Reaction”, foi mais um dos pontos altos da prestação da banda de Sófia, com o público bem envolvido na prestação da banda, que deixou para final o excelente “F.P.”, um clássico já com 17 anos.

Bryan Harris avisou o público presente que tinha passado um dia de cão, a sentir-se bastante mal ao longo do dia, mas mal pisou o palco do Popular Alvalade ninguém notou que o líder dos Death Before Dishonor estivesse em baixo de forma, senque que o próprio enalteceu as capacidades “curativas” da sala muito bem composta. E não foi preciso esperar muito para ter movimento no Popular! Aos primeiros acordes de “Never Again”, retirado de “Friends Family Forever”, de 2005, é o caos na sala. Ao longo do concerto, Bryan mostra-se muito agradado com o que vai vendo na plateia, não parando de elogiar o público português, “que faz com que esteja do outro lado do mundo mas a sentir-se em casa”. “Peace and Quiet” logo seguida de “Remember” não deixa ninguém descansar. Bryan também não esquece quem o levou ali, agradecendo ao Emanuel da Hell Xis a confiança e “aturar o seu mau feitio”, arrancando para um excelente “Better Ways To Die”. Continuando com material do disco de 2009, segue-se “Our Glory Days” e “Boys in Blue”. “Curl up and die”, do terceiro álbum da banda, “Count Me In” (2007) antecede uma dedicatória muito especial aos portugueses For The Glory, que, diz Bryan, “não tocaram hoje mas estão sempre no meu coração”. Arranca então “6.6.6. (Family Friends Forever)”, com a sala a explodir de energia e a responder aos pedidos de Bryan para um circle pit maior e mais veloz. Chega ao fim a actuação da banda norte-americana, não antes sem esta pedir autorização para um encore, que dá tempo apenas para uma faixa, aquela que é o hino dos Death Before Dishonor à sua cidade natal, “Boston Belongs to Me”, versão adaptada do velhinho “England Belongs to Me” dos Cock Sparrer.

Texto por Vasco Rodrigues
Agradecimentos: Hellxis


O nome desta tour poucas dúvidas deixava relativamente ao que se poderia esperar daquela noite. Através da Prime Artists, a The Wrong Tour To Fuck With trazia a solo nacional os norte-americanos Dying Fetus, devidamente acompanhados por outros três nomes de peso na cena death metal actual, Psycroptic, Beyond Creation e Disentomb. No dia 12 de Novembro, fomos então até ao Lisboa ao Vivo (LAV) para celebrar a estreia das quatro bandas na capital e, embora psicologicamente preparados, mal sabíamos o que ainda estava para vir.

Numa fria e aparentemente pacífica noite de domingo, coube aos australianos Disentomb dar início às hostilidades e nada melhor do que um death/grind bem apurado para aquecer aqueles que se deslocaram até ao local mais cedo. Embora com uma sala tímida, e alguma dificuldade em ouvir a guitarra, os temas do seu último trabalho “Misery” foram um excelente ponto de partida para a construção de uma atmosfera simplesmente castigadora, que duraria até ao final da noite, e para que se começasse a acumular alguma energia cinética no pit.

Sob a máxima de “agradar a gregos e troianos”, a segunda banda a subir a palco naquela noite seriam os Beyond Creation e ficou claro que mantém uma base de fãs bastante fiel por terras lusas. Os canadianos são atualmente um dos porta-estandartes da vertente mais técnica e progressiva do death metal moderno, com uma melodia única habilmente intrincada, na paisagem instrumental mais agreste. Com uma setlist curta e sobretudo assente no seu mais recente “Earthborn Evolution”, o concerto soube a pouco. Não nos teríamos importado nada de os ouvir durante mais meia hora (no mínimo). Cirurgicamente colocadas nessa setlist, e sobre uma bateria já de si prepotente, estiveram as guitarras dos temas “Earthborn Evolution” e “Fundamental Process.”

Já o calor se fazia sentir dentro daquela sala, tanto pelo movimento como pelo número de pessoas que rapidamente havia duplicado. Já com quase 20 anos de carreira, era então a vez dos Psycroptic nos baralharem as ideias e amassarem o corpo. Seguindo os horários à risca, mas sem perder a atitude inconformada que lhes é característica, estes donos de um technical death metal onde as influências são mais do que muitas, não pararam de surpreender os ouvidos dos presentes (mesmo dos mais conhecedores). Com um vocalista que mais parecia ligado à corrente, o movimento e interação com o público foi constante, o que contribuiu para garantir que ninguém tirava os olhos daquele palco, durante toda a performance.


