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A edição de 2019 do festival Bardoada & Ajcoi, que decorre no Pinhal Novo (Espaço Contrafacção), já tem o seu cartaz completo. Marcarão presença os R.A.M.P., Mata-Ratos, Viralata, Shivers, Empty V, New Mecânica, My Master The Sun, Suspeitos do Costume, Manifesto e Rivertied.

Abertura de portas: 15h00
Início: 16h00

Por: Sara Delgado - 19 Junho 19


A primeira data que surge de uma parceria com o Xxxapada e a Larvae ocorre já no próximo dia 28 de Junho, no Metalpoint (Porto). A noite estará a cargo dos Gutslit e Placenta Powerfist, que se encontram em tour pela Europa, contando ainda com os nacionais Aischrolatry como convidados. 

A entrada tem o valor de 10€ e pode ser adquirida através das seguintes formas:
Letsgo.pt
Masqueticket
Lojas físicas Bunker Store (Porto) e Piranha (Porto)

A entrada terá o valor de 12€ se adquirida à porta, no dia do evento.

Início: 22h00

Por: Sara Delgado - 19 Junho 19


A banda dinamarquesa de hard rock revelou recentemente o vídeo do tema "Last Day Under The Sun", tema do seu sétimo álbum "Rewind, Replay, Rebound", cuja divulgação ocorrerá a 2 de Agosto pela Republic Records

O vocalista da banda, Michael Poulsen, comentou que a letra deste tema foi inspirada num livro sobre Johnny Cash. "Ele passou por momentos difíceis com álcool e drogas", disse Michael. "Ele entrou numa caverna para se deitar para morrer. Mas acordou e sentiu que lhe deram uma segunda oportunidade."

A direcção deste clip esteve a cargo de Jakob Printzlau, que já tinha trabalhado previamente com a banda nos vídeos de "The Devil's Bleeding Crown", "Lonesome Rider", "16 Dollars" e "Cape Of Our Hero". Sendo possível visualizar o mesmo acima.

Por: Ana Antunes - 19 Junho 19


Tobias Forge, frontman de Ghost, confirmou à Overdrive que a banda tem planos para entrar novamente em estúdio no início de 2020. 

Até essa altura, Ghost iniciam a sua tour americana em setembro, seguindo-se a europeia até ao Natal. Após isso, o vocalista espera concluir o próximo trabalho em cerca de pelo menos seis meses, referindo a importância que o tempo em família tem na sua vida. 

Apesar de as previsões de conclusão apontarem para o verão de 2020, Tobias Forge refere que não será uma boa altura para o lançamento do novo álbum devido às eleições nos EUA, devendo ser lançado no início de 2021.

Por: Carla Amaral - 19 junho 19


Dentro de duas semanas, ocorre um dos festivais mais aguardados do ano. O VOA Heavy Rock Fest já disponibilizou os horários para a edição de 2019, que podem ser conferidos na imagem acima. 

Bilhete diário: 50€
Passe de dois dias: 75€

Por: Sara Delgado - 19 Junho 19



Os finlandeses, Lordi, vão partilhar um novo projeto, intitulado "Recordead Live - Sextourcism In Z7", em DVD, vinil e digipack.

O lançamento está marcado para 26 de Julho, através da AFM Records.

Um excerto tirado do novo trabalho, da música "The Riff" pode ser visto acima.

Por: Patrícia Garrido - 18 Junho 19


Os Shinedown lançaram um novo vídeo para a sua música "Monsters". Esta é a sétima faixa de "Atention Atention", o mais recente álbum da banda, editado em 2018. 

O vídeo de "Monsters" foi dirigido por Bill Yukich e pode ser visto abaixo:


Por: Luís Valente - 18 junho 19


The Sign é o nome da nova banda de Rock que reúne o baixista sueco Magnus Rosén (ex-Hammerfall, Billionaires Boys Club), Chitral "Chity" Somapala (Red Circuit, ex-Avalon, Firewind), Rosén e o guitarrista Jörgen Alnevall.

O novo projeto tem influência em bandas de Rock clássico dos anos 70, como Bad Company, Deep Purple e Uriah Heep, e Hard Rock/Metal dos anos 80, entre elas Scorpions, Whitesnake e Dio.

