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Por: Sabena Santos Costa - 12 Novembro 18


Os americanos Memphis May Fire divulgaram um novo videoclip para a faixa "The Old Me", que pode ser visualizado abaixo. A faixa pertence ao mais recente álbum, "Broken", que estará disponível a partir do próximo dia 16 de novembro.

O vocalista Matty Mullins comentou: "Este vídeo representa a minha batalha interior contra a ansiedade e depressão, são as duas versões de mim, que estão constantemente em guerra, uma contra a outra. Não podíamos estar mais contentes com o resultado final!"


Por: Miguel Matinho - 12 Novembro 18


Para acabar o ano em grande, Almada terá a oportunidade de rever os Bizarra Locomotiva. A banda irá atuar no dia 21 de Dezembro, no Cine-Incrível. 

Início: 22h00

Bilhete: 10€ (pré-venda)

Para adquirir bilhete, basta fazer transferência bancária e enviar o comprovativo para cineprograma@gmail.com. NIB: 0033 0000 45429570925 05. O bilhete será levantado no dia do evento.

Em alternativa, é possível adquirir na bilheteira do Cine-Incrível, de quinta a sábado, entre as 22h00 e as 02h00


Por: Sara Delgado - 12 Novembro 18


A noite do passado 3 de novembro ficou marcada pela presença dos polacos Riverside, que vieram a Lisboa apresentar o seu sétimo álbum de estúdio, “Wasteland”. A banda já estava manifestamente com saudades do público português e apresentou-se na companhia dos seus conterrâneos Mechanism, que tiveram a sua estreia em território nacional, após 9 anos de carreira.

O relógio marcava 21.50 e podíamos observar que a sala Lisboa ao Vivo ainda se encontrava a meio gás. Quando os Mechanism deram entrada em palco para abrir o espetáculo, acompanhando a antecipação do público por uma noite dedicada ao progressivo, aquilo que era uma plateia algo apreensiva depressa se rendeu ao soar do refrão de “Blindness”, música de abertura do mais recente álbum da banda. 

Aos 20 minutos de concerto, de um lado apresentava-se uma plateia vibrante, que, a pedido da banda, batia palmas como se não houvesse amanhã; do outro lado, estavam quatro músicos surpresos pela quantidade de pessoas presentes, sendo que o vocalista afirmou ser até capaz de fazer “stagedive”. 

As primeiras impressões são de uma grande importância e os Mechanism conseguiram apaixonar o público presente, sendo que muitos esperarão ansiosamente por uma próxima visita.

Chega a vez da atuação dos Riverside e nota-se uma sala muito mais composta desde a última vez que os polacos cá estiveram, há 3 anos. 

Os assobios, as palmas, os gritos e toda a agitação que se fez sentir, marcaram a subida da banda ao palco, que entrou com as novas músicas “Acid Rain” e “Vale of Tears”. Seguiu-se um dos temas do primeiro álbum dos Riverside, “Reality Dream I”, durante o qual cumprimentaram os fãs lisboetas.

À medida que o espetáculo avançou, observou-se também um público menos tímido, com a linha da frente a acompanhar pela primeira vez a banda, no refrão de “Lament”. Balançavam para a esquerda e para direita, ao som de uma melodia muito melancólica. Aqueles que não fecharam os olhos durante a passagem da guitarra acústica, puderam observar o sorriso que se acomodava na cara dos músicos, perante a sensação de sintonia que se fazia sentir no recinto e das palmas intensas que se lhe seguiram. O grupo voltou a sentir a energia da sala na música “Out Of Myself”, que antecedeu “Second Life Syndrome”.

Como é característico da banda, a atmosfera que até aqui se fazia sentir era uma completa inundação dos sentidos, deixando o espectador numa viagem única, conseguida pela construção única da setlist. Esta vagueou pelas músicas mais diversas, no que diz respeito às emoções que evocam. E como não podia deixar de ser, o grupo retomou o ambiente melancólico com o tema “Left Out”, dando voz aos fãs para um indispensável “sing-along”. 

