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A banda rock inglesa Gentlemans Pistols, que conta na sua formação com Bill Steer, conhecido guitarrista dos Carcass, acaba de assinar contrato com a Nuclear Blast. Será através desta editora que será lançado o seu terceiro álbum "Hustler's Row" no final do ano.

Conforme declarações da banda: "O álbum foi gravado pelo vocalista/guitarrista James Atkinson nos Mutiny Studios em Bradford (UK) e reflecte quase cinco de experiência para a banda: bons tempos, maus tempos, aborrecimentos, alegria, frustração e entusiasmo".

"Com este álbum tentámos criar um trabalho que nós próprios gostássemos de ouvir; algo pesado mas melódico, intenso mas apelativo, ponderado mas indisciplinado. Um álbum para os rebeldes e os românticos, para os cavalheiros e para os vigaristas."
Por: Mariana Crespo - 29 Julho 15


Paul Bostaph, baterista dos Slayer, concedeu recentemente uma entrevista ao site HollywoodChicago.com, onde o assunto que mais se destacou diz respeito à indústria discográfica actual, mais concretamente aos downloads ilegais de música. Segue a opinião do músico:

"Eu sou aquele tipo de pessoa que gosta de receber coisas de graça, mas eu gosto de comprar a música que oiço, porque o artista criou-a, o que requer tempo e esforço para fazê-lo, e se eu tiver essa música de graça, então... eu não estou a roubá-los, mas também não estou a dar nada em troca. Acho que agora tudo se resume a tocar ao vivo, e acho que isso é uma coisa boa. Porque se a banda for muito boa ao vivo, as pessoas vão vê-la. Quero dizer, se um milhão de pessoas tiver o nosso disco, e nós não tivermos vendido um milhão de discos, ainda resta um milhão de pessoas que, numa certa altura, virão ver-nos tocar ao vivo. Além disso, se és bom no estúdio, mas não prestas ao vivo, será provavelmente um problema, hoje em dia. Mas eu acho que nós não temos esse problema."

Por: Bruno Porta Nova - 29 Julho 15




Tarja anunciou o lançamento do seu primeiro trabalho a solo clássico.

O novo álbum, “Ave Maria – En Plein Air”, conta com 12 músicas “Ave Maria” de vários compositores e sai a 11 de Setembro através da earMusic.

Tarja dá voz a canções de Paolo Tosti, David Popper, Astor Piazzolla, entre outros, e inclusive uma música de composição própria.

“Ave Maria – En Plein Air” foi gravado na Igreja Lakeuden Risti em Seinäjoki, Finlândia, e já é possível ouvir um preview acima.

Por: Ana Costa - 29 Julho 15


Apesar de ainda não serem conhecidos detalhes, as sessões de gravação do novo álbum de Drowning Pool já estão em andamento. O baterista Mike Luce já gravou todas as partes de bateria. Após o lançamento de  "Resilience" em 2013, a banda não perdeu tempo em fazer outro disco.

O processo de andamento das gravações pode ser acompanhado aqui.

Por: Patrícia Garrido - 29 Julho 15


Os Hibria chegam ao quinto álbum – sexto se contarmos com a regravação da estreia “Defying The Rules” como efeitos de colaboração do décimo aniversário do trabalho. E quem são os Hibria, poderão perguntar imbuídos de um espírito de ignorância que é perfeitamente justificável pelas artes ninja que a carreira da banda assumiu até os dias de hoje? Os Hibria são uma banda brasileira de heavy/power/thrash metal de extremo bom gosto. De tal forma que até parece mentira como é que este colosso do som sagrado conseguiu passar despercebido deste 2004, ano em que foi lançada a já mencionada estreia? Parece mentira mas é verdade, mas não interessa o passado, estamos aqui agora e este álbum auto-intitulado é uma bomba metal de todo o tamanho.