O grupo planeia lançar um tema em breve, intitulado "The Land Gone Dark".

Por: Patrícia Garrido - 18 Junho 19


A banda de Gothic e Doom Metal juntou-se com os antigos bateristas dos Type O Negative, Sal Abruscato e Johnny Kelly para a música "Fell In My Hole", para ver abaixo. 

"Fell In My Hole" vem do último álbum de estúdio da banda, "When The World Bec Undone", que foi lançado no inicio do ano.


Por: Marta Pinheiro - 18 Junho 19



Em entrevista à Kaaos TV no último fim de semana no Rockfest em Hyvinkää, Finlândia, a vocalista falou sobre os próximos desenvolvimentos na banda.

"Depois do verão vamos começar a escrever novamente. Porque estamos num novo caminho e ainda temos que nos desenvolver mais do que já estamos a fazer."

Sharon Den Adel continuou que apesar do gosto pessoal por viajar e estar em tour há quase um ano, é importante trabalhar novas ideias em estúdio. 

De acordo com Sharon, os Within Temptation estão a explorar várias opções sobre como lançar a nova música, incluindo o lançamento de vários singles antes de completar o álbum.

Recorde-se que o último álbum dos Within Temptation, "Resist", foi lançado em fevereiro deste ano.

Por: Marta Pinheiro - 18 Junho 19



Os Baroness lançaram o seu novo álbum "Gold & Grey" através da Abraxan Hymns. Depois dos singles "Throw me an Anchor" e "Borderlines", a banda lança agora o vídeo de "Tourniquet".

Este vídeo foi dirigido por Pam Strohm e encontra-se disponível em cima.


Por: Paulo Vaz - 18 Junho 19


O single "Antidote", que até recentemente era exclusivo da aplicação móvel "Red Fang: Headbang!", foi disponibilizado pela banda para todos os serviços de streaming. A faixa, acompanhada de um videoclip ao estilo dos famosos jogos de arcada, pode ser escutada abaixo.


A banda comentou: "Para todos aqueles que não são muito bons em vídeo jogos, agora já podem ouvir o nosso single "Antidote" sem interrupções! No entanto, se estiverem à altura do desafio, podem tentar bater o nosso recorde na aplicação para o vosso telemóvel!"

Por: Miguel Matinho - 18 Junho 19


O problema da violência doméstica é um problema infelizmente em voga e que não advém de determinadas classes ou culturas, abrangendo antes a sociedade em geral. Neste caso, o vocalista e guitarrista dos norte-americanos Vektor, David DiSanto, foi acusado de violência física, sexual e verbal pela sua esposa. Através de várias publicações nas redes sociais, como um vídeo onde revela abusos fisicos e verbais por parte de David ou ultimamente de uma longa declaração, Katy DiSanto denuncia o comportamento violento do seu esposo. Até agora, David DiSanto não respondeu publicamente às acusações de que é alvo.

Por: Bruno Porta Nova - 18 junho 19


Os norte-americanos Greta Van Fleet foram hoje confirmados como a mais recente banda a marcar presença no NOS Alive 2019, festival que se realiza no Passeio Marítimo de Algés. A banda irá actuar no dia 12 de Julho, com o festival a decorrer entre 11 e 13 do mesmo mês.

O conjunto, cujo estilo musical recai no hard-rock, vêm a Portugal apresentar o seu álbum de estreia, "Anthem Of The Peaceful Army".

Do amplo cartaz do NOS Alive fazem parte nomes como The Smashing Pumpkins ou The Cure, entre muitos outros. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

Por: Carlos Ribeiro - 18 Julho 19


Dave Mustaine, histórico líder dos Megadeth e ex-membro dos Metallica, nos seus primeiros anos, anunciou hoje, num comunicado publicado na página oficial dos Megadeth no Facebook que lhe foi diagnosticado um cancro na garganta. "É algo que mete respeito e que deve ser enfrentado frontalmente... Mas já encontrei mais obstáculos ao longo da vida", começou por referir.

"Estou em sintonia com os meus médicos e já delineámos um plano de tratamento, que eles consideram ter 90% de hipóteses de ser bem sucedido. Aliás, o tratamento já começou", explicou.