Parece que à terceira ainda não tinha sido de vez e, já algo cansados de tanto aconchego, os presentes só souberam pedir por mais. Num regresso ao nosso país passados três anos, e desta feita mais a sul, chegava a hora de fazer mexer as hordas ao ritmo alucinante do death metal que os Dying Fetus nos oferecem há mais de 25 anos. Veteranos ou não, estes norte-americanos não deixaram o caos por mãos alheias e ajudaram a reforçar a ideia de que o público português foi também talhado para este tipo de sonoridade e agressividade. De banners em palco e sempre a par e passo de uma plateia que não lhes deu segundo de descanso, entre um contínuo mosh e crowdsurfing, este trio relembrou de que fibra é feito este género musical, tanto pelos seus músicos como pelo seu público. Ali se passou mais de uma hora de agressão sonora, deambulantes entre temas dos álbuns mais recentes da banda, “Reign Supreme” e claro “The Wrong One To Fuck With” lançado no início deste ano. Entre estes não pôde faltar o tema que deu nome a esta tour e entre os momentos altos da noite ficaram outros tantos temas como “From Womb To Waste”, “Invert the Idols”, “Fixated on Devastation” e “Grotesque Impalement.” Só podemos pedir mais noites destas, desde que devidamente espaçadas para total recuperação.


Texto por Andreia Teixeira
Fotografia por Hugo Rebelo
Agradecimentos: Prime Artists


Paul Speckmann é um dos nomes incontornáveis do death metal mundial, rivalizando em importância com Chuck Schuldiner ou Trey Azagthoth. Hoje afastado do “barulho das luzes” e a viver numa vila isolada no interior da República Checa, Speckmann mantém os seus Master ativos, sempre fiéis ao seu death metal old school, com influências de Possessed ou Venom. 

A passagem por Lisboa, no âmbito da “Omens of Death Tour”, era algo a não perder, pelo que a Metal Imperium foi até ao bairro de Alvalade conferir a frescura do som da banda e averiguar a sua importância, nos dias de hoje.

Os Booze Abuser tiveram a algo ingrata tarefa e aquecer as poucas dezenas de espectadores, que estavam na sala do RCA, desde a abertura das suas portas, apresentando uma mão cheia de malhas thrash metal/crossover dedicadas à sua bebida favorita e às vantagens de se estar ébrio. Nesta importante noite para a banda, o alinhamento incidiu na maioria dos temas do seu EP, de 2016, “Noise for the Drunk”. Rui Rotten foi muito comunicativo com a plateia, mostrando-se muito feliz com a possibilidade de abrir este espetáculo, ao ponto de quase parecer não querer sair de palco. Foi uma boa prestação da banda de Cascais, com faixas rápidas e bem tocadas, com destaque para “Modern Man” ou a mais longa “Death Wins”, terminando a actuação com “Noise for the Drunk”, depois de dois ou três encores não programados.

Os amadorenses Scum Liquor foram os seguintes a ocupar o palco do RCA, com  o seu Alcoholic Metal Punk a desferir golpes, na plateia mais desprevenida. Neverendoom continua a ser um dos melhores vocalistas da cena, e a banda aproveitou o concerto para apresentar todas as faixas já editadas, de “King Shit Cop” e “Demon Alcohol”, editados no ano passado, num split-EP com os Clockwork Boys, a todas as que integraram o EP “Vicious Street Scum” de 2014, faixas acompanhadas na íntegra por alguns membros da plateia. Vulturius (ou Dirty Lawbreaker, a identidade que assume aqui) esteve ao seu melhor nível, destacando-se “Toxic Necropolis” ou “Lifetime Scum”, o hino da banda e que encerrou a sua actuação.

Os belgas Dehuman não editam um LP desde “Graveyard of Eden”, de 2015, mas no próximo mês é lançado pela XenoKorp “Decay Into Inferior Conditions”, um split-LP, ao vivo, com os cabeças de cartaz Master. Por isso a banda de Bruxelas apresentou a novíssima “Morbid Sun”, bem como as duas outras faixas que estão presentes no disco, “Sepulcher of Malevolence”, de 2015, e a mais antiga “Apocalypse and Perdition” do longa-duração de estreia “Black Throne of All Creation”, de 2012. Com um death metal bem tocado, os Dehuman deixaram a plateia animada para a chegada do grande pregador do género.

