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Durante uma entrevista concedida ao podcast "Talk Toomey", o guitarrista ex-Machine Head, Phil Demmel, explicou que durante os últimos anos, "os Machine Head acabaram por se tornar na banda a solo" de Robb Flynn, o vocalista/guitarrista e líder da banda norte-americana.

Durante esta conversa, Phil revelou que esta foi a principal razão que levou à sua separação dos Machine Head, ele que saiu em Outubro, juntamente com o baterista Dave McClain. "Não vou dizer mal do Robb. (...) Considero que tivemos tempos fantásticos nos Machine Head, mas nos últimos anos esse não era o caso... Simplesmente, já não funcionávamos bem enquanto grupo", explicou, referindo que Robb Flynn se afastou daquele que era o caminho da banda e tomou um caminho que era só seu.

Para além disto, mencionou ainda que o último álbum da banda norte-americana, "Catharsis", foi um álbum em que ele "participou muito pouco", chegando mesmo a dizer que "odiou" o mesmo.

Para já, os Machine Head ainda não anunciaram quaisquer substitutos para o guitarrista, ou mesmo para o baterista. 

Por: Carlos Ribeiro - 10 Fevereiro 19


A versão de 2019 do LVHC Fest pode ter uma fórmula renovada (dois dias mas desta feita espalhados pelo ano) mas o objectivo mantém-se inalterado: dar espaço a bandas nacionais de todos os estilos a se apresentarem no palco da Associação de Linda-A-Velha perante uma plateia de gente que gosta verdadeiramente do underground.


A ideia do Hugo “Goblin”, vocalista dos Trinta E Um, face mais visível do modo de estar que é o “Linda-A-Velha Hardcore”, e a mente por detrás do LVHC Fest, não poderia ter sido mais bem exemplificada do que com a edição deste ano. Logo a abrir, uma estreia absoluta em palcos, os HPS – Hard Punk Spirit, filhos da terra e caras conhecidas da plateia, que agora dão o primeiro passo ao ultrapassar a fronteira. Visivelmente emocionados pelo convite e por uma sala muito bem composta para um dia que se adivinhava longo, deram início às hostilidades com “Zombie Catita”, uma faixa a mostrar bem as raízes no punk mais old school. Bons instrumentistas, letras em português e um vocalista carismático, na figura do Vítor Libânio, é a receita de sucesso para os HPS, que aqueceram a sala com oito temas ainda desconhecidos para a grande maioria, mas que mesmo assim fez a festa como se já conhecesse a banda há anos. “El Chapo”, “É ou não É” e “Inciclone” ficaram mais no ouvido, entre muitos agradecimentos à organização e aos presentes, e o desejo de mais concertos.


Das Caldas da Rainha chegaram os BAD! com o seu hardcore punk cru mas muito bem oleado. O quarteto tem um mês com várias provas de fogo fora da sua zona de conforto, e pela amostra em Linda-A-Velha não está nem aí para o stress de tocar para um público que talvez nunca os tenha visto. A banda de d’O Gatuno toca rápido e toca bem, e desde o início com “The Bully Zone” até ao hino final “Trouble Boys” recebemos de frente todo o impacto dos hippie haters das terras de Bordallo. Com Rui Paixão (Sarna) perfeitamente integrado na banda, os caldenses deram-se ainda ao luxo de honrar a plateia com duas versões, “Tied Down” dos Negative Approach e o excelente “No Friend of Mine”, dos Slapshot, veteranos da cena hardcore de Boston para quem, curiosamente, os BAD! irão abrir no concerto de regresso a Lisboa a meio do mês. Old school hardcore em doses rápidas de três minutos ou menos, com letras necessariamente contestatárias, cujos pontos altos foram crescendo ao longo da actuação, sendo de destacar talvez “Young Punk” num alinhamento que mostra a versatilidade mas também o empenho da banda à causa. Venha de lá esse concerto no Popular Alvalade!


Karbonsoul eram os senhores que se seguiam, com a bússola a apontar na direcção do death metal melódico. A repetir uma presença na Academia, numa altura em que o festival assumia uma outra identidade, a banda liderada pela enorme Muffy agarrou a plateia desde o primeiro minuto com enorme garra. Faz tempo que “3Logy” foi editado mas os três temas do EP continuam a arrebentar com qualquer espaço, muito por culpa do trabalho na guitarra do Mário “RStein” Rodrigues, que é sempre um show à parte dentro do show que é ter Muffy na frente de palco. Seria injusto dizer que os Karbonsoul captam a atenção por causa da presença em palco da vocalista, até porque o death metal da banda é de excelente qualidade, mas é impossível ficar indiferente ao factor extra que a alentejana dá ao vivo. A promessa de novidades em 2019 e alguns temas ainda não editados mostram excelente evolução desde a edição de 2014.


