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Depois de Gene Simmons ter dito, no ano passado, que o "rock estava morto", Ian Hill, baixista dos Judas Priest, foi questionado sobre se concordava com a afirmação do baixista e vocalista dos Kiss, ao qual respondeu:

"Eu não acho que esteja. Não acho mesmo. Quero dizer, vais substituí-lo com o quê? As pessoas surgem com estas coisas... Vais substituí-lo com o quê? É uma daquelas coisas - no metal em particular, mas talvez também no rock, até certo ponto - que nunca esteve realmente no auge da moda, se é que me faço entender. Isso é música pop - o teu Elvis Presley e o que tiveste durante anos para as pessoas modernas. O heavy metal nunca esteve realmente na moda, por isso nunca saiu de cena. Ainda continua a basear-se mais na música do que na imagem. E acho que é por isso que ele ainda está presente e que estará sempre presente de uma forma, ou de outra. Tem  estado sempre a borbulhar à superfície. Às vezes vem ao de cima - como aconteceu nos anos 80 - e, por vezes, volta a descer. Mas está sempre presente, percebes?"

Por: Bruno Porta Nova - 22 Maio 15


Os Coal Chamber lançaram recentemente através do canal de youtube da sua editora, Napalm Records, um "lyric video" para o tema "The Bridges You Burn". A música faz parte do mais recente álbum, "Rivals", à venda nas lojas europeias a partir de hoje.

Por: Bruno Correia - 22 Maio 15


Os Coldburn e Carcer City são as duas bandas que cancelaram a actuação na Head Up! For The Summer Tour'15. 

A organização anunciou que durante esta semana tentaram arranjar bandas substitutas à altura, no entando, não conseguiram. Assim, o preço dos bilhetes passa a ser de 18 euros antecipado e 20 euros no dia. Estarão disponíveis a partir da próxima semana em todos os locais de venda.

As portas abrem às 20:00h em todos os dias.

Por: Patrícia Garrido - 22 Maio 15


Desde o início que se soube que o baterista dos Nile iria fazer este projecto a solo, palavras e sentimentos de admiração e espanto se fizeram ouvir e sentir. Não só um baterista estupidamente talentoso, Kollias é também um multi-instrumentista de respeito e até vocalista. Todos aqueles que tinham colocado as suas reservas, depois de ouvir “Invictus” de certeza que ficarão de queixo caído. E não é caso para exagero, é o tipo de material que temos mesmo aqui, material para deixar qualquer um admirado. Inserindo-se dentro do espectro do death metal técnico, este é um petardo de todo o tamanho.

O que impressiona mesmo, além da capacidade técnica do baterista tornado multi-instrumentista, com músicas onde os seus talentos como guitarrista e baixista impressionarão, é a capacidade para fazer músicas cativantes e viciantes. Para os mais despreparados que até nem ficam nada impressionados  com a intro meio spoken word de “Echoes Of Divinity” – também não existe muito para impressionar – basta o tema título que se lhe segue para deixar logo tudo em sentido. Um sentido melódico e de peso, faz logo que até mesmo o mais céptico faça o prognóstico de que este será um grande álbum. E efectivamente é. Dinâmica com fartura que até fazem parecer que este death metal é bem mais acessível do que aquilo que é realmente.

É impossível destacar algum dos temas aqui contidos porque isso seria admitir que existiriam momentos menos bons que fariam outros se elevarem acima, o que não é o caso. Este é um trabalho, do início ao fim (exceptuando a tal referida intro) um festival de peso, groove, complexidade e bom gosto metálico. E tudo, fruto da cabecinha de um só homem. É e temos obra. Daquelas que ficam registadas, imortalizadas no tempo. Sem dúvida, um dos sérios candidatos a álbum de ano, de luxo e esbanjador de talento. Impressionante.


Nota: 9.8/10

Review por Fernando Ferreira



A primeira coisa que apetece dizer com a entrada de "Perfect Shade Of Black" é "jazus, que poderio que por aqui vai!". Não, não se trata de grindcore ou death metal, nem nada que se pareça. É heavy metal, não muito tradicional, com recurso aos talentos vocais da senhora menina Margarita Monet. A força e teatralidade com que imprime a temas como o já citado de abertura ou "It's My Show", faz com que estes sejam viciantes, mesmo que no fundo não apresentem nada de novo.

