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Liv Kristine, vocalista dos Leaves' Eyes, está actualmente a trabalhar naquele que será o seu quinto álbum a solo, tecendo um comentário sobre o mesmo:

"Tenho boas notícias para vocês! Estou agora a meio das gravações do meu quinto álbum a solo, "Vervain", no Mastersound Studio! Desejo, com este álbum, levar-vos numa viagem através da minha visão artística das esferas - sombras e luz, através do olho e da mente."

Por: Bruno Porta Nova - 20 Abril 14


Com o retorno de Mark Greening (baterista dos Dopethrone) e o novo baixista, Clayton Burgess (Satan's Satyrs), os metaleiros Electric Wizard já terminaram o seu próximo álbum de originais, cujo título ainda não foi revelado.

Oborn afirma que: “O nosso plano principal é este. Verdadeiro Metal! Defendemos a rebeldia, estamos com as crianças; lutamos, expelimos, fumamos erva, etc. Os Electric Wizard são uma entidade, com a sua própria história, os seus próprios símbolos, os seus próprios ícones, e com este novo álbum queremos voltar aos nossos valores. É primitivo. Precisamos de os trazer de volta ao núcleo de peso - sexo, drogas, violência, revolução… para voltarmos a ser uma banda que vence e trabalhar arduamente. Não ensinar as músicas, somente senti-las. Se te envolveres o suficiente, estarás ao mesmo nível – artisticamente, musicalmente, enfim, estás comprometido – então a boa música surge. Acredito plenamente nisso…”

Os Electric Wizard passarão ainda por alguns festivais em 2014, sendo cabeças de cartaz com os Hawkwin no Reverence Festival Valada, a 12 de Setembro. 

Por: Mónica Sofia Branco - 20 Abril 14


Vallenfyre, o projecto de death metal de Gregor Mackintosh, guitarrista de Paradise Lost, disponibilizou em streaming a faixa "Odious Bliss". O tema irá fazer parte do novo álbum do grupo, "Splinters", com data de lançamento prevista para o próximo dia 12 de Maio, através da editora Century Media.

Por: Rita Limede - 20 Abril 14



Dizem que há terceira é de vez mas no caso dos Satanika, não há grande coisa que "Nightmare", o terceiro longa-duração, traga que não tenha sido já trazido antes nos dois outros trabalhos anteriores, assim como nos seus já alguns EP lançados desde 2010. O que realmente traz é um refinar das suas doses cruas de thrash embebido em black metal sujo e bastardo que fazem lembrar os primórdios de bandas como Kreator e Sodom ou até de Nifelhei ou Skeletonwitch.

Com uma série de convidados, de bandas como Desaster, RAM, Protector, Delirium Tremens ou até ex-membros de Venom e Asphyx, "Nightmare" é um pesadelo unidimensional de black metal thrashado, onde não se pode dizer que exista uma (ou mais) faixa que se destaque mas cada uma tem, pelo menos, um pormenor digno de nota - "Blood Orgy" e a sua entrada estão muito bem conseguidas, por exemplo. Outra coisa que não falha são as intros retiradas de filmes de terror, dando um colorido especial à coisa.

Não se pode esperar mais que simplicidade bruta e tosca, com um som, apesar de tudo, algo poderoso - principalmente as guitarras que estão com um som mesmo potente e a bateria que está ainda mais forte - atentar na "The Executioner" para comprovar isso mesmo. Para quem gosta do género e não se importa de sensações de déjà vú (afinal, a roda não está a ser reinventada aqui), este é um disco a ter. Todos os outros, talvez se aborreçam depressa, mas pelo menos uma audição com prazer "Nightmare" é capaz de proporcionar.


Nota: 7.1/10

Review por Fernando Ferreira


Último dos três álbum reeditados dos The Exploited, este o mais antigo, editado em 1990 e o primeiro a ter uma sonoridade mais metalizada, mais próximo do crossover. Se comprararmos com "Beat The Bastards", consegue-se encontrar muitas diferenças sendo que este é muito mais cru, mais in your face, não querendo isso dizer que é melhor apenas por esse simples facto. Ainda assim, o trabalho da guitarra solo não deixa de ser de assinalar pela positiva - ouçam o solo da "Sick Bastard" só para ficar com uma ligeira ideia da coisa.