Ainda sem fugir ao registo da última música, o baixista e vocalista Mariusz Duda agarrou numa guitarra acústica para tocar “Guardian Angel”, que o público recebou com enorme êxtase, enquanto acompanhava a letra, sem falhar um único verso.

Dando continuidade ao novo álbum, seguem-se as músicas “Struggle For Survival” e “Forgotten Land”, que terminaram com um desvanecimento do som, à medida que as palmas se intensificavam. Se ainda restavam dúvidas, são estes os momentos que demonstram a qualidade incontestável do último disco.

Estávamos neste momento a terminar a setlist, com a banda a partir para um dos temas finais, “Loose Heart”, música onde o vocalista dá tudo o que lhe resta, deixando toda a gente ao rubro e com um arrepio na “espinha”, no momento em que se ouve “Raise me up, don’t let me fall”, com um rugido que ecoou por toda a sala. 

Os Riverside ameaçaram terminar o alinhamento com o tema homónimo do album, “Wasteland”, mas os fãs ainda não haviam perdido a energia, apesar das quase duas horas de espetáculo que já tinham presenciado. Os seguidores do grupo de Mariusz Duda ainda tiveram direito a um encore, voltando ao palco, agora, acompanhados por Maciej Meller, que tem vindo a ocupar o lugar de guitarrista apenas ao vivo, depois do trágico falecimento de Piotr Grudziński, há quase três anos. Este poderia ter sido o fim da banda, mas, inabalável, o grupo retornou com “Wasteland”, um álbum que fala de esperança, luto e sobrevivência.

Recomeçou o espetáculo com “Night Before”, seguida por “02 Panic Room”, música na qual se vê uma plateia ansiosa por cantar. Não obstante, esta mostra-se muito tímida, no momento em que Mariusz lhes dá a palavra,“Oh really?”, comentou o vocalista, pedindo um último esforço aos presentes. Aproximava-se o fim do concerto e os Riverside terminaram com uma homenagem a Piotr Grudziński, que o público aplaudiu com toda a vida que tinha. Nem parecia que tinham estado em constante movimento e agitação durante sensivelmente duas horas.

Foi com "River Down Below" que a banda se despediu, tendo Marius solicitado aos fãs que mantenham um sorriso na cara e que levem toda a família, da próxima vez que vierem tocar a Portugal. As vénias e os agradecimentos anunciaram o fim do espetáculo, com uma plateia crescente e mais cúmplice. Podemos assumir o grande sucesso que o grupo fez no Lisboa ao Vivo e, com sorte, não teremos que esperar mais 3 anos.

Texto por Miguel Matinho
Agradecimentos: Free Music Events


A lendária banda inglesa está prestes a lançar o seu 15º álbum, no próximo dia 14 de dezembro, através da Spinefarm Records.

O sucessor do "From The Very Depths" terá vários formatos disponíveis, inclusive cassete para os fãs mais old school.

De acordo com Cronos, o grupo trabalhou "arduamente, em mais de dois anos, para garantir que o novo álbum aumenta a fasquia e que apresentam uma demoníaca mistura entre o antigo e o novo".

Track list e capa de "Storm The Gates":

01. Bring Out Your Dead
02. Notorious
03. I Dark Lord
04. 100 Miles To Hell
05. Dark Night (Of The Soul)
06. Beaten To A Pulp
07. Destroyer
08. The Mighty Have Fallen
09. Over My Dead Body
10. Suffering Dictates
11. We The Loud
12. Immortal
13. Storm The Gates


Por: David Ferreira - 11 Novembro 18


Depois do falecimento prematuro do vocalista Kyle Pavone, muito se tem falado sobre as possíveis alterações no seio da banda de metalcore We Came As Romans, as quais contudo não serão levadas a cabo, como explicou o também vocalista Dave Stephens à revista britânica Kerrang:

"Compusemos aqueles temas juntos e também continuam a ser os meus temas, mas é estranho até para mim interpretar as partes dele. Tenho a certeza de que é um pouco estranho para os fãs e para a banda, mas não consigo imaginar como seria muito mais estranho ter alguém a interpretá-las permanentemente. Não queremos adicionar novamente outro membro, e neste ponto, estamos mais próximos do que nunca. Queremos fazer o melhor para homenageá-lo e deixá-lo orgulhoso, mas nunca substituí-lo. Ele não será definitivamente esquecido.