Ainda assim, existem aqui elementos suficientes para deixar o habitual fã de heavy metal meio confuso. Primeiro, pelo nome (e logo), parece que se está perante um qualquer colectivo de power metal sinfónico. Embora até seja uma sonoridade que faz sentido falar aqui, é sem dúvida redutor afirmar que a banda toca power metal sinfónico, sobretudo quando se tem um feeling tão forte de hard rock, principalmente pela voz de Margarita que faz pensar, nem que seja ao leve, em outras vozes clássicas do hard rock como Lita Ford e Doro.

Não quer isto dizer que tudo resulta na perfeição. Infelizmente não é o caso. O tema título tem aquele cariz irritante de música para um músical de Tim Burton, o que nem sempre é positivo. Por outro lado, temos o talento de Dave Bates que se faz sentir por todo o trabalho, mesmo até nos já mencionados momentos mais fracos. "In A Dream" é empolgante no seu crescendo e "Break Away" tem um certo feeling clássico. Já "Rise For The Fallen", " Goodbye" e "Ghost" já são mais banais na sua forma de power metal sinfónico. Resumindo, quando a banda se concentra mais no hard rock, as coisas até correm bem, mas quando tentam os terrenos mais sinfónicos, não corre bem. Assim como a cover de "Children Of Sea", que soa estranha, principalmente aqueles arranjos de teclado.


Nota: 6.5/10

Review por Fernando Ferreira


Mais um lançamento da Metal On Metal, mais uma edição limitada a quinhentas cópias. Desta vez é o segundo trabalho dos britânicos Risen Prophecy que regressam depois de um silêncio de cinco anos. Thrash bruto cruzado com heavy metal tradicional faz com que "Into The Valley Of Hinnom" seja um trabalho bem agradável de seguir. Para muitos fará mesmo com que se fique com o coração a palpitar já que a forma como a banda junta poder, melodia e os lugares comuns do heavy/power metal (inclusive alguns gritinhos mais agudos) é irreprensível.

Não é preciso muito para que se chegue a esta conclusão, basta ouvir o primeiro tema, "Brood Of Vipers", para que se fique imediatamente agarrado. Claro que para tal é necessário ter alguma, pequena, certa paixão pelo género em si. No entanto, apesar do primeiro tema resultar na perfeição, nem sempre o mesmo acontece ao longo do álbum, que por si só, também é algo curto. "Knowing Nothing", apesar de ter menos tempo que a já citada "Brood Of Vipers", revela-se algo aborrecida e a "To The Wolves" também sofre de um certo marasmo, causado sobretudo pela sobrepovoação de lugares comuns. Felizmente, o que lhe falta em originalidade sobra-lhe em energia.

Com o tema título, temos outro ponto algo, que apesar dos seus dez minutos nos fazem aperceber como este trabalho é curto. Com uma intro, uma outro, dois bons temas e dois assim assim, fica a faltar mais conteúdo. Ainda assim, o álbum serve para apresentar esta banda a uma série de fãs do género que talvez não os conhecessem. Espera que num futuro próximo, apresentem mais e melhor porque capacidades não lhes faltam.No que diz respeito aos solos de guitarra então... até arrepia!


Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira


Os britânicos The Chameleons foram uma das bandas mais influentes dentro da cena post-punk. Através do nome Chameleons Vox, o vocalista e baixista Mark Burgess, único membro da formação original da banda britânica, tem permitido que os temas mais emblemáticos do grupo continuem a ser tocados por esse mundo fora. A tour europeia “We Are All Chameleons Farewell Tour” marca a despedida da banda, e o nosso país foi contemplado com duas datas – no Hard Club, no Porto, e na Caixa Económica Operária, em Lisboa. A promessa do grupo – tocar o mítico álbum “Script of the Bridge”, lançado em 1983, na íntegra, bem como outros clássicos, foi cumprida.

A sala encontrava-se cheia – de pessoas e de gerações. Podíamos encontrar desde o rapaz adolescente ao homem coberto de cabelos brancos. E foram especialmente as gerações mais antigas que, de forma entusiasta, saltaram e ecoaram as letras que pareciam saber de cor há anos…ou mesmo décadas. 