É um trabalho que apesar de ser algo unidimensional, como todo o bom punk deve ser aliás, consegue ser uma lufada de ar fresco tanto na carreira da banda como no próprio panorama do punk/hardcore mais ortodoxo. Não quer isso dizer que também se tenham tornado virtuosos dos seus instrumentos. A sua identidade mantém-se intacta e malhões como o tema título, "Porno Slut" e "Dog Soldier" ainda soam poderosas após estes vinte e quatro anos (!).

Isto sem esquecer a parte lírica, sempre de ponta afiada, onde "Boys In Blue", "Don't Pay The Poll Tax", "Fuck Religion" e "Police Shit" são bons exemplos das bujardas que os amigos escoceses atiram sem dó nem piedade. Esta reedição é aquela que tem direito a mais bónus, com quatro temas sendo eles "Barry Prossit", "Don't Really Care", "Power Struggle" e "Scaling The Derry Wall", reflexo de uma época em que eram ainda mais feios, porcos e maus.


Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira


Os irlandeses Primordial irão lançar o seu novo registo, “Where greater men have fallen”, em Novembro pela Metal Blade Records.

Para dar mais ênfase ao lançamento do álbum, na mesma data a banda pretende ainda dar alguns concertos com direito a sessões de autógrafos na Alemanha, onde “Where greater men have fallen”, juntamente com algum merchandise, serão vendidos a bom preço.

Por: Mónica Sofia Branco - 18 Abril 14


O produtor Butch Vig, que trabalhou no clássico "Nevermind", garantiu ao site Kerrang que metade do novo álbum dos Foo Fighters já está gravado.

Butch Vig disse que o sucessor do "Wasting Light" tem sido gravado em vários lugares, e completou: “Soa diferente, fizemos algumas misturas no processo de gravação que darão ao disco uma sonoridade e uma sensação diferentes. É um desafio, mas é também muito empolgante.”

O líder da banda, Dave Grohl, disse recentemente à revista Rolling Stone que iriam fazer algo de radical, e que o álbum seria composto e feito de uma forma nunca realizada antes.

Por: Bruno Porta Nova - 18 Abril 14


O guitarrista dos Napalm Death e Menace, Mitch Harris, em entrevista recente ao DeadRhetoric.com, afirmou que metade do disco novo dos Napalm Death já está pronto, e que a banda está preparada e determinada a continuar o seu caminho. Numa entrevista principalmente focada na carreira musical do artista e dos seus anos de estrada, Mitch Harris refere que o trabalho de equipa, dedicação e que uma visão de longo prazo são essenciais para uma carreira que tem já 25 anos. Para ler a entrevista original na íntegra basta aceder aqui.

Por: João Braga - 18 Abril 14


O guitarrista original dos britânicos Venom, Jeff "Mantas" Dunn, emitiu um comunicado onde aborda a especulação que tem sido feita sobre a possível reunião da formação original da banda:

"Primeiro, queria dizer que este comunicado não serve para causar discussões ou respostas, especialmente daquelas pessoas que pensam que sabem os factos, mas na realidade fazem apenas as suas assumpções desinformadas", começou por dizer.

Afirma também que optou por ficar em silêncio, mas que não era um silêncio complacente com o que se dizia. Disse também que conhece os factos, esteve lá e sabe a verdade: "Não tenho nenhuma razão para vir buscar atenção com afirmações «pouco verdadeiras»".

"Recebi um telefonema há mais ou menos um ano atrás, sobre este assunto da reunião da formação original da banda. A minha resposta foi que estava disposto a conversar sobre isto, mas não acreditei, nem por um minuto, que havia uma hipótese real de isso acontecer, devido ao historial entre os membros.

Em 2005, tivemos uma longa conversa ao telefone, eu e o Conrad [«Cronos» Lant](baixista/vocalista), onde ele me perguntou se eu não me importava que ele continuasse com os Venom. Eu disse que não me importava e desejei-lhe boa sorte. Naquela altura não pensava muito nos Venom, devido aos problemas de saúde que a minha mãe estava a atravessar e depois de uma longa luta, acabaria mesmo por falecer. A minha atenção estava toda nela, obviamente".

Continuou, dizendo que à medida que o tempo passava os rumores iam aumentando, mas as únicas pessoas com carreiras activas, eu e o Conrad, não tinham decidido nada: "A certa altura, liguei-lhe e pedi apenas uma resposta de «sim ou não» e lá no fundo, já sabia qual ia ser a resposta dele. 

