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O músico canadiano apresentou o vídeo de “Why”, do álbum “Empath”, lançado em março de 2019. 

“Empath” define a criatividade de Devin, ao representar todos os seus estilos musicais num só álbum, sendo um trabalho amplo e ao mesmo tempo desafiador. Devin iniciará a “Empath- European Tour” no próximo mês de novembro. 

O videoclip de  “Why” contou com a realização de D.C. Turner e pode ser visto acima. 

Por: Filipa Pinheiro - 20 Setembro 19







O final de Agosto marca para muitos o regresso ao trabalho depois de merecidas férias de Verão. Para a comunidade metálica nacional, marca também a romaria a uma pequena localidade no concelho de Loures, de seu nome Casaínhos, para aí assistir a um festival que já vai estando enraizado na agenda de muitos.


Na edição deste ano, o calor abrasador voltou a brindar todos com a sua presença, e quando os Crab Monsters subiram ao palco às 15 em ponto, a grande maioria do público presente “escondia-se” numa das sombras existentes no recinto. Com o sol de frente, a banda de Castelo Branco suou a camisola ao passar em revista o disco de estreia “High on Guts”, editado pela Hell Xis, arrancando com “Violent World” e fazendo logo ali início de celebração com a plateia. Destaque para as faixas “Welcome to Jail” e “Naked Alive”, a fazer os 30 minutos de actuação passar num instante.


Troca rápida de banda, com os H.P.S. (Hard Punk Spirit) a iniciar a sua prestação com “músicas que não lembram ao Diabo”, segundo o vocalista Vítor Libânio. O quinteto ainda dá os primeiros passos na cena punk nacional mas tem cativado quem os vê ao vivo, seja pela qualidade musical, atitude despreocupada ou letras divertidas. “Zombie Catita” arrancou a meia hora de actuação, sempre pincelada com toques de humor do vocalista, fosse na apresentação dos membros da banda como seus primos ou introduzindo a faixa “HPS” como “Hoje Perdi os Sapatos”. Como alguém dizia na plateia já mais composta, estes gajos têm tudo para poder ir longe...


Pelas 16h30 foi altura de ouvir o vencedor do concurso de bandas de São João da Madeira, algo que é habitual no Casaínhos Fest e que faz sempre com que venha um autocarro de fieis seguidores dos sons pesados do norte do país. Este ano coube aos Maxila representar esse concurso de bandas e o sludge do trio mostrou qualidade perante um ambiente visivelmente indiferente a esta sonoridade. Apesar disso não faltou apoio à banda que junta ex-membros dos EAK. O desconhecimento do seu som, virtude da juventude da banda, também ajudou a que muitos decidissem ficar pela área de restauração.


Público caloroso não faltou aos The Year, que se estreavam no Casainhos Fest e que partiram para uma grande actuação, alicerçada no EP “Beasts” editado o ano passado pela Hell Xis. O hardcore marca sempre presença neste festival, e com Devil In Me no cartaz eram já muitos os amantes desse tipo de som que marcavam presença na plateia. “Bastion”foi o ponto alto de uma actuação onde a dado momento o vocalista João Correia decidiu fazer a festa junto do circle pit em frente ao palco. A poeira começava finalmente a levantar.


E poeira não faltou na prestação dos HoChiMinh. A banda de  Beja tem um enorme grupo de fãs e sempre que aparece pela capital é a loucura. Embora esta tivesse sido a última actuação do baterista, Pina, João Ramos e companhia decidiram despedir-se dele com uma das melhores performances que me lembro, de tal forma que até o irrequieto vocalista teve direito a crowdsurfing. Nenhuma novidade no alinhamento nem na valia dos instrumentistas em cima de palco, a mostrar bem que merecem o culto que têm obtido. Resta agora esperar pelo novo disco, que resultou de uma sensacional campanha de crowd funding.


E se João dos HoChiMinh fez crowdsurfing, também Nuno Rodrigues dos We Are Killing Ourselves teve o mesmo direito. A banda de Almeirim não deixou ninguém descansado durante os 40 minutos que esteve em palco, saltando e fazendo saltar, quer quando tocava material mais velhinho quer com o excelente novo tema “Perish”. Com novo disco no prelo, o futuro parece risonho para os WAKO.