Com uma nova editora por trás, a banda surge com um fulgor impressionante, conseguindo ao mesmo tempo soar moderna e clássica, cumprir com os lugares comuns expectáveis para o género e ao mesmo tempo apresentar alguns elementos inesperados como os instrumentos de sopro que surgem de vez em quando (a faixa de abertura “Pain” e a “Ashamed” são bons exemplos). Seria fácil destacar a voz de Iuri Samson, ou o trabalho de guitarras de Abel Camargo e de Renato Osório, ou ainda a exuberância do baixo de Benhur Lima ou a solidez da bateria de Eduardo Baldo mas o ponto que impressiona mesmo é a forma em como se tem dez faixas de qualidade bem acima da média.

Um álbum bem empolgante, cheio de dinâmicas que permitem que se volte a ele sem se cansar e com gosto acrescido. Seja por ter uma produção moderna, seja por remeter para um som clássico dos melhores momentos dos Impellitteri e Extreme. Exuberante, poderoso mas sobretudo divertido, este é um álbum que tem tudo para esmagar toda a concorrência. Se não será a melhor coisa a sair do Brasil dentro deste género nos últimos anos, deve andar bem lá perto. Absolutamente recomendadíssimo.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira



Álbum de estreia dos nossos irmãos brasileiros Hevilan. Originalmente editado em 2013, “The End Of Time” é agora repescado pela independente alemã Massacre Records e distribuído a nível mundial. É uma das consequências dos tempos modernos. Bandas novas (e hoje em dia, velhas também) lançam álbuns em edição de autor que depois acabam por ser reeditados por editoras que os levam ainda mais longe. É o que poderá acontecer com este álbum se houver justiça neste mundo, já que tem muitos argumentos de peso para garantir que isso aconteça.

Não é das típicas bandas que tocam um power metal insonso e com pouco apelo para quem gosta de emoções mais fortes. Aqui temos riffs raçudos e potência a rodos. Basta ouvir o tema título ou a “Desire Of Destruction” para se ser contagiado pelo poder desta mistura entre power metal demolidor e um certo sabor progressivo, principalmente no que diz respeito às estruturas das músicas. Depois a acrescentar, como se não bastasse temos prestações individuais de topo, a começar nos solos de guitarra de Johny Moraes e a acabar na voz poderosa de Alex Pasqualle, sem esquecer a prestação da parte rítimica onde o baixo é sólido e a bateria a cargo do convidado Aquiles Priester. Também temos com convidados Warrel Dane, que dá uma perninha (ou a garganta) na “Shades Of War”, onde também participa Eduardo Ardanuy dos Dr.Sin, Vítor Rodrigues dos Torture Squad e Vood Priest que canta nas já mencionadas “Shades Of War”, “Desire of Destruction e na “Sanctum Imperium.

É um álbum que sem dúvida é um grande início de carreira dos brasileiros e que eleva a fasquia para um eventual segundo trabalho. A banda hoje em dia já tem uma formação estabilizada com a entrada do Rafael Dysys para o lugar da bateria, resta saber se isso os fará levantar voo ainda mais alto. Para já fica um trabalho bem adulto para uma banda que está a iniciar a sua carreira. Mesmo com já dois anos, este trabalho revela-se capaz de superar com sucesso o teste do tempo. Sem grandes fillers, interessante do início ao fim, “The End Of Time” apresentam os Hevilan como a nova força a ter em conta do power metal vindo do Brasil.

Nota: 8.7/10

Review por Fernando Ferreira


"Blod Eld Alfa" é o segundo álbum dos suecos Alfahanne e apresenta-nos algo de difícil catalogação. Se o início da primeira faixa "Alfa Kropp Alfa Blod" remete-nos para um imaginário mais místico e próximo do folk/pagan metal, assim que a voz de Pehr Skjoldhammer entra, parece que se entra noutro reino, num mais próximo de rock/metal alternativo ou até punk. Esta mistura deixará perplexo quem não os conheça, mas este deambular entre os imaginários negros do black metal, as melodias do punk rock ou as estruturas do rock alternativo já faz parte da sua identidade e é aquilo que os distingue de centenas de outras propostas escandinavas que nos chegam todos os meses.