Como já devem ter percebido, a resposta foi negativa, então, posso dizer oficialmente que não irá haver uma reunião da formação original dos Venom", explicou.

Por fim, acrescentou ainda uma frase que Conrad Lant lhe disse durante essa conversa, que deixa tudo ainda mais explícito: "Não tenho qualquer interesse em tentar trabalhar outra vez com a formação original".

Por: Carlos Ribeiro - 18 Abril 14


Segundo o comunicado da banda de death metal: "Estamos aqui hoje para anunciar que o Oli Beaudoin permanecerá por detrás do trono, como novo baterista dos Kataklysm, no próximo álbum e em futuras tours."

Max Duhamel declarou que não pode continuar no grupo devido a problemas de saúde: "Depois de enfrentar os meus problemas de frente neste último ano, e participar em muitas sessões de terapia, (…). Sou um homem muito mais feliz e focado do que nunca. Vou sentir terrivelmente falta dos meus rapazes Kataklysm mas, enquanto estava sob tratamento, decidi corrigir outros problemas que dizem respeito à minha saúde (…)."

 "Actualmente estou a fazer reabilitação (…), mas não posso dar aos Kataklysm músicas que façam jus ao seu nome. Não seria justo nem para os rapazes, nem para os fãs de eu continuar. (…) Vamos ver o que o futuro nos reserva (…)"

A banda dá as boas vindas a Oli e afirma: "O Max continua a ser o nosso irmão, e será sempre uma parte de Kataklysm. (…) Nós desejamos-lhe boa sorte e sabemos que os nossos caminhos vão-se cruzar novamente."

Por: Patrícia Torres - 18 Abril 14


A banda finlandesa confirmou o lançamento do seu quinto álbum, intitulado “Magic Forest”, para o dia 7 de Julho, via Napalm Records.

É o primeiro registo em estúdio com a nova vocalista Paivi ‘Capri’ Virkkunen. O compositor Tuomas Seppala afirmou que a nova mudança de line up permitiu-lhe novas oportunidades musicais.

Seppala explica que com a nova vocalista tem sido capaz de cumprir alguns dos seus primeiros sonhos. Afirma que o novo estilo é grande, fresco e naturalmente fluído, possuindo uma forte influência da década de 1980. O novo álbum conta também com a colaboração de Jens Johansson (Stratovarius).

Relembramos que a antecessora de Capri, Heidi Parvainen, deixou a banda no ano de 2012. A banda lançou uma compilação, intitulada “Re-Evolution”, contendo novas versões de antigas faixas, dos seus quatro primeiros álbuns, com a colaboração nova vocalista.

Por: Patrícia Torres - 18 Abril 14

Passados 10 anos de ter sido despedido dos Queens of the Stone Age, o baixista Nick Oliveri reuniu-se com a banda em palco, para o encore do concerto realizado no passado dia 15 de Abril, em Portland. Participou na música "You Think I Ain’t Worth A Dollar, But I Feel Like A Millionaire", da época em que ainda se encontrava na banda, assumindo os vocais. A actuação poderá ser vista no vídeo em cima. 
Por: Rita Limede - 18 Abril 14


O que é que se tem quando se junta um membro dos Einstürzende Neubaten, outro dos The Jesus Lizard e ainda um dos Silver Jews? Nada que se pudesse esperar de cada uma das citadas bandas/projectos especifícas/os. Nem tão avant-garde como já se espera de algo dos Einstürzende Neubaten, ou rock alternativo/noise como os The Jesus Lizard fariam e muito menos o rock indie dos Silver Jews. No entanto, aqui e ali, existem uma série de pontos em comum com cada uma das bandas, fazendo desta entidade uma totalmente nova, sem pontos de referência directos.

O que fica é uma série de ambientes, pequenos peças, quinze delas, cada uma delas focando melodias e ritmos pouco usuais da música mas que se tornam, cada uma delas, intrigantes e até viciantes. Das quinze faixas, temos cinco temas de improvisação que na maior parte das vezes não se distanciam muito das outras, supostamente, mais pensadas. Claro que é um álbum difícil de seguir e interiorizar. Até seria insultuoso se, com um elenco destes, tal não acontecesse.