Rápida mudança de palco e checksound e altura de mais uma banda a jogar em casa de tomar lugar no palco da Academia. De repente, a sala enche-se para receber os Fonte, banda que representa a nova geração do espírito LVHC. Dedicando a actuação ao Sérgio “Bifes”, vizinho da sala e um dos maiores impulsionadores para o arranque da banda, imediatamente arrancam com “Agarra-te à Vida” e a sala explode de testosterona. O quinteto não se faz rogado e destrói por completo qualquer réstia de energia que alguém estivesse a guardar para mais logo, com enormes circle pits e sistemático crowd surfing ao longo dos 40 minutos de actuação. Sempre a interagir com um público rendido e entendido, “Fontes Não Morreu” foi entoado em uníssono, mais ainda quando o refrão foi trocado para “Bifes Não Morreu”, o delírio na sala. Sem dar descanso a ninguém, rapidamente se chegou ao final com “5 Tiros” e um encore muito emotivo, novamente com “Agarra-te à Vida”. A melhor actuação do dia até então, e uma que iria ser muito difícil de superar, até porque jogavam em casa, caso o talento não tivesse sido mais que suficiente.


Os Diabolical Mental State chegavam logo a seguir, com um metal hardcore que mereceu um som espectacular, aliás uma constante em todo o festival (parabéns à Caramelo e ao Igor Azougado), arrancando com “Long Way Down” e “The Village”, antes de anunciarem um novo tema, “The Town”. A banda mistura elementos de thrash metal com hardcore punk e groove metal, criando um som bastante sui generis, que agradou aos presentes, apesar dos números terem baixado um pouco depois da actuação anterior. Com o irrequieto Apache Neto no baixo a dar um show de como tocar, inclusivé até saltando apenas em um pé, foi com alguma pena que a banda anunciou “Diabolical Crew” e “Home Invasion”, normalmente o final dos seus concertos. Houve tempo ainda para um wall of death com a totalidade dos espectadores a participar, mas fica a sensação que esta performance tinha merecido mais olhos.


Se antes falámos do som que esteve sempre fenomenal, temos igualmente que dar valor ao Igor Azougado pela forma incansável como tomou conta dos horários, não deixando nenhuma banda se esticar para além do estipulado e informando constantemente o palco do tempo para checksound que faltava. E se isso correu sempre bem, a próxima banda já teve a sua dose de contratempos. Os Dollar Llama são dos melhores quintetos de metal musculado que temos em Portugal, presença habitual em palcos fora do nosso país, e foi uma pena ver a sua actuação de alguma forma encurtada pelos problemas que aconteceram no checksound. O facto de terem trazido a sua própria bateria, imprescindível para quem conhece o som da banda, fez com que o processo demorasse e, no final, o alinhamento acabou por sofrer as consequências. O quinteto não pisava o palco da Academia há uma década e marcou forte a sua presença, alicerçando a actuação em “Juggernaut”, o disco de 2018 que recebeu excelentes críticas, e faixas como “Jaws”, “Louder” ou “Grand Union” mostraram bem a razão pela qual os stoners andam lá por fora a levantar bem alta a bandeira nacional.


Faltava apenas uma banda para encerrar o primeiro dia do LVHC Fest, que irá ter continuidade lá mais para o verão, e de repente a sala de concertos da Academia encheu completamente. Parece que muita gente estava pelo espaço à conversa e que só chegou mesmo a entrar para ver os cabeças de cartaz Rasgo. O quinteto conta com dois filhos de Linda-A-Velha, Ricardo Rações na bateria e Sarrufo na guitarra, eles que gravaram o clássico álbum dos Trinta E Um “O Cavalo Mata”, e a comunidade local ali estava presente para os apoiar. Aquele que é talvez o único supergrupo do metal lusitano (para além dos dois ex-Trinta e Um está lá também Ruka dos Tara Perdida, o vocalista Paulo Gonçalves e o baixista Filipe Sousa, dois ex-Shadowsphere) tem em “Ecos da Selva Urbana” um dos melhores álbuns de thrash metal nacional, o que para disco de estreia é fenomenal. Ainda não há malhas novas, pelo que o quinteto tocou na íntegra o disco, começando o festival de rebuliço com “Propaganda Suicida”. Logo aí foi visível que a enorme maioria dos presentes tem a lição bem estudada e ajuda na prestação do Paulo de forma bastante efectiva. A movimentação na plateia foi de tal maneira que a meio da actuação já a banda se tinha livrado das t-shirts, tal a energia que circulava pela Academia. Destaques já vão sendo habituais para a versão de “Cão da Morte” dos bracarenses Mão Morta e para “Homens ao Mar”, numa actuação que demorou muito mais do que podemos pensar, pois pareceu começar e terminar num ápice. Mais um memorável concerto dos Rasgo e um enorme regresso a casa para Rações e Sarrufo, que não podiam estar mais felizes no final da performance.