"Acho que a partir de agora, precisamos de algum tempo para ultrapassar a nossa dor. Terminámos a digressão e muitos daqueles primeiros momentos que seriam muito difíceis de superar. Acho que o próximo passo seria compor temas sem ele, e não tenho a certeza de quando isso acontecerá. Temos definitivamente como plano a continuidade. O Kyle e todos nós dedicámos muito tempo para que isto acontecesse, porque todos nós o queríamos, por isso sei que ele ficaria muito furioso se atirássemos a toalha ao chão."

Por: Bruno Porta Nova - 11 Novembro 18


A banda dinamarquesa Artillery lançará o seu novo álbum de estúdio, "The Face Of Fear", no dia 16 de novembro através da Metal Blade. 

O videoclip oficial da música "Pain", retirada de "The Face Of Fear, pode ser visto acima. O mesmo foi produzido por Morten S. Madsen, gravado nos Medley Studios, e conta com a participação do ator dinamarquês Tommy Vonsyld, no papel principal.

A banda referiu que este relata a história de um homem que vive isolado e e em que tudo se centra em torno da sua dependência em drogas e álcool. Retrara também a dor, bem como os problemas mentais e psicológicos causados pelo abuso, estando ele perto do fim.

As letras continuam a abordar assuntos relativos à destruição da humanidade, dualidade de padrões e abusos. S. Madsen relevou ainda que algum do material contido neste álbum foi, originalmente, escrito no início dos anos 80, o que os inspirou a voltar ao estilo old school.

Abaixo podem ser vistos os outros videoclips já lançados, também do mesmo álbum.



Por: Carla Amaral  - 10 Novembro 18


Os Wardruna lançaram um vídeo para o novo single "Voluspá" (Profecia da Vidente), que consta no próximo trabalho da banda "Skald" e cujas letras são de um antigo poema nórdico. O videoclip está disponível em cima.

O líder da banda, Einar Selvik, disse: "Recentemente passei três dias abençoados e que me mudaram a vida com um grupo de lobos, os seus cuidadores e as pessoas mais competentes em filmagens da Finlândia."


Por: Paulo Vaz - 10 Novembro 18


A banda americana com ex-membros dos Type O Negative e dos Life of Agony, prepara-se para lançar um novo álbum, intitulado de "When The World Becomes Undone", a 18 de janeiro pela Long Branch Records - SPV.

Fundada pelo ex-baterista dos Type O Negative e dos membro dos Life of Agony, Sal Abruscato, a banda A Pale Horse Named Dead conta com os guitarristas Joe Taylor e Eddie Heedles, com o baixista Eric Morgan e com o baterista Johnny Kelly (Type O Negative).

O primeiro single "Love The Ones You Hate" será divulgado a 16 de novembro.

"When The World Becomes Undone" foi produzido por Maor Appekbaum (Faith No More, Meat Loaf, Yes, Sepultura, Halford), tendo o desenho da capa sido criado, uma vez mais, por Sam Shearon (Rob Zombie, Fear Factory, Cradle Of Filth). 

Track list do álbum "When The World Becomes Undone":

01. As It Begins
02. When The World Becomes Undone
03. Love The Ones You Hate
04. Fell In My Hole
05. Succumbing To The Event Horizon
06. Vultures
07. End Of Days
08. The Woods
09. We All Break Down
10. Lay With The Wicked
11. Splinters
12. Dreams Of The End
13. Closure


Por: Ana Antunes - 10 Novembro 18

Black Metal alemão pode parecer um pouco estranho mas os Ultha, com o seu novo álbum "The Inextricable Wandering" estão prontos para nos provarem o contrário. A Metal Imperium conversou com o baixista e vocalista da banda, Chris Noir, para ficar a conhecer melhor esta banda que vai dar que falar.

