• Facebook
  • Myspace
  • Twitter
  • Google+

Candidata-te

A Metal Imperium encontra-se a recrutar colaboradores para redação de notícias, reviews de álbuns ou entrevistas a bandas.

Quem quiser fazer parte desta equipa poderá candidatar-se contactando-nos por email: metalimperium@gmail.com



Reviews Mais Recentes

Uada - Cult of the Dying Sun


Occultum - In Nomine Rex Inferni


Monolithe - Nebula Septem


Morag Tong - Last Knell of Om


Haunted - Dayburner


Djevel - Blant Svarte Graner


Raw Decimating Brutality - Era Matarruana


Czort - Czarna Ewangelia


Kinetik - Critical Fallout


Dopethrone - Transcanadian Anger


Abhor - Occulta ReligiO


Refuge - Solitary Men


Sevendust - All I See Is War


Black Fast - Spectre of Ruin


Sleep - The Sciences


Tomb Mold - Manor of Infinite Forms


Taphos - Come Ethereal Somberness


Wrath Sins - The Awakening


Judas Priest - Firepower


Bleeding Through - Love Will Kill All


Ihsahn - Àmr


Alkaloid - Liquid Anatomy


Filii Nigrantium Infernalium - "Fellatrix


Amorphis - Queen of Time


Ghost - Prequelle


Angelus Apatrida - Cabaret de la Guillotine


Bleed From Within - Era


Painted Black - Raging Light


Necrobode - Metal Negro da Morte


Pestilence - Hadeon


Tortharry - Sinister Species


Inframonolithium - Mysterium


Somali Yacht Club - The Sea


Dallian - Automata


Concertos em Destaque

Tradutor

Entrevistas Mais Recentes



































The Sword vão entrar num hiato

Corte quase fatal no futuro dos The Sword, uma vez que a banda texana anunciou há dias que fará uma pausa, embora tenha lançado ainda em março (...)

Hate Eternal lançam áudio de "Nothingness of Being"

A banda de death metal irá lançar o novo álbum, Upon Desolate Sands, a 26 de outubro através da Season Of Mist. Depois de desvendar (...)

Alterações no alinhamento do Festival Bardoada e Ajcoi

O Festival Bardoada e Ajcoi anunciou a substituição de duas das bandas previamente confirmadas. (...)

Marky Ramone em Portugal no próximo mês

O veterano Marky Ramone tem dois espectáculos marcados para o nosso país, que serão nada mais, nada menos, do que o warm up para o Lisbon Tattoo Rock Fest 2018. (...)

Behemoth lançam nova música "Wolves Ov Siberia"

"Wolves Ov Siberia", o novo vídeo de Behemoth, pode ser visto acima. A música faz parte do próximo álbum da banda, "I Loved You At Your Darkest", (...)


A banda do aclamado guitarrista finlandês, Timo Tolkki (ex-Stratovarius), prepara-se para o lançamento do seu novo disco "Return to Eden", já a 14 de junho pela Frontiers Music Srl. Este será o terceiro capítulo da sua ópera de metal iniciada em 2013 com "The Land Of New Hope".

A banda divulga agora o segundo single deste trabalho, "Hear My Call", que conta com a presença da voz da cantora Anneke Van Giersbergen, sendo possível visualizar o mesmo acima.

Além da holandesa Anneke (ex-The Gathering), este álbum contará também com a participação de Zak Stevens (ex-Savatage), Todd Michael Hall (Riot V), Mariangela Demurtas (Tristania, Ardours) e Eduard Hovinga (ex-Elegy).

Track list do álbum "Return To Eden":
01. Enlighten 
02. Promises (feat. Todd Michael Hall) 
03. Return To Eden (feat. Mariangela Demurtas, Zachary Stevens, & Todd Michael Hall) 
04. Hear My Call (feat. Anneke Van Giersbergen) 
05. Now and Forever (feat. Todd Michael Hall) 
06. Miles Away (feat. Zachary Stevens) 
07. Limits (feat. Eduard Hovinga) 
08. We Are The Ones (feat. Anneke Van Giersbergen) 
09. Godsend (feat. Mariangela Demurtas) 
10. Give Me Hope (feat. Eduard Hovinga) 
11. Wasted Dreams (feat. Zachary Stevens) 
12. Guiding Star (feat. Mariangela Demurtas)


Por: Ana Antunes - 24 Maio 19


A banda Hellyeah prepara-se para lançar o seu 6º álbum de estúdio, "Welcome Home", no dia 27 de setembro, através da Eleven Seven Music. O mesmo contém 10 faixas, com as últimas gravações de Vinnie Paul Abbott, falecido em junho de 2018. O videoclipe oficial da faixa-título, que pode ser visto acima, foi disponibilizado no passado dia 17.