Quanto à organização, mais uma excelente tarde/noite em Linda-A-Velha organizada pelo Zé Goblin e a expectativa de que o Dia 2 seja pelo menos igual a este. Já era um excelente sinal...

Texto e fotos: Vasco Rodrigues



Os Dream Theater continuam a preparar os seus fãs para o que os espera no seu novo álbum, "Distance Over Time", que será lançado no dia 22 de Fevereiro, através da Inside Out Music/Sony Music. 

Nesse sentido, foi hoje lançado no terceiro - e último - single desse mesmo trabalho, intitulado "Paralyzed". Pode ser ouvido acima.

Por: Carlos Ribeiro - 09 Fevereiro 19



A New Revenge. É este o nome da nova banda que junta Tim "Ripper" Owens (vocalista, ex-Judas Priest), Keri Kelli (guitarrista, ex-Alice Cooper), Rudy Sarzo (baixista, ex-Ozzy Osbourne, Dio e Whitesnake) e James Kottak (baterista, ex-Scorpions). O primeiro single já foi lançado e pode ser ouvido acima. Chama-se "The Way".

Para além disso, a banda revelou ainda nome, data de lançamento, capa e tracklist do seu primeiro álbum, "Enemies & Lovers". Este será lançado já a 25 de Março deste ano.


Tracklist de "Enemies & Lovers": 

- The Distance Between
- The Way
- Never Let You Go
- Glorious
- The Eyes
- Fallen
- Only The Pretty Ones
- Enemies & Lovers
- Here’s To Us
- Scars

Por: Carlos Ribeiro - 09 Fevereiro 19


Tal como prometido, a organização do Portalegre Core Fest lançou hoje o nome de mais uma das bandas que irá marcar presença na edição deste ano: os portugueses My Enchantment.

O festival que conta já com outras duas bandas anunciadas, os Strikeback e os Legacy Of Cynthia, acontece nos dias 1 e 2 de Novembro, no espaço "Quina das Beatas", no CAE de Portalegre.

Por: Carlos Ribeiro - 09 Fevereiro 19


Parece que agora temos uma actualização mais consistente. Depois de Danny Carey (baterista) ter dito a um fã que o novo álbum dos Tool saía a meados de Abril, Maynard James Keenan (vocalista) veio desmentir através do Twitter que isso não era bem assim. Hoje, também através dessa mesma rede social, o vocalista voltou a abordar o assunto, estimando que o tão antecipado trabalho deverá ver a luz do dia "entre meados de Maio e meados de Julho".

No mesmo tweet, informou que o álbum está a ser misturado, que se seguem todos os passos normais na composição do mesmo, remetendo mais "informações específicas" para breve.

Para além disto, relembrar que a banda norte-americana vai passar por Portugal, para um concerto no dia 2 de Julho, na Altice Arena. Ou seja, uma data precisamente localizada nesta estimativa de Maynard.

Por: Carlos Ribeiro - 08 Fevereiro 19


Sala cheia! Foi assim que a comunidade metálica decidiu premiar a organização do festival Xxxapada na Tromba, esgotando a sala do RCA Club nos passados dias 18 e 19 de Janeiro.

Aquela que seria a última edição do festival nos moldes que o Sérgio Páscoa e a Rita Limede foram habituando os fãs das sonoridades mais brutais arrancou mais tarde do que o anunciado, face ao cancelamento dos Dehydrated, pelo que eram quase 19 horas quando os espanhóis Moñigo subiram para mostrar o que vale o seu gore-grind. O público estava já em números generosos para aquela hora e dia de semana e recebeu o trio madrileno, que ainda o ano passado tinha passado pelo Sebadelhe Metal Fest, de maneira muito calorosa, interessada em ver como funciona uma banda grindcore sem baterista.

Igualmente do país vizinho, mas agora de Palencia, chegaram os Rato Raro e um death/grind muito interessante. Banda veterana, com mais de 25 anos de palco, e na sua segunda presença no Xxxapada, o trio de voz, bateria e guitarra incendiou a plateia, sempre com Toño a comandar as hostes, mas infelizmente teve de encurtar a prestação por problemas técnicos.

