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Recentemente, Corey Taylor, membro dos Slipknot, deixou algumas ideias acerca do progresso feito sobre o próximo álbum da banda. 

Numa entrevista para a Kerrang!, o vocalista comentou: "Tenho notícias fantásticas. Alguns de vós já sabem, mas deixo-as aqui oficialmente: Já estamos a trabalhar no próximo álbum. Neste momento, está apenas na fase de demos, no entanto, temos planeado ir ao estúdio, já no início do próximo ano e desenvolver o projeto.

Até agora temos 16 músicas compostas e não são brincadeira nenhuma. Este álbum vai pôr o .5 [The Gray Chapter] a um canto. Será similar ao Iowa em termos de agressividade. Estou bastante entusiasmado com tudo isto, bem como os outros membros. Portanto, estejam preparados para 2019."

Por: Miguel Matinho 22 Junho 18


Depois de passarem os últimos meses a trabalhar em novo material, os Misery Index já entraram em estúdio, para gravar o seu novo álbum.

A banda está nos estúdios Mana Recording, na Flórida, com o produtor Erik Rutan (Cannibal Corpse, Madball). Espera-se que este trabalho saia em inícios de 2019, pela Season Of Mist.

Por: Paulo Vaz - 22 Junho 18

 

Os Madball lançaram um novo vídeo para a música "The Fog", que conta com a participação especial de Tim Armstrong, dos Rancid, que também participou na produção do álbum.

"The Fog" integra o seu novo álbum, intitulado "For The Cause", que foi lançado no passado dia 15 de junho, pela editora Nuclear Blast.

Abaixo podem ser visualizados o vídeo de "The Fog", a capa e lista de músicas de "For The Cause".



 Lista de músicas de "For The Cause" 

01. Smile Now Pay Later 
02. Rev Up (feat. Sick Jacken) 
03. Freight Train 
04. Tempest 
05. Old Fashioned 
06. Evil Ways (com Ice-T) 
07. Lone Wolf 
08. Damaged Goods 
09. The Fog (com Tim Timebomb e Steve Whale) 
10. Es Tu Vida 
11. For You 
12. For The Cause 
13. Confessions (faixa bónus)

Por: Luís Valente - 22 Junho 18  


No próximo sábado, dia 23 de Junho, vai ocorrer uma noite cheia de "Sangue, Suor e Aço", no RCA Club, em Lisboa. E quem são os protagonistas desta noite? Os nacionais Theriomorphic, Annihilation  e Lvnae Lvmen, os brasileiros Flageladör e os Yar, com membros oriundos da Ucrânia mas que residem atualmente na nossa capital. 

As entradas têm o valor de 7.99€, com direito a uma unidade de consumo. Estarão disponíveis apenas no próprio dia, à porta, a partir das 20h30. 

Nesta noite, serão sorteadas três entradas para o dia 9 de Agosto do Vagos Metal Fest, data em que os Theriomorphic irão atuar. 

Por: Sara Delgado - 21 Junho 18


Os Code Orange estavam já há uns dias a preparar o lançamento de um novo EP e agora, disponibilizaram a nova faixa "The Hunt", com participação especial de Corey Taylor, conhecido vocalista dos Slipknot e Stone Sour. Ouça-a abaixo.

Este novo EP, de três faixas, chama-se "The Hurt Will Go On" e já está disponível para a audição.



Por: Carlos Ribeiro - 21 Junho 18


Os portugueses Gaerea disponibilizaram para audição o seu álbum de estreia, "Unsettling Whispers", na íntegra. 

Este trabalho tem data de lançamento marcada para o próximo dia 22 de junho, via Transcending Obscurity e pode ser escutado abaixo.


Por: Miguel Matinho - 21 Junho 18



Os Black Label Society, liderados pelo famoso guitarrista Zakk Wylde, estrearam o seu novo videoclip. "Trampled Down Below" pode ser visto acima, gravado no Royal Albert Hall.

Esta faixa faz parte do mais recente álbum da banda, "Grimmest Hits", já disponível para quem queira adquirir ou ouvir nas plataformas digitais.

Por: Carlos Ribeiro - 20 Junho 18


Depois de quinze anos nos Enslaved, o baterista Cato Bekkevold decidiu abandonar a banda. Para explicar a sua decisão, o músico publicou um vídeo (para ver abaixo) na página oficial da banda.

Bekkevold diz que, para além de querer ver a sua filha crescer, também está a ter dificuldades em lidar com as demandas físicas como baterista de metal, aos 50 anos. Apesar disso, Cato fará o seu último concerto com os Enslaved, no Hellfest, no final deste mês.