A título de curiosidade, durante um concerto no dia 11 de maio, a banda celebrou a vida do falecido baterista com uma cerimónia especial.

A tour de verão inclui 18 cidades, terá início no dia 23 de julho, em Atlanta, e termina com uma comemoração no dia 17 de agosto, em Dallas.

Por: Carla Amaral - 24 Maio 19


No passado dia 15 de Maio, Lisboa assistiu a uma noite histórica, que muita gente decerto recordará e contará a filhos e netos. A Sala Tejo do Altice Arena quase que rebentou pelas costuras para receber, 19 anos depois e pela mão da Hell Xis Agency, uma das instituições do punk rock internacional, os californianos Bad Religion. Finalmente de regresso ao nosso país, mas pela primeira vez na capital - a única presença em terras lusitanas foi no Festival Paredes de Coura -, a banda de Greg Graffin vinha acompanhada por outros dois grandes nomes do ska punk, os Mad Caddies e os Less Than Jake.


Exactamente às 20 horas entravam em palco os Less Than Jake. Em frente a um pano gigantesco com o símbolo da banda da Flórida, Chris DeMakes e companhia entraram a todo o gás com "Plastic Cup Politics", uma das faixas fortes de "Anthem", o álbum de 2003 editado para a major Warner Bros/Sire Records e até hoje o disco de maior sucesso da banda. Com um alinhamento muito curto para vinte e muitos anos de carreira, foi interessante notar que o foco foi apresentar a Lisboa todos os clássicos, deixando de fora o disco mais recente, o EP "Sound the Alarm" de 2017. O público, esse, adorou cada segundo da actuação da banda, saltando e moshando em faixas como "Johnny Quest Thinks We're Sellouts", do disco de estreia "Pezcore", "Gainesville Rock City", "The Science of Selling Yourself Short" e a apoteose final com "All My Best Friends Are Metalheads", com o convite a dois membros da plateia para estar com a banda em palco. Pelo meio houve bananas atiradas para a plateia e disparados rolos de papel, demonstrando o clima de festa generalizada com que se iniciou esta celebração punk rock.


Rápida mudança de palco e tempo de receber pela terceira vez no nosso país os californianos Mad Caddies. A sala já completamente à pinha continuava a dança, com muitos corpos já sem t-shirts, ajudada pela excelente performance de Eduardo Hernandez no trombone, uma verdadeira força da natureza. Do alinhamento também algo reduzido comparado com o já tinha sido visto nos primeiros concertos da digressão Punk in Drublic interessante ver a inclusão da versão de "She" dos Green Day, a provocar autêntica explosão na plateia, e que foi apresentada pelo frontman Chuck Robertson como "uma versão de uma pequena banda norte-americana chamada NOFX"- erro ou private joke?. A faixa está incluída no mais recente disco da banda, um disco de versões de clássicos do punk rock intitulado "Punk Rocksteady", transvestidos para um cenário ska/reggae como só os Mad Caddies conseguiriam fazer. Clássicos como "Backyard", "Contraband" ou o velhinho "Road Rash" não poderiam faltar, aumentando ainda mais a alegria visível nos rostos de quem estava quase incrédulo com a oportunidade de estar ali naquela sala.