O espectáculo iniciou com “Swamp Thing” e, a partir daqui, foi uma hora e meia de música que facilmente se podia ter duplicado sem que o público se queixasse (pelo contrário!). O chão da sala, que por várias vezes tremeu, assim o comprovava. No segundo tema, “A Person Isn’t Safe Anywhere These Days”, a voz de Burgess já se confundia com a do público. Aliás, foram vários os temas onde o público se fez sentir, destacando-se “Second Skin”, do álbum de estreia da banda acima falado. 

Burgess agradeceu algumas vezes ao público pela sua presença. Confidenciou que, muito embora já tenha tocado em vários locais ao longo da sua carreira, ainda se lembra, como se fosse hoje, da primeira vez que tocou em Lisboa (no Rock Rendez-Vous, em 1983).

O espectáculo teve direito ao primeiro encore, mas o público não deixou que a banda terminasse a noite sem um segundo. Este último teve um sabor agridoce – ainda que as músicas tenham sido aplaudidas como se não houvesse amanhã, era notório que a actuação estava a terminar e que, muito provavelmente, esta seria a última vez que a banda se apresentava no nosso país.

Foi com temas emblemáticos como “Up The Down Escalator” e “Don’t Fall” que os ChameleonsVox se despediram da actuação lisboeta, não deixando de reforçar: “we are all Chameleons”. 


Texto por Sara Delgado
Fotografias por Liliana Quadrado
Agradecimentos: A Comissão

Os Tod Huetet Uebel são uma banda de Black Metal com influências de death e grind, oriunda de Lisboa formada em 2012 por Daniel C.  A Metal Imperium agradece o facto de se mostrarem disponíveis para esta entrevista.

M.I. – Boas Daniel, antes de mais fala-me um pouco deste projecto que começou por ser a solo, e que deu os primeiros frutos com o EP Morte e Caos em 2013.

Daniel - Este projecto nasceu depois de um período em que parei de compor, sempre o tinha feito mas sem grandes resultados, e o Morte e Caos foi como que um “fodam-se todos” em que voltei a pegar na guitarra e decidi levar as coisas pra frente sozinho, sem ter pessoas a complicar. 

M.I. - Como foi produzir um EP sozinho? 

Daniel - Foi fácil, a minha profissão é na área do áudio e trabalho com programas de gravação há uns bons anos. Sei como quero as coisas; é questão de ir fazendo até atingir a sonoridade pretendida.

M.I.- Qual o motivo que te levou a optar por incluir um novo membro no projeto, o vocalista Marcos M., para este novo trabalho?

Daniel – Eu, como vocalista, sou limitado e como letrista sou nulo. Já tinha feito umas experiências com o Marcos no passado. Sabia do que ele é capaz e sabia que o álbum precisava de alguém como ele. E, de facto, não podia estar mais satisfeito com o que ele fez. O Marcos, tal como eu, andava cheio de ideias aos anos sem nunca conseguir materializar essas ideias. Espero continuar a contar com ele para os próximos lançamentos.

M.I. - "Malícia" foi lançado em edição limitada no passado dia 22 de Abril, como está a ser o feedback?

Daniel - O feedback está a ser excelente desde que o álbum foi lançado em stream. A edição física, infelizmente, tem tido vários adiamentos por problemas na fábrica e teremos que esperar mais um mês, só sairá lá para finais de Maio.

M.I. - O design do álbum é da inteira responsabilidade do artista Jean-Emmanuel "Valnoir" Simoulin, que já é bastante conhecido por trabalhar com bandas como Behemoth, Morbid Angel, Paradise Lost, entre outras. Será ele uma das únicas pessoas capazes de captar e transpor o lado negro que este álbum acarreta?

Daniel - Antes de mais a escolha do artista deveu-se ao facto de eu querer alguém com provas dadas, alguém que saiba desenvolver um artwork completo e não só a capa frontal. Gosto do trabalho do Valnoir, dei-lhe o álbum para ouvir e liberdade criativa total dentro dos ideais de Tod Huetet Uebel. O resultado é um complemento perfeito para a música.

M.I. - A linhagem dos Tod Huetet Uebel está repleta de influências old school do black metal, embora evidencie um ambiente pós-apocalíptico, até quase um pouco psicótico ( no bom sentido ;). Conseguir transportar o público para todos estes estados de espírito, decerto é um dos ideais da banda, mas para além disso, têm algum objectivo ou mensagem específica que queiram transmitir?

Daniel - Tod Huetet Uebel é dor e ódio. Há um lado misantropo em que abordamos o ser humano como destruidor do seu próprio habitat, de consciencialização para um planeta sobrelotado. É também um manifesto pessoal em que rejeito e abomino o conceito de deuses e religiões. 