Por: Marta Pinheiro - 20 Junho 18


O líder dos Ghost, Tobias Forge, confessou recentemente numa entrevista à rádio francesa Heavy1, que é um fã de músicas "bem compostas", dos Fleetwood Mac e dos Venom, e até considerou que os Judas Priest fazem música pop:

"Sou um grande fã do que a maioria das pessoas considera 'música bem composta'. Eu gosto de música que me motiva e que me faz sentir coisas e, mais do que frequentemente, de música que se encaixa dentro de um certo padrão, mas isso poderia ser qualquer coisa, desde Fleetwood Mac até Venom.

"Sim, eu gosto de música que tenha uma espécie de padrão dramatúrgico, mas acho que a música pop - eu acho que os Judas Priest escrevem música pop. Eles têm uma sensibilidade muito pop nas suas músicas. Os Pink Floyd também são cativantes, mesmo que as músicas sejam muito mais longas."

Por: Bruno Porta Nova - 19 Junho 18


Depois de terem disponibilizado o primeiro tema de "White Noise and Black Metal", "Again", os Craft têm agora o seu mais recente álbum para audição na íntegra online. Esse trabalho encontra-se disponível em cima.

"White Noise and Black Metal", que sairá a 22 de junho, é frio e é um ataque calculado à esperança e à luz, onde a banda demonstra niilismo e negatividade nas suas formas mais puras.

Por: Paulo Vaz - 20 Junho 18

Os Omnium Gatherum preparam-se para o lançamento do seu novo trabalho, "The Burning Cold", que estará disponível a partir do dia 31 de agosto, pela Century Media Records. 

A capa do novo álbum foi criada, mais uma vez, pelo artista Olli-Pekka Lappalainen, com quem o grupo tem vindo a colaborar desde o lançamento do primeiro demo.

"The Burning Cold" foi misturado por Dan Swanö e produzido por Teemu Aalto. A tracklist é a seguinte:

01. The Burning​​
02. Gods Go First​​
03. Refining Fire​​
04. Rest In Your Heart​​
05. Over The Battlefield​​
06. The Fearless Entity​​
07. Be The Sky​​
08. Driven By Conflict​​
09. The Frontline​​
10. Planet Scale​​
11. Cold​

Por: Miguel Matinho - 20 Junho 18


O último álbum dos As I Lay Dying, "Awakened", foi lançado em 2012, há 6 anos atrás.

A 8 de junho deste ano, a banda regressou com o lançamento do seu novo single, "My Own Grave", acompanhado de um vídeo. 

O vocalista Tim Lambesis saiu da prisão no início de 2017, depois de cumprir menos de metade da sua pena de seis anos, por tentar contratar um assassino para matar a sua esposa, Meggan Murphy Lambesis.

Após sair em liberdade, Tim mostrou arrependimento e lamentou ter magoado tantas pessoas que estiveram a seu lado.

Os cinco membros originais dos As I Lay Dying, Tim Lambesis, vocalista, Phil Sgrosso e Nick Hipa, guitarristas,  Josh Gilbert baixista/vocalista e o baterista Jordan Mancino, publicaram um vídeo onde, durante 30 minutos, falam sobre a controversa reunião da banda. Além disso, pela primeira vez em cinco anos, a banda fez a sua primeira atuação, sendo que o local escolhido foi Soma, em San Diego, na Califórnia.

Abaixo estão disponíveis os vídeos de "My Own Grave", o vídeo do esclarecimento da banda e o vídeo do concerto dos As I Lay Dying, em San Diego.




Por: Luís Valente - 20 Junho 18


Dia 1
Ano novo, fórmula nova para o festival Hell of a Weekend. Para este ano, a Hell Xis decidiu apostar na sala lisboeta do RCA, em detrimento de Corroios onde aconteceu o ano transacto. Para além desse facto, a aposta foi em estender o certame por três dias, ao invés dos dois de 2017. Curiosamente, a edição deste ano tardou em ganhar a potência que nos tem habituado, por culpa de um Junho muito atípico em termos de meteorologia, e que decidiu brindar a quinta-feira de arranque do festival com chuva. Com a seleção de Portugal a jogar à hora de jantar, foi com uma plateia despida de headbangers que os algarvios Villain Outbreak subiram ao palco do RCA. Com a banda a tocar a sua própria intro, ao invés de uma faixa gravada, entraram em força com “Shaken Faith”, que antecedeu 30 minutos de uma performance potente, e onde já se incluiu um tema novo, “Rivals”, do disco que se encontram a gravar, e que desde já promete bastante qualidade.