Música perfeita para banda sonora de um filme que se quer desconfortável, cerebral e em certas partes claustrofóbico. As peças de improvisação cumprem esse papel na perfeição, assim como algumas faixas onde se incluem "Neon", "Shadows" e até a meio chillout e dub "Waves" e no total tem-se quarenta e cinco minutos que fará as delícias de todos os que gostam de viajar mas principalmente de todos os que gostam deste tipo de viagem. Música de fundo que corre o risco de ocupar o centro do palco daqueles que têm coragem e fulgor para tal.


Nota: 7/10


Review por Fernando Ferreira


Krist Novoselic, baixista dos Nirvana, continua de espírito aberto e esperançoso no que diz respeito ao futuro da banda. Krist indica que, muito embora Dave Grohl esteja ocupado com os Foo Fighters e outros projectos, e que ele próprio também tenha alguns compromissos, não podem dizer "nunca" quanto a uma possível reunião. Segundo o próprio, talvez possam, um dia, vir a compor nova música.

Grohl, por outro lado, mostra-se mais céptico. Falando acerca da última actuação da banda, indica que talvez nunca mais venha a acontecer e que essa possibilidade ainda não foi, sequer, discutida. Contudo, o facto de terem olhado para essa actuação como uma última oportunidade fez com que se tornasse num momento bastante poderoso, bonito e cheio de significado. 

Por: Sara Delgado - 17 Abril 14


A Alemanha tem uma enorme variedade e número da bandas de heavy metal que apesar de não ter atingido um grande ou extraordinário sucesso (por vezes mais fora das suas fronteiras do que propriamente dentro) têm carreiras consideráveis quer em número da trabalhos como na qualidade dos mesmos. É onde se pode inserir os Gun Barrel, que volta à carga depois de "Brace For Impact" de 2012, sendo que "Damage Dancer" é já o seu sexto álbum. Heavy metal musculado com um certo sabor a hard rock dos anos noventa é o que se pode esperar deste trabalho, tal como é algo que já esperaríamos da banda de qualquer forma. Certas coisas não mudam.

Após uma pequena intro, o tema título faz as apresentações e demonstra em todo o esplendor a sua mistura de heavy metal com um hard rock meio sleazy e é este último elemento que faz toda a diferença. A música ideal para ouvir em viagem, de vidros abertos, numa qualquer (auto-)estrada em direcção à praia. Os apreciadores de AC-DC perceberão perfeitamente a comparação. Além do espírito hard rock, também há aqui um certo sabor a NWOBHM, como na "Judgement Day", que faz lembrar Saxon, tanto pela música, como pela prestação do vocalista Patric Sühl que em certos momentos faz lembrar "Biff" Byford.

Bom hard'n'heavy não o seria bom se não tivesse também bons solos de guitarras e neste departamento, "Damage Dancer" serve muito bem o ouvinte com Rolf Tanzius a mostrar que continua a dominar esse departamento. Nos restantes, também tudo bem alinhado, ajudados por uma produção moderna mas que não desvirtualiza o som da banda. Talvez a única que saia um pouco da fórmula atrás descrita será mesmo a "Vultures Are Waiting", que tem um espírito ainda mais heavy metal, embora também encaixe umas passagens à Scorpions antigo (aquele refrão parece ser mesmo cantado pelo Klaus Meine). Um bom álbum que não pede mais do que se goste de bom hard'n'heavy sem grandes pretenções. Para a maior parte dos fãs do género, basta isso.


Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira


Pouco depois do lançamento do teaser do single “The lost song part 3”, os Anathema acabaram de revelar a tracklist de “Distant Satellites”, a ser lançado a 10 de Junho.

Tracklist de “Distant Satellites”:

'The Lost Song Part 1' 
'The Lost Song Part 2' 
'Dusk (Dark Is Descending)' 
'Ariel' 
'The Lost Song Part 3' 
'Anathema' 
'You'Re Not Alone' 
'Firelight' 
'Distant Satellites' 
'Take Shelter'

Por: Mónica Sofia Branco - 17 Abril 14


O grupo icónico de metal progressivo, Mastodon, disponibilizou uma nova faixa, intitulada "High Road", retirada do sexto álbum de originais do grupo, a ser lançado em Junho, "Once More Round The Sun". A música pode ser ouvida pelo player abaixo. Para além de "High Road", o disco terá também "Ember City" e "Diamonds In The Witch House", esta última que contará com a presença de Scott Kelly dos Neurosis. Mais detalhes serão revelados nas próximas semanas




Por: João Braga - 17 Abril 14


Krist Novoselic, baixista dos Nirvana, comentou no seu blog sobre os acontecimentos da passada semana em torno da nomeação da banda para o Rock And Roll Hall Of Fame, que incluiu uma actuação de três músicas na própria cerimónia, e um espectáculo surpresa realizado mais tarde nessa noite, num bar em Brooklyn. Ambas as actuações incluíram artistas como Joan Jett, Kim Gordon dos Sonic Youth, Lorde e St. Vincent no lugar do falecido Kurt Cobain.