Poderá alegar-se que faixas como "Besatt", "Skalleromsgift" e "Vënd Inte Ryggen Till" quase que exigem um outro tipo de voz, mas a verdade é que a estranheza que provoca, acaba por criar um efeito de hipnotismo que é difícil de desligar. Viajando por entre estes dois sentimentos, a viagem sonora por este álbum e as paisagens que nos mostra não é exactamente pacífica. Como é que é possível não pensar em Darkthrone clássico ao ouvir um tema como "Hora Tills Du Dör"? Mesmo quando se tem neste tema vocalizações mais agrestes, é impossível não desejar outro tipo de abordagem vocal.

Com um leque de participações de luxo onde se incluem nomes como Nattfursth dos Sorhin, Erlend Hjelvik dos Horna, Spellgoth dos Turmion Kätilöt e Niklas Kvarforth dos Shining, este é um álbum que obriga a repetidas audições até que entre completamente (e fique lá), no entanto, e apesar dos sentimentos indicadores de luta interior que possa infligir conforme indicado no parágrafo anterior, essas repetidas audições não provocam qualquer sentimento de enfado o aborrecimento. Uma banda com um som estranho mas que sem dúvida nos faz querer ouvir mais dela.


Nota: 7.5/10

Review por Fernando Ferreira


Os Kataklysm lançaram quatro novos vídeos, com músicas do seu próximo álbum de originais, "Of Ghosts and Gods", que tem data de lançamento prevista para o próximo dia 31 de Julho. Em cima podemos ver um dos vídeos, para a música "Thy Serpent's Tongue". Os outros vídeos, para as músicas "Vindication", "Marching Through Graveyards" e "The Black Sheep", podem ser vistos aqui.

Por: Rita Limede - 29 Julho 15


Os Sevendust, que irão lançar o seu novo trabalho "Kill The Flaw", no próximo mês de Outubro, quiseram antecipar, aos fãs, a sonoridade deste seu 10.º álbum de estúdio.

Assim, o single "Thank You", primeiro avanço deste novo álbum, pode ser ouvido acima.

Pré-reservas e mais informações sobre o novo álbum aqui.


Por: Ângela Fontão Teixeira - 28 Julho 15


Foi com um teaser de um minuto que os Deafheaven anunciaram o lançamento do seu terceiro álbum, ainda sem nome definido, em Outubro e via Anti Records. No vídeo são visíveis as palavras "New Bermuda", não havendo ainda, no entanto, mais detalhes confirmados pela banda norte-americana. Porém, a banda revelou, através do Adult Swim Sites, um novo tema, que também disponibilizamos abaixo.


Por: Bruno Correia - 28 Julho 15


Os Megadeth têm aproveitado Josh Wilbur (Lamb Of God, All That Remains, Gojira) para misturar o seu décimo quinto álbum, que foi gravado recentemente num estúdio em Nashville. Os direitos de produção do seguimento de "Super Collider", de 2013, foram tratados por Dave Mustaine e Toby Wright (Alice In Chains, Korn). Também já é conhecido o alinhamento do novo registo, que disponibilizamos abaixo.

O novo álbum da banda será o primeiro trabalho com o baterista de Lamb Of God, Chris Adler, e o guitarrista brasileiro, Kiko Loureiro, de Angra.

Track list:

01. Death From Within
02. Fatal Illusion
03. Conquer... Or Die!
04. Lying In State
05. Me Hate You
06. The Emperor's New Clothes
07. Dystopia
08. Bullet To The Brain
09. Last Dying Wish
10. Post American World
11. Look Who's Talking
12. The Threat Is Real
13. Poisonous Shadows
14. Melt The Ice Away (BUDGIE cover)
15. Foreign Policy (FEAR cover)


Por: Patrícia Garrido - 28 Julho 15


Os suecos Ghost vão estrear-se em Portugal com a tour "Black to the Future", que tem como intuito a apresentação do novo álbum da banda, "Meliora", a lançar no dia 21 de Agosto. 