Os Don’t Disturb My Circles eram a banda mais diferente do cartaz do primeiro dia do Hell of a Weekend mas nem por isso deixaram que isso os intimidasse. O seu punk hardcore aqueceu a plateia para o que viria a seguir, com a banda a anunciar que estão em gravações para um novo EP, facto pelo qual vão “desaparecer” dos palcos até ao final do ano.

Os lisboetas Hills Have Eyes tinham bastantes adeptos presentes na sala e isso notou-se desde o primeiro minuto que a banda de Fábio Batista entrou em palco. Apesar do escasso espaço, uma vez que a bateria estava montada à frente da bateria dos cabeças de cartaz da noite, a banda fez a festa apesar de apenas ter tido tempo de apresentar um punhado de faixas. “Never Quit”, “PinPoint” e “Hold Your Breath” ficaram na memória de quem se deslocou à abertura do Hell of a Weekend.

Mas eram os Caliban que a grande maioria tinha vindo para ver. Nove anos depois de terem aberto o concerto dos Kreator no Porto, Foi com a novidade “This Is War”, retirado do novíssimo “Elements”, que o quarteto arrancou a sua prestação, logo seguido de “Walk Alone” com o mosh a iniciar-se. Do último disco marcou presença o potente “Intoxicated”, antecedido por “Paralysed” e “Intoxicated, seguindo para “Devil’s Night” e “Mein Schwarzer Herz”. “Ich Blute Für Dich”” e “Before Later Comes Never”, ambas do novo disco, marcaram também presença, numa actuação que mostrou Andreas Dörner muito falador com o público, levando mesmo ao vocalista germânico a mergulhar para a plateia, que o levou em braços algumas dezenas de metros até o entregar de novo ao palco para encerrar o concerto com “Memorial”.

Dia 2
O dia forte do Hell Of A Weekend reunia grandes nomes do hardcore nacional e internacional. Infelizmente, por motivos alheios à sala e à organização, houve a necessidade de adiantar o início do concerto, fazendo com que os algarvios M.E.D.O. tomassem lugar no palco uma hora mais cedo do que o previsto. Felizmente, foi interessante ver que a comunidade hardcore respondeu da melhor maneira, mostrando presença e energia na frente de palco. Realce para uma perninha na bateria de Ivo Salgado, ex-Okkultist e actual Mordaça, que deu uma perninha num dos temas, ele que tomou conta das peles imediatamente a seguir, com uma actuação potente dos Mordaça. Depois da estreia no Stairway, Ivo mostrou que está para durar na banda de Linda-A-Velha, arrancando excelente prestação em faixas clássicos como “De Costas Voltadas” ou “Tiro P’la Culatra”, para além de “2795”, hino dedicado a LVHC.

Os londrinos Knuckledust chegaram a Lisboa com vinte anos de uma carreira repleta de grandes discos. “Sick Life” despoletou a energia de uma sala que teimava em encher a conta gotas, com Pierre sempre a picar a plateia para se chegar mais à frente. Com uma actuação bastante eficaz, a raiar o limite do violento, deixaram a sala em alvoroço até final, preparando o piso para quem vinha atrás.

E quem se seguiu em cima do palco foram os holandeses No Turning Back. Tal como antes, também Martijn se fartou de pedir que o grosso da plateia se chegasse mais à frente, algo que timidamente foi acontecendo, até que à quinta música já os indefectíveis ocupavam o seu lugar. O primeiro stage diving acabou por selar uma excelente prestação do quinteto do país das tulipas, que aproveitou para elogiar a cena hardcore lisboeta e confirmar o regresso ao nosso país na segunda semana de Setembro, no Algarve.

De Boston chegaram os Slapshot, que apesar de três dezenas de anos de carreira, mostrara,-se incansáveis. Jack “Choke” Kelly ganhou imediatamente pontos com a plateia lisboeta quando depois de tentar algumas palavras em português, declarou que é filho de uma senhora lusitana, da qual herdou o apelido Cabral. Foi enorme a prestação da banda, arrancando com “No Friend” e nunca mais perdendo o rumo e o controle de como fazer uma bela festa hardcore. “Watch Me Bleed”, “I Told You So” ou “Fire Walker” foram destaques até que soaram os primeiros acordes de “Old Tyme Hardcore”. Simplesmente brutal! A sala teve como prémio um encore especial, com “Pennies From Heaven” e “Break Your Face”. Alertado pela organização de que teriam que fechar a sala impreterivelmente à meia noite, foi com muita ordem que o público acatou a decisão, estranha para uma noite de sexta-feira que tinha ainda muito para dar.