M.I. - Porque sentiram necessidade de criar Ultha? Porque optaram por “Ultha”? O que significa?

Nós começamos a banda no início de 2014 após a dissolução das nossas antigas bandas (Planks, Goldust, Atka, Ira, só para citar algumas). Sempre tentamos incorporar elementos de Black Metal na composição de músicas nas nossas antigas bandas (especialmente o Ralph e eu), mas nunca foi a 100%. Então, quando tivemos a oportunidade de formar uma banda de Black Metal, agarrámo-la.


M.I. – Os Ultha surgiram há 4 anos mas já têm muitos lançamentos... pode supor-se que os seus membros são super criativos?

Eu acho que ser inquieto é quase tão importante como ser criativo. O Ralph, que escreve a música e as letras, consegue ter um incrível alto rendimento às vezes. Além disso, tentamos ensaiar uma vez por semana, o que não é fácil quando todos os membros da banda têm mais de 30 anos e têm emprego, mas é claro que isso ajuda a transformar os rascunhos do Ralph em músicas acabadas. Acho que poderia dizer-se que tudo ajuda... a criatividade, a inquietação e uma boa quantidade de ética de trabalho.


M.I. - Não é comum ver bandas alemãs a tocar Black Metal. Porque é que este género é tão especial para vocês? Como decidiram que era o melhor género para a vossa música?

Além do Pós-Punk, o Black Metal é o tipo de música que sempre me tocou mais, que ressoou melhor em mim. Eu não sei porquê, é difícil colocar sentimentos em palavras... Talvez seja a combinação da melancolia, melodia e agressividade que me agradou. De momento, ando a ouvir "Nattens Madrigal", dos Ulver, que é, indiscutivelmente, a essência do que mais gosto no Black Metal.


M.I. - O título do álbum e as faixas têm títulos muito elaborados… por quê? 

O Ralph escreve todas as letras e é muito importante para nós que um álbum seja uma obra de arte completa: música, arte, letras, título, tudo é igualmente importante e, portanto, muita atenção é colocada em tudo. Além disso, gosto do facto de cada ouvinte poder propor a sua própria interpretação do título e da letra, que até pode estar muito distante do conceito real.


M.I. - A banda escreve sobre melancolia, dúvida, tristeza e anti-religião... porquê estas questões em particular? Porque vos interessam?

Não é tanto um interesse nessas coisas, mas o facto de termos que viver com esses sentimentos. No que diz respeito à melancolia, dúvida, medo, perda, estas são todas as emoções e experiências que encontramos e sentimos regularmente. O Ralph escreve sobre o que o move, e pode ser brutalmente honesto às vezes, mas eu aprecio o facto de não termos de nos esconder atrás de letras pseudo-satânicas infantis ou ter de cantar sobre assuntos com os quais não nos identificamos. Se as pessoas querem fazer essas coisas, criar uma imagem ou, na verdade, têm visões satânicas, achamos bem que o façam mas para nós isso não é viável. Talvez seja em parte devido à nossa socialização na cena punk / hardcore DIY, que é bastante mais niilista do que qualquer outra coisa.


M.I. O que distingue o novo álbum "The Inextricable Wandering" dos dois álbuns anteriores?

Tentamos entrar num novo território com faixas como "There is no Love, high up in the Gallows", que está muito longe do Black Metal, ainda que esse seja o núcleo desta música. E acho que o álbum parece mais agitado, mais desesperado e melancólico. Diria que é de longe o nosso melhor lançamento, com um som muito natural, corajoso e poderoso. No entanto, tentamos manter a nossa “marca registada”, que é a frieza do Black Metal escandinavo misturado com as melodias de Dark Wave.


M.I. - O primeiro álbum “Pain Cleanses all doubt” tinha 4 faixas, o segundo “Converging sins” tinha 5 e o 3.º tem 6. Parece haver um padrão aqui… coincidência ou propositado?