A banda pisa os palcos do Hard Club (Porto) e do Paradise Garage (Lisboa) nos dias 27 e 28 de Novembro, respetivamente. A primeira parte dos espetáculos estará a cargo dos também suecos Dead Soul, cuja atuação será, igualmente, uma estreia em território nacional.

Abertura de portas: 20h00
Início: 21h00
Bilhetes: 22€

Para comprar o bilhete, podem seguir este link.
Por: Sara Delgado - 28 Julho 15 


Após o seu primeiro concerto ao vivo com os Megadeth, no "Festival d'été de Québec", no Canadá, que juntou cerca de 80 mil pessoas, Chris Adler não escondeu o seu entusiasmo: "Foi o meu primeiro concerto com a banda - o primeiro de muitos - e foi fantástico. Adorei cada minuto.".

Ainda assim, o baterista não deixa de referir a dificuldade em integrar, em simultâneo, duas bandas com esta relevância: "Foi um stress ter de conciliar tudo, porque Lamb of God estavam em digressão e eu tinha de aprender as músicas de Megadeth."

Apesar de Chris admitir que Dave Mustaine o quer permanentemente na banda, este refere que os Lamb of God continuam a ser a sua prioridade, embora admita que pretende dar continuidade à sua colaboração com os Megadeth, já que, como o próprio afirma, têm sido a sua "banda preferida, desde miúdo" e o baterista não quer abdicar desta oportunidade.

Podem assistir às declarações de Chris Adler, na íntegra, nos dois vídeos abaixo.



Por: Ângela Fontão Teixeira - 28 Julho 15 


Como havia sido noticiado anteriormente, os Opeth têm passado os últimos anos a trabalhar arduamente na elaboração de uma biografia. O livro encontra-se agora disponível para pré-encomenda aqui e será lançado em Dezembro. O lançamento do livro coincidirá com o 25º aniversário de carreira dos Opeth e será lançado pela editora Rocket 88 em duas versões, ambas com duas músicas exclusivas. 

De acordo com a descrição oficial do livro: "Esta história sumptuosamente ilustrada apresenta a viagem única dos Opeth, desde os seus primórdios até ao presente. Contada em primeira mão por Mikael, a banda, os seus amigos, antigos membros e colaboradores incluindo o designer Travis Smith, é ilustrada com centenas de imagens raras e nunca antes vistas. Aqui, pela primeira vez, encontra-se a história completa e verdadeira dos Opeth, revelada em toda a sua terrível e magnífica glória, e iluminada por fotografias antigas, pessoais, ao vivo e de estúdio. O livro inclui versões acústicas inéditas de "Atonement" e "Demon Of The Fall". Estas faixas são exclusivas e não estarão disponíveis de outra forma. Está repleto de imagens que atravessam toda a história da banda com mais de cem fotografias inéditas bem como entrevistas exclusivas com a banda e seus colaboradores."

Por: Mariana Crespo - 28 Julho 15


A organização do SonicBlast Moledo, festival a decorrer nos dias 14 e 15 de Agosto em Moledo do Minho, divulgou os horários de todas as atuações confirmadas no evento. Além dos tão aguardados concertos, foi ainda divulgada a "Warm-up Party", a acontecer no dia 13 de Agosto, e que conta com as bandas Galactic Superlords, Astrodome e The Dead Academy.

De recordar que ainda há bilhetes à venda e que o passe para os 2 dias, se comprado com antecedência, tem um valor de 36€, passando a custar 42€ se comprado no próprio dia. Para um dia apenas, os bilhetes custam 20€ (25€ se comprados no próprio dia.