Dia 3
O último dia da edição de 2018 do Hell of a Weekend tinha o metal como aliciante maior. A festa começou com os Diabolical Mental State, banda que regressa agora aos palcos depois de algumas alterações no line-up. Com um thrash metal musculado, a banda levou ao RCA seis faixas, abrindo com “Children of the Tides”, seguido de “Long Way Down”. Destaque ainda para “Warfare” e o fecho com o hino “Diabolical Crew”, dedicado a todos aqueles que nunca deixaram de acreditar na banda.

Os Burn Damage são sempre garantia de um excelente espectáculo de death thrash, liderado pela carismática Inês Freitas, que não se cansou de puxar e interagir com o público, brindando a plateia com os temas do seu álbum de estreia mas foi agradável ouvir as novidades “Fire Walk With Me” e “They Live”, que segundo a vocalista está já no forno.

Os irlandeses Gama Bomb estão para os filmes de terror como os germânicos Tankard estão para a cerveja! Boa disposição, thrash speed sempre a abrir e um Philly Byrne, vestido de fato completo amarelo com desenhos de tesouras azuis, a protagonizar um tornado de thrash com muito humor à mistura. “Slam” abriu as hostilidades e o mosh não mais parou. A celebrar uma década do lançamento de “Citizen Brain”, e depois de tocada a primeira música desse trabalho, “Zombie Blood Nightmare”, Byrne deu as boas e más noticias: iriam tocar o álbum todo e as músicas eram todas iguais, para o bem e para o mal. “Evil Voices” e “Sentenced to Thrash” foram os pontos mais altos numa actuação sempre espectacular.

O cabeça de cartaz deste festival vinha da distante Suécia e trazia um death metal que até então não tinha passado pelo RCA nos três dias. Os Grave entraram em palco depois de um demorado check sound, com um dos amplificadores a ter inclusive de ser trocado, mas “Deformed” e “Black Dawn” arrasou a sala! Que som! Que performance! Fiel ao seu estatuto e ideal, a banda não comunicou praticamente com o público, enquanto debitava clássicos atrás de clássicos como “Day Of Mourning” e “Morbid Way To Die”. Altura para Ola Lindgren, o guitarrista e frontman da banda, de se dirigir à sala, anunciando a celebração dos 30 anos da banda, e terminando de forma apoteótica com “Eroded” e “Annihilated Gods.

Terminou da melhor maneira a edição de 2018 do Hell of a Weekend que voltou a apostar em diversos estilos musicais no espectro mais pesado da música, com um balanço perfeito entre dar espaço aos portugueses e chamar a Portugal nomes consagrados e incontornáveis. Venho a edição de 2019!!!

Texto por Vasco Rodrigues
Agradecimentos: Hell Xis


Os portugueses Gwydion acabam de lançar o "lyric video" de "Thirteen Days" (para ver abaixo). A música pertence ao próximo álbum da banda, "Thirteen".

A banda de viking/folk metal tem concerto marcado para o próximo dia 7 de julho, no RCA Club em Lisboa.


Por: Marta Pinheiro - 19 Junho 18


Os gigantes do metal sinfónico juntaram-se com a famosa série de animação Attack On Titan, para lançar um novo EP especial, “Epica Vs. Attack On Tittan”. Este projecto será disponibilizado mundialmente, no próximo dia 20 de Julho pela Nuclear Blast e contará com covers dos temas originais da série de animação.

Recentemente a banda lançou o primeiro trailer de “Epica Vs. Attack On Tittan”. Acima é possível visualizar o mesmo e ver os comentários do guitarrista Isaac Delahaye e do teclista Coen Janssen sobre o seu processo criativo de escrita e adaptação dos temas à sonoridade dos Epica.

Por: Ana Antunes - 19 Junho 18


A banda norte-americana Skeletal Remains está de volta com toda a força com o seu terceiro álbum “Devouring mentality” lançado pela Century Media no 13 de Abril de 2018. O Johnny e o Chris conversaram com a Metal Imperium...


M.I. - Como descreverias o som dos Skeletal Remains a alguém que nunca ouviu falar da banda?

Johnny: Nós sempre nos consideramos uma banda old school de death metal. Nós, definitivamente, inspiramo-nos em todas as formas de metal e música em geral, mas sempre seremos uma banda old school de death metal. Foi o primeiro estilo de death metal que ouvimos, e acho que é uma daquelas coisas que causam uma impressão duradoura e fica contigo para sempre. Eu recomendo a nossa banda a quem é fã de Death, Pestilence, Gorguts, Obituary, Morbid Angel, Malevolent Creation, Solstace, etc.


M.I. - Como se juntaram?