Quando após algum tempo para mudança de material de palco as luzes se apagaram, o barulho feito pela plateia em antecipação à chegada dos Bad Religion deve ter espantado até os vários milhares que na Altice Arena, contígua à Sala Tejo, ouviam Marco Paulo confessar que tinha dois amores. Mas na Sala Tejo só havia espaço para um amor verdadeiro, o punk rock, e a banda de Graffin entrou logo a matar, com a habitual tripla de abertura desta digressão, "Them and Us", "Chaos from Within" e "Generator". Com um alinhamento preparado para matar saudades de 19 anos de ausência ("Nunca mais estaremos tanto tempo à espera para vos visitar", diria Greg mais para o final do concerto), em que percorreram nada mais nada menos do que 14 discos de originais, não poderia ter sido deixado de lado o mais recente "Age Of Unreason”, onde para além do já referido "Chaos from Within", marcaram presença "My Sanity" e "Do the Paranoid Style", todas elas recebidas quase da mesma forma que os grandes clássicos. E dizemos quase da mesma forma porque ninguém consegue ficar parado quando “Stranger Than Fiction” rebenta no PA!!!


90 minutos de uma intensidade fora de série para músicos já na casa dos 50 e muitos, e que passaram como uma flecha, com enormes destaques para “Fuck You”, “New Dark Ages” ou "21st Century (Digital Boy)", cantadas a plenos pulmões. A mínima interacção entre banda e plateia foi propositada, deixando a música desta instituição do punk rock mundial falar por si, e a Sala Tejo explodiu novamente de energia e alegria com “Fuck Armageddon… This Is Hell” e “Punk Rock Song”, a adivinhar o encerramento da celebração. Para o final em beleza, e deixar muitas lágrimas nos olhos de quem estava a presenciar história, o encore com “Sorrow”, “You” e “American Jesus” deitou a Sala Tejo abaixo. Lisboa experimentou pela primeira vez o poder dos Bad Religion e ficou a chorar por mais... Será que podem regressar já para o ano???

Texto e fotos: Vasco Rodrigues
Mais fotos aqui
Agradecimentos: Hell Xis Agency


Quando a organização do SWR Barroselas Metalfest divulgou o cartaz para a sua vigésima segunda edição, foram muitas as vozes que se ouviram sobre a alegada falta de qualidade do alinhamento, a ausência de nomes de topo nas diversas sub-categorias do heavy metal, que havia muito melhor escolha fora de portas, etc...


Mesmo apesar desta barragem de críticas, quando o festival abriu as suas portas, às 17 horas de dia 26 de Abril, a afluência de público era já interessante, e isso foi visível quando os Analepsy tomaram posição no palco principal. Regressados de uma mini-tournée pelo Japão, deram um excelente concerto nos 45 minutos que lhes foram atribuídos, contando, como tem sido hábito, com a ajuda de Sérgio Afonso, vocalista de Bleeding Display.


No palco secundário, o trio lisboeta Morte Incandescente trazia o seu black metal até Barroselas, com a tradicional presença de J. Goat no baixo, ele que acompanha a banda em concertos ao vivo. O som não ajudou uma das mais reconhecidas bandas portuguesas de black metal fora de portas, mas o público não se cansou de os apoiar.


Da Alemanha para o palco principal, os Venenum deram um excelente concerto, alicerçado no disco de 2017, "Trance of Death", cujas faixas de mais de 6 minutos permitiram a criação de uma espectacular atmosfera por toda a sala.


No palco secundário entravam em acção os italianos Grime, eles que tinham levantado muitas sobrancelhas aquando do Barroselas XVIII (2015). Mais uma vez, o sludge doom do trio liderado por Marco Matta encheu o recinto adjacente ao palco, com muita gente a reagir da melhor maneira aos temas do já velhinho "Circle of Molesters".


Mas a grande surpresa do primeiro dia viria à passagem das 22 horas, com a entrada em palco dos norte-americanos Midnight. Uma hora de concerto absolutamente devastadora, com um black speed metal de primeira água. O baixista Athenar é responsável por tudo o que tem a ver com a gravação dos discos da banda, mas ao vivo recebe a ajuda - e que ajuda! - do baterista SS e do guitarista Commandor Varik, e parece que o inferno subiu à superfície. Ainda em digressão a promover "Sweet Death and Ecstasy", foram os clássicos "Endless Slut" e "Black Rock'n'Roll" que fizeram com que o crowd surfing atingisse proporções até então nunca vistas.


Enquanto larga facção do público debandou para jantar, muitos decidiram ficar pelo palco secundário para assistir aos franceses Sublime Cadaveric Decomposition e o seu death grind, mas a verdade é que na cabeça de muitos, o que interessava era prepasrar corpo e espírito para as últimas três bandas do dia.