Krist Novoselic disse que estava "muito feliz" com a forma como a semana decorreu, escrevendo: "Sinto que invocámos o espírito da banda, e não poderíamos ter feito isso sozinhos. Isso é, para mim, uma noção agridoce do quanto sentimos saudades do Kurt. Mas, considerando que fomos nomeados​​, o espectáculo tinha de continuar. A Joan Jett foi a primeira na minha lista para nos liderar. Falei com o Dave sobre isso, e ele surgiu com a ideia de ter somente mulheres como vocalistas. Sentimos que seria uma boa homenagem ao Kurt e aquilo que os Nirvana significavam."

Enquanto a nomeação da passada quinta-feira (10 de Abril) incluiu todas as vocalistas, o espectáculo realizado mais tarde nessa noite contou também com a participação de J. Mascis dos Dinosaur Jr. e John McCauley dos Deer Tick, enquanto Lorde actuou apenas na cerimónia.

O espectáculo no final da noite no pequeno St. Vitus, em Brooklyn, contou com um total de 19 músicas escolhidas pelos cantores convidados e membros sobreviventes dos Nirvana nomeadamente Krist Novoselic, Dave Grohl e Pat Smear.

Por: Bruno Porta Nova - 17 Abril 14


O baterista Daniel Liljekvist informou os fãs dos Katatonia, que vai abandonar a banda, através de um comunicado no site oficial: "Ando a pensar nisto de há alguns meses para cá e cheguei à triste conclusão de que vou ter de abandonar os Katatonia. Nada tem a ver com «diferenças de perspectiva» e tretas dessas com os outros membros. Não consigo conciliar trabalho, família e estar 100% concentrado nos Katatonia", explicou.

"(...) Tive alguns dos melhores momentos na minha vida, nestes 14 anos ímpares passados em conjunto com a minha «malta» favorita por todo o mundo. Estive em todas as partes do planeta com estas pessoas... a minha segunda família. Obrigado! Vou sentir tanta falta de tocar e conviver com vocês, na estrada. Vou também sentir falta de conhecer os fantásticos fãs dos Katatonia espalhados por todo o mundo. Vocês sabem que são verdadeiramente fantásticos. (...) Sou o Daniel e continuem a «rockar»! Fiquem bem!".

A banda sueca fica então sem o seu baterista de há muitos anos, depois de ter ficado também sem o guitarrista Per "Sodomizer" Eriksson, no início deste ano.

JP Aslund irá preencher este espaço deixado vago na bateria na tour "Dethroned & Uncrowned - Unplugged & Reworked tour", enquanto que Daniel Moilanen irá acompanhar a banda nas digressões de Verão.

Por: Carlos Ribeiro - 17 Abril 14


Quem corre por gosto não cansa, e a prova disso mesmo são organizadores como o Congas de For The Glory, ou o Emanuel da Hell Xis que, constantemente, se esforçam para trazer bandas de fora ao nosso cantinho, mesmo muitas vezes arriscando-se a falhar. Exemplo disso foi o concerto na República da Música, no passado dia 9, a uma quarta-feira! Com um cartaz composto por duas bandas americanas, a estrearem-se em Portugal, uma alemã e duas “da casa”, foi sem dúvida uma aposta arriscada, tendo em conta o dia da semana, o que terá provocado a fraca aderência de público.


Infelizmente, por motivos pessoais, os For The Glory viram-se forçados a cancelar a sua actuação, detalhe que pode ter sido causa de alguma inércia por parte dos presentes, visto que a banda de Congas e companhia é já conhecida pelas suas actuações enérgicas e explosivas e por cativar sempre o seu público da melhor maneira. Pouco depois da hora estipulada, os Cold Stare soltam os primeiros acordes. Esta banda da Califórnia, composta por membros de Take Offense, toca um hardcore punk na onda das míticas bandas de Boston como SS Decontrol ou DYS. Em cerca de 20 minutos dispararam malha atrás de malha, com uma coesão de admirar. Com um frontman de “língua afiada” que, entre algumas tiradas num tom descontraído e brincalhão, incentivou ao movimento, apesar de não ser correspondido pelo público, que ainda era pouco e mostrava-se pouco interessado na banda de Chula Vista.