Com o sol abrasador finalmente a bater em retirada e o recinto muito bem composto, foi tempo de receber a primeira das duas bandas internacionais desta edição do Casaínhos Fest. Os dinamarqueses Hatesphere mostraram o seu death/thrash a um público muito participativo, sempre acicatado por Esben, que estava constantemente a pedir ainda mais empenho. “Reduced to Flesh”, editado o ano passado, é um excelente disco e foi dele que saíram os destaques da noite, com “Can of Worms” à frente de quaisquer outras, antes de convidarem para palco Raça dos Revolution Within para “Sickness Within” de 2005.


Com os amantes do thrash a guardarem energias para mais tarde, foi a vez dos punks tomarem de assalto a frente de palco. Primeiro para testemunhar o regresso a Casaínhos dos Devil In Me, onde em 2017 tinham posto um ponto final na sua carreira. Felizmente a banda de Poli Correia regressou este ano com energia renovada e deu talvez o concerto da noite. Incansáveis, não deram tréguas à plateia, especialmente em clássicos como “Soul Rebel” e “Knowledge Is Power”, e mostrando um pouco do futuro próximo, com “Celebration”.


Dos Tara Perdida não é preciso relembrar a sua importância no panorama musical português. Eles transcendem o universo punk rock e são hoje acarinhados por milhares de norte a sul do país. Com uma legião de fãs militante – bastava ver a quantidade de t-shirts da banda que a plateia envergava – e que os segue por toda a parte, eram eles que a maioria ali estava para ver. Mas antes, a organização do evento subiu ao palco juntamente com um representante da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Loures, para agradecer a presença de todos, naquilo que representa um carimbo de apoio ao evento por parte da autarquia.


Mas vamos ao que interessa, que foi a prestação dos Tara Perdida. Cinco estrelas, como habitualmente, percorrendo toda a discografia da banda nos 90 minutos que lhes foram atribuídos. Com novo disco este ano, “Reza”, a banda de Ruka e Ganso não deixou os clássicos da era João Ribas de lado, com a voz de Tiago Afonso a ecoar pelo recinto como uma locomotiva a mil à hora. Os destaques ficam difíceis numa banda tão boa como os Tara, mas clássicos são clássicos, e “O que é que eu faço aqui”, “Jogar de novo e Arriscar”e “Desalinhado” foram um pouco melhores que os restantes.


Depois dos Tara Perdida, Casaínhos podia perfeitamente ter terminado ali. Mas para os thrashers ainda havia os espanhóis Angelus Apatrida para esgotar a energia que restava. “Cabaret de la Guillotine”, o último trabalho de originais, foi o destaque da apresentação da banda de Albacete, que não deixou de visitar toda a discografia, mas o frio que veio da serra e o cansaço de muitos fez com que não tivesse tido o impacto merecido. Mesmo assim, Guillermo e companhia tiveram muito mosh na frente do palco, que não deixaram que caísse o pano sobre o festival sem acarinhar a banda de nuestros hermanos.

Texto e fotos: Vasco Rodrigues
Mais fotos aqui
Agradecimentos Casainhos Fest


O videoclip para a nova música dos finlandeses Insmonium já se encontra disponível e pode ser visualizado abaixo. Acompanhada, no vídeo, pelas belas paisagens finlandesas do parque nacional de Koli, a faixa "Heart Like a Grave" é o segundo single lançado pela banda, pertencente ao próximo álbum com o mesmo título, disponível a partir do dia 4 de outubro.

A banda comenta: ""Heart Like a Grave" é a faixa título do nosso oitavo álbum. É um olhar sobre o passado, em direção aos dias fantásticos da juventude, onde tudo parecia mais claro e ainda havia esperança de dias melhores.Um tema muito recorrente nas letras finlandesas ao longo dos anos."

"O álbum pretende mergulhar no interior da melancolia finlandesa. Inspirámo-nos nas músicas, poemas e contos mais sombrios e tristes, que realmente capturam a essência da melancolia do norte."