Quando Paul Speckman se uniu ao baterista Bill Schmidt, para criar uma banda que soasse a uma mistura entre Venom, Motörhead e Slayer, nunca teria imaginado que seria hoje uma figura de culto do death metal mundial. O estatuto de culto no underground já o adquiriu há muito e, nesta noite, em Lisboa, foi possível ver que mesmo ao fim de tantos anos, não só há seguidores desde os primeiros dias de “Master”, a jovens adeptos do death metal da banda, que aproveitaram para se encontrar com o mítico vocalista, pela primeira vez, na capital portuguesa. Speckmann brindou Lisboa com uma actuação brilhante, que percorreu a rica discografia da banda, começando o massacre logo pela faixa de abertura de “Master”, “Pledge of Allegiance”. Do primeiro disco de originais foi interessante ver a frescura de temas com mais de 27 anos (!!!), como “Mangled Dehumanization”, “Pay or Die” ou “The Truth”, já para não falar do tema título “Master”, sons que ainda hoje rivalizam com o que de mais moderno tem sido editado no género. Do material mais recente, destaque para “Subdue the Politician”, presente em “An Epiphany of Hate”, de 2016. O final do concerto foi, como já é marca registada dos Master, com uma fenomenal versão de “Children of the Grave” dos Black Sabbath. Speckmann mostrou-se radiante por estar em Lisboa e continuar a ser tão bem recebido no nosso país, prometendo continuar a vir sempre que a tal o solicitem.



Texto por Vasco Rodrigues
Fotografia por Hugo Rebelo
Agradecimentos: Soundblast Productions


Mais uma edição do Deathmania, no Hard club, no Porto. O cartaz prometia com os nacionais Cape Torment e Unfleshed, ambas bandas do Porto e com o regresso dos suecos Unleashed, ao nosso país, passados 7 anos.

A noite começou com um ligeiro atraso de trinta minutos relativamente ao que estava inicialmente previsto, mas isso não esmoreceu os fãs que se deslocaram ao Porto. É verdade que a noite estava fria ,mas rapidamente aqueceu com a prestação curta, mas forte e aguerrida dos Cape Torment que acordaram os poucos espectadores que já estavam presentes no recinto. Com o seu death metal, não foi por falta de comunicação com o público que o recinto não começou a mexer, porque nesse campo os Cape Torment estiveram sem falhas, chegaram, tocaram e aproveitaram ao máximo os escassos vinte minutos que tiveram de tempo em palco. Foi uma prestação bem conseguida.

Seguiram-se os também portuenses Unfleshed. Estes, já com mais tempo para tocar, apresentaram ao público o seu death metal agressivo, bem ao estilo de uns Deicide. Mais uma prestação arrasadora e arrebatadora que não deixou nenhum dos presentes indiferente e, com a sua atitude em palco, certamente espantou aqueles que não os conheciam A principal surpresa deste concerto foi a cover de Deicide que fizeram, deixando desse modo muitas pessoas de boca aberta, tal foi a eficácia com que a tocaram. 

Já quase batiam as doze badaladas do dia 29 de outubro, quando subiram ao palco os tão esperados Unleashed. Regressaram a Portugal passados 10 anos desde a última vinda, que tinha acontecido no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco. A atuação começou com "The Final Silence", do álbum "Shadows In The Deep", seguida de "This Is Our World Now. A banda esteve muito comunicativa com o público. Este respondeu com mosh pits da primeira até à última música da noite, sem parar, correspondendo à atitude que os próprios Unleashed demonstraram em palco, visivelmente satisfeitos por regressar ao nosso país. Com uma setlist variada, ao longo de pouco mais de uma hora de concerto, percorreram praticamente toda a discografia da banda: desde músicas de "Where No Life Dwells", passando por "Victory", "Hell’s Unleashed" e o mais recente "Dawn Of The Nine". Não tardou muito e o vocalista Johnny Hedlund foi buscar o seu corno e bebeu a cerveja que lá estava, como um bom viking. A noite terminou com um encore do qual fizeram parte as músicas "Midvinterblot" e "Hammer Battalion", dos álbuns homónimos. Durante o concerto foi feita a promessa que voltariam mais vezes ao nosso país. Após a excelente actuação com que presentearam os fãs, esperemos que a cumpram, porque o concerto soube a pouco de tão bom que foi.

Texto por Pedro Loureiro



No próximo dia 15 de Dezembro, os Linkin Park vão lançar "One More Light Live". Este álbum conta com 16 temas ao vivo, apresentados na tour mundial "One More Light". Acima pode ser visualizado o trailer deste lançamento. 