Na mesma nota, o vocalista e guitarrista de 57 anos, afirma que este problema vai, necessariamente obrigar a que os Megadeth cancelem grande parte das datas que têm agendadas neste ano, mas garante que o "Megacruise 2019", evento da autoria da banda norte-americana, vai mesmo acontecer. "Teremos uma participação, de uma maneira ou de outra", mencionou.

Para terminar, divulgou ainda que os restantes membros estão em estúdio a gravar o próximo álbum dos Megadeth. O próprio Dave Mustaine promete que dará mais novidades sobre todos estes assuntos em breve.

Por: Carlos Ribeiro - 17 Junho 19


Depois de ter marcado presença na edição de Novembro do ano passado, a Metal Imperium regressou a Eindhoven para testemunhar a estreia da versão outdoor do festival The Sound of Revolution. E se de outdoor o evento não teve nada, devido às obras que a área circundante ao Klokgebouw está a receber, o facto é que os aguaceiros que caíram sobre a cidade holandesa no passado dia 8 de Junho, fez com que todos agradecessem à organização a mudança para a sala do Effenaar.



Pontualmente às 16h30, as portas abriram e uma pequena multidão que já aguardava escondida da chuva fez entrada rápida na sala, dirigindo-se para o bengaleiro ou zona de cacifos para largar malas e casacos molhados. Dividido por dois pisos, o Effenaar dispõe de dois palcos distintos, o secundário no piso térreo, para não mais de três centenas de pessoas, e o principal no primeiro andar, com capacidade para um milhar e meio. E foi exactamente no palco grande que se iniciou o The Sound of Revolution Effenaar 2019, com os Grove Street Families a subir ao palco perante cerca de três centenas de espectadores. Sem se intimidarem, o jovem colectivo de Southampton, que roubou o seu nome ao videojogo Grand Theft Auto, debitou as faixas da mão cheia de EPs que editaram desde 2013, com destaque para “Rest in Power”, excelente malha ao estilo dos Hatebreed.



Descida rápida ao palco secundário para asistir ao concerto dos The Young Ones, grupo de oi punk de Maastricht, e que tocou perante uma plateia já bastante razoável. Arrancando com “Johnny Wanker”, do EP de 2017 “Our Nose in their Business”, a banda foi animando as hostes com canções sobre a classe operária, futebol e bebida, bem ao estilo oi. Alternando entre os dois discos de originais, “No Bollocks Just Oi” e “Out with the Bois”, ambos editados em 2006, mantiveram a sala bem entretida, especialemnte com as favoritas do público “Football Violence” e “Live for the Weekend” e “Forever Young”.



Os Violation of Trust foram a banda que se seguiu no palco principal e jogando em casa tinham muitos amigos na plateia para fazer a festa com eles. Marco Swaan esteve sempre muito comunicativo, mas infelizmente sempre em flamengo, impossível para este escriba de decifrar. A actuação arrancou com a dupla que abre o EP “Rhymes of Redemption” (1998) – “Time Will Tell” e “Freak Song” -, disco que a par do LP “Wiseguys” (1997), monopolizou o alinhamento. Destaque para uma excelente prestação de “Sex & Violence” e “The Boys Are Back”, e da despedida com o clássico dos 7 Seconds, “Young Till I Die”.


De Roterdão para o palco secundário vieram os Hawser, que aproveitaram para rodar os temas do seu LP de 2017 “Tough Love”. A jovem banda instalou a confusão na plateia logo aos primeiros acordes do tema título do disco e assim continuou ao longo da dezena de músicas apresentadas, ora vocalizadas por Stijn ora por diversos membros do público a quem ia passando o microfone. Destaque para “Hell Bent” ou “Coup de Grace”, ambos de “Tough Love”, e o fechar do pano com “Hand You’ve Been Dealt”, do LP “Young and Restless” de 2014.



Icepick e Malevolence iniciaram a sua prestação ao mesmo tempo, respectivamente no palco secundário e no principal. Com o piso de cima muito bem composto, os britânicos deram uma actuação explosiva, sendo visível muita gente com t-shirts da banda vestidas. A banda tem apenas 8 anos de existência mas cimentou já o seu lugar entre a elite do hardcore, tendo passado por Portugal para uma excelente e tumultuosa actuação no Moita Metal Fest do ano passado.  O alinhamento do quinteto de Sheffield baseou-se no disco de 2017, “Self Supremacy”, com as favoritas da plateia a serem “Trial by Fire” ou “Spineless”, mas as “velhinhas”, se é que podemos chamar isso ao disco de estreia “Reign of Suffering” de 2013, “Condemned to Misery” e “In the Face of Death” mexeram muito mais com o público, que deu muito slam na frente de palco e muitas vezes quase arrancou o microfone das mãos de Alex Taylor, na ânsia de participar. Excelente performance, a melhor até então no Effenaar.