A tracklist do álbum é a seguinte:

01. Wail Of The North
02. Valediction
03. Neverlast
04. Pale Morning Star
05. And Bells They Toll
06. The Offering
07. Mute Is My Sorrow
08. Twilight Trails
09. Heart Like A Grave
10. Karelia



Por: Miguel Matinho - 20 Setembro 19


E aqui está, dois meses depois da última edição do VOA - Heavy Rock Festival, a organização divulga agora a primeira confirmação para a edição de 2020: System Of A Down.

As expectativas estavam elevadas, tendo em conta os cabeças-de cartaz de 2019, os Slipknot e os Slayer. Desta feita, o festival vai acontecer no Estádio Nacional, a 2 e 3 de julho.

Os bilhetes para o evento custam 80€ (passes) e 50€ (bilhete diário), e vão ser postos à venda nos locais habituais, a partir da próxima segunda-feira, 23 de setembro, às 10h00.

Pontos de venda de Bilhetes FNAC (lojas e em bilheteira.fnac.pt), Ticketline (www.ticketline.sapo.pt) e Blueticket (www.blueticket.pt).


Por: Carlos Ribeiro - 19 Setembro 19


A banda Crystal Viper está de regresso a Portugal, para um concerto exclusivo de apresentação do seu novo álbum "Takes Of Fire and Ice", que será lançado em novembro, a nível mundial, pela AFN Records.

O espetáculo tem data marcada para 27 de novembro, no RCA Club (Lisboa), ficando a primeira parte a cargo de Kilmara (Espanha) e de Speedemon (Portugal). 

Os bilhetes estarão à venda nos próximos dias.

Por: Carla Amaral - 18 setembro 19


Os suecos Tribulation acabam de desvendar que no próximo mês de novembro irão lançar um álbum e DVD ao vivo, intitulado "Alive & Dead At Södra Teatern".

Este é o primeiro trabalho ao vivo do grupo, numa das mais prestigiadas sala de espetáculos sueca.

Este trabalho será lançado na europa, através da Century Media Records.

Alinhamento e capa de "Alive & Dead At Södra Teatern":

AKT I:
01. The Lament
02. Nightbound
03. Lady Death
04. Subterranea
05. Purgatorio
06. Cries From The Underworld
07. Lacrimosa
08. The World
09. Here Be Dragons

AKT II:
01. Trollens Brudmarsch
02. Melancholia
03. The Motherhood Of God
04. Rånda
05. Ultra Silvam
06. Guitar Solo
07. Strange Gateways Beckon
08. Strains Of Horror



Por: David Ferreira - 18 setembro 19


Alice Cooper acaba de desvendar o seu mais recente tema, "East Side Story", cover de Bob Seger, disponivel para audição no video acima. 

Esta nova música é retirada do novo álbum do lendário cantor americano, intitulado "Breadcrumbs", disponivel em versão digital e numa edição vinil limitada a vinte mil cópias.

Track list do EP "Breadcrumbs":

01. Detroit City 2020
02. Go Man Go
03. East Side Story [cover de Bob Seger]
04. Your Mama Won't Like Me [cover de Suzi Quatro]
05. Devil With A Blue Dress / Chains Of Love [cover de Mitch Ryder & The Detroit Wheels]
06. Sister Anne [cover de MC5]


Por: David Ferreira - 18 setembro 19


Os tunisinos Myrath acabam de anunciar o seu regresso a Portugal no próximo mês de março, para apresentação do seu novo trabalho intitulado "Sheili".


No âmbito da digressão "The Magical Tour 2020" a banda marcará presença em Lisboa, no RCA Club a 28 de março de 2020 e no Hard Club do Porto, no dia 29 de março.


Depois da sua estreia em Portugal, em 2017, como banda suporte dos Epica, o colectivo tunisino apresenta-se agora como cabeça de cartaz em território nacional, acompanhados pelos suecos Eleine.


Os bilhetes estarão disponíveis nas plataformas online habituais a partir de 20 de setembro pelo valor de 20€.