Pura coincidência.


M.I. - “The Inextricable Wandering” possui apenas 6 faixas, mas tem um tempo de execução superior a 1 hora… como decidem a duração das faixas? Quão complicado é tocar temas longos ao vivo?

Basicamente, não é decidido, as faixas duram o tempo necessário até acharmos que estão bem. O nosso baterista provavelmente tem o trabalho mais difícil de tocar essas músicas ao vivo, apenas por motivos de resistência, mas não diria que é complicado. E como disse, nós tentamos ensaiar uma vez por semana, e depois todas as nossas músicas basicamente funcionam como músicas pop... pesadas, longas canções pop, mas não há um único momento em qualquer música em que eu me sinta perdido.


M.I. - De todas as 6 faixas, qual funcionará melhor ao vivo? Porquê?

Acho que "I’m afraid to follow you there" se tornará uma música importante no nosso reportório. Tem uma introdução muito atmosférica, melodias incríveis, é rápida, tem um final enorme, praticamente tudo o que as pessoas classificariam como uma boa faixa de Ultha.


M.I. – Os Ultha estarão muito ocupados no futuro próximo a promover o novo álbum que vai ser lançado pela Century Media. Quais são as vossas expectativas? Estão nervosos ou animados?

Estamos definitivamente animados para tocar ao vivo novamente. Depois de meses de luta para preparar o álbum e muita conversa teórica, é muito bom concentrarmo-nos no que é o motivo inicial para se fazer uma banda: tocar música.


M.I. - O álbum foi lançado há cerca de um mês... como têm sido as reacções dos média e dos fãs até agora?

Até agora, as reacções foram muito boas, na verdade estou um pouco surpreendido - não estava à espera.


M.I. - Haverá uma versão limitada em vinil do álbum disponível pela Vendetta Records. É incrível que tenham um óptimo relacionamento com a vossa editora anterior. Porque são tão gentis com eles?

Não há razão para não o ser. Sem o Stefan e Vendetta não estaríamos onde estamos agora, devemos muito a ele e ao seu trabalho. Nós não deixamos a editora por causa de problemas, pois não havia literalmente nenhum.


M.I. - Como surgiu o acordo com a Century Media?

Basicamente, eles abordaram-nos no início de 2017, demonstrando interesse em assinar-nos. Nós conversamos muito sobre a oferta e é claro que estávamos um pouco cépticos no início, sendo os punks DIY que somos. Mas as pessoas da CM são muito porreiras, parecem pessoas honestas, verdadeiros fãs da nossa música e cumpriram muitos dos nossos pedidos. Por isso, sentimos que deveríamos arriscar e dar-lhes uma oportunidade.


M.I. - Como músico, quais são os teus principais objectivos?

Eu não sinto que sou músico. Eu só espero ter esta banda como uma maneira de me expressar por mais algum tempo. E se puder influenciar alguns dos nossos ouvintes através disso, é mais do que eu poderia pedir.


M.I. - Que expectativas têm para os Ultha? Quão longe querem ir?

Acho que somos muito realistas. Todos nós trabalhamos a tempo inteiro em trabalhos normais, e uma tournée extensa (uma necessidade para nos tornarmos uma grande banda) simplesmente não é possível. Estamos ansiosos por fazer bons concertos e escrever mais músicas para nos divertirmos.

For English version, click here.

Entrevista por Sónia Fonseca


Transe Meditativo é a definição mais adequada para o som de Shibalba, de acordo com a banda. A banda está prestes a lançar um novo opus intitulado "Stars All Med-Hum", que promete ser "uma gravação de meditação profunda e perigosa, ideal para magia sexual tântrica e trabalhos de sonho"... perante isto, a Metal Imperium não podia deixar de aproveitar a oportunidade de conversar com eles, pois não?


M.I. - Por que optaram pelo nome “Shibalba”, baseado na mitologia Maia quando a mitologia Grega é tão rica? Acharam que se encaixava melhor na música?