De terras de Sua Majestade a Rainha Isabel II chegaram os Crepitation para 45 minutos de um excelente death metal. Apesar da intro com techno de manhoso valor e da banda anunciar que não percebiam porque tinham sido convidados para estar ali porque já não tocavam música extrema, a banda originalmente de Liverpool mostrou a força do seu recentíssimo “Onset of Horrendosity”, o split-EP com os Fetor, mas foram faixas como “Gelatinous Intergalactic Spunk Trumpet” ou “Pathological Armoured Ferret Tank”, e o mais recente “Antiques Chodeshow” que fizeram a sala estremecer.

Antes da pausa para jantar subiram ao palco os polacos Meat Spreader, que por falta dos Dehydrated “cairam” para essa fase do festival. Mas nem a fome, que fez esvaziar de alguma maneira a bem composta sala, impediu o quarteto de mostrar o poder do seu grindcore, com destaque para faixas do novo “A Swarm Of Green Flies Over The Rusty Plot”.

Repostas as energias, as portas do RCA voltaram a abrir para a segunda parte do primeiro dia do Xxxapada, com o palco a receber os Cripple Bastards. Com Giulio the Bastard ao leme e um disco novo para apresentar, foram três quartos de hora intensos e com mínima interacção com o público, a mostrar que o importante para os italianos é mesmo debitar notas o mais veloz possível. Depois da passagem pelo SMSF 2016, os super veteranos do crust/grind (30 anos de estrada!!) apresentaram o novo LP “La Fine Cresce da Dentro”, segundo fruto da parceria da banda com a mítica Relapse Records.

Da República Checa vieram os Epicardiectomy e o seu brutal death metal, que regressavam a Portugal com o novo “Grotesque Monument of Paraperversive Transfixion” debaixo do braço. Com a sala perto de rebentar pelas costuras e já com gotas de água a pingar do tecto, a festa fez-se na frente do palco, com a grande maioria das novas faixas a originar largos mosh pits repletos de criaturas de dimensões paralelas (Pikachús, unicórnios, zebras com sapatos com luzes psicadélicas nas solas, etc).

Longa ia já a primeira noite do Xxxapada na Tromba quando entra em palco a primeira banda nacional, os Grog, sinónimo da importância internacional deste certame, e que poderia facilmente ser comprovada ouvindo as diversas línguas e dialectos falados pela plateia recheada do RCA. “Uterine Casket” abriu as hostilidades, retirado do recente “Ablutionary Rituals” e seguiu-se uma excelente prestação de Pedro Pedra e seus amigos, num concerto que contou com dois convidados muito especiais: Sérgio Afonso, dos Bleeding Display, no clássico “Rotten Grave” e João Dourado, o primeiro baterista da banda, que mostrou em “Cannibalistic Devourment” que ainda está ali para as curvas.

Os holandeses Inhume foram os primeiros a sentir o algum cansaço que já era evidente na plateia, com a reacção ao seu death metal a apenas a acontecer a espaços. Mesmo assim, a banda mostrou porque razão existe desde 1994 e foi puxando pelo público, que parecia ter escolhido o exterior da sala para repor energias.

Mas aos primeiros acordes dos norte-americanos Brodequin, a sala renasceu e a estreia no nosso país foi bem conseguida. A banda de Knoxville, Tennessee, desde “Methods of Execution” de 2014 que não edita, mas foram as faixas dos primeiros discos que animaram mais as hostes, agora visivelmente a pensar já no dia seguinte.

O final ficou a cargo dos Satan’s Revenge On Mankind, que se apresentaram em palco de bata ensanguentada e máscara de cirurgia, perante uma sala que lentamente ia perdendo a excelente moldura humana. Mesmo assim os germânicos não se fizeram rogados e abanaram mais uma vez a sala de Alvalade com faixas do aclamado “Supreme Malicious Necro Terror”.

Um fabuloso primeiro dia, a prenunciar um fechar de cortinas em grande para o festival!!

Texto: Vasco Rodrigues - 08 Fevereiro 19


O segundo dia do Xxxapada na Tromba iniciou-se bem cedinho com os portugueses Annihilation. Ainda sem os números do dia anterior por esta hora, a banda liderada pela Bia e pelo Fábio mostrou toda a sua mestria e aproveitou a ocasião para festejar 15 anos de atividade no underground nacional. Muito interessante ouvir ao vivo as faixas de “The Undivided Wholeness of all Things” em voz feminina.

E se no primeiro dia tivemos de esperar bastante tempo para termos uma banda nacional em palco (Grog), no sábado foi logo uma atrás da outra, com os Undersave a mostrar o death metal do mais recente “Sadistic Iterations... Tales of Mental Rearrangement”, editado o ano passado. Letras pesadas sobre doenças mentais e auto-destruição construídas em faixas de mais de seis minutos que a banda de Loures faz parecer muito mais rápidas.