Por: David Ferreira - 18 Setembro 19


Os thrashers Kreator anunciaram recentemente que contam com um novo baixista de seu nome Frédéric Leclercq. Ora, esse rapaz era nada mais, nada menos que o antigo e portentoso baixista dos britânicos DragonForce. Entretanto, o músico francês já manifestou o seu agrado:

"Juntar-me aos Kreator é uma honra, como também um grande passo no meu percurso musical. Sou amigo do Mille há mais de 15 anos e um fã de longa data dos Kreator. Tenho de me beliscar todos os dias para acreditar que agora faço parte de uma das melhores e mais influentes bandas do género. Aguardo ansiosamente por muitas aventuras e por me familiarizar com as lendárias hordas dos Kreator!"

Por: Bruno Porta Nova - 17 Setembro 19


O novo álbum de Blut Aus Nord "Hallucinogen" sairá no dia 11 de outubro, através da Debemur Mortis Productions.

Antecipando esse lançamento, a banda disponibilizou a primeira faixa "Nomos Nebuleam", que pode ser ouvida aqui.

Por: Paulo Vaz - 17 Setembro 19


Faleceu Mick Schauer, ex-teclista dos Clutch, sem que tivesse sido avançada pela banda - que fez o anúncio - a causa ou o dia do óbito. 

Para a história fica o seu trabalho nos álbuns "Robot Hive Exodus" e "From Beale Street To Oblivion", da banda norte-americana. Em comunicado, referem as suas elevadas qualidades humanas e musicais, muito importantes numa fase em que os Clutch estavam a tentar "desbravar novos territórios".

Por: Carlos Ribeiro - 17 setembro 19


Rob Zombie afirmou que o novo álbum deverá chegar em fevereiro de 2020 e será lançado pela Nuclear Blast Records.

"O disco está definitivamente terminado e acho que é o melhor disco que já fizemos", disse Rob à NME. "É um álbum muito grande, louco e complexo que estou realmente empolgado por finalmente poder lançá-lo. Eu tinha que conseguir tudo com o filme '3 From Hell' completamente terminado, antes de entrarmos nisto, mas o meu plano agora é começar a gravar alguns vídeos para o álbum por volta de janeiro, para que possamos lançá-lo no início do próximo ano. Espero um lançamento para fevereiro de 2020."

O guitarrista John 5 disse, em entrevista à revista Revolver, que o novo álbum de Rob é "pesado, muito pesado. É muito, muito musical. Eu acho que as pessoas vão realmente gostar. Eu sou fã e estou realmente empolgado com isso."

Por: Marta Pinheiro - 16 Setembro 19


A banda italiana acaba de lançar o vídeo para a música 'Reckless', realizado por Roberto Saku Cinardi. O videoclip pode ser visto abaixo.

'Reckless' é a continuação da história de 'Layers Of Time', ambas as músicas retiradas do novo álbum da banda, "Black Anima" que será lançado no próximo dia 11 de outubro.


Tracklist de "Black Anima":

01. Anima Nera
02. Sword Of Anger
03. Reckless
04. Layers Of Time
05. Apocalypse
06. Now Or Never
07. Under The Surface
08. Veneficium
09. The End Is All I Can See
10. Save Me
11. Black Anima
12. Black Feathers (deluxe edition only)
13. Through The Flames (deluxe edition only)
14. Black Dried Up Heart (deluxe edition only)


Por: Marta Pinheiro - 16 Setembro 19



Os Slipknot não são mesmo uma banda qualquer e por isso já andam a magicar o sucessor de "We Are Not Your Kind", lançado ainda no mês passado. O baterista Jay Weinberg, numa entrevista ao clube de fãs oficial Outside The 9, explicou os planos do noneto de Iowa:

"Somos músicos. É isso que fazemos - compomos e criamos música, e criámos temas que constituiriam o sexto álbum dos Slipknot, mas estamos constantemente num modo criativo. Portanto, assim que terminarmos o álbum número seis, acho que a nossa atenção voltar-se-á definitivamente para as digressões e concertos em apoio a este novo álbum que criámos e que estamos realmente empolgados em partilhar, mas tal como os artistas que querem seguir em frente e traçar novos territórios e continuar a fazer arte da qual nos orgulhamos muito, é obvio que estamos a pensar no próximo álbum, por isso veremos. Quem sabe como será, quando será, mas sim, estamos sempre a pensar em música nova e como será o próximo álbum."