Marcos - Ódio, dor - Elementos comuns no black metal, nos quais Tod Huetet Uebel é  encarnado como consciência exilada contemplando o seu próprio reflexo disforme. Tod Huetet Uebel é o Homem na sua hora final, é o afirmar da vida como traiçoeira amante, cúmplice no decair do Ego e na concepção da loucura. É o congruente de memórias que nos levam a ansiar, a perder, a amar e a cessar de ser.

M.I. - Como projectas o futuro próximo dos Tod Huetet Uebel?

Daniel - O próximo passo é um novo EP a ser lançado em 2016 que já está a ser preparado juntamente com o Marcos.

Entrevista por Diogo Brito


O vocalista/guitarrista Alexi Laiho e o teclista Janne Wirman gravaram um vídeo, disponibilizado na página oficial da banda finlandesa, no Facebook, e que pode ser visualizado em baixo, dando conta do processo de gravação do seu novo álbum.

Laiho diz que as gravações, que se iniciaram há cerca de dois meses, estão a ser finalizadas e, segundo Wirman, estão já em processo de mistura.

Este que será o nono álbum de originais dos Children of Bodom, está a ser gravado no próprio estúdio da banda, em Helsínquia. 

O sucessor de "Halo of Blood", de 2013, deverá ser lançado no final do ano, através da Nuclear Blast.


Por: Ângela Fontão Teixeira - 22 Maio 15


O guitarrista dos Anthrax, Scott Ian, disse ao site TulsaWorld.com que banda já tem "cerca de 17 músicas" em preparação para o novo álbum de estúdio, o sucessor de "Worship Music", de 2011, que deverá ser lançado no fim de 2015 ou no início de 2016.

"Não há razão para metermos uma data limite, visto que estamos sempre a ter ideias novas. Vamos seguindo o nosso caminho. Sinto que já tivemos ideias muito boas e agora balanceados por isso, estamos muitos contentes de já ter tanto material fantástico feito", disse ainda, acrescentando que quando "estiverem felizes" com o resultado final pensam então numa data de lançamento.

Por: Carlos Ribeiro - 22 Maio 15


Os Escroto são a nova confirmação para a edição do festival Bardoada e Ajcoi, deste ano. A banda da casa irá ser responsável pela abertura do festival, e junta-se agora ao cartaz onde já se encontram nomes como Ramp, Switchtense, For The Glory, Trinta e Um, Quinteto Explosivo, Moe's Implosion, Um Zero Azul e Low Torque. O festival vai ter lugar nos dias 2 e 3 de Outubro, no Pinhal Novo.

Por: Rita Limede - 22 Maio 15


Ramon ‘Oscuro’ Martos, conhecido escritor da cena metal, acaba de lançar o livro "...And Justice For Art: Stories About Heavy Metal Album Covers", num esforço conjunto das editoras Dark Canvas e Handshake Inc.

Numa edição limitada, publicada com recurso a uma campanha de crowdfunding, são compilados e explicados alguns dos mais inovadores artworks da cena metal. Contam-se neste grupo os álbuns "Reign of Blood" dos Slayer, "Blessed Are The Sick" dos Morbid Angel, "…And Justice For All" dos Metallica, "Symbolic" dos Death, "Heartwork" dos Carcass, "Dark Roots Of Earth" dos Testament, "Heritage" dos Opeth, entre diversos outros. 

O livro conta com mais de 400 ilustrações e 100 entrevistas exclusivas a nomes lendários da música tais como  Jeff Walker (Carcass), Charlie Benante (Anthrax), Max Cavalera (Soulfly, Sepultura),  Fenriz (Darkthrone), Sebastian Bach (Skid Row), Paul Masvidal (Cynic), Chris Adler (Lamb Of God), Travis Ryan (Cattle Decapitation) e David Vincent (Morbid Angel), bem como comentários de ilustradores como Michael Whelan, Eliran Kantor, Dan Seagrave, Joe Petagno, Arik Roper e Travis Smith.

Ao trabalhar com duas editoras em simultâneo, Ramon Martos assegurou que ambas partilhavam a mesma visão. Comenta o autor: "Todos olhamos para esta iniciativa como, acima de tudo, um serviço à comunidade metal. Os fundos angariados servirão para a criação do segundo volume do livro que já se encontra a ser preparado. O legado visual do metal é tão importante como a música em si e não existe ainda informação suficiente acerca disto. Estamos a tentar deixar isto compilado e vivo para as gerações futuras."  