Da Estónia chegaram os Hymenotomy, mantendo a toada forte no death metal brutal. Finalmentre o RCA começou a mexer, reagindo da melhor maneira à performance do trio estónio, que baseou a actuação no seu único disco de originais, “Some Necrophiles Having Sex with Naked Autopsied Bodies in the Morgue” e do seu “Promo CD 2017”. De realçar que o nome dos temas da banda demoram mais a dizer que propriamente o tempo que a banda tem para as tocar.

Com um death grind que deixou a plateia em alvoroço, os dinamarqueses UxDxS pareciam com pressa para regressar a casa, terminando a sua actuação bastante antes do tempo previsto, o que deixou a sala bastante triste, pois as faixas do único disco “Too Fast For Love” e do EP “#Altingvildere” estavam a animar e muito as hostes.

Antes da pausa para jantar, tempo ainda para os espanhóis Tu Carne pisarem o palco do RCA. Kojo apareceu em palco com uma máscara de porco e rapidamente começaram a debitar o goregrind com pinceladas de crust punk, alicerçado no quinto disco de originais, “Acumulacion de Cadaveres”. O som da banda parece cada vez mais colado ao grindcore, se bem que a utilização do pedal de efeitos de voz não parecer obter o efeito que podia. Mesmo assim, grande recepção aos veteranos nuestros hermanos, com a plateia a ganhar balanço para um jantar merecido.

Findo o repasto, a festa continuou com os Gut, uma das bandas mais esperadas pela sala quase cheia do RCA. Van Halen nas colunas e a banda de gore grind a arrancar logo imediatamente com “Woyund Fuck”. “Sperminator” explodiu no PA e pela sala iniciou-se um circle pit monumental, que acompanhou toda a actuação dos germânicos, tidos como percursores do pornogrind. A gravarem um novo disco, a banda presenteou o RCA com uma nova faixa, “Anus Anubis”, mas foi com o clássico “Fisted on the Dancefloor” que a plateia foi ao rubro.

A banda seguinte é um caso sério do metal extremo internacional e, pasme-se, é nacional! Os Analepsy têm uma larga legião de fãs e muitos deles ocuparam lugar na frente de palco para acompanhar a banda em mais um concerto na capital. Com o album “Atrocities from Beyond” a dias de celebrar dois anos e a banda a gravar temas novos, “Witnesses Of Extinction” ou “Atrocity Deeds” são sempre bem vindas e nunca parou animação na sala, apesar da habitual pouca interacção da banda de Diogo Santana.

Mais uma banda do género brutal death metal, os Devangelic chegaram de Roma com um disco debaixo do braço que causava algum interesse, e apesar de “Phlegethon” de 2017, ser bastante interessante, era visível algum debandar para o exterior depois das actuações potentíssimoas de Gut e Analepsy. Mesmo assim, os italianos cativaram os resistentes com temas como “Malus Invictus” ou “Manifestation of Agony”.

Da Holanda chegava uma outra banda a levantar muita expectativa. Os Prostitute Disfigurement regressavam ao nosso país e num set cheio de bons temas de death metal, estrearam “Happily to the Gallows” e “Fight a Transvestite”, a incluir no seu próximo disco homónimo.

Mas que me desculpem todas as bandas presentes nesta edição do Xxxapada 2019, mas toda a gente presente no RCA estava lá para receber os Serrabulho!
A festa estava prometida e o novo disco, “Porntugal” foi razão de sobra para o caos em palco e na plateia, que em apenas 30 minutos deu uma autêntica aula de fitness, com o Carlos Guerra a passear mais pela plateia do que propriamente em palco. “Ela Fez-me Um Grão de Bico” foi o ponto alto dos novos temas mas é nos clássicos “Sweet Grind O’Mine”, “B.O.O.B.S.” (com direito a Mr Páscoa e o seu bandolim a fazer o intro) ou “Quero Cagar Mas Não Posso”. De realçar o habitual comboio na plateia, a mobilizar por completo a sala do RCA. Apesar de ainda faltar uma banda para encerrar a edição deste ano do festival, os seus responsáveis máximos, Rita Limede e Sérgio Páscoa aproveitaram a oportunidade para, num inglês perfeito, agradecerem a presença de todos e anunciaram a “morte” do evento nestes moldes.

A festa fechou com os romenos PornTheGore a fazer mexer quem ainda tinha fôlego para o fazer, mas se calhar tinha valido a pena a troca de lugar com os transmontanos para encerrar com chave de ouro.