Por: Bruno Porta Nova - 16 Setembro 19


Os fãs portugueses vão voltar a ver Machine Head com o seu guitarrista e baterista originais, Logan Mader e Chris Kontos (respectivamente), em solo nacional! A banda norte-americana anunciou que irá trazer a celebração dos 25 anos do álbum "Burn My Eyes" - um dos mais bem sucedidos - ao Coliseu do Porto Ageas (a 23 de abril) e ao Coliseu de Lisboa (a 24 de abril).

Os bilhetes começam a ser comercializados na sexta-feira, dia 20 de setembro, nos locais habituais e em bol.pt. Na capital portuguesa, os bilhetes custam 32 euros, ao passo que na cidade do Porto, o valor varia entre os 32 e 35 euros.

O concerto terá cerca de três horas de duração, com partes distintas: a primeira, onde a banda tocará os seus maiores clássicos e a segunda, com o "Burn My Eyes" a ser ouvido na íntegra. 

Por: Carlos Ribeiro - 16 setembro 19


Depois de alguma especulação pelos dois trailers lançados neste verão, os Slayer juntamente com a Nuclear Blast Records e a Prime Zero Productions anunciam "Slayer: The Repentless Killogy" e um CD/vinyl "The Repentless Killogy, Live at the Forum in Inglewood, CA".

O vídeo de apresentação pode ver-se em cima.

O filme e a performance da banda no Los Angeles Forum estarão disponíveis dia 8 de novembro. O filme foi dirigido por BJ McDonnell, que dirigiu e concebeu "You Against You", "Repentless" e "Pride in Prejudice".

Jason Trost, Danny Trejo, Richard Speight, Derek Mears, Jessica Pimentel, Tyler Mane, Bill Moseley, Caroline Williams e Sean Whalen perfazem o elenco de "The Repentless Killogy".

O filme abre com três vídeos musicais e introduz a narrativa da personagem principal, Wyatt, um antigo Neo Nazi associado ao grupo "The Hand Brotherhood". 

Por: Paulo Vaz - 16 Setembro 19


O projeto The Dark Element, no qual participam Anette Olzon (ex-Nightwish) e Jani Liimatainen (Cain's Offering, Insomnium, ex-Sonata Arctica), divulgou a data de lançamento do segundo álbum “Songs The Night Sings”. 

O novo trabalho será apresentado dia 8 de novembro e contou, uma vez mais, com a produção de Jani Liimatainen. O músico finlandês referiu o seguinte: “Este álbum é mais pesado. Desta vez, exploramos territórios musicais que não tínhamos explorado no anterior. Penso que é seguro dizer que será melhor e ousado”.

Em antecipação, a banda lançou um vídeo de “Songs The Night Sings”, disponível acima.

Por: Filipa Pinheiro - 16 Setembro 19



Os suecos Refused lançaram um novo single, intitulado "REV001".

O vídeo (disponível acima) foi dirigido pelo membro do grupo, Kristofer Steen, e abre caminho para a revolução, travando uma luta contra neofascistas.

O tema foi tirado do próximo trabalho da banda, "War Music", com data de lançamento marcada para 18 de outubro, através da Spinefarm/Search & Destroy.

Por: Patrícia Garrido - 16 Setembro 19


"Just Tell Me Something" é o tema do novo vídeo de All That Remains, já disponível (abaixo).

A música faz parte do mais recente álbum do grupo, "Victim Of The New Disease", que conta com a participação do vocalista de Asking Alexandria, Danny Worsnop.


Por: Patrícia Garrido - 16 Setembro 19


O No Future Fest, festival de punk rock que leva na próxima semana até Barcelona e Madrid nomes maiores do punk old school britânico, anunciou horário para entrada em palco.

Os concertos terão lugar na Sala Salamandra de Barcelona, a 20 de setembro, e na Sala But de Madrid no dia seguinte.

Com horário similar para as duas datas, as portas abrem ao público pelas 18 horas, com os espanhóis Mad Punk a entrar em palco 30 minutos depois. Pelas 19h10 entra em ação o primeiro dos quatro grupos britânicos que abrilhantam o festival, os Anti-Pasti (que recentemente fizeram mini digressão pelo nosso país).

Às 20 horas em ponto chegam os One Way System, com os UK Subs previstos para uma hora depois. Os cabeças de cartaz GBH iniciam a sua prestação às 22h05.