Os norte-americanos The Black Dahlia Murder começaram por ser um colectivo de deathcore, mas hoje em dia estão mais para os Cannibal Corpse do que para o universo hardcore. “Widowmaker” fez iniciar a festa, com um Trevor Strnad muito comunicativo, e de t-shirt dos Analepsy vestida, bastante contente com a reacção do público ao som da banda. Destaques para “Jars” e “Nightbringers”, com mosh gigantesco pela sala toda.


O encerramento do Palco 2 foi feito ao som dos Skull Fist e o seu speed metal. Os canadianos tinham muitos fãs na sala e a sua actuação foi bastante caótica, com muita gente a querer juntar-se a eles no palco e na zona a ele adjacente, enquanto acompanhavam cada riff com punhos no ar e muito encontrão.


Já a noite ia longa quando os Godflesh encerraram o primeiro dia do SWR Barroselas Metalfest 2019. Justin Broadrick e G. C. Green estiveram pouco comunicativos, como é seu apanágio, deixando faixas como  “Post Self”, “Defeated” ou "Like Rats" falar por eles. O público aguentou estoicamente e no final despediu-se da banda de Birmingham com uma merecida e longa salva de palmas.

Dia 2



Sol e muito calor em Barroselas parece estranho mas foi o que tivemos este ano. A chuva esteve arredada do Minho e tornou a estadia muito mais agradável. O segundo dia começou no palco secundário com os ingleses Vacivus, que apresentaram um death metal clássico, lento e potente como convém. Com Nick Craggs a parecer uma fera enjaulada, foi um ponto de partida para um excelente dia para os amantes do metal mais pesado.



O palco principal abriu com as lendas do death grind nacional Namek. Ainda sem muita gente para os aplaudir, mesmo assim não deixaram de mostrar o que valem, e Barroselas acabou por testemunhar uma das poucas vezes que a banda decide sair do interregno que vivem de momento.


O black metal dos noe-zelandeses Barshasketh, que agora assentam arraiais na Escócia, foi recebido com alguma indiferença pelo público que teimava em aproveitar o sol fora do recinto, mas quem marcou presença teve como bónus um excepcional concerto, baseado quase inteiramente no seu novíssimo LP homónimo.


A tarefa seguinte afigurava-se difícil, pois os finlandeses Demilich actuavam no palco principal ao mesmo tempo que os nacionais Son of Cain faziam o mesmo na tenda à entrada do recinto. Banda de culto do death metal internacional, fruto da edição do único disco "Nespithe" e consequente término da banda, os Demilich deram um show em Barroselas, especialmente para quem decidiu ficar a ver a rara oportunidade de ter o quarteto em frente a si num palco.


Alexandre Mota e Hugo Conim tinham uma plateia repleta de amigos e conhecidos para os apoiar na promoção das músicas de "Closer to the Edge" e não se fizeram rogados. Excelente momento de rock'n'roll crú e duro, made in Portugal!


O stoner rock dos Dopelord pareceu encaixar perfeitamente em quem vinha de ver os Son of Cain, e a banda polaca mostrou a qualidade sónica dos seus três discos, «Magick Rites» de 2012, «Black Arts, Riff Worship; Weed Cult» de 2014, e o mais recente «Children Of The Haze». Ambientes a raiar o psicadélico e muita improvisação em palco, o que pareceu agradar a plateia presente.


Mal terminou o concerto no palco secundário foi possível assistir à primeira correria do festival até então, e o facto não era para menos: teríamos Benediction dentro de poucos minutos. A sala encheu num ápice e quando a banda de Dave Hunt iniciou “Divine Ultimatum”, não mais parou de se movimentar ao som dos britânicos, que celebram 30 anos de actividade este ano. Clássicos como “Nothing On The Inside” ou “The Dreams You Dread” tiveram sempre stage diving e mosh pits enormes a acompanhar, com muitos dos presentes a entoar as faixas a plenos pulmões. Simplesmente brilhante!


Os norte-americanos Imperial Triumphant impressionaram no palco secundário pelo uso das já tradicionais máscaras douradas, mas também pela maneira tão sui generis de fazer black metal, claramente a beber nas influências de jazz dos seus integrantes. Oriundos de Nova Iorque e com o novo disco "Vile Luxury" na bagagem, surpreenderam pela positiva.