Por: Bruno Correia - 28 Julho 15


Os nacionais Mr. Miyagi, The Crawlers (último concerto) e Discórdia vão estar no Porto, no Cave 45, para uma noite de concertos, no próximo dia 31 de Julho (sexta-feira). O espetáculo terá início às 22h e os ingressos custam 4 euros.

Por: Rita Limede - 28 Julho 15


Os britânicos Saxon acabam de anunciar que se encontram em filmagens para um novo vídeo. "Battering Ram" é a música-título do próximo álbum da banda, a sair a 16 de Outubro através da UDR Music. O lançamento do vídeo está previsto para 28 de Agosto.

Biff Byford, vocalista da banda, falou sobre o novo álbum: "Algumas são um pouco brutais, mas há muita coisa melódica também. Cada álbum de Saxon é diferente do anterior porque nós gostamos de entreter as pessoas e não gostamos de escrever a mesma música o tempo todo."


Por: Ana Costa - 28 Julho 15


Os Fear Factory partilharam uma nova música, intitulada "Dielectric", que faz parte do novo álbum "Genexus", a lançar no dia 7 de Agosto pela Nuclear Blast. Este registo surge no seguimento de "The Industrialist", lançado em 2012. O novo tema está disponível abaixo. 


Por: Patrícia Garrido - 28 Julho 15


Em 2002, o vocalista Layne Staley deixou o cargo nos Alice In Chains. Na altura, o músico lutava contra o vício da droga, que acabou por culminar na sua morte, nesse mesmo ano. 

Agora, o melhor amigo de Staley, Morgen Gallagher, revela que o vocalista recebeu a proposta para participar nas audições da banda que viria a tornar-se nos Audioslave. Gallagher refere que o vocalista planeava regressar aos tratamentos de reabilitação e, uns meses depois, apresentar-se na audição. No entanto, acabou por não conseguir fazê-lo; o tratamento não estava a ter resultado e o músico acabou por falecer. Assim, o cargo foi assumido, como se sabe, por Chris Cornell. 

Gallagher indica que foi devastador ver o que as drogas fizeram com Staley: "Quando o revi (em 2001), tinha perdido a maioria dos seus dentes, e mal pesava 45kg". 

Por: Sara Delgado - 28 Julho 15


“Boa noite pessoal, nós somos os Sullen”, ecoou pela sala 2 do Hard Club, antes do tema “Broken Path”, mas o vocalista, e guitarrista, César Teixeira, escusava de se apresentar, pois todo o público sabia bem ao que ia: o primeiro concerto dos Sullen, um sexteto surgido com o fim dos Oblique Rain, e que editou no início de 2015 o seu primeiro disco, “Post Human”.

O processo natural de um grupo de Rock ou Metal, passa sempre pela garagem, primeiros concertos, erros, melhores actuações ou piores. Com bandas renascidas ou formadas por músicos já experientes, o processo é diferente e não é invulgar que a estreia em palco se verifique após a edição de um ou mais trabalhos. Será caso raro por Portugal, mas recordo o exemplo recente dos Colosso. A escolha de sala própria e cartaz exclusivo, sem outro nome, foi arriscada, já para não falar na data, pois dois festivais decorriam perto e um outro concerto disputava público naquela noite. Foi assim uma surpresa ver meia sala preenchida para ver o colectivo.

Surpresa, ou não, foi perceber um alinhamento exclusivamente centrado no disco de estreia, sem temas de outros projectos, ou faixas esquecidas na sala de ensaio. Numa noite que se poderia denominar por “Sullen introduces «Post Human»”, os temas não desfilaram na ordem do disco, mas numa escolha mais de acordo com as dinâmicas necessárias à execução: “Devata”, “Exult”, “Redondo Vocábulo”, “Ascend”, “Become”, “Broken Path”, “Place Of Time”, "Placid”, “Tidal”, “Engulf” e “The Mounder”, foram os temas que desfilaram.