De referir que os bilhetes ainda se encontram à venda em lojas seleccionadas das duas cidades espanholas e online, ao preço de 30 euros, enquanto que adquiridos no dia e local do festival sobem para 35 euros.

Por: Vasco Rodrigues - 16 Setembro 19


Os Despised Icon preparam-se para lançar o seu sexto álbum, "Purgatory", no dia 15 de novembro, pela editora Nuclear Blast.

A faixa título é o primeiro single e pode ser vista abaixo, bem como a capa e tracklist:


Track List de "Purgatory":
01. Dernier Souffle
02. Purgatory
03. Light Speed
04. Slow Burning
05. Snake In The Grass
06. Vies D'Anges
07. Moving On
08. Unbreakable
09. Apex Predator
10. Legacy
11. Dead Weight


Por: Luís Valente - 16 Setembro 19



Os Papa Roach acabam de lançar um vídeo para o tema "Come Around", que pode ser visualizado acima. Este vídeo pretende consciencializar para a importância da saúde mental.

"Come Around" faz parte do mais recente álbum da banda, "Who Do You Trust?", lançado em Janeiro do presente ano.

Por: Sara Delgado - 14 Setembro 19



Os Hellyeah estão prestes a editar o seu novo álbum. "Welcome Home" tem lançamento marcado para dia 27 de Setembro, via Eleven Seven Music. Acima pode ser visualizado o vídeo oficial do tema "Black Flag Army", que faz parte do novo registo. 

Por: Sara Delgado - 14 Setembro 19


Bonded, a banda formada em 2018 pelos ex-membros de Sodom, Bernd Kost (guitarra) e Markus Freiwald (bateria), e pelos parceiros musicais Marc Hauschild (baixo), Chris Tsitsis (guitarra) e o líder de Assassin, Ingo Bajonczak na voz, assinou um contrato com a Century Media Records.

Em baixo encontra-se disponível um vídeo com o tema "God Given", que antecipa o álbum já anunciado pela editora discográfica.



Por: Paulo Vaz - 13 Setembro 19


«(Further) Into the Depths» é o novo álbum de Humanart. O colectivo junta-se aos gregos Lucifer`s Child, que integram antigos elementos de Rotting Christ e Nightfall, para fazerem a apresentação do disco, no Hard Club, no próximo dia 14 de Setembro, junto com os conterrâneos Anifernyen e os galegos Akouphenom. Sobre isso e muito mais JJ, guitarrista e fundador do grupo, esteve à conversa com a Metal Imperium.

M.I. - Demoraram um bocado a estabilizar a vossa formação. Quem está hoje em Humanart?

Com o passar dos anos aprendi que uma banda de Black Metal, ou outro qualquer estilo de metal extremo, em Portugal, dificilmente terá uma formação estável, cada passo ou até o dia-a-dia de um grupo requer investimento, e como todos sabem não tem retorno.
Hoje estou eu na guitarra solo, Fareal na guitarra ritmo, Sathronus na voz, e temos um baixista e baterista de sessão, Leyak e Njiord respectivamente.


M.I. - Há uma formação live e uma de estúdio?

Não, somos três elementos. O novo baixista está à experiência, possivelmente para breve seremos quatro. Nos últimos anos pela dificuldade em encontrar bateristas temos sido acompanhados pelo Njiord que só não entra para a banda porque não tem a disponibilidade que necessitamos pois, toca numa dezena de projectos, como tal a qualquer momento pode entrar um baterista fixo ou podemos prolongar esta parceria indefinidamente.


M.I. - O vosso percurso tem sido algo irregular, vinte anos de existência, apenas gravando álbuns nos últimos 5 anos. Qual o motivo para tal?

Desde que a banda começou que gravamos CD’s, (a uma regularidade média de) um a cada quatro anos. Os dois primeiros, «Fóssil» e «Hymn Obscura» foram em MCD porque éramos novos e com poucos recursos financeiros. A tape, «X Years of Black Crusade», de celebração dos dez anos, foi com uma editora. Os dois álbuns que referes, nestes últimos cinco anos, «Lightbringer» e «(Further) Into The Depths», são fruto das nossas situações actuais, em que o tempo escasseia, porém outros recursos superam em muito o pouco que fizemos. 