O nome escolhido para representar o trabalho espiritual de Shibalba foi escolhido por uma infinidade de razões, materializando a visão por trás da criação da nossa Arte. Cada aspecto tem um certo significado e simbolismo, assim como o nome também se estende além do simples simbolismo do Mundo Inferior. Refere-se ao enviado da jornada infinita e o eterno retorno, o renascimento da consciência dentro dos mistérios da morte suprema.


M.I. - Por que sentiste necessidade de criar Shibalba considerando que estavas envolvido noutros projectos musicais? O que é que Shibalba te "oferece" que os outros projectos não oferecem?

Shibalba, como todos os esforços musicais e artísticos que envolvem entidades separadas, serve diferentes causas. Não há limite para a expressão espiritual e artística quando é honesta e pura. Da mesma forma, há uma liberdade de expressão que as paisagens sonoras de Shibalba oferecem que não podem ser encontradas noutro género musical, uma forma ilimitada de revelações muito além das cenas e tendências actuais e corroídas da indústria da música moderna.


M.I. - Alguns dos vossos álbuns foram lançados por diferentes editoras. Porquê? As editoras têm medo de apostar e promover projectos não convencionais e não comerciais?

Foi nossa opção seleccionar vários colaboradores para divulgar o nosso trabalho. Nunca houve qualquer limite para a forma de arte de Shibalba e a editora não deveria sê-lo. Sendo uma banda não-comercial poderíamos ter tido dificuldades mas, todos os anos na vida de Shibalba, sempre fomos presenteados com inúmeras propostas, seleccionando só as que realmente eram representativas da essência da nossa Arte.


M.I. - “Stars All Med-Hum” soa como a banda sonora de um retiro de meditação, que inclui 5 alinhamentos. O que nos podes dizer sobre eles? Em que são inspirados? O que é que o título significa?

O álbum mergulha profundamente nos oceanos astrais não mapeados e nos corredores da Star Al-Med Hum. Orquestrando uma jornada para as esferas mais obscuras além da percepção humana, os caminhos do ingresso e êxtase do outro mundo, uma entidade recém-nascida é trazida para a Luz. Uma banda sonora para a Meditação da Magia Tântrica sexual e uma vocalização sinistra dos cantos mais escuros da psique, à medida que o Adepto ascende ao mundo astral, abaixo e acima, em transe de sono lúcido e despertar Interno. Planos de Tudo e Nada, imaginados por impulsos e vibrações, enquanto os discípulos dos arquitectos sónicos estão a dançar para invocar os nomes sabáticos de Deusas indescritíveis da Lua. A teurgia de Kundalini e Brahman combinada com átomos solares e lunares ascendendo e entrelaçados ao redor da medula espinhal, projectando a alma por mantras sagrados e antigos, para os mundos astrais da Estrela Al-Med Hum.


M.I. - Os títulos dos alinhamentos “Fa Ra On”, “TEI Re Re Re”, “Ana Hat”, “La Ra” e “Egi Pto” parecem ser palavras divididas… o que significam? Em que são baseados?

Os títulos referem-se a certas práticas mágicas, que são impróprias para serem totalmente apresentadas e discutidas. Como sempre, não é nossa intenção desvendar totalmente os detalhes do pano de fundo espiritual, e sim deixar o ouvinte mergulhar nas realidades alternativas da libertação e das suas paisagens mentais. A jornada apresentada não é mapeada e é desconhecida, enquanto todas as explicações verbais são fúteis.


M.I. - A capa feita por Nekelmu Ilu reflecte calma e beleza... é a mensagem que queriam transmitir?

É uma projecção sólida do título do álbum, enquanto representa o trabalho visionário que foi realizado. Existem várias mensagens a serem descobertas em todos os cantos da versão, incluindo as mencionadas anteriormente. Com cada capa, deve haver uma declaração do artista para o público, sendo essa a ignição inicial para a visualização mental do material.