O concerto de Benediction só não foi o melhor do segundo dia do Barroselas MetalFest porque ainda teríamos Saint Vitus no palco principal. Oriundos da Califórnia e a comemorarem 40 anos de actividade, os cabeças-de-cartaz do festival são considerados um dos pais do doom metal e criadores do som que degenerou hoje em sub-categorias como o sludge e o stoner. Desde 1981 que o guitarrista Dave Chandler tem guiado os norte-americanos pelo bom caminho, e desde quie em 2015 o vocalista original Scott Reagers regressou aos Vitus, parece que a banda está cada vez melhor. Com novo álbum "Saint Vitus" no horizonte, a performance foi simplesmente fantástica, passando em revista a carreira da mítica banda, com destaque para “WhiteMagic/Black Magic”, “One Mind” ou “Remains”. Barroselas agradeceu de pé aquele que foi, até então, o melhor concerto do evento.

DIA 3


O terceiro dia iniciou-se no palco secundário com os canadianos Auroch e o seu death metal claramente influenciado pelo som da Flórida. Pouca gente ainda no recinto mas que não deixcou de apoiar a banda.


O palco principal arrancou às 19 horas com os portugueses Martelo Negro, que fizeram uma excelente prestação, alicerçada em “Parthenogenesis”, o disco deste ano. Destaque ainda para a presença da Carina dos Disthrone para a vocalização de uma das malhas com que o público foi brindado.


No palco secundário foram poucos os que decidiram assistir ao noisecore das brasileiras Rakta. O duo paulista encheu a sala de temas experimentais, baseados na distorção de som e voz, que pareceu completamente desfazado do restante cartaz do festival. Mesmo assim, é sempre interessante ver a fusão de estilos que cabem dentro deste evento.


Pela quarta vez presentes em Barroselas, os madrilenos Wormed trouxeram para o palco principal o seu death metal melódico, para gáudio de muito público que atravessou a fronteira para apoiar os seus conterrâneos.


Difícil explicar a razão pela qual os Arkhon Infaustus actuaram no palco secundário, eles que assinaram um mini-CD que em 2018 ficou na retina de muita gente. Os franceses são impecáveis no black death metal e Barroselas teve 45 minutos de magia. DK Deviant é uma presença em palco a ter em conta e a performance da banda gaulesa foi acompanhada atentamente por uma sala secundária apinhada.


O palco principal continuou a receber death metal, desta vez pelos suecos Vomitory, eles que voltaram ao activo este ano, mas que por não ter ainda novidades discográficas, incidiram a sua actuação em “Opus Mortis VIII”, de 2011.


Se o som das paulistas Rakta parecera desadequado no sentido mais lato do festival, podemos dizer o mesmo dos seus conterâneos Deafkids. Com faixas experimentais a lembrar Ministry ou até Aphex Twin, não foi surpresa ver muita gente a preferir reabastecer o estômago enquanto se preparavam para o que ainda aí vinha.


E quem veio foram mesmo os Craft, que começaram a sua performance quando ainda ecoava som da sala secundária. A promover "White Noise And Black Metal", o seu primeiro disco nos últimos sete anos, os suecos liderados por um algo tímido Nox hipnotizou o público, que parecia mais em estado contemplativo pela rara oportunidade de ver esta excelente banda de black metal ao vivo do que se mexer na plateia. Um grande concerto ao nível sonoro, se bem que se notou a falta de palco da banda.


O encerramento do palco secundário para a edição deste ano do Barroselas Metal Fest teve o melhor concerto de todo o festival. As brasileiras Nervosa chegaram, viram, tocaram e levaram tudo à frente com um thrash metal feroz que levantou muita poeira. A promover pela Europa "Downfall of Mankind", Fernanda Lira e companhia estavam visivelmente agradadas com o efeito demolidor que estavam a causar na plateia, agarrando pelos colarinhos tudo e todos enquanto aceleravam em faixas como “Raise Your Fist!” ou “Masked Betrayer”.

Para fechar o festival só faltava mesmo a "Rave Party" dos Serrabulho, que fizeram exactamente aquilo que diz no rótulo! Festa ao máximo, com Zés Pereiras incluídos, invasões de palco, crfiaturas estranhas a dançar na plateia, etc etc etc...