M.I. - «(Further) Into the Depths» reflecte uma variedade musical em que visitam várias vertentes do Black. É intencional ou o culminar dos anos com diferentes formações?

É completamente intencional e, posso garantir que nesta banda será sempre assim. O que mais me agrada é um álbum dinâmico, sempre com algo novo em relação aos predecessores, que se desenvolva como a música clássica, com momentos altos, baixos, rápidos, lentos, etc., riqueza musical. Não suporto bandas que tocam a mesma coisa do início ao fim, álbum após álbum, uma coisa é manter o ADN, outra é ser um disco riscado. 


M.I. - Há uma clara melhoria entre os dois discos e sente-se que este foi mais pensado. O que influenciou isso?

É com agrado que ao longo dos quatro registos em CD, o público e a imprensa tenham constatado essa evolução. Nem sequer é a questão de ser mais ou menos pensado porque sempre que vamos para estúdio é com a certeza de que temos as bases para o que queremos amadurecidas. No «Lightbringer», houve a inclusão de temas mais antigos nunca registados em estúdio de forma profissional e daí possa ser perceptível uma maior mescla de estados de espírito.


M.I. - Onde foi o disco gravado?

O álbum foi gravado e produzido no Hanuman Studio por Bruno Silva (Heavenwood), e, masterizado na Suécia no Necromorbus Studio pelo conhecido Tore Stjerna  (Armagedda, Behexen, Funeral Mist, Merrimack, Watain, etc.)


M.I. - Os vossos temas possuem letras que abordam um lado mais bélico, além das habituais referências black, por isso fiquei surpreendido pela inclusão de um tema como «Underground Slut». Alguma razão em particular?

Como disse antes o dinamismo é uma palavra-chave em todos os nossos trabalhos e dentro do mesmo trabalho podemos encontrar nos nossos interesses referências religiosas, esotéricas, bélicas, contemplativas e, até expurgações nojentas e repugnantes como nesse tema em particular dedicado com muito carinho aos vermes.


M.I. - Já depois do SWR, esta é a apresentação oficial do disco, contando com Lucifer’s Child. Por que razão este nome grego e como chegaram a eles. 

Além das mil e uma coisas em que estou desde sempre metido, criei no último ano uma promotora, que apenas veio dar um nome a um trabalho que já faço há bastante tempo com a organização de eventos. Assim tinha uma série de bandas de renome possíveis e já com contactos feitos mas Lucifer`s Child por acaso não estava nesse rol. O seu surgimento neste contexto prendeu-se apenas com o acaso de, nas minhas pesquisas musicais, ter dado de caras com o videoclip da música «The Order». Colei à primeira audição e mostrei aos meus colaboradores que também não conheciam e  tiveram reacção semelhante. Daí a fazer os contactos e a conseguir um concerto exclusivo em Portugal para o importante lançamento do novo álbum de Humanart no Porto, Hard Club, foi uma questão de dias.


M.I. - Santo Tirso, Paços de Ferreira, Paredes… há todo um conjunto de nomes a surgirem na área, como vês isso e sentes que Humanart foram percursores de algo?

Sem falsas modéstias confesso que para mim já foi um enorme orgulho duas pessoas, já participantes em algumas bandas conhecidas no meio, me virem dizer que começaram a ouvir black metal e a tocar um instrumento, com o intuito de tocar numa banda, a partir do momento que ouviram Humanart. De resto, temos pouco contacto com os novos projectos aqui na zona, porque parece-me que a maioria vive fechado no grupo de amigos tocando uns para os outros, por isso nem sei o que pensam, excepções feitas para Anifernyen e mais uma ou duas.


M.I. - Entretanto como vês a evolução do black metal do norte, nos tempos recentes?

O black metal nortenho está desunido como sempre, algo que se estende ao resto do país pelo que me é dado a entender, por isso não lhe vejo grande futuro como um todo. Vai haver sempre uma ou outra banda a obter algum destaque nacional, e até internacional, mas como um todo não funciona pois existe uma notória e forte auto-segregação em cada entidade que não permite essa ideia de conjunto. 

Entrevista por Emanuel Ferreira