Com o palco principal a encher, os Icepick tiveram meia sala para os ver, facto a que não é alheio o hiato que tinham colocado na sua careira desde 2010. A compôr novas músicas para um futuro disco, os holandeses arrancaram com  “Fellow Man”, que abria o LP de 2005 “Goldrush”, e de onde sairiam as melhores da noite, como “Running Wild” ou “Dreamcrusher”. Para o final, “Quicksand” fez a sala cada vez mais cheia vibrar, mas percebeu-se que a súbita enchente era para ver os senhores que se seguiam, Ryker’s.



Com a saída de palco dos Icepick sairam também os monitores na parte central do palco, mensagem inegável de que iriamos ter muito crowd surfing já a seguir. Com um pano gigante por detrás da bateria a mostrar a capa do novíssimo disco “The Beginning... Doesn’t Know The End”, era óbvio que a banda alemã estava ali para promover a rodela. E embora o arranque tenha sido disparado ao som de “Lowlife”, do excelente “Ground Zero” de 1996, rapidamente a banda de Kassel mostrou coisas novas, como “End of Line”, “Cold Lost Sick” ou “Dead End Street”. O crowd surfing estava tímido, até Dennis ter dado uma cambalhota no ar para aterrar sobre a plateia, iniciando logo ali a confusão. Os clássicos não podiam faltar, e assim tivemos “Lifeline”, "Brother Against Brother”, “Still” ou o final apoteótico com “First Blood”, com Dennis no meio do público. Mais uma performance para recordar, de uma banda muito acarinhada em Portugal.



Os britânicos Booze & Glory eram um dos nomes mais aguardados pelo público presente – o merchandising da banda esgotou muito rapidamente -, e a sua entrada em palco foi recebida efusivamente por uma sala principal quase cheia. Os londrinos vão ter disco novo em Setembro e mostraram já algumas novidades no alinhamento, sem obviamente descurar os quatro álbums editados desde que se formaram em 2009. 10 anos de história Oi!, num som que mistura Dropkick Murphys com Rancid, hinos à cerveja e ao West Ham United, tudo junto num espectáculo em palco que deve muito à presença do espampanante Chema Zurita no baixo, um espectáculo dentro do espectáculo. As novas “Too Soon” e “Live it Up” mostram a banda a caminhar na continuidade do excelente street punk que nos habituou, e ver dois milhares de almas a cantar “Carry On” ou “London Skinhead Crew” deve de certeza arrepiar a pele de Mark RSK, vocalista/guitarrista e fundador dos Booze & Glory.




A presença dos Carnivore AD no alinhamento do festival levantou alguns sobrolhos, especialmente por serem claramente o nome destoante, no que toca a estilo musical. A banda de crossover thrash formada pelo malogrado Pete Steele continua a gravar e tocar ao vivo, movidos pelo baterista fundador Louie Beato e o guitarrista Marc Piovanetti, a quem se juntou o baixista/vocalista Baron Misuraca. No Effenaar, a banda focou a sua atenção nos dois discos escritos por Steele na segunda metade da década de 80, “Carnivore” e “Retaliation”, com temas como “Predator”, “Zero Tolerance”, “Jesus Hitler” ou “Sex & Violence” a relembrar o gigante desaparecido a 14 de Abril de 2010.




Um concerto dos Dog Eat Dog é um apelo constante à festa, e desta feita não foi diferente. A banda de New Jersey mistura como poucas o ska, punk e hardcore e John Connor é o perfeito Master of Cerimonies, nunca deixando a plateia sossegada nem por um segundo. A incorporação do saxofone dá aquele toque extra e os sorrisos estampados nos rostos de toda a banda mostra bem que é divertido ser dos Dog Eat Dog. “Who’s The King” obviamente foi o ponto mais alto de uma excelente actuação, onde tivemos “No Fronts”, “Pull My Finger” ou “If These Are Good Times”, mas também as novas faixas do EP “Brand New Breed”, como “Vibe Cartel” ou “Lumpy Dog”. A plateia saltou, dançou e cantou cada palavra que os Dog Eat Dog disseram, e no final os corpos suados estavam em maioria na sala principal do Effenaar. Excelente!!