Chris: Éramos amigos de escola que queriam tocar a mesma música e ter a mesma visão, nada mais do que isso.


M.I. - Depois de lançar o primeiro álbum, a banda fez uma pausa… por quê? As coisas não estavam a acontecer como queriam?

Chris: Não, a banda nunca fez uma pausa. Haha! Pelo menos não achamos isso, pois estivemos sempre a trabalhar o máximo que podemos!


M.I. - O novo álbum “Devouring mortality” inclui 11 faixas com títulos complicados. Supostamente esta é a vossa obra mais diversa e esmagadora. Porquê?

Johnny: Sinto que é hora de aumentar um pouco a intensidade. Entrei na banda na altura em que o processo de escrita de “Devouring Mortality” estava a um quarto do caminho. Eu poderia dizer que os membros da banda realmente queriam levar as coisas para o próximo nível neste álbum e sinto que fizemos exactamente isso. É um pouco mais directo que os outros álbuns, embora ainda tenha muitas reviravoltas como “Condemned to Misery”. Há um uso proeminente de blast beats e riffs muito mais intensos que trazem uma dinâmica realmente nova e especial. Os vocais do Chris estão muito mais agressivos também, o que combina com o novo som muito bem.


M.I. - O que nos podes dizer sobre as faixas? Quais são os tópicos abordados nas letras?

Johnny: Como disse anteriormente, todos trazemos influência de vários lugares diferentes. O nosso baixista Adrian escreveu a maioria das letras neste novo álbum e acho que fez um trabalho absolutamente arrasador em tudo o que escreveu. Eu acho que o "conceito" versátil ou o tema geral é sobre o fim catastrófico do mundo em si. Nós gostamos de pegar nas nossas letras e pensar: "Seria realmente fodido se isto realmente acontecesse" e então apenas partimos de lá. Todos assistimos a muitos filmes e estamos constantemente a lançar novos conceitos para as letras uns dos outro.


M.I. - Este é o vosso terceiro álbum ... quais são as principais diferenças entre este e os trabalhos anteriores?

Johnny: Como referi, gostamos de ver este álbum como um passo importante em relação aos dois anteriores. O primeiro disco foi muito cortado e seco com um tipo de som mais Death / Gorguts. O segundo foi mais Death num estilo técnico. E com este novo parece que estamos a entrar no nosso próprio som. É versátil, mas permanece fiel ao que esta banda se propôs a fazer... ou seja, tocar old school Death Metal.


M.I. - "Seismic Abyss" é o primeiro vídeo do novo álbum. Como foi gravar um vídeo? Diversão? Cansativo?

Chris: Foi algo a que não fomos habituados e, claro, também foi cansativo. Permanecer no mesmo lugar durante longas horas pode tornar-se cansativo. Haha! Mas foi definitivamente divertido e o resultado disso valeu a pena, esperamos poder fazer outro.


M.I. - Como é que as pessoas estão a reagir às novas músicas?

Johnny: O feedback que recebemos até agora foi incrível. Não houve muito feedback negativo até agora, o que é sempre uma coisa boa. Haha! As pessoas parecem pensar que é o nosso melhor lançamento até agora e muitas pessoas disseram que é o lançamento de Death Metal favorito do ano, o que obviamente nos deixa muito felizes. Houve muito que foi feito para fazer este álbum e todos nós passamos muito para o gravar, e sinto que muita da nossa determinação está definitivamente presente nele.


M.I. - A data de lançamento foi 13 de abril, sexta-feira. Acredita que este é um número ou dia de sorte e foi especificamente ou aconteceu de ser definido para aquele dia sem nenhuma razão?

Johnny: Foi completamente uma coincidência. Haha! Eu estava preocupado que a data nos pudesse azarar e ninguém iria ouvir o álbum, mas felizmente esse não foi o caso. Haha!


M.I. - Qual o significado da capa do novo álbum?

Johnny: Quando falamos pela primeira vez com o Dan sobre trabalhar juntos, ele queria algumas ideias sobre o que pretendíamos fazer. Enviamos-lhe algumas das letras que o Adrian tinha escrito e, passadas algumas semanas, ele começou a enviar-nos algumas amostras e ficamos completamente surpresos. Sinto que ele capturou na perfeição a vibração geral do álbum com a sua arte e não poderíamos estar mais felizes com isso. Eu pessoalmente adoro que ele tenha tirado partes das letras e colocado manifestações físicas delas na capa do álbum.


M.I. - O álbum foi misturado e masterizado pelo Dan Swanö e o trabalho artístico foi feito pelo Dan Seagrave. Como foi trabalhar com estas lendas da cena underground? Nos teus sonhos mais loucos, alguma vez imaginaste trabalhar com eles?