Abaixo pode ser visualizada a apresentação deste livro, que está disponível para venda através da página oficial de Facebook aqui


Por: Mariana Crespo - 22 Maio 15


Após uma discussão pública com Ozzy Osbourne, e anos de afastamento, alguns membros de Black Sabbath reuniram-se com o baterista, Bill Ward, no Ivor Novello Awards. Estes realizaram-se hoje, 21 de Maio, em Londres, Inglaterra. Bill estava presente com Tony Iommi e Geezer Butler para receber o prémio "Lifetime Achievement". 

Tony confirmou que o grupo vai iniciar a última tournée no próximo ano. Há rumores que Ward fará parte do último álbum da banda.

Por: Patrícia Garrido - 22 Maio 15


Apesar de achar que o recente documentário sobre a vida de Kurt Cobain tenha sido bem realizado, Lars Ulrich achou também que o mesmo não foi fácil de ver, e explica porquê: 

"Eu achei que foi único. Nunca tinha visto um filme como este. Adorei estar perto do Kurt, mas também desgostei estar tão perto dele, pois perdeu-se um pouco da mística.

"Eu estava sentado e pensava: "Será que preciso realmente de ver o Kurt Cobain numa banheira?" Como fã de Cobain, e como fã dos Nirvana, foi quase demais, foi quase demasiado perto. Porque da próxima vez que ouvir "Come As You Are" ou uma daquelas músicas, vou pensar nele numa banheira a barbear-se, ou naquela cena no final, onde ele segura a Frances, e algumas dessas coisas, o que foi desafiante de ver.

"Como filme, achei que foi bastante inteligente e muito bem feito, e admiro realmente a sua realização e a forma como foi concebido."

Por: Bruno Porta Nova - 22 Maio 15


As Babymetal, conhecida banda japonesa composta por 3 adolescentes com idades entre os 15 e 17 anos, deram uma entrevista à Rolling Stone.

Nesta entrevista falaram sobre o equilíbrio que mantêm entre concertos, escola e vida pessoal, e explicaram o porquê de colocarem música dos Metallica a tocar antes de darem início aos concertos.

Su-metal, vocalista, explicou: “Não é só para nós, mas os fãs ficam entusiasmados quando ouvem os Metallica e, com as Babymetal, continuam com o ritmo. Antes de formarmos as Babymetal, não estávamos muito familiarizadas com o metal, mas aprendemos muito com os Metallica. Ver os seus concertos e conhecê-los, eles foram muito simpáticos connosco.”

As Babymetal já contam com o seu álbum de estreia, com o mesmo nome, disponível em formato digital e será lançado o suporte físico a 16 de Junho de 2015.

Por: Ana Costa - 22 Maio 15


Ainda no rescaldo do avanço do primeiro single do novo álbum de Lamb of God e do anúncio do seu lançamento já no próximo mês de Julho, o vocalista Randy Blythe afirma que este será "o álbum mais coeso" que fizeram e "menos esquizofrénico".

"VII: Sturm Und Drang" assenta na reação psicológica dos humanos sob condições extremas e a sua denominação alemã resvalou na sua ascendência germânica, sendo que a mãe o ajudou na seleção do nome que foi depois validado pela banda.

Blythe acrescentou que, entre este novo álbum, o seu próximo livro e a sua exposição de fotos, ele espera conseguir fechar um ciclo. O livro, que se refere ao episódio da sua detenção em Praga, serve como unguento pessoal para uma situação que o afetou profundamente e também como escudo face às questões que constantemente lhe colocam: “Assim, têm todas as respostas que precisam.”

Por: Ângela Fontão Teixeira - 21 Maio 15


Os Bullet For My Valentine vão lançar o seu novo álbum, intitulado "Venom",  a 14 de Agosto. 

Deste registo já é possível ouvir uma das suas músicas, “No Way Out”, disponibilizada acima.

Metthew “Matt” Tuck, vocalista e guitarrista da banda, disse: “Nós tivemos que mergulhar em lugares bastantes escuros para a inspiração para este álbum. Estamos confiantes em dizer que é o mais pesado que já fizemos e não podíamos estar mais orgulhosos. Por isso ouçam a primeira música ‘No Way Out’, uma das nossas favoritas. Eu já vivi com isto um pouco e ainda me dá arrepios.”