M.I. - De acordo com a banda, este álbum “é uma gravação de meditação profunda e perigosa, ideal para magia sexual tântrica e trabalhos de sonho”… já tentaram isso?

As práticas com as quais trabalhamos e experimentamos não devem ser discutidas ou apresentadas de qualquer forma. Não é o objectivo principal do lançamento gabarmo-nos das nossas práticas, mas expandir a base de experiência que deu forma ao álbum.


M.I. - Acreditas que a meditação ajuda a alcançar um estado de consciência? Praticas meditação?

A prática da meditação é a base de toda a forma espiritual, tendo inúmeras formas através das Eras. Portanto, não há um acto de Magia que não seja, de certa forma, um acto de Meditação.


M.I. - O que faz de “Stars All Med-Hum” um álbum tão especial?

O que realmente faz de Stars Al Med-Hum um lançamento especial é a força geradora por trás do seu lançamento, como todos os lançamentos de Shibalba. É um acto de canalização da Chama Interna da criação para vibrações artísticas muito além de quaisquer limites e restrições, uma jornada espiritual para os planos não descobertos da mente e da alma, onde todo o Divino nasce.


M.I. - O álbum será lançado em meados de Novembro. Como é que os fãs e os média têm reagindo até ao momento?

A percepção e as reacções ao álbum foram muito mais satisfatórias e recompensadoras do que qualquer outro trabalho que fizemos até agora. Recebemos numerosas mensagens dos ouvintes que parecem estar desejosos de mergulhar profundamente na totalidade do álbum, logo que esteja disponível.


M.I. - Quais são as principais diferenças entre "Stars All Med-Hum" e o trabalho anterior "Psychostasis - Death of Khat"?

Existem inúmeras diferenças e inúmeras semelhanças, como irmãos nascidos do mesmo ventre, mas sendo entidades diferentes ao mesmo tempo. Há uma linha fina que separa os dois lançamentos, o efeito da crescente experiência trazida pela passagem do tempo, que concede uma visão artística mais clara a cada novo empreendimento. Cada novo lançamento completa a criação que foi construída pelo curso da vida de Shibalba, enquanto estabelece o terreno para o próximo trabalho.


M.I. – A vossa música é uma combinação de vários géneros... podes descrevê-la usando apenas uma ou duas palavras?

Transe Meditativo.


M.I. - Os Shibalba estarão em tournée para promover o novo álbum?

Apenas faremos alguns concertos, já que Shibalba não surgiu para ser um acto convencional, mas uma experiência rara de se viver.


M.I. - Obrigada pelo teu tempo! Poderias deixar uma mensagem aos fãs e leitores da Metal Imperium?

Nós orgulhosamente apresentamos o novo lançamento e pedimos a todas as pessoas famintas que vivenciem os mundos do Stars Al-Med Hum. Afundem os vossos corações profundamente no próximo Opus da banda, devorem o vazio hipnotizante.

For english version, click here

Entrevista por Sónia Fonseca


Os Sonata Arctica anunciaram a sua primeira digressão europeia apenas em formato acústico. A banda, que já está a gravar o seu mais recente álbum desde final de Agosto em estúdio, resolveu fazer uma pausa nesse processo e começar, já em Março, esta nova corrida pelo velho continente. 

Infelizmente para os fãs portugueses, a primeira remessa de datas não conta com a presença de Portugal.

Apesar disto, ficamos com a certeza de que o novo álbum dos finlandeses verá a luz do dia já em 2019. A banda promete mais novidades para breve.