Fica para a história um RCA apinhado durante dois dias de bandas longe de serem comerciais, num festival que não pode nem deve acabar!

Por: Vasco Rodrigues - 08 Fevereiro 19


O Festival "Portalegre Core", organizado pela Associação Cultural com o mesmo nome, já revelou os dois primeiros nomes que vão marcar presença na sexta edição do festival norte-alentejano: os espanhóis Strikeback e os portugueses The Legacy Of Cynthia. A organização promete lançar o terceiro nome ainda neste fim-de-semana.

O Portalegre Core Fest está agendado nos dias 1 e 2 de Novembro deste ano, no espaço "Quina das Beatas", que faz parte do Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre.

Por: Carlos Ribeiro - 08 Fevereiro 19


Sábado, 30 de Março de 2019 foi a data escolhida para a realização da 7ª edição do Silveira Rock Fest.

Pelo campo do CDR "Os Silveirenses ", no Casal da Silveira (Famões - Odivelas) irão passar várias bandas de todos os espectros do underground nacional, estando já confirmados Ravensire, Redemptus, Undersave e Dogma.

A entrada é livre e haverá mais novidades brevemente.

Por: Vasco Rodrigues - 08 Fevereiro 19


A edição de 2019 do Festival PN, organizado por associações e grupos informais do Pinhal Novo no âmbito do projecto "Março a Partir", terá lugar nos dias 22 e 23 de Março nas arcadas do Pátio Caramelo.

O cartaz inclui, na sexta-feira dia 22, os algarvios MEDO, os locais Nameless Theory, a nova geração do Linda-A-Velha Hardcore FONTE, e os caldenses BAD!

No sábado 23 de Março apresentam-se Honry Bones, Espera, Anya Karin e Melgazarra.

A entrada é livre.

Por: Vasco Rodrigues - 08 Fevereiro 19


Acaba de ser anunciado o cartaz do festival Tsunami 2019, que decorre na cidade espanhola de Gijón nos dias 2 e 3 de Agosto e a grande notícia é a presença de The Offspring e Good Charlotte nas Astúrias.

Esta será a hipótese de ver neste festival a banda de Dexter Holland depois de terem cancelado a sua participação na primeira edição do evento, quando uma urgência familiar impossibilitou a viagem a Noodles. Em relação aos Good Charlotte, será a única data no país vizinho para a banda de "Lifestyle of the Rich and Famous"

O cartaz apresenta ainda os Kaiser Chiefs, NOFX, Danko Jones, Berri Txarrak, La M.O.D.A., Pulley, No Fun At All, Carolina Durante, The Baboon Show, ASG, Los Bengala, Adrenalized, Willis Drummond, Bastards On Parade, Sugus, The Lizards, Peralta, Agoraphobia, El Altar del Holocausto, Atomic Zeros, Side Chick e Amplify.

Por: Vasco Rodrigues 08 Fevereiro 19


O Festival Punk in Drublic, que leva a Espanha NOFX, Bad Religion, Lagwagon, Mad Caddies e Less Than Jake tem a data de Barcelona (17 de Maio) esgotada, comunicou a organização do evento.

As restantes datas estão também a vender bem, com 70% dos bilhetes para Madrid (14 Maio) e 55% para Vitoria (18 Maio) comprados.

Por: Vasco Rodrigues 08 Fevereiro 19


A organização do Resurrection Fest, que se realiza entre 3 e 6 de Julho na localidade galega de Viveiro, anunciou que restam apenas 300 passes para a edição deste ano.

Na mesma ocasião foi anunciado que brevemente serão colocados à venda os bilhetes diários simples, bem como os lugares no espaço de campismo pago Beachcamp e Glamping, depois de ter esgotado o Resucamp, junto ao recinto.

Por: Vasco Rodrigues - 08 Fevereiro 19

Depois de há umas semanas ter recebido os Mata-Ratos, a discoteca Theatro Club no Cacém abriu o seu espaço no primeiro dia de Fevereiro para receber directamente de Beja os HoChiMinh, com a primeira parte a cargo dos Lvnae Lvmen, também eles com raízes profundas na capital do Baixo Alentejo.

Apesar das 22h30 divulgadas para início dos concertos, na realidade já era dia 2 de Fevereiro quando a banda de Sérgio Páscoa tomou posição no amplo palco do local.


Com um brilhante pano de fundo a simular um teatro, um verdadeiro trompe l’oeil que dá logo outra ambiência aos concertos, Os Lvnae Lvmen iniciaram a sua prestação com “Death Or Glory”, o já habitual tema de abertura, com a também habitual presença do som de bandolim nas mãos do frontman, ele que é um dos maiores impulsionadores do underground metálico nacional.