Johnny: Crescendo como nerds do death metal, todos sonhamos em poder trabalhar com um ou outro. Mas, finalmente, ter o orçamento para trabalhar com ambos era algo que nunca poderíamos ter previsto. Somos grandes fãs de tudo o que eles fizeram, então foi uma enorme honra e um sonho tornado realidade para poder ter o trabalho deles misturado com o nosso. Ambos são incrivelmente profissionais e trabalharam no duro para garantir que estávamos a obter o resultado final desejado. Eles mantinham contacto constante connosco enviando-nos amostras do seu progresso e basicamente perguntando-nos em que direcção queríamos que eles fossem. Nós não poderíamos ter tido uma melhor experiência a trabalhar com eles e eu só posso esperar que possamos trabalhar com eles novamente no futuro.


M.I. – O vosso amigo Carlos Cruz gravou a bateria para "Condemned to Misery" porque não tinham baterista na altura. O Johnny Vales tocou bateria no novo álbum, mas o Carlos Cruz toca ao vivo com a banda. Quão complicado é encontrar o baterista certo para os Skeletal Remains?

Chris: Sim, o Carlos Cruz é um bom amigo nosso e de longa data e, geralmente, ajuda-nos com o que pode. Então, ele tocou no segundo álbum porque o nosso primeiro baterista se separou da banda, ligamos para o Carlos e ele fez esse favor! Ele também fez com que o álbum soasse muito melhor e exactamente como queríamos que soasse ... nós realmente queríamos que a bateria fosse muito mais técnica nesse álbum. Neste momento o Johnny é o nosso baterista a tempo inteiro, só tinha algumas cenas pessoais a tratar depois do álbum ser gravado e teve que sair por um tempo e é por isso que Carlos estava no vídeo e fez alguns concertos connosco.


M.I. - “Beyond The Flesh” (2012) e “Condemned To Misery” (2015) foram lançados pela editora alemã FDA Rekotz e o novo álbum foi lançado pela Century Media e Dark Descent. Porquê a mudança de editora? Porquê lançar o novo álbum através de duas editoras?

Chris: O nosso contrato com a FDA terminou após o lançamento dos dois álbuns e estivemos em contacto com a Century Media desde o nosso primeiro álbum e sempre falamos sobre possivelmente trabalhar juntos um dia, mas fez todo o sentido mudar para uma editora que será capaz de nos dar apoio em tournée e mais orçamento. Quando se trata de gravar, nós queremos tentar tocar o máximo que pudermos e acho que temos mais oportunidade de fazer isso agora com a Century Media e a Dark Descent a apoiar-nos.


M.I. – O segundo álbum vendeu mais cópias do que o primeiro. Quais são as vossas expectativas em relação a “Devouring mortality”?

Chris: Espero conseguir chegar ao maior número de pessoas possível, seja por compra física, download ou qualquer outra maneira, desde que as pessoas o comprem. Haha! 


M.I. – A voz de Chris Monroy é frequentemente comparada à de Martin Van Drunen e à de Chuck. Aceitas isso como um elogio?

Chris: Claro! É inacreditável e uma honra poder ser comparado a algumas das minhas maiores influências.


M.I. - Fizeram uma tournée europeia com os Angelus Apatrida. Quais eram as suas expectativas?

Johnny: Na verdade, acabamos de voltar dessa tournée há uma semana e foi espectacular! Foi a nossa primeira tournée num bom autocarro, e foi a mais confortável que qualquer um de nós já fez. Haha! As duas bandas com quem fizemos a tournée eram um grupo de pessoas realmente incríveis e divertimo-nos muito a brincar e a festejar com eles. Os concertos foram muito divertidos e eu diria que os principais destaques da foram Hamburgo na Alemanha, Budapeste na Hungria e Barcelona em Espanha. Ganhamos muitos novos fãs na tournée e mal podemos esperar para voltar. Foi uma excelente experiência.


M.I. – Apesar de serem uma banda americana, a vossa principal base de fãs é na Europa. Qual é a principal diferença entre os fãs americanos e os europeus?

Johnny: A Europa é um pouco diferente em termos de cena de metal. As pessoas aí são verdadeiros fãs e participam activamente nos concertos. Alguns dos melhores concertos foram em dias de semana e isso é quase inédito nos Estados Unidos. Na Europa, as pessoas estão sempre muito interessadas em conhecer as bandas que tocam, compram produtos e ficam loucas enquanto as bandas tocam. Eles também são muito antifascistas, o que é extremamente refrescante, considerando que a multidão de metal nos Estados Unidos, geralmente, tem uma mente muito fechada e ignorante. Na Europa tudo se resume ao amor pelo metal e essa é a razão pela qual estamos todos aqui.