Seguiram-se os já habituais nestas andanças, Neighborz. Banda composta por algumas caras conhecidas no panorama hardcore português, com novo EP acabado de sair, mostram-se cada vez mais coesos e seguros em palco. Apesar do discurso pouco coerente, vemos um frontman 100% dedicado, incentivando os presentes a movimentarem-se. Com alguns convidados especiais e entre várias palavras de agradecimento, brindaram-nos com várias malhas novas e outras mais conhecidas pelos seus fãs, como “Tácticas da Fé” ou “Shed A Light For Knowledge”, que soltaram as primeiras (de poucas) movimentações da noite.



Outra banda já acarinhada pelos portugueses são os alemães World Eater. Depois de dois anos desde a sua última passagem pelo nosso país, regressam agora com toda a força habitual. Em tour com Take Offense e Cold Stare, esta banda alemã demonstra em palco toda a experiência e coesão adquirida nos últimos anos, muito por causa das suas intensivas tours por todo o mundo, tornando-se numa das mais reconhecidas bandas de hardcore da Europa. Foi de longe a banda que criou mais movimentação na sala, que se tornou um desfile de side-to-sides, sing-alongs e o habitual two-step.



Para terminar, directamente de Chula Vista, Take Offense. Com um reportório muito mais thrash que as outras bandas, não agradaram especialmente o público português. Apesar de serem a banda com melhor prestação em palco, a sua sonoridade “à la” Suicidal Tendencies com influências notórias do thrash metal da velha escola, não foi suficiente para convencer o público, que era, como seria de esperar, maioritariamente fã da sonoridade mais hardcore. A banda californiana deu um dos concertos mais competentes da noite, onde se focaram principalmente no seu mais recente lançamento, United States of Mind. Apesar do cansaço notório dos músicos, devido a estarem em tour pela Europa, a banda entregou-se cheia de energia e a tentar relacionar-se mais proximamente com o público que, na maioria, provavelmente não conhecia bem a banda, devido à sonoridade um pouco diferente e ao facto de ser a primeira vez que visitam o nosso país.


Fica a esperança de que os organizadores continuem a apostar neste tipo de concertos DIY e a apoiar bandas mais pequenas em tour, e também que o público português comece a aderir mais a estes eventos. Os parabéns à organização pelo já habitual excelente trabalho.

Texto por Afonso Veiga
Fotografias por Joana Soares
Agradecimentos: Le Congs Shows e Hell Xis


Slash, o icónico guitarrista da formação original dos Guns N Roses, comentou recentemente a reunião de Duff Mckagan com Axl Rose. Relembre-se que Mckagan, que tocou com a banda entre 1985 e 1997, se voltou a juntar a Axl em palco pela primeira vez em 17 anos no concerto que os Guns deram em Londres, em Outubro de 2010. Depois, tocou novamente com a formação actual dos Guns em Dezembro de 2011, em Vancouver e Seattle. Em todas as aparições, tocou apenas algumas músicas com a banda, e não um concerto inteiro.

No dia 6 de Abril deste ano, Mckagan tocou com a sua antiga banda na Argentina, no primeiro de uma série de 5 concertos. Mckagan está a substituir o baixista actual dos Gn’r Tommy Stinson, actualmente reunido com os The Replacements para duas datas no festival Coachella.

Relativamente à reunião, propriamente dita, Slash afirma não estar preocupado com isso, e que provavelmente nunca receberá um convite para voltar a tocar com Axl Rose. Também enfatiza o facto de não ter qualquer problema o facto de Mckagan e Rose tocarem juntos outra vez. “Ele é fixe. Tem uma relação muito mais amistosa e neutral com o Axl do que eu tenho.”

Rumores de que o lineup clássico do Guns N Roses se voltaria a reunir circulam já há muito tempo, mas Axl Rose afirmou numa entrevista em 2009 que não esperava voltar a tocar com Slash: “Um de nós vai morrer antes de uma reunião acontecer. Por mais triste, feio e lamentável que isso seja, é assim que as coisas são.”

Por: Vanessa Henriques Ribeiro - 17 Abril 14


Os horários de actuação das bandas presentes no SWR Barroselas Metalfest foram revelados e podem ser visualizados em baixo.