A sala composta foi ajudando à festa, com o death metal de inspiração na história de Portugal a ecoar forte e coeso. Bem disposto, Sérgio foi introduzindo a sua versão de diversos episódios na nossa história imediatamente seguida por grandes malhas como “Nebula Horrenda” ou “The Punishment of 1531” (um terramoto muito mais importante que o de 1755, nas suas palavras).

Já por várias vezes assistimos a excelentes prestações dos HochiminH por Lisboa e arredores (relembro um excelente concerto no Bardoada), e sabemos que João Ramos é um frontman de excelência, mas o concerto desta noite ficará decerto na lembrança de quem lá esteve por muito tempo.


O arranque com a tripla “Liar”, “Blindness” e “Alive” meteu logo a plateia em reboliço, mostrando que o heavy metal aliado aos beats electrónicos dos alentejanos segura muito bem qualquer espaço, e lançava um som perfeito dos monitores. A banda soa muito melhor ao vivo do que em disco e isso fica patente em temas como “I Hope You Never” ou “Way of Retain”, ambos de “It Has Begun”, a rodela que a Raging Planet lançou em 2009.


Ramos lançou várias “bocas” à plateia, convidou um aniversariante ao palco, e viu-se que adorou o carinho que uma sala extremamente bem composta (e o espaço é grande!) ofereceu à sua banda. A tradicional versão de “Enjoy The Silence”, dos Depeche Mode, não pode faltar, nem algum crowd surfing pelo meio.


No final, os presentes decidiram que ainda era cedo para ir para casa, levando a banda a um encore onde repetiram as faixas “Way of Retain” e “Alive”.
Depois de uma noite destas, é caso para perguntar quando é o próximo...


Depois de termos noticiado, na semana passada, que o baterista dos Tool, Danny Carey, confirmou a um fã que o novo - e muito antecipado - álbum da banda norte-americana sairia em meados de Abril, como pode ler aqui, agora Maynard James Keenan, o vocalista, vem dizer que não será nesse mesmo mês.


Um fã dos Tool fez a pergunta directamente a Maynard, ao qual o mesmo respondeu com um contundente "não". 

Depois de Danny Carey ter sido filmado por um fã a dizer que o álbum sairia em Abril, agora Maynard vem negar isso mesmo pelo Twitter... É o mais próximo que temos de notícias da banda acerca do sucessor de "10,000 Days". Até lá, é aguardar por alguma informação mais concisa e completa.

Por: Carlos Ribeiro - 05 Fevereiro 19


O "Prince Of Darkness" não está a ter uns último meses fáceis. Foi numa mensagem onde se revelou "completamente devastado" que Ozzy Osbourne revelou ter de adiar todas as datas da próxima digressão europeia, "No More Tour Pt.2", devido a estará com uma infecção que lhe está a causar "gripe e bronquite".

Ozzy, na sua mensagem, pediu desculpa a todos aqueles que ambicionavam vê-lo ao vivo e mencionou que esta digressão com os Judas Priest vai mesmo ser terminada, estando a ser feitos esforços para que comece a ser reagendada a partir de Setembro deste ano.

Relembrar que o veterano vocalista já teve algum tempo parado depois de ter sido operado a um dedo, o que originou uma recuperação muito complicada, devido a múltiplas infecções no mesmo.

Por: Carlos Ribeiro - 04 Fevereiro 19


Numa altura em que se alimentam as especulações que os AC/DC estarão em estúdio a gravar o seu novo álbum, o sucessor "Rock Or Bust", lançado em 2014, surge agora uma "confirmação", alegadamente providenciada pelo próprio, que Brian Johnson está de regresso à banda australiana.

Os norte-americanos Terrorizer ter-se-ão encontrado com Brian Johnson num aeroporto e terão feito a pergunta acerca dos rumores do novo álbum dos AC/DC contar com a sua presença, ao qual o veterano vocalista respondeu: "Sim e já estou farto de publicamente o negar".

A confirmação oficial ainda não chegou, mas ao que parece Brian Johnson está mesmo de volta, depois de ter sido substituído por Axl Rose, ultrapassando os problemas que teve ao nível da audição.

Por: Carlos Ribeiro - 04 Fevereiro 19


A banda de folk metal prepara-se para lançar o seu próximo álbum "Ategnatos" a 5 de Abril pela Nuclear Blast e divulgam agora a capa do mesmo, desenhada por Travis Smith. É possível visualizar a mesma abaixo.