Por: Ana Costa - 21 Maio 15


De acordo com o produtor Mark Lewis, dos Audiohammer Studios, os norte-americanos The Black Dahlia Murder terminaram recentemente as gravações do seu novo disco. A data de lançamento do 7º álbum da banda, ainda não é conhecida, mas espera-se que o novo registo veja a luz do dia antes do final do ano.

Por: Bruno Correia - 21 Maio 15


Os The Temple são a mais recente confirmação do Portalegre Core. A segunda edição do festival vai ter lugar nos dias 3 e 4 de Julho, no Campo Escutista Trilhos Moiros, na cidade de Portalegre. Estes juntam-se ao cartaz onde já estão nomes Little Orange, Mind Traveller, Sly, Skill To Kill, Artigo 21, Jezebel, Birds Are Indie, Borderlands e Skina Carroça. Mais informações deverão ser reveladas em breve.

Por: Rita Limede - 21 Maio 15


O vocalista dos brasileiros Attomica, Alex Rangel, faleceu na sequência de um acidente de mota, sem que tivesse sido divulgada a data do seu óbito.

O anúncio foi feito pelo produtor e amigo do vocalista, Bruno Mantovanni, no Facebook oficial da banda:

"Amigos do Attomica,
Tenho a difícil tarefa de comunicar o falecimento de Alex Rangel, vocalista da banda Attomica devido a um acidente de moto.
Hoje ele se junta lado a lado com todos os ícones do Rock.
Este é um momento de muita dor para todos nós e uma grande perda para o metal brasileiro.
Ficam as minhas palavras como amigo próximo do Alex e produtor da banda Attomica, este é um momento de luto para todos.
Amor e serenidade."

Por: Carlos Ribeiro - 21 Maio 15


Os Hatebreed têm estado ocupados pois estão em digressão com os Slipknot. Depois de um verão de turismo, o vocalista, Jamey Jasta, vai começar a escrever o sétimo álbum de estúdio.

Em entrevista à Loudwire, Jamey revelou: "Vamos começar a escrever em Outubro. É o plano. Iamos tentar fazê-lo mais cedo mas ofereceram-nos esta tournée com Slipknot, e posteriormente festivais em Julho na Europa e nos Estados Unidos e Canadá em Junho. Em Setembro vamos voltar para o Reino Unido. Então, vamos ter que voltar a escrever no fim de Setembro, início de Outubro".

Por: Patrícia Garrido - 20 Maio 15


Os Soulfly, Oathbreaker, Betraying The Martyrs (que vêm substituir os Chelsea Grin), Abaixo Cu Sistema (tributo a System Of A Down), Defclones (tributo a Deftones), The Everlongs (tributo a Foo Fighters), Brothers Till We Die, Borderlands e os Blaze Out são as últimas confirmações para a próxima edição do Resurrection Fest, vindo assim encerrar o cartaz. Juntam-se aos nomes anteriormente confirmados, que podem ser recordados na imagem acima, onde também já se encontram distribuídos pelos respetivos dias de atuação. 

Recorde-se que o Resurrection Fest decorre entre os dias 16 e 18 de Julho, havendo lugar a um Warm Up no dia 15 de Julho. Os bilhetes podem ser adquiridos através do site oficial do festival. 

Por: Sara Delgado - 21 Maio 15


De acordo com uma recente declaração publicada na página de Facebook do festival, a organização do Burning Light Fest revelou que o mesmo deixará de existir. Apesar de indicarem já existir alguns nomes confirmados para a próxima edição, comentam que, "quando algo deixa de ser feito pelo coração e com a mesma paixão de sempre, achamos que devemos parar", e ainda, "é parvo ver que estamos a lutar por algo que, afinal, não valia assim tanto a pena". 

Ficaremos a aguardar por mais possíveis detalhes acerca desta decisão. 

Por: Sara Delgado - 21 Maio 15


Os Shape Of Despair acabam de estrear a sua nova música, "The Distant Dream Of Life", que pode ser ouvida abaixo.

Esta é mais uma faixa integrante do próximo álbum de estúdio da banda, chamado "Monotony Fields", que será lançado no dia 16 de Junho, através da editora Season Of Mist.