A banda emitiu um comunicado, que pode ser lido na íntegra na imagem abaixo:


Excerto do comunicado em português:

Dedicamos este álbum ao vivo ao nosso irmão Chester, que colocou o seu coração e alma no "One More Light". Depois de terminarmos de gravar o álbum, brincámos com o Chester e dissemos que, já que ele tinha apresentado tão boas performances em estúdio, tinha de elevar ainda mais a fasquia em cada concerto. Sem surpresas, ele aceitou o desafio. Os concertos que tocámos no início do Verão de 2017 foram extraordinários. O Chester disse que sentia ter sido a melhor tour que já havíamos feito. A camaradagem e alegria que experienciámos em palco refletiu uma profunda conexão que sentimos com cada um de nós, com os nossos fãs e com a música. (...) Para aqueles que estiveram na tour em pessoa, agradecemo-vos. Para os que não puderam, esperamos que este álbum ao vivo vos dê uma pequena ideia do quão mágicos foram estes concertos para nós os seis. 


Track list de "One More Light Live": 

01. Talking To Myself
02. Burn It Down
03. Battle Symphony
04. New Divide
05. Invisible
06. Nobody Can Save Me
07. One More Light
08. Crawling
09. Leave Out All The Rest
10. Good Goodbye (feat. Stormzy)
11. What I've Done
12. In The End
13. Sharp Edges
14. Numb
15. Heavy
16. Bleed It Out



Por: Sara Delgado - 17 Novembro 17


Os americanos Exhorder estão de volta com os membros fundadores Vinnie LaBella (guitarra) e Kyle Thomas (voz), juntamente com Jason Viebrooks (Heathen) no baixo, Marzi Montazeri (ex-Superjoint Ritual, Philip H. Anselmo e The Ilegals) na guitarra, e Sasha Horn (Forbidden) na bateria.

O grupo já tem os primeiros concertos marcados para o próximo ano. Os Estados Unidos da América dão as boas-vindas à banda, em Fevereiro. No mesmo mês, o grupo vai tocar o lendário primeiro álbum, "Slaughter In The Vatican", e o segundo, "The Law", nos dias a 9 e 10, respectivamente, no St. Vitus Bar, em Brooklyn, Nova Iorque. Além destes, os fãs de Exhorder podem contar ainda com um concerto de regresso a casa, em Nova Orleães, Southport Hall, no dia 12 de Fevereiro.

Os festivais de verão fazem também parte da agenda do grupo.

Por: Patrícia Garrido - 17 Novembro 2017


Os Machine Head disponibilizaram um novo tema, intitulado "Beyond The Pale", que se pode ser ouvido em cima.

Esta música é retirada do nono álbum da banda, "Catharsis", que será lançado no dia 26 de Janeiro, pela Nuclear Blast.

Robb Flynn diz sobre "Beyond The Pale": "Foi a segunda música que gravámos para o álbum. Foi composta realmente rápido. Quanto às letras, levou-me algum tempo a moldá-la como queria. Foi a única faixa que não conseguia arranjar um tema, um tema lírico. Tentámos sete refrões diferentes, sete assuntos diferentes. Sete letras completamente diferentes. Até que chegámos a esta e foi quando soube finalmente que era a indicada."


Por: Paulo Vaz - 17 Novembro 17


A recém-formada banda The Dark Element, da qual fazem parte Anette Olzon (ex-Nightwish) e  Jani Liimatainen (Cain's Offering, ex-Sonata Arctica), lançou agora o vídeo para a música "The Ghost And The Reaper" (acima). Este tema está incluído no álbum homónimo do projeto, lançado no passado dia 10 de Novembro. 

Por: Ana Antunes - 16 Novembro 17


Ozzy Osbourne, o "Padrinho do Metal", o "Príncipe da Escuridão", confirmou numa recente entrevista à The Pulse Of Radio, que "não pensa em reformar-se completamente" do mundo da música. "Só me vou reformar completamente quando me meterem num caixão... (...) ainda vou dar concertos aqui e ali, só não vou fazer digressões longas", disse.

Há margem disto, o britânico de 68 anos - faz os 69 a 3 de Dezembro deste ano - assinou ainda um contrato com umas das marcas mais recentes do mundo do metal e do jogo online, o "Metal Casino".

Lançado em Agosto, o Metal Casino está a formar parcerias com grandes nomes do mundo do metal e do rock, para que consigam, desse modo, oferecer coisas aos seus fãs que mais nenhum casino consegue, como bilhetes, acessos exclusivos aos backstages e ainda merchandise oficial.