Encerrado o festival fica uma palavra muito especial para a organização, que se esforçou ao máximo para cumprir horários, e que inclusivé inovou nesta edição do festival, com a colocação de chips nas pulseiras para controle de entradas e saídas, e compra de bebidas e seu posterior pagamento.

Texto e fotos: Vasco Rodrigues
Mais fotos aqui
Agradecimentos: SWR


No próximo outono, os belgas Aborted vão juntar-se aos suecos Entombed A.D. para uma tour europeia. A primeira parte dos espectáculos estará a cargo dos dinamarqueses Beast. Infelizmente, o nosso país não foi contemplado com nenhuma data. Porém, os "nuetros hermanos" vão contar com três datas: a 6 de Novembro, em Murcia; a 7 de Novembro, em Málaga; e a 9 de Novembro, em Bilbao. Todas as datas podem ser conferidas no flyer acima. 

Recorde-se, contudo, que os Entombed A.D. vão atuar no Laurus Nobilis, em Famalicão, a 26 de Julho; já os Aborted vão atuar no Vagos Metal Fest, a 10 de Agosto.

Por: Sara Delgado - 21 Maio 19

Resultado de imagem para rotting christ 2019

 Os gregos Rotting Christ anunciaram que se separaram do baixista Vagelis Karzis, que fazia parte da banda desde 2014, algo que ocorreu de forma "amigável". O músico participou nos últimos dois lançamentos da banda. Recorde-se que, no passado mês de Fevereiro, também o guitarrista George Emmanuel saiu da banda. Assim, de momento, o alinhamento dos Rotting Christ resume-se aos veteranos e irmãos Sakis Tolis e Themis Tolis, membros fundadores da banda, em 1987. 

Por: Sara Delgado - 21 Maio 19

Resultado de imagem para clown slipknot 2019


O percussionista dos Slipknot, M. Shawn Crahan, mais conhecido como Clown, está de luto. A sua filha, de 22 anos, faleceu no passado dia 18 de Maio. As causas não foram reveladas. 

O músico emitiu o seguinte comunicado, na página oficial da banda: 

"É com o coração partido, e com a dor mais profunda, que tenho de vos informar que a minha filha mais nova, Gabrielle, faleceu no passado ontem - Sábado, 18 de Maio de 2019. Tinha 22 anos. Seguir-se-ão os preparativos para o funeral. Eu e a minha família pedimos que a nossa privacidade seja respeitada daqui em diante. Obrigado. Muito amor, clown"


Recorde-se que os Slipknot começam a sua próxima tour no mês de Junho, e que atuam em Portugal a 4 de Julho, no VOA Festival.

Por: Sara Delgado - 20 Maio 19


Passados quatro anos desde o lançamento de "Restarter", os americanos Torche anunciam agora o novo álbum "Admission", com data de lançamento marcada para dia 12 de julho, via Relapse Records. O mais recente single, "Slide", já se encontra disponível e pode ser escutado acima.

"A faixa "Slide" foi uma das primeiras que o Eric nos apresentou, completamente pensada e arranjada", conta o baterista Rick Smith, acerca do novo membro da banda. "O Eric é uma máquina a escrever músicas. Sugeri-lhe que se inspirasse nos primeiros 3 álbuns de Gary Numan e ele voltou com material muito bom e que capta perfeitamente a onda dos Torche."

A tracklist do álbum é a seguinte:

01. From Here
02. Submission
03. Slide
04. What Was
05. Times Missing
06. Admission
07. Reminder
08. Extremes Of Consciousness
09. On The Wire
10. Infierno
11. Changes Come


Por: Miguel Matinho - 20 Maio 19


Resultado de imagem para the dark element

O projeto The Dark Element, liderado por Anette Olzon, antiga vocalista dos Nightwish, e Jani Liimatainen, membro fundador e ex-Sonata Arctica, está prestes a lançar o seu segundo álbum. A banda revelou que terminou os trabalhos para este registo, que se prevê ser editado ainda este Outono, via Frontiers Music Srl. A mistura esteve a cargo de Jacob Hansen.