Por: Carlos Ribeiro - 21 Maio 15


Apesar da noite quente, a sala 2 do Hard Club embora recebendo um cartaz forte, demorou a aquecer, pois a abertura com os Embryo foi morna. 

O quinteto italiano fez o papel de banda de abertura, recebendo os que iam chegando a conta-gotas, para uma jornada que se iniciava cedo (20:30). Abrindo com “My Pounding Void”, do trabalho deste ano, “Embryo”, o colectivo mostrou que desde logo que a presença de teclista em palco era pouco relevante e que o som da banda assentava no baixo pulsante de Nicola Iazzi.  Dos sete temas executados, apenas “No God Slave” era do disco anterior, sendo os restantes do novo trabalho, o primeiro em cinco anos. O death metal melódico deste grupo acabou a soar desinspirado, mas a noite ainda estava a começar.

A surpresa do cartaz, residia nos suecos Tribulation. Se as fotos revelavam um grupo diferente, ao vivo o quarteto ganha toda  uma outra dimensão, com os guitarristas Adam Zaars e Jonathan Hultén a assumirem uma postura algures entre o guitar hero dos 70’s e uma drag queen, emoldurando um Johannes Andersson que se ocupava da voz e baixo, ao mesmo tempo que geria o cerimonial. Tal como os italianos, o concerto deste suecos baseou-se em “The Children Of The Night” deste ano e o momento mais alto da noite, foi o instrumental “Själaflykt” desse mesmo trabalho. Sonoramente o quarteto soava, no início, a uns Celtic Frost em “Cold Lake”, mas depois foi evoluindo para um som algo hipnótico, algo Rock, sempre numa atmosfera simultaneamente sombria e glamorosa, quase gótica. Apesar da boa impressão deixada pelo grupo, a partir do meio da actuação, a qualidade sonora, na sala, tornou-se mais fraca, acabando por ser a imagem e performance a impor-se. Ficou a vontade de ver mais deste colectivo e descobrir o grupo, que promete fazer um crossover interessante entre diversos estilos. Excelentes.

Seguiram-se Keep of Kalessin, um trio com quem confesso ter alguns problemas: se em disco soam soberbos, ao vivo perdem o impacto épico, e deixam a sensação de faltar algo na encenação. Isso repetiu-se de novo, apesar do esforço de Obsidian C. e Wizziac quer na atuação, quer na execução. O que vale é que a qualidade do “Epic Extreme Metal”, como lhe chamou Obsidian, ser excelente, e musicalmente, o colectivo continuar a ser impressionante. Quem conhece os temas destes noruegueses, sabe bem como são longos, por isso não será de estranhar que de “The Grand Design” a “Ascendant” se completasse um alinhamento de apenas sete temas em que “The Divine Land” ficou marcado por um problema de guitarra que levou Obsidian a sair de palco e a um pequeno solo de bateria, enquanto o alinhamento não era retomado. Do novo disco, além de abrirem com um tema de “Epistemology”, houve ainda espaço para “Dark Divinity” e “Introspection”. Um concerto muito bom que só teve na sua duração o maior problema, pois Keep of Kalessin poderia facilmente ter alargado a hora e meia e mesmo assim muitos temas ficariam de fora.

Com a sensação de uma sala mais vazia, chegaram os israelitas Melechesh, com o seu Sumerian Thrashing Black Metal ou Mesopotamian Metal, como eles designam o seu som. A entrada de Scorpios e Moloch com Shemagh prometia outra encenação para o concerto, mas após a execução do primeiro tema, deixaram cair os mesmos e passou-se a um concerto trivial, aqui e ali  com sonoridades orientais, mas quase sempre alinhando num thrash musculado que Ashmedi ia orientando. “Genies, Sorcerers and Mesopotamian Nights” foi um dos melhores temas da noite e um rouco Ashmedi não pode deixar de referir a actual destruição dos monumentos da Mesopotâmia, quando introduziu “Ghouls of Nineveh”, penúltimo tema de uma noite que encerrou com “Rebirth of the Nemesis: “Enuma Elish Rewritten”, sem direito a encore.

Encerrava-se assim um cartaz longo, numa noite quente na temperatura, mas em que faltou público e se revelou morna em alguns concertos. Quatro bandas, quatro estilos, com a noite a ser ganha pelos nomes do meio: Keep Of Kalessin e Tribulation. 


Texto e fotografias por Emanuel Ferreira
Agradecimentos: SWR Inc