Por: Carlos Ribeiro - 16 Novembro 17


No vídeo promocional da nova tour de Dio, disponível acima, podemos ver o holograma do falecido cantor a atuar ao vivo, com os restantes membros da banda.

Esta tour mundial, que iniciará a 6 de dezembro, conta com o holograma de Dio, a sua voz gravada ao vivo, Craig Goldy, Simon Wright, Scott Warren e Bjorn Englen a tocar.

O baixista afirma: "Estamos ansiosos. Sentimo-nos bem com isto. Foi realmente bem feito e é com voz de concerto - sabes, com aquele sentimento ao vivo e tudo - e eles fizeram um excelente trabalho com o conteúdo, a fotografia e tudo o resto. Acho que as pessoas vão ficar - mesmo as pessoas que têm sido negativas e pessimistas - positivamente surpreendidas."


Por: Paulo Vaz - 16 Novembro 17



O último concerto da digressão de despedida dos Black Sabbath vai ser lançado nos formatos Blu-Ray e DVD, a 17 de Novembro, pela Eagle Vision. Simplesmente intitulado “The End”, foi filmado na Birmingham's Genting Arena, a 4 de Fevereiro de 2017, no regresso da banda à sua cidade de origem. O registo capta na perfeição todas as emoções de um momento histórico e solene. Com uma produção cuidada, excelentes efeitos visuais, este lançamento inclui todos os grandes êxitos da banda, como “Iron Man”,”Paranoid” e “War Pigs”- cujo vídeo poderão ver acima.

As edições em Blu-Ray e DVD incluem um bónus especial, que contém uma selecção das músicas preferidas da banda,que não foram incluídas no alinhamento da digressão, gravadas nos Angelic Studios, poucos dias depois deste concerto.

O alinhamento do Blu-Ray/ DVD é o seguinte: 

01. Black Sabbath
02. Fairies Wear Boots
03. Under The Sun / Every Day Comes And Goes
04. After Forever
05. Into The Void
06. Snowblind
07. Band Intros
08. War Pigs
09. Behind The Wall Of Sleep
10. Bassically / N.I.B.
11. Hand Of Doom
12. Supernaut / Sabbath Bloody Sabbath / Megalomania
13. Rat Salad / Drum Solo
14. Iron Man
15. Dirty Women
16. Children Of The Grave
17. Paranoid

The Angelic Sessions
01. The Wizard
02. Wicked World
03. Sweet Leaf
04. Tomorrow's Dream
05. Changes

Por: Pedro Rodrigues - 16 Novembro 17

https://cdn.ustatik.com/article/draft/15955_mwtkGOR403jtsPYu_3419.jpg 

Os belgas Amenra disponibilizaram mais um vídeo do seu recém-lançado álbum "Mass VI". 

Seguindo-se ao primeiro vídeo escolhido "Children Of The Eye", podemos agora desfrutar de "A Solitary Reign" abaixo:


Por: Mariana Crespo - 16 Novembro 17


O baixista Henkka Seppälä (Henkka T. Blacksmith), Children Of Bodom, confirmou ao The Salt Lake Tribune que a banda começou a trabalhar para o seguimento do álbum de 2015, "I Worship Chaos". Henkka Seppälä mencionou que "nós temos quase metade do novo álbum. Vamos voltar e fazer mais músicas novas. Na primavera vamos começar a colocar os temas".

Segundo o baixista, o novo trabalho "deve ser masterizado pelo verão" de 2018, com um lançamento a seguir no final do ano.

Por: Patrícia Garrido - 15 Novembro 2017


Os Stone Temple Pilots selecionaram o concorrente do "The X Factor" Jeff Gutt como novo vocalista. Gutt fez a audição para os Stone Temple Pilots em Setembro de 2016 e foi nomeado oficialmente o novo cantor da banda, em Maio de 2017. Ele passou o último ano em segredo a escrever e a gravar material em Redondo Beach, na Califórnia, com os restantes membros.

O primeiro resultado é o novo tema que se intitula "Meadow" e que se encontra disponível em baixo.

Dean DeLeo disse que eles e os outros membros "queriam alguém que não só fizesse justiça aos sons antigos, mas alguém que escrevesse novas músicas e ajudasse a construir um caminho connosco. Levou tempo, mas encontrámos quem queríamos."


Por: Paulo Vaz - 16 Novembro 17