M.I. – Os dois primeiros álbuns vão ser reeditados pela FDA Records. Foi vossa a ideia? Quão importante é para vós?

Chris: É óptimo, isso significa que as pessoas estão a comprar, e estamos felizes com isso. Como eu disse antes, ficamos felizes se a nossa música está a chegar ao maior número possível de pessoas.


M.I. - O que estás a ouvir hoje em dia? Ouves o vosso novo álbum repetidamente ou precisas de fazer uma pausa?

Johnny: Todos nós ouvimos muitas coisas diferentes. Algumas coisas que deixaria a maioria dos nossos fãs muito surpreendidos. Haha! Quando recebemos o álbum, tenho certeza que nenhum de nós foi capaz de parar de o ouvir. Haha! Ainda o ouço de vez em quando. Mas ultimamente tenho ouvido muito os Tomb Mold do Canadá. Eles têm uma visão totalmente diferente de death metal da maioria das pessoas. Se ainda não os ouviste, recomendo que o faças.


M.I. Sendo uma banda americana, o que achas das ideias e leis controversas do presidente Trump?

Johnny: Esse tipo é uma piada e deixa-me com vergonha de ser cidadão americano. Isso leva a muitas coisas realmente estranhas no nosso país. Muitas pessoas recentemente sentiram-se com direito para serem abertas sobre as suas visões muito ignorantes e repugnantes sobre minorias e pessoas de uma cor de pele diferente. Tem havido um grande movimento de pessoas dentro da comunidade metal que são abertamente racistas e cometem crimes de ódio apenas porque sim. Eu, normalmente, tento evitar a política, mas esta nova presidência trouxe muita coisa realmente má para as pessoas e isso enoja-me.


M.I. - Por favor, deixa uma mensagem  aos leitores da Metal Imperium!

Ouçam o nosso novo álbum “Devouring Mortality” lançado pela Century Media e Dark Descent! Obrigado pelo apoio! Espero ver-vos na estrada em breve!

For English version, click here

Entrevista por Sónia Fonseca


A banda The Black Queen, composta por Greg Puciato (ex-The Dillinger Escape Plan), Josh Eustis (Telefon Tel Aviv) e Steven Alexander Ryan (Nine Inch Nails, técnico dos A Perfect Circle), anuncia o seu próximo álbum "Infinite Games", com data de lançamento prevista para dia 28 de setembro.

O sucessor de Fever Daydream será divulgado através da editora "Federal Prisioner", formada pela própria banda, em conjunto com o artista Jesse Draxler.

Acerca da nova obra, Greg Puciato comentou: "Existem menos incertezas e mais confiança. Refiro-me tanto ao aspecto artístico, como em termos dos afazeres subjacentes à criação e divulgação de um álbum. Em relação ao que mudou em "Infinite Games", penso que é uma obra mais conceptual e não tanto uma coletânea."

A tracklist de "Infinite Games" é a seguinte:

01. Even Still I Want To
02. Thrown Into The Dark
03. No Accusations
04. Your Move
05. Lies About You
06. Impossible Condition
07. Spatial Boundaries
08. 100 To Zero
09. Porcelain Veins
10. One Edge Of Two



Por: Miguel Matinho 19 Junho 18


Os Sear Bliss vão lançar o álbum "Letters From The Edge", pela Hammerheart Records, a 6 de julho.

Contudo, a banda decidiu publicá-lo online na sua totalidade antes dessa data e este pode ser ouvido em cima. A versão digital deste registo pode ainda ser comprada na Bandcamp da banda.

Por: Paulo Vaz - 19 Junho 18


Numa nota publicada na sua página de facebook oficial, os Rammstein destacaram que o seu novo álbum, o muito esperado sucessor de "Leibe Ist Fur Alle Da", de 2009, estará na "fase final de produção" e deverá ser lançado ainda este ano.

A publicação inicial tinha a ver com o anúncio de dois espectáculos "especiais" que a banda alemã vai dar no México, nos dias 31 de Dezembro deste ano e 2 de Janeiro de 2019, onde acrescentaram "que seria muito provável" que os fãs presentes ouvissem uma série de músicas novas.

Depois, os Rammstein actualizaram esse post com o link para o local onde os fãs podem adquirir os bilhetes, com uma nota a explicar o que já destacámos acima.

Esperamos então por novidades nos próximos meses.