Os suíços confirmaram também a sua próxima digressão europeia em conjunto com os italianos Lacuna Coil e com os moldavos Infected Rain. Foram anunciadas várias datas em Espanha, mas nenhuma em solo nacional.

A banda comentou: "Os últimos meses foram extremamente intensos, com a criação de Ategnatos. Agora mal podemos esperar para trazer as nossas novas músicas para os palcos e compartilhar a nossa paixão, puro metal e sincero misticismo celta com todos vocês! Além do mais estamos excitados por trazermos estas incríveis bandas connosco! Estamos honrados por podermos trabalhar com os nossos colegas da instituição de pesos pesados ​​chamada Lacuna Coil e também com os incríveis Infected Rain, com quem já dividimos os palcos dos festivais algumas vezes!"


Por: Ana Antunes - 31 Janeiro 19


Dino Cazares, guitarrista dos Fear Factory e Asesino, parece não ter literalmente mãos a medir, pois encontra-se neste momento a desenvolver vários projetos que aguardam a luz do dia. O músico revelou ao canal Heavy New York que continua a trabalhar no material para o seu primeiro álbum a solo e espera que seja lançado em breve, embora esteja sempre ocupado com outros afazeres, como é o caso da sua outra banda Asesino que, segundo o próprio, irá definitivamente lançar o sucessor de "Cristo Satanico" no próximo Verão.

Por: Bruno Porta Nova - 31 janeiro 19


A organização do VOA - Heavy Rock Festival, certame que se vai apresentar aos lisboetas bandas como Slipknot ou Slayer, lançou hoje os nomes de mais três bandas que irão marcar presença na edição deste ano: Gojira, Moonspell e Cane Hill.

Todas as mencionadas acima vão para o último dia do festival, 5 de Julho, onde se juntam aos cabeças-de-cartaz Slayer, aos Lamb Of God e aos portugueses W.A.K.O.

O VOA irá realizar-se nos dias 4 e 5 de Julho deste ano, no Estádio do Restelo, em Lisboa. Os bilhetes podem ser adquiridos nos locais habituais.

- Passes Gerais 75 euros
- Passe diário 50 euros

Por: Carlos Ribeiro - 31 Janeiro 19


O site oficial dos Tool, banda que já tinha informado estar no estúdio a finalizar o seu próximo álbum, foi actualizado com a imagem que podemos ver acima. Não é a capa do álbum, um novo videoclip ou nada do género, é apenas uma animação psicadélica que a banda norte-americana lançou.

Esta actualização vem, portanto, a montante de uma outra feita pelo baterista Danny Carey, durante uma participação no National Association Of Music Merchants (NAMM), onde o mesmo disse a um fã que o álbum vai sair a meio do mês de Abril. Abaixo pode ser visto o vídeo amador da conversa.



Posto isto, a banda deverá estar próxima de revelar mais novidades, de forma oficial e de forma mais completa.

Por: Carlos Ribeiro - 29 Janeiro 19


A banda alemã Eïs anunciou que iria fazer uma pausa depois da sua última data ao vivo, no Ragnarök Festival, em abril. As razões desta decisão ainda não são conhecidas. 

As declarações da banda são as seguintes: "A piada é tão velha como o nome da banda, mas o facto é tão irónico como verdadeiro: Depois da edição deste ano do Ragnarök Festival, os Eïs vão ficar... bem, congelados. Decidimos fazer uma pausa de tempo indeterminado. São muitas as razões e vamos explicá-las na altura certa. Para já, queremos tocar todos os concertos anunciados com toda a força e concentração e queremos aproveitar estes momentos com vocês. Com muitos sentimentos mistos."

Por: Paulo Vaz - 29 Janeiro 19 


Os Artigo 21, banda punk de Lisboa, acaba de anunciar a data de 2 de Março para a festa de lançamento do seu segundo disco de originais, "Ilusão", editado pela Infected Records.

A festa será na sala do RCA CLUB, com os Suspeitos do Costume e os To All My Friends como suporte.

Depois da estreia com o disco homónimo em 2015, a banda gravou "Ilusão" nos Generator Studios, com produção de Miguel Marques.

O bilhete para a estreia dos novos temas ao vivo tem um preço de 12 euros, com oferta do CD.

Por: Vasco Rodrigues - 29 Janeiro 2019


O Vai d’embute Punk Fest, festival dedicado à música punk que terá lugar na sede do Motoclube do Oriente no próximo dia 25 de Maio, tem já três bandas anunciadas.

Pelo espaço na localidade da Bobadela irão passar os Porta-Voz, Acromaníacos e Artigo 21, tendo a organização prometido divulgar mais nomes proximamente.

Por Vasco Rodrigues - 29 Janeiro 2018