Por: Carlos Ribeiro - 09 Novembro 18


Ainda no seguimento da entrevista publicada no canal oficial dos Metallica no YouTube, que a Metal Imperium tem estado a acompanhar, divulgamos agora o comentário que James Hetfield teceu acerca de Jason Newsted e a sua batalha para se afirmar no seio da banda:

"Acho que deveria ter sido mais suave para ele, como um sonho que se tornou realidade, mas não tenho como saber qual era o ponto de vista dele. Deve ter sido muito difícil; foi efetivamente muito difícil para ele e para nós e a psicologia dir-te-á que toda a nossa raiva, mágoa e tristeza foram direcionadas para o Jason, talvez não tudo, mas boa parte. O Jason era um alvo fácil e haviam muitas coisas sobre ele, a sua personalidade... ele foi ingénuo o suficiente para aceitar aquilo, o que foi positivo para ele. Acho que ele era um grande fã, e odiávamos aquilo, odiávamos essa parte. Queríamos tirar-lhe aquele lado de fã para que se tornasse tão endurecido quanto nós, e tentámos também fazer com que ele tocasse algo diferente, como o Cliff faria. O Jason seguia o que quer que eu fizesse na guitarra, e houve momentos em que me escondia dele para ele não ver o que eu tocava, de forma a que ele fizesse algo por conta própria. Mas, obviamente, ele encaixava-se muito bem ao vivo, ele tocava com força e ouvias o baixo ao vivo, e ele não tinha medo de pegar no microfone e berrar, quando tinha vontade. E ele dava o litro nos concertos. Isto fez com que ele ganhasse respeito assim que começámos a fazer digressões."

Por: Bruno Porta Nova - 09 Novembro 18


Myles Kennedy confirmou que a sua banda, Alter Bridge, já começou a trabalhar no material que estará contido no seu próximo álbum, ainda não intitulado.

O mesmo revelou, numa entrevista dada à revista Myglobalmind, que está de volta à escrita das próximas letras e que Mark Tremonti, guitarrista da banda, também tem composto. Deste modo, a banda deverá reunir-se em abril, com o intuito de trabalhar para este novo lançamento. 

Por: Carla Amaral - 09 novembro 18


A vocalista de Lacuna Coil, Cristina Scabbia, falou à Metal Wani sobre o progresso das sessões de escrita de músicas, para o álbum que sucede "Delirium", de 2016. 

A cantora revelou: "Estamos no início dos trabalhos do novo álbum, mesmo assim, tenho de dizer que não existe nenhum tema pronto." E acrescenta: "A nossa cabeça está em modo tour e trabalhar no livro e no DVD requereu muito tempo, que honestamente não nos focámos propriamente na escrita dos sons. Então, assim que voltarmos a casa depois da tour europeia, vamos focar-nos na escrita dos temas e aí a coisa vai ser séria. Mas até agora não tivemos tempo e, acima de tudo, a disponibilidade mental para compor música. E nós queremos fazê-lo de uma maneira muito séria e de uma forma que saibamos que conseguimos produzir coisas boas. Brevemente. Estamos a planear um novo álbum para o próximo ano."

Em baixo está disponível a entrevista completa, onde Cristina Scabbia aborda outros assuntos sobre a banda.



Por: Paulo Vaz - 09 Novembro 18



A uma semana do lançamento do novo álbum de The Smashing Pumpkins, "Shiny And Oh So Bright, Vol. 1 / LP: No Past. No Future. No Sun", a banda presenteia os seus fãs com mais uma nova faixa do seu mais recente trabalho, “Knights Of Malta. A música será lançada oficialmente esta sexta-feira nas plataformas digitais. É a terceira, depois de “Solara” e “Silvery Sometimes (Ghosts)”ambas disponíveis para streaming e download.

Por: Sofia Alves do Reis - 09 Novembro 18



Recentemente, foi anunciado o regresso dos Soen ao nosso país, mais propriamente no dia 30 de Março de 2019, no Hard Club (Porto), e, no dia seguinte, no RCA Club (Lisboa). A banda virá promover o seu novo registo, "Lotus", a lançar no dia 1 de Fevereiro, através da Silver Lining Music.

Agora, sabe-se que a primeira parte do evento estará a cargo dos dinamarqueses Ghost Iris, que, tal como os suecos, também vão lançar um novo álbum no próximo ano, intitulado "Apple of Discord".  

Os bilhetes "early bird" têm o valor de 20€ e podem ser adquiridos em Letsgo.pt


Por: Sara Delgado - 08 Novembro 18