Este ano o SWR Barroselas Metalfest decorre de 23 a 26 de Abril e conta com mais de cinquenta bandas de metal e seus derivados. Entre os nomes mais sonantes destacam-se Metal Church, Discharge, Gorguts, Misery Index, Hirax, Anaal Nathrakh, Pungent Stench e In Solitude.

DAY 0 – wednesday 23 april – 19:00 – free entrance
02:10 stage #3 VENGHA | Sweden 
??:?? stage #3 DEMENTIA 13 | Portugal 
??:?? stage #3 DESTROYERS OF ALL | Portugal 
??:?? stage #3 NEBULOUS | Portugal 
??:?? stage #3 REVOLUTION WITHIN | Portugal 
22:00 stage #3 EXECUTER | Brazil 
DAY 1 – thursday 24 april – 18:30 – 30€
02:30 stage #3 SERRABULHO | Portugal 
01:45 stage #1 MISERY INDEX | USA 
01:15 stage #3 EQUATIONS | Portugal 
01:00 stage #2 GRAVES AT SEA | USA 
23:55 stage #1 GORGUTS | Canada 
23:05 stage #2 SOURVEIN | USA 
22:10 stage #1 NEGURA BUNGET 
21:45 stage #3 ERMO | Portugal 
21:30 stage #2 IN THA UMBRA | Portugal 
20:50 stage #1 WE ARE THE DAMNED | Portugal 
20:10 stage #2 ERYN NON DAE | France
20:00 stage #3 SOLAR CORONA | Portugal
19:35 stage #1 NAMI | Andorra 
19:00 stage #2 ETERNAL STORM | Spain 
DAY 2 – friday 25 april – 17:00 – 35€
02:40 stage #3 TRINTA & UM | Portugal 
01:45 stage #1 SCHIRENC PLAYS PUNGENT STENCH | Austria 
01:00 stage #2 BLACK WITCHERY | USA 
23:55 stage #1 METAL CHURCH | USA 
23:10 stage #2 MYSTIFIER | Brazil 
23:00 stage #3 FOR THE GLORY | Portugal
22:15 stage #1 BLOOD RED THRONE | Norway 
21:40 stage #2 AGE OF WOE | Sweden 
20:50 stage #1 WARHAMMER | Germany 
20:30 stage #3 BED LEGS | Portugal 
20:10 stage #2 BOSQUE | Portugal 
19:30 stage #1 ANTROPOFAGUS | Italy 
19:15 stage #3 ASPEN | Portugal 
18:50 stage #2 CREPITATION | UK 
18:10 stage #1 THE QUARTET OF WOAH | Portugal 
17:30 stage #2 ANGIST | Iceland 
16:30 stage #3 PUTNAM WAS THE BASTARD | Portugal 
DAY 3 – saturday 26 april – 17:00 – 35€
03:10 stage #3 VAI-TE FODER | Portugal 
02:20 stage #2 DISPLAY OF POWER | Spain
01:25 stage #1 DISCHARGE | UK 
00:40 stage #2 GRAVE MIASMA | UK 
00:40 stage #3 GWYDION | Portugal 
23:45 stage #1 ANAAL NATHRAKH | UK 
23:00 stage #2 BÖLZER | Switzerland 
22:05 stage #1 HIRAX | USA 
21:40 stage #3 VERDUN | France 
21:25 stage #2 NUCLEAR | Chile 
20:35 stage #1 IN SOLITUDE | Sweden
20:00 stage #2 MARTELO NEGRO | Portugal 
19:15 stage #1 WORMED | Spain
19:00 stage #3 METHEDRAS | Italy 
18:40 stage #2 DOLENTIA | Portugal 
18:05 stage #1 BONDED BY BLOOD | USA 
17:30 stage #2 ONE INCH GIANT | Sweden 
16:30 stage #3 PTEROSSAUROS | Portugal 

Por: Mário Santos Rodrigues - 17 Abril 14


Os portugueses Jibóia, Dreamweapon, Stone Dead, Solar Corona e Los Saguaros, os germânicos Burnpilot, e os espanhóis Acid Mess juntam-se ao cartaz da quarta edição do SonicBlast Moledo. 

Anteriormente, foram confirmados os The Atomic Bitchwax, My Sleeping Karma, Blues Pills, Black Bombaim, Prisma Circus e Guerrera. Mais bandas serão anunciadas brevemente.

O SonicBlast Moledo 2014 terá lugar nos dias 15 e 16 de Agosto, sendo a primeira edição que conta com dois dias.

Por: Sara Delgado - 17 Abril 14


Hoje em dia é preciso ter algum espírito aberto para encarar novas bandas. Não que o estado da música esteja assim tão deplorável. Antes pelo contrário, em termos criativos, nunca esteve tão bom - pelo menos no espectro da música rock e mais pesada. É preciso ter espírito aberto para dar as boas vindas a novos valores que surgem porque dá ideia que hoje em dia é cada vez mais difícil as novas bandas afirmarem-se a não ser que as mesmas sejam impingidas ao público através dos mass média, e normalmente há razões para essa resistência. Depois temos bandas como os italianos Numph, que são pequenas gemas preciosas que o mundo desconhece.

Movendo-se nos terrenos do rock progressivo com algum metal à mistura - o tema título, o primeiro do trabalho, apresenta algumas semelhanças com os Tool e chega a ter voz gutural lá mais para o meio dos seus sete minutos - e que apresenta uma sensibilidade melódica bem acima da média. Se pegarmos em "Dust Of Souls", é impossível não levantarmos voo em direcção a novos mundos, tal não é a atmosfera e ambiência provocada. É dentro deste espírito que "Theories Of Light" emana para o ouvinte. Uma leveza tal que faz com que estes cinquenta e um minutos fluam como se fossem quinze. No entanto, essa leveza não impede que seja usada a distorção na guitarra e que o baixo e bateria não sejam pulsantes e marcantes no ritmo.

Sem dúvida que é uma estreia de uma banda com um enorme talento e que merece chegar a todo o lado - ser impinginda - porque música desta passar despercebida é um crime atroz. Há aqui um mundo de emoções em forma de notas de música que faz com que este álbum seja viciante e se queira ouvir vezes sem fim. Algo que talvez seja impossível de explicar, algo que apenas se consegue sentir. A forma como os momentos mais pesados como "Deep Impact" interagem na perfeição com aqueles mais melódicos, como "An Angel" é apenas um dos muitos pontos fortes desta estreia, apenas uma das razões entre muitas para mergulhar de cabeça neste álbum que se assume como a estreia do ano no campo da música progressiva. Obrigatório.


Nota: 8.9/10

Review por Fernando Ferreira


Os Circle of Chaos chegam ao segundo álbum depois de uma estreia quatro anos antes, na forma de "Black Oblivion", não ter feito grande comoção no underground. Death metal melódico com repentes de thrash deve ser uma das fórmulas mais usadas nos últimos tempos o que pode fazer com que apenas se repare num álbum do estilo se o mesmo saltar para cima do ouvinte e o encher de porrada. Apesar de toda a garra que faixas como "Sign Of Insanity" e "What Is Life" transmitem, não apresentam nada de extraordinariamente marcante. A solução para este problema pode passar apenas por se fazer umas quantas audições que possam ganhar mais alguma familiaridade com os temas - isto se não se importar com a velha questão "gosto disto porque é bom e eu gosto disto ou gosto disto porque me habituei a ouvir isto?"

Não é uma questão simples de responder, mas com algum discernimento chega-se à conclusão de que é um daqueles álbuns típicos que quem gostar de death metal melódico com elementos de thrash e até algum hardcore (nada que chegue a ser metalcore) gostará definitivamente disto. Potência com alguns pormenores melódicos e técnicos interessantes mas que não consegue ir muito além disso. Consegue no entanto passar uma forte sensação de honestidade em relação à sua arte, ou seja, não há aqui a sensação de se terem mandado para este comboio em busca de fama, sucesso e fortuna.

Esta banda sueca tem o que é necessário para se tornar um dos grandes nomes deste estilo. Técnica instrumental, o vocalista com poder para o estilo não acusando o toque da mudança (entrou para a banda após o primeiro álbum) e um sincero amor ao estilo que músicas como "Conqueror Of Balance" e "Tear It Down" evidenciam, não esquecendo os bons pormenores de "War N Terror". Um álbum que saberá a pouco para aqueles que são mais exigentes, dada a fasquia elevada no estilo, mas que revela uma banda que evoluiu e que se continuar nesse caminho, principalmente se essa evolução se concentrar na composição dos temas, poderá chegar longe.


Nota: 6.5/10

Review por Fernando Ferreira