Liimatainen comentou que o novo álbum "é bastante pesado, mas ainda muito melódico, e desta vez até exploramos novos territórios musicais" comparando com o álbum de estreia.

O alinhamento atual da banda conta ainda com Jonas Kuhlberg no baixo e Rolf Pive na bateria.

Por: Sara Delgado - 20 Maio 19


"Bullet Holes" é o título do novo tema dos Bush, que pode ser conhecido no vídeo acima. Esta faixa faz parte do filme "John Wick: Chapter 3 - Parabellum", lançado no presente mês de maio. Foi composta em conjunto com Tyler Bates, um dos compositores da banda sonora do filme. 

Por: Sara Delgado - 20 Maio 19


"Isäni Ääni", é o novo vídeo do vocalista e baixista dos Nightwish, Marco Hietala, que pode ser visto abaixo. A música é tirada do seu álbum solo, "Mustan Sydämen Rovio", que será lançado a 24 de maio via Savonian Rooster.


Tracklist de "Mustan Sydämen Rovio" :

01. Kiviä (05:14) 
02. Isäni Ääni 
(04:37) 
03. Tähti, Hiekka Ja Varjo (05:01) 
04. Kuolleiden Jumalten Poika (04:42) 
05. Laulu Sinulle (07:09) 
06. Minä Olen Tie (05:05) 
07. Juoksen Rautateitä (03:50) 
08. Vapauden Kuolinmarssi (05:02) 
09. Unelmoin Öisin (05:38) 
10. Totuus Vapauttaa (05:43)


Por: Marta Pinheiro - 20 Maio 19


Os Firewind assinaram um contrato mundial com a editora alemã AFM Records.

A colaboração entre a banda grega e a AFM já teria começado com o lançamento do último álbum da banda, 'Immortals', em território norte-americano. Posteriormente, Gus G., o líder da banda e antigo músico de Ozzy Osbourne,  assinou com a AFM para o lançamento dos seus álbuns a solo.

Segundo Gus G., o trabalho de parceria com a AFM Records no seu último álbum a solo, 'Fearless', mostrou grandes resultados pela entrega que depositaram no projeto e a decisão de estender essa parceria aos Firewind "pareceu natural".

"É algo que me deixa muito animado e também estou feliz em anunciar que já estamos a trabalhar no seguimento de 'Immortals'. Estamos a planear entrar em estúdio depois da nossa tour de verão com os Queensrÿche. Em breve faremos mais anúncios!"

Por: Marta Pinheiro - 20 Maio 19



Ultimamente a situação dos Batushka tem sido complicada. Recentemente, o fundador tentou tirar o vocalista do grupo, mas foi ele que acabou por ser retirado da banda. Agora existem duas entidades com o nome de Batushka e ambas lançaram novos temas e têm planos para o sucessor de "Litougiya".

Primeiro surgiu o tema da encarnação de Krzysztof Drabikowski. Este intitula-se "Pecn´1" e está disponível em cima. O próximo álbum tem como título "Panihida" e será lançado através da Sphieratz Production.

De acordo com uma ordem do tribunal, os Batushka de Bartlomiej Krysiuk não estão autorizados a usar esse nome, para lançar temas ou para concertos. Mas parece que isso não os impediu de lançarem um tema intitulado "Chapter I: The Emptiness - Polunosznica", anunciando um álbum com o título de "Hospodi".

O tema em questão está disponível aqui e a capa encontra-se em baixo:


Por: Paulo Vaz - 20 Maio 19


Os Enchantya preparam-se para lançar o seu novo álbum, "On Light And Wrath", através da editora Inverse Records, no dia 24 de Maio, com um concerto no RCA Club (Lisboa). O evento tem ainda como bandas convidadas os Fantasy Opus e os 11th Dimension. 

A entrada custa 8 euros ou 13 euros (CD + bilhete). A abertura de portas está prevista para as 21h e os concertos iniciam-se às 21h30.

Por: Carlos Ribeiro - 20 Maio 19



Os gigantes do thrash metal, Megadeth, já entraram em estúdio para começar a pré-produção do sucessor de Dystopia. As imagens que se seguem mostram as preparações do estúdio no Tennessee e foram partilhadas pela banda via Facebook.





Por: Miguel Matinho - 20 Maio 19