A complexidade dos temas conseguiu ser transposta, mas sentiu-se o efeito de ser o primeiro concerto, numa máquina que mostrou precisar de ser oleada, por vezes com os músicos demasiados estáticos, concentrados no espaço, e, no caso de César, a natural prisão de quem tem de cantar, tocar guitarra e ainda mudar esta. Ficou, no entanto, a impressão de um grupo que ainda tem muito para crescer, não pela inexperiência (que não tem), mas porque a dimensão das suas músicas possui material para concertos ainda mais memoráveis. Uma boa estreia, no entanto!


Texto por Emanuel Ferreira
Fotografias por Vânia Matos
Agradecimentos: Sullen


O vocalista dos Korn, Jonathan Davis, está a ser processado pelos seus próprios advogados. De acordo com a The Pulse Of Radio, todo este episódio deve-se ao facto de Davis ter faltado ao pagamento aos acima referidos advogados após este terem trabalhado para si, desencadeando em prol do mesmo alguns processos.

Estes processos, de acordo com o site noticioso TMZ, foram dirigidos ao museu que tem arte e pertences de serial killers "American Curiosities Museum", onde alegadamente o vocalista esteve envolvido. 

Supostamente e seguindo a acusação dos advogados, Jonathan Davis era para ter pago um valor de 159.407 em dólares, através de uma quantia de 1000 dólares por mês, mas após os primeiros dois meses, esse pagamento nunca mais aconteceu.

Por: Carlos Ribeiro - 27 Julho 15


Segundo o baterista/vocalista dos Mastodon, Brann Dailor, as declarações que Brent Hinds (guitarrista/vocalista) fez há alguns dias atrás onde afirmava "odiar o metal", foram num "contexto de brincadeira".

Brann disse-o após ter sido questionado pelos fãs numa sessão AMA (Ask me Anything) do Reddit: "O Brent não estava a falar a sério quando disse isso... ele gosta de metal, mas mais importante que isso, ele gosta do que gosta... gosta de música. Eu, por exemplo, não divido a música em sub-géneros, porque tenho o mesmo feeling quando ouço Slayer e quando ouço Stevie Wonder. Ele não gosta de alguns géneros dentro do metal, gosta mais das coisas mais clássicas e Melvins, Neurosis, etc."

Por: Carlos Ribeiro - 27 Julho 15


Já começa a ser recorrente esta conversa da qualidade dos trabalhos lançados de forma independente, seja de bandas que estão a dar os seus primeiros passos ou daquelas com mais experiência, mas a verdade é que é uma tendência que se verifica cada vez mais de forma acentuada. E isto quase sempre com um nível de qualidade impressionante. É o caso deste “The Little Things That Matter”, terceiro álbum dos espanhóis In Vain, que é demolidor de uma ponta à outra. Inserindo-se no espectro do heavy/power metal arraçado de thrash – ou seja, mais próximo daquilo que se faz nos Estados Unidos do que propriamente na Europa.

A qualidade deste trabalho é proporcional há já longa experiência da banda, que já tem onze anos de carreira – algo que nem sempre é certo. Com um aumento de peso considerável, ao qual não está alheio a mudança de formação efectuada desde o último trabalho. Sem o teclista, parece que o foco nas guitarras ainda ficou mais presente e como resultado temos um álbum demolidor. Não é propriamente física quântica, basta apenas ter guitarras, baixo, bateria, boa voz e muito amor ao estilo, que pela forma como é bem tratado ao longo destas nove músicas.