Os The Cockney Rejects são uma instituição do street punk. E a sala secundária foi pequena para quem quis ver ao vivo a banda que os irmãos Jeff e Mick formaram no distante ano de 1978, e cuja faixa “Oi Oi Oi” daria nome a um movimento que hoje ainda perdura.  Stinky Turner passou o concerto todo a demonstrar os seus dotes de boxeur, ele que chegou a competir a nível nacional no Reino Unido, enquanto mostrava o seu amor pela cerveja, estilo de vida Oi, futebol e o West Ham United. A plateia, maioritariamente composta por skinheads, vibrou do início com “War on the Terraces” até ao final com “Forever Blowing Bubbles” e “Oi Oi Oi”, movimentando e muito a sala, especialmente durante clássicos como “We Are The Firm”, “Power and the Glory” ou “Bad Man”.


Na edição do ano passado do The Sound of Revolution, os Gorilla Biscuits tiveram de cancelar a sua presença por problemas com o tráfego aéreo entre os Estados Unidos e o Velho Continente, sendo o seu lugar de encerramento do festival ocupado pelos Comeback Kid. Na altura, e por já se encontrar na Holanda à espera dos seus companheiros, Walter Schreifels acabou por ir a palco e com os canadenses fazerem a versão de “New Direction”.




Desta feita o quinteto estava todo no palco principal do Effenaar, e mal soaram as trombetas do intro de “New Direction”, o Effenaar explodiu de testosterona. Corpos a saltar por todo o lado, gigantescos mosh pits, a alegria de ver em palco uma das mais veneradas bandas do NYHC. O alinhamento que Anthony “Civ” Civarelli, Schreifels e companhia trouxeram até Eindhoven foi de ir às lágrimas, com todo e mais algum clássico dos nova-iorquinos, que apenas gravaram dois discos, “Gorilla Biscuits” (1988) e “Start Today” (1989). Esteve lá “Stand Still”, “Degradation”, “Good Intentions”, “Hold Your Ground”... Uma hora e pouco de concerto que passou como um flash, até Civ anunciar que são uma banda de hardcore por isso não há tretas de encores, acaba já no final da próxima, e estala “Start Today”, a que faltava… E a sala foi ao rubro vezes mil… Que show e que maneira de encerrar a primeira edição do The Sound of Revolution versão de Verão!!!




Falta apenas referir que em Novembro o The Sound of Revolution regressa ao Klokgebouw para a sua edição “normal”, com o atrativo de nomes como Bouncing Souls, GBH, Shelter e Youth of Today... Lá estaremos para contar como foi!!!

Texto e fotos: Vasco Rodrigues
Mais fotos aqui
Agradecimentos Janis Van Lokven (https://thesoundofrevolution.nl/)


Começou a contagem decrescente para o próximo disco dos Guns N' Roses. Slash voltou a falar sobre o assunto numa recente entrevista à revista Rock Cellar e confirmou que os trabalhos para o novo trabalho vão avançar, embora não haja mais certezas:

"Quando (a informação) chega ao sítio onde alguém a leu, ela transforma-se em algo mais do que eu disse diretamente. Existe material no qual o Axl tem andado a trabalhar há algum tempo. Pode ser o suficiente para um disco, se juntarmos tudo.

"A parte dos Guns N' Roses de entrarem em estúdio e gravarem este álbum - comigo e com o Duff [McKagan, baixo] e tudo o resto - está prestes a começar. Então, é muito difícil de dizer.

"Todos têm demos e material, e isto e aquilo, o que quer que seja. É apenas uma questão de nos focarmos nele.

"Por isso, é muito difícil de responder às perguntas sobre o próximo passo dos Guns."

Por: Bruno Porta Nova - 16 Junho 19


Os Pallbearer acabam de assinar um contrato com a Nuclear Blast, que será responsável pelo lançamento do quarto álbum da banda, desta vez a nível mundial.

Os norte-americanos também revelaram um novo single, intitulado "Atlantis", que pode ser ouvido através das várias plataformas digitais. A faixa faz parte da série de lançamentos "Sub Pop Singles Club". 

Por: Sara Delgado - 16 Junho 19


Os norte-americanos Shelter vão regressar ao nosso país com o seu hardcore punk de influência Hare Krishna. A banda atua no RCA Club a 9 de Novembro. 

As bandas de suporte serão anunciadas em breve. 

Os bilhetes têm o valor de 20€ e já estão disponíveis através desta ligação.

Por: Sara Delgado - 16 Junho 19


A banda californiana Rival Sons regressa este ano a Portugal, no próximo dia 28 de junho, na sala de espetáculos Lisboa ao Vivo. Comemoram, deste modo, o seu 10º aniversário, apresentando aos fãs o seu mais recente álbum "Feral Roots". Este novo trabalho tem sido alvo de várias críticas positivas, tendo sido considerado um dos grandes álbuns de Rock de 2019.

Os bilhetes estão à venda na BlueTicket por 23€, tendo o espetáculo início marcado para as 21h00.

Abaixo pode assistir-se ao vídeoclip oficial de uma das faixas de "Feral Roots", "Do Your Worst":


Por: Carla Amaral - 15 Junho 19


Os Beyond Creation lançaram um videoclip para o tema "The Afterlife" e encontra-se disponível em cima. Este vídeo foi produzido e realizado por Ismael Mossadeq, que também tratou dos visuais juntamente com Xavier Bossé e Alexandre Bousser.

"The Afterlife" faz parte do concerto de lançamento do álbum "Algorythm", no Le National, em Montreal.


Por: Paulo Vaz - 14 Junho 19


Passa a 26 de agosto próximo 13 anos, desde que vimos os suecos Satanic Surfers por Lisboa (mais concretamente no Pavilhão dos Lombos, em Carcavelos), pela última vez. Pouco tempo depois, em 2007, encerrariam a carreira, para voltarem a reagrupar em 2014. O ano passado lançaram “Back from Hell” e regressaram à estrada, caminho que os levaria a regressar a Lisboa, à sala do RCA e pela mão da Hell Xis Agency, no passado dia 6 de junho.




21h30 no relógio de palco e entra em palco a primeira de duas bandas nacionais de suporte do concerto, os ContraSenso. Ainda a promover o auto-intitulado disco de estreia do ano passado, a banda de Gonçalo e Hipólito arranca com “Cabeça Erguida”, perante uma sala ainda despida de interessados. O punk rock em português do quarteto tem qualidade e merece ser vista e ouvida, mas nesta noite a inércia acabou por reinar na plateia, apenas com os presentes com vontade de vocalizar temas como “Reviravolta” ou “Crescer de Novo” e a aplaudir o esforço da banda. Acaba por ser recorrente escrever isto, mas é sempre no final das actuações dos ContraSenso que o público reage mais, mas isso é muito por “culpa” dos excelentes instrumentistas que temos diante de nós, e que encerram quase sempre a sua prestação com uma versão-tributo a algum dos seus heróis. Desta vez, feito o convite para João Punker (da Infected Records) ajudar nas vozes, foi “Generator” dos Bad Religion a sair a todo o gás do PA. Se calhar é tempo de integrar essas versões no meio do alinhamento, digo eu!




Mudança rápida de palco, com um enorme pano com a capa do novíssimo disco dos também lisboetas Artigo 21, a ser levantado atrás da bateria do Nika, e estávamos prontos para a segunda banda de suporte da noite. “Ilusão” é o disco de confirmação do talento da jovem banda, e o tema que dá título ao álbum arrancou a actuação. Com uma plateia mais composta, foi também altura de algum mosh em frente ao palco, sempre acompanhado pela ajuda do público, que parece saber já de cor as novas malhas da banda. Quase que apostava que até vi uma lagriminha de emoção no canto do olho do Tiago Cardoso quando a plateia entoou a uma só voz “Só Mais Um Bocado”. O concerto pareceu ter terminado tão depressa como começou, condicionante de ser em dia de semana, com “A Nossa Voz”, o hino dos Artigo 21 dedicado a quem gosta de punk rock e acompanha o movimento, mais uma vez com um público entusiasta a saber cada palavra da excelente letra. Nem mesmo a corda partida da guitarra do Xiko (desta vez tocou-lhe a ele) fez arrefecer a prestação de uma das bandas favoritas deste vosso escriba.




Tempo de receber de volta os cabeças de cartaz da noite, que arrancaram algo surpreendentemente com “The Treaty And The Bridge”, do álbum de estreia “Hero Of Our Time”, a mostrar que estávamos perante um revisitar de clássicos por parte de Alfaro e companhia. O regresso ao passado despoletou imediatamente o crowd surfing e um enorme mosh pit em frente ao palco, que só terminou pelas 23 horas, quando a banda se despediu com a promessa de não voltar a estar afastada de Lisboa mais de uma década.



No entretanto, um desfilar de quase duas dezenas de músicas, com as novas “Catch my Breath” ou “Going Nowhere Fast”, encaixadas entre velhinhas como “Puppet” ou “Head under Water”, sempre do agrado de uma plateia que não parou de dançar, saltar e gritar a plenos pulmões. Alfaro deixou a interação com o público a cargo do baixista Andy enquanto saltava possuído pelo palco, público esse que não deixou a banda acabar o concerto apenas no alinhamento pré-determinado, fazendo-a regressar para dois clássicos do skatepunk, “Nun” de 1994 e “Armless Skater” de 1996. Épico!!
Também épica foi a forma como a plateia não se conformou com o final do encore, e foram uns visivelmente cansados Surfers que encerraram um extra encore com “Good Morning”, o clássico de 94 que fala sobre não ter vergonha de ser como somos e vestir como queremos, com Rodrigo Alfaro a unir-se ao público em mergulho vindo do palco.
Até breve, surfistas satânicos...

Texto e fotos: Vasco Rodrigues
Mais fotos aqui
Agradecimentos Hell Xis


Os Alter Bridge têm novidades para o público português. A banda liderada por Mark Tremonti e Myles Kennedy vai actuar em Portugal, mais concretamente dia 6 de Dezembro, na Sala Tejo/Altice Arena. Para além destes, a banda convidou ainda os Shinedown e os The Raven Age para fazerem a primeira parte deste espectáculo.

Este concerto surge como parte da digressão "Walk The Sky Tour 2019", que, tal como o próprio indica, tem como base a apresentação do novo álbum banda, "Walk The Sky", que será lançado no dia 18 de Outubro. Bem a tempo dos fãs portugueses decorarem todas as letras.

Há uma fase de pré-venda exclusiva na FNAC, já no dia 18 de Junho, mas a venda geral dos bilhetes começa no dia 21 do mesmo mês. O preço vai estar fixado nos 32 euros.


Por: Carlos Ribeiro - 14 Junho 19


Os D-A-D lançaram o videoclip oficial da música "Burning Star" (que pode ser visto acima), do álbum "A Prayer For The Loud", que foi lançado no dia 31 de maio pela AFM Records.

A banda referiu que, a nível musical, têm tentado seguir novos caminhos e experimentar coisas novas, mas que este álbum volta à essência de D-A-D. "A Prayer For The Loud" resultou dos esforços dos últimos três anos, e foi produzido no estúdio Grapehouse (Copenhaga), contando com a colaboração de Nick Foss e Rune Nissen Petersen.

Por: Carla Amaral - 13 Junho 19


Desde o início deste ano, que os norte americanos Clutch têm estado a trabalhar numa coletânea de novas músicas, intitulada "Weathermaker Series Vault". Uma das faixas que estará incluída nesta obra será a mais recente cover da música "Evil", um clássico dos anos 50, original de Willie Dixon (mais tarde gravado pelos Cactus).

Em conversa com a TotalRock Radio, o baterista Jean-Paul Gaster comentou acerca desta obra: "Eu não lhe chamaria um álbum. A ideia é irmos divulgando algumas coisas ao longo do resto do ano. Tudo estará em formato digital. Estamos a experimentar este tipo de formato. Vamos ver como corre."

"Weathermaker Series Vault" estará disponível ainda durante este verão, mas sem data definida. O vídeo, dirigido por David Brodsky, pode ser visualizado abaixo.


Por: Miguel Matinho - 13 Junho 19