Por: Carlos Ribeiro - 19 Junho 18


Os Grave anunciaram a adição do baterista Tomas Lagrén à formação. 

A banda informa: "Temos um novo baterista. Ele esteve connosco no último ano e fez um excelente trabalho atrás da bateria. É um sacana que bate com força e é irmão do Mika."

Por: Paulo Vaz - 19 Junho 18



Os norte-americanos The Black Angels vão presentear novamente o nosso país com o seu rock psicadélico. A banda atua no Hard Club, no Porto, a 4 de Setembro. O seu álbum mais recente, "Death Song", foi lançado no ano passado. 


Abertura de portas: 21h00
Início: 22h00
Bilhetes: 24€, disponíveis nos seguintes locais - Hard Club, FNAC, El Corte Inglés, Worten, CTT, Agência ABEP, Seetickets, Masqueticket

Por: Sara Delgado - l8 Junho 18


Os Nine Inch Nails estrearam uma nova música ao vivo, no passado dia 16 de junho. A nova faixa,  intitulada "Ahead of Ourselves", pode ser escutada em cima e fará parte do novo álbum de originais da banda , "Bad Witch". 

Este álbum tem a sua data de lançamento marcada para o próximo dia 22 de junho, pela editora The Null Corporation.

Por: Rita Limede - 18 Junho 18


Os Dream Theater assinaram recentemente um contrato com a Sony Music Entertainment via Inside Out Music para o lançamento do próximo álbum.

O vocalista, James LaBrie, e o guitarrista John Petrucci revelaram numa nova mensagem de vídeo (para ver abaixo) que a banda se reagrupou em estúdio para começar a trabalhar no novo álbum. 

"O John e eu estamos aqui no estúdio, estamos aqui há uma semana, e está a ser sensacional. Todas as pessoas estão na mesma sala, e todos nós estamos a interagir uns com os outros, e eu tenho que te dizer, se a primeira semana for indicação do caminho que este álbum está a seguir, irão ter uma surpresa.", disse James.

John Petrucci acrescentou: "Sim, a vibe é muito boa, a atmosfera, a inspiração. Tem sido ótimo - há um monte de ideias a fluir. Já foi muito produtivo, em apenas uma semana, o que é muito bom."

O álbum sucessor de "The Astonishing", de 2016, será o 14º álbum de estúdio dos Dream Theater.


Por: Marta Pinheiro - 18 Junho 18


Os Moonspell divulgaram, na sua página de Facebook oficial, a sua agenda de espectáculos para os meses de Verão, com a grande maioria dos concertos a acontecerem um pouco por todo o país, mas também fora de portas.

Consulte aqui a agenda dos Moonspell:

29/6: Grécia - Chania Rock Fest

5/7: Portugal, PORTEL - Semana da Juventude

13/7: Alemanha - Dong Open Air

14/7: Portugal, RÉGUA - Concentração Motard do Douro

27/7: Portugal, GERÊS - Gerês Rock’ Fest

3/8: República Checa, Ostrava - Ostrava v Plamenech

4/8: Alemanha - Gossnitz Open Air

10/8: Portugal - Vagos Metal Fest

1/9: Portugal, FARO - Festival F

Para além destas datas, os Moonspell anunciaram hoje o seu regresso ao México, mais concretamente, para um concerto em Guadalajara, no dia 1 de Dezembro.

Por: Carlos Ribeiro - 18 Junho 18


O Festival Portalegre Core está de regresso para a sua quinta edição e a organização, por parte da Associação Cultural Portalegre Core, passou os últimos meses a lançar, paulatinamente, as bandas que iriam estar presentes no espaço Café-Concerto do Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre (CAEP), já nos próximos dias 2 e 3 de Novembro. 

Os grandes destaques vão para as bandas internacionais, que irão ser cabeças-de-cartaz neste ano, os russos Fallcie, que fazem a sua estreia em solo nacional e ainda os espanhóis In Mute, numa aposta em duas bandas com vocalistas do sexo feminino.

Dia e hora dos concertos:

2 de Novembro
- Altarados (22h)
- In Vein (23h)
- Thirdsphere (00h)
- In Mute (01h)

3 de Novembro
- Forja (22h)
- Impera (23h)
- Primal Attack (00h)
- Fallcie (01h)

O bilhete diário tem o custo de 5 euros, com os sócios da Portalegre Core a terem entrada gratuita.

Como já referimos, os concertos decorrem no CAEP, numa parceira com a Câmara Municipal de Portalegre, o Centro de Artes do Espectáculos de Portalegre e a Manobra Principal - Associação Cultural e de Solidariedade Social.



Por: Carlos Ribeiro - 18 Junho 18