Se músicas como “No Future For The World”, “Dragon Huntress” e  “Serenity Valley” convidam ao headbang instântaneo, indo buscar ao nosso ADN o gene metaleiro que obriga a tais actos, temos outras como a “From Your Cradle To My Grave”, “The Ballad Of Lucifer” e “King In The North” que mantendo a mesma toada frenética, são ideais para serem tocadas ao vivo e para puxar o público a participar nas mesmas. Seja como for, numa vertente ou outra, a adrenalina está sempre ao rubro o que faz deste “The Little Things That Matter” um colosso de heavy metal que deve ser conferido por todos apaixonados pelo som sagrado. Grande álbum e grande banda.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira


Os Orchid fizeram sensação com o seu último álbum “The Mouths Of Madness” (aliás como já tinham feito com “Capricorn”) no entanto, tendo já passado dois anos desde esse lançamento e também desde a reedição que juntou “Capricorn” e o EP “Through The Devil’s Doorway”, já era altura de apresentar qualquer coisa. Para matar a fome temos então este EP com quatro temas que nos apresentam a qualidade que já estaríamos à espera de um lançamento dos Orchid. O encanto da década setenta, com som vintage e tudo, é aquilo que domina ao longo destes quase vinte minutos.

Não se pode dizer que algum dos quatro temas seja absolutamente essencial, mas a verdade é que quase sem se dar conta, é possível que se ouça em loop sem se dar praticamente conta. Tal como a primeira faixa “Helicopters”, se primeiro passa despercebida, depois vai crescendo até apanhar por completo a atenção do ouvinte. Verdadeiras músicas, sem truques baratos para capturar a atenção do ouvinte, tal como se fazia no tempo em que a música era tratada de forma diferente, de uma forma menos consumista, talvez. Considerações idealistas aparte, é um EP que todos os fãs de Orchid em geral e os apreciadores de rock clássico em particular deverão adquirir.


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira



Os Sonick Plague são uma banda clássica que não foi além do álbum originalmente editado em 1988: “What’s The Purpose”.  Não se sabendo bem porquê, a banda decide não só regravar o álbum como também dar-lhe um novo título (ou melhor, tirar-lhe o título, ficando auto-intitulado) e trocar o alinhamento das canções. Reza a lenda que a banda acabou por desistir quando a instabilidade das formações começou a falar mais alto que o sucesso que estavam a ter na altura. Muitos mais anos mais tarde e após o falecimento do ex-guitarrista Tony Teodoro, os restantes membros sobreviventes voltaram a entrar em contacto uns com os outros e até que decidiram reactivar a banda.

Não conhecendo o álbum original, a avaliar por esta regravação, e mesmo com o alinhamento alterado, facilmente se chega à conclusão de que se trata de um álbum clássico de thrash metal. Não sabemos se o facto de soar tão urgente e actual é pelas alterações na produção e no alinhamento, mas a verdade é que tal como se ouve aqui e agora, em 2015, este é um grande disco, com tudo para vencer com sucesso o teste do tempo. Se pelos riffs e pela voz é-nos passada a sensação de que se trata de thrash metal clássico, por outro lado, as estruturas das músicas remetem-nos para universos mais progressivos ou pelo menos mais complexos.

Com a esperança que surjam para mais originais e não apenas para reciclagem (que depois disto, ficam sem muito mais para reciclar) tem que se dizer que este é um grande álbum e que merece com que se olhe com um pouco de mais atenção para os Sonick Plague. Podem já ter passado quase trinta anos desde que foi lançado originalmente, mas estas oito músicas enquadram-se perfeitamente com aquilo que é feito hoje em dia, mesmo tendo percepção de que se tivesse sido lançado uns dez anos atrás, a história já seria muito diferente.

Há muitos momentos de destaque aqui, mas sem dúvida que um deles será a melodia retirada de uma das músicas do filme “Willy Wonka e a Fábrica de Chocolate” na “AA”. Resumindo é thrash metal de pura diversão, clássico como se quer e extremamente viciante. Talvez não tenha o mesmo impacto hoje do que aquele que teve quando foi lançado em 1988, até porque hoje em dia a concorrência é bem mais feroz, mas isso não altera o facto da qualidade que deambula por aqui. Para quem gosta de thrash metal, Sonick Plague é um nome a reter.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira