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Os lendários Overkill estão a dar os últimos retoques no próximo álbum "The Grinding Wheel". Para os fãs saberem o que esperar do novo trabalho, o grupo de New Jersey vai lançar um tema na primeira semana da tournée europeia, no dia 4 de Novembro.

As pré-encomendas do novo registo podem ser feitas aqui.

Por: Patrícia Garrido - 26 Setembro 16


Os Dark Tranquillity lançaram hoje o seu novo videoclip, para uma das suas novas músicas, intitulada "The Pitiless", que pode ser visto abaixo.

O novo álbum da banda sueca será lançado no dia 4 de Novembro, irá chamar-se "Atoma" e será lançado através da Century Media Records.



Por: Carlos Ribeiro - 26 Setembro 16



Os Red Fang lançaram hoje mais uma das suas novas músicas online, desta feita a escolhida foi "Not For You", que pode ser ouvida acima.

Esta faixa faz parte do próximo álbum da banda norte-americana, chamado "Only Ghost", que será lançado no dia 14 de Outubro, através da Relapse Records.


Por: Carlos Ribeiro - 26 Setembro 16


Que os Ghost tinham uma nova baixista, pelo menos em digressão neste momento, já se sabia. Também já sabíamos que já haviam rumores sobre quem seria este novo membro do sexo feminino, tendo sido falados nomes como Sean Yseult (ex-White Zombie) ou Linnéa Olsson (ex-The Oath). Porém, um utilizador online do site Metalsucks afirma que a nova baixista será Megan Thomas, baixista da banda norte-americana de tributo ao Led Zeppelin, Lez Zeppelin, no activo desde 2004.

A sua teoria, que aparenta ser comprovada abaixo pela foto-montagem (cortesia da Metalsucks), tem a ver com uma tatuagem num dos dedos, um modelo de "investigação" que já tinha sido utilizado há uns tempos, para identificar - com sucesso, diga-se - o novo baixista dos Slipknot, Alessandro Venturella. A isto, acrescenta ainda o facto de Megan Thomas ter estado ausente dos últimos concertos dos Lez Zeppelin... A teoria esta lançada.


Por: Carlos Ribeiro - 26 Setembro 16


Foi feito há minutos o lançamento oficial de mais uma das novas faixas do novo álbum dos Metallica, desta feita a escolhida foi a "Moth Into Flame", cujo videoclip pode ser visto abaixo.

A estreia foi feita no programa de rádio "The Howard Stern Show", da SiriusXM.


"Hardwired... To Self-Destruct", o muito aguardado novo álbum dos norte-americanos será lançado no dia 18 de Novembro mundialmente.

Tracklist e capa:

CD 1:
1 . Hardwired 03:09
2 . Atlas, Rise! 06:28
3 . Now That We’re Dead 06:59
4 . Moth Into Flame 05:50
5 . Dream No More 06:29
6 . Halo On Fire 08:15

CD 2:
1 . Confusion 06:43
2 . ManUNkind 06:55
3 . Here Comes Revenge 07:17
4 . Am I Savage? 06:30
5 . Murder One 05:45
6 . Spit Out The Bone 07:09


Por: Carlos Ribeiro - 26 Setembro 16



Acima, pode ser visto o novo videoclip dos Megadeth, lançado hoje. A faixa escolhida foi uma totalmente instrumental, sem vocais, chamada "Conquer Or Die", música esta que faz parte do mais recente álbum dos norte-americanos, "Dystopia", lançado em Janeiro deste ano.

Por: Carlos Ribeiro - 26 Setembro 16


Mais que um festival, afirmam ser uma experiência. Dizem no início nem saberem o que era um rider. Uma coisa é certa, o bom gosto corre nas veias. Agora, com a sexta edição, concretiza-se um velho sonho, mas esse vem mais para o fim. Agora é ainda o início, o dia antes do primeiro, aquele dia em que a minoria dos amigos acede a uma cave nas ruas do Porto para ver um concerto e ouvir um disco.

Tudo seria mais fácil, se o festival se preenchesse com dezenas de nomes sobrepostos, mas aqui não se pretende preencher uma longa lista de “já vi”, preferindo-se um pequeno grupo de “ouvi e vi”. Não é um festival para passar, é para estar. É uma experiência.

Cave 45, bar de Rock, palco numa cave escura, numa rua movimentada como todas as do centro portuense, um nome só para a noite: Aluk Todolo. Francês, com raízes no Black Metal, o trio repete a passagem pelo Amplifest, onde tinha tocado em 2013. O conceito foi repetido, uma lâmpada cuja intensidade luminosa varia com a descarga decibélica desenvolvida ao longo do espectáculo. Esta mesma lâmpada ilumina o palco. Dentro do espaço reduzido do Cave 45, o efeito é exponenciado. Não aconselhável a claustrofóbicos. Se o guitarrista Shantidas Riedacker é o elemento mais expansivo, o baterista Antoine Hadjioannou é a força motriz. A actuação do grupo baseia-se na maratona percussionista deste, que ao longo de quase uma hora obtém sucessivos ritmos da bateria. Não há aqui a pretensão de afirmar que o tema X ou Y foi executado, antes a necessidade de explicar o transe em que se imerge a meio da actuação do trio.

Sem nenhuma comunicação, para lá do natural agradecimento, e após uma breve pausa, o colectivo regressou ao palco para algo que pareceu improvisado, esteve para lá do simples encore e pareceu mais uma actuação de agradecimento face à boa recepção. O resultado foi nova dose decibélica, embora numa toada geral, mais doomíca que a anterior. Genial.

Após uma tal devastação sonora, já eram poucos os que ficaram para a pré-escuta do novo de Mono, com as habituais melodias delicadas e hipnóticas. O corpo já não aguentava.

Texto e fotografias por Emanuel Ferreira
Agradecimentos: Amplificasom


O dia 1 do Amplifest começou com o documentário “The Melvins Across The USA In 51 Days: The Movie”, mas no palco foram os portuenses Redemptus a abrir a sala 2 do Hard Club. Com apenas um disco na bagagem, justificava-se a posição no cartaz, mas a qualidade pedia um horário mais tardio, pois o trio debitou um som tão tonitruante quanto viciante. Pelo meio, para lá das habituais “Cobblestone” ou “Busted, Disgusted And Not To Be Trusted”, o brinde de dois novos temas: “Unravelling The Garen Of Forking Paths” e “Peered Into Everyone’s Fate”. Um início em alta.

Seguiu-se uma espera, mas o regresso a Portugal dos renovados Minsk mereceu os minutos fora da sala. Com um Chris Bennett entre teclas e voz, secundado por quase todos os elementos do grupo nas vocalizações mais melódicas, a formação de Illinois esteve demolidora, mesmo com um som inicial menos bom, mas corrigido ao longo da actuação. Tal como nos seus trabalhos mais antigos, vozes melódicas chocavam com guturais, numa luta titânica cheia de beleza.

Na sala 2, a luz dos corredores dava lugar à escuridão dos Altarage, com os elementos encobertos por véus. Passado o efeito surpresa do visual do quarteto basco, pouco ficou, com um som denso, mas por vezes monótono, no campo do black death, baseado em “NIHL”, o seu trabalho de estreia, já deste ano. O atraso inicial era recuperado e na sala 1 os Kowloon Walled City, traziam um som grosso, orelhudo, que fez jus ao nome do grupo, retirado daquela que foi a cidade mais densamente povoada da história. Apesar de um historial com quase uma década, o quarteto só agora chega à Europa, por isso soube bem escutar o colectivo e o seu som vibrante, com boas malhas, como “The Grift”.

No Amplifest não há intervalo para jantar, ou algo que se pareça, mas percebe-se a subtileza da mudança de cenário. Depois das vagas sonoras da tarde, a noite começava agora na Sala 2, com os portugueses Sinistro, que neste ano de 2016 arrancaram para o que parece ser um ano promissor em termos internacionais. Embora com problemas técnicos e não sendo a melhor prestação deles desde a saída de “Semente”, a voz de Patrícia Andrade e a sua presença cénica, introduzem, literalmente, um raio de luz, na escuridão post-rock de Rick Chain e colegas.

E depois veio Anna Von Hausswolff. A artista sueca esteve em palco para fazer som, figura frágil, refugiada atrás de teclados e cabos. As luzes apagaram-se, os músicos subiram ao palco e a borboleta frágil bateu asas e da sua garganta saiu um furacão vocal que a todos arrasou, lembrando muito Diamanda Galas numa versão com distorsão. Conforme os temas desfilavam, entre melodia e guturais, entre acústico e descargas eléctricas, a timidez deu lugar à confiança e a vocalista já caminhava aos brados pela frente do palco. Por vezes, os tapetes sonoros em que a sua voz caminhava recordavam os Pink Floyd de 70/72, e a cumplicidade com os restantes músicos revelou-se quando Anna apresentou cada um como sendo o seu “melhor amigo”. Um daqueles concertos para ficar na memória de futuros festivais.

Confesso que manifestava alguma curiosidade por Kayo Dot e Toby Driver, face ao currículo que traziam, da presença de Toby nos Maudlin Of The Well e a bons relatos de uma passagem anterior, mas fosse por ser no período pós-Anna, com necessidade de digerir todo o impacto, fosse pela prestação em si, o facto é que o colectivo de Boston não deixou grande memória, num dia de tantas emoções.

Cabeças de cartaz, os japoneses Mono subiram ao palco da sala 1 para um concerto que se pretendia intimista, mas a sala não soube oferecer… fosse pelos lugares em pé, fosse pela sala mais ruidosa que o desejável. Por momentos, pensou-se numa Casa Da Música, ou numa Concha do Palácio de Cristal. Se por vezes o artista fica a dever algo ao público, este foi daqueles raros concertos em que o público e ambiente ficaram a dever ao artista. O resto é conhecido: Takaakira Goto, com a sua guitarra, desafia o equilíbrio sentado numa cadeira, do lado oposto, Yoda revela-se mais introspectivo, enquanto de pé, a baixista Tamaki Kunishi acompanha o ritmo, ora parecendo uma delicada e tímida aprendiz, ora mais dominadora. Por vezes as melodias pedem que Tamaki faça incursões nas teclas, outras vezes limitam-se a ecoar em sampler. A um dado momento, percebe-se que Yasunori Takada está na bateria, tão discreto quanto seguro, provavelmente o baterista mais invisível do Rock. Tudo se equilibra, tudo parece perfeito. Melodia assente em notas sólidas. Desculpem o ruído da sala, obrigado por nos terem visitado.

O fim do dia passou pela sala 2, com Roly Porter, numa one man band, atrás de uma mesa, recriando sons espaciais, misturados com alvoradas densas, numa vertente demasiado electrónica para quem vinha de experimentar a música orgânica de Mono.

Texto e fotografias por Emanuel Ferreira
Agradecimentos: Amplificasom


Segundo dia do festival, terceiro efectivo, mas, de qualquer maneira, o dia de Neurosis. Não havia volta a dar, a impaciência gerava-se e todas as bandas pareceram um pouquinho piores, porque eram um obstáculo para chegar aos cabeças-de-cartaz. E o primeiro obstáculo vinha de Israel, os Tiny Fingers, banda com pendor jazzístico, alinhando num post-Rock por vezes, outras entrando no psych. Sentiu-se que eram melhores músicos que compositores. Boa escolha de horário.

Tesa tocava na sala 2 e quando agradecem a Neurosis pelas datas europeias em que tocaram juntos, e como eles tinham sido uma influência, percebe-se que também são fans como todos e anseiam por aquela hora na sala 1. Quanto ao som, interessante, mas com uma década de atraso. Isis e Cult Of Luna já andaram há muito por lá. Ficaram as boas intenções.

Vieram os The Black Heart Rebellion e soaram tão estranhos quanto interessantes. Estranhos porque aquele não parecia o festival deles, mesmo que no ano anterior o slot fosse ocupado por Grave Pleasures, tão semelhantes quanto possível. Pertencerem ao colectivo artístico belga Church of Ra, justificou muita da sua presença no cartaz, embora a sonoridade se inscrevesse mais no campo do Goth Rock. Com bateria e teclados, bem como restantes músicos, dispostos de forma a parecer uma sala de ensaio, trouxeram uma maior intimidade ao palco, enquanto o uso de instrumentos de percussão, pelos vários músicos, deu um toque folk a tudo.

Antes de Névoa, espaço para uma ampli talk com Steve Von Till e Scott Kelly, moderada por José Carlos Santos (Loud!, Terrorizer). Sala cheia, embora com lugares sentados, e muita gente na porta. Seguiu-se a banda portuense, numa actuação bem interessante, que explicou a popularidade do primeiro disco e serviu como apresentação ao novo “Re Un”. Há um novo Black Metal por aí e também se faz (bem) por cá.

Os Caspian só poderão ter surpreendido quem não os conhecia antes, porque são muito bons e andaram sempre perto da primeira liga do post rock. Tal como os Tesa, já terão chegado atrasados para quem só agora os conhece, mas aquelas vagas melódicas que crescem para turbilhões sonoros, deixam qualquer um de boca aberta. Hope Drone, ao contrário, revelaram-se tão densos quanto maçadores. Eventualmente bons para outros cartazes, no Amplifest revelaram-se apenas mais um obstáculo para chegar a Neurosis. O mesmo já não se passou com Oathbreaker, pois a voz de Caro Tanghe é linda e revela-se frágil quando ecoa solitariamente na sala 1 do Hard, mas logo é envolta numa carapaça sonora produzida pelos músicos que a rodeiam, fazendo-a transfigurar num ser de onde ecoam sons guturais. Se não foi tão hipnótica como Anna Von Hausswolff na noite anterior, foi porque instrumentalmente se revelou mais robusta e abordagem foi bem mais directa e intensa, por vezes ritualística. Fantástico.

Downfall Of Gaia estavam de regresso ao Hard Club, mas não tiveram o mesmo impacto que da primeira vez. Interessantes, portadores de um som forte e directo, rapidamente aborreceram. Nota particular para o baterista, talvez a actuação mais impressionante no grupo. Já Chve foi um não acontecimento. A música esteve lá, mesmo que comprimida a meia-hora. Era bonita, mas os problemas técnicos que a anteciparam roubaram a mística. E depois, ao mesmo tempo, formava-se uma longa fila para entrar na sala 1. Compreende-se a necessidade de encaixar vários estilos nos mesmos espaços e num horário exigente, mas Chve revelou-se o pior “bom momento” do cartaz.

Neurosis arrancou ainda com muitos fora de portas, algo estranho e evitável. Quanto ao resto, é fácil: “Times Of Grace”, “Given To The Rising”, “Bending Light “, “Lost”, “Locust Star”, “Broken Ground”, “Takeahnase”, “At The Well”, e “Stones From The Sky”. Foi pouco? Sim, mas eles deixaram tudo arrasado. Foi bom? Melhor que bom, melhor que óptimo. Steve e Scott são dois excelentes frontman, mas os restantes elementos também souberam dar espectáculo à sua maneira. No resto, só espanta quando se vê Scott ou Steve a solo, delicados, com as suas guitarras. Como estes dois homens podem ser tão rudes e tão delicados ao mesmo tempo?

Prurient espalhou o caos sonoro na sala 2. Talvez a mais interessante oferta que por aí anda, no estilo electrónica/vocalista, mas depois de ter visto Neurosis, quem se importa com isso?

Texto e fotografias por Emanuel Ferreira
Agradecimentos: rev


Depois da intensidade musical vivida no sábado e domingo, o “encontro” marcado para o Passos Manuel, soou a algo entre a ressaca e a viagem para o aeroporto, que antecede a despedida. Lá estavam muitos dos presentes nos dias anteriores, lá estavam os membros de Neurosis a conversar com quem o queria fazer, lá estava a família Amplifest.

The Leaving foi a primeira aparição, para a despedida. Sentado, já depois do primeiro tema, explicou que ele e a guitarra formavam “The Leaving”, e a ele podiam apenas chamar Freddy. E assim Freddy nos foi cantando as suas histórias, explicando que “aquela era a música mais lenta que escreveu”, logo antes de “Hurtmachine”. Freddy é na realidade  Frederyk Rotter, vocalista dos suíços Zatokrev, na sua versão calma e relaxada, eventualmente mais Folk. Para fechar a actuação, subiu ao palco Noah Landis, para executar "The Mountain", que mais tarde Frederyk descreveria como a primeira vez que a faixa pode ser executada como aparecia no álbum.

Seguiu-se Steve Von Till a solo, de pé, segurando a guitarra e mais que um trovador do séc. XXI, revelou-se um bom contador de histórias e falou das suas aventuras, como tinha mudado da cidade para o campo, “biggest mistake I did”, da sua paixão por cães… e de repente fez esquecer a noite anterior e o turbilhão que se revelou em palco. Fechou com “Known But Not Named”, tema que encerra também o último trabalho. Steve Von Till acústico, um momento lindo do Amplifest.

Texto e fotografias por Emanuel Ferreira
Agradecimentos: Amplificasom



“Winter’s Gate” é o 7.º álbum dos finlandeses Insomnium. Niilo esteve à conversa com a Metal Imperium e falou sobre o único tema do novo álbum e fez um apelo especial aos portugueses.


M.I. – 19 anos volvidos desde a formação dos Insomnium, estamos aqui para conversar sobre o 7º álbum da banda… a banda cresceu muito desde o início. Alguma vez imaginaste que seria assim?

Nem pensar! Éramos uma banda muito humilde com poucas expectativas, nunca pensamos que chegaríamos aqui, que andaríamos em tournée por todo o mundo, que faríamos sete álbuns e que seríamos tão grandes como somos agora. No início, eramos putos com 16/17 anos e queríamos tocar numa banda por diversão, aprender a escrever músicas e fazer uma demo… mas as coisas foram acontecendo e chegamos aqui!


M.I. – O álbum “Winter’s gate” é composto por um único tema com 40 minutos que foi baseado num história escrita por ti e que ganhou uns prémios literários. Porquê o título “Winter’s gate”?

Tem a ver com a história… não quero revelar muito mas está relacionado com um grupo de vikings que estava a viajar para a Irlanda e o inverno estava a chegar… eles sabiam que deviam voltar para casa, caso contrário estariam em apuros. “Winter’s gate” refere-se a algo que aconteceu. Penso que é um bom nome para a história e penso que tem a atmosfera adequada para a história e para a música.


M.I. – Como te lembraste de usar esta história no álbum?

Eu escrevi-a há uns 10 anos atrás e não tinha nada a ver com Insomnium, era ago pessoal. Recentemente pensei que seria fixe escrever um tema longo e achei que a história encaixaria na perdeição. Fiquei reticente por ser uma história sobre vikings e nós não somos um banda de viking metal mas, como a história é melancólica, decidi mostrá-la aos outros membros da banda e eles gostaram do conceito. Então, decidimos traduzir a história para Inglês e enviámo-la para a editora que adorou a ideia e nos disse que até estavam a pensar inclui-la num livro.


M.I. – Deve ter sido muito trabalhoso transformar a história numa música, não?

Claro que foi difícil mas estivemos os 3 a compor a música e foi incrível termos facilmente conseguido obter as melodias. Muito rapidamente tinhamos conseguido 40 minutos de material. O processo foi muito fácil. Tivemos de adaptar a história às letras e recontar tudo de maneira que encaixasse na música e isso é que foi mais demorado. Há muitas interpretações para a história e é possível descobrir detalhes novos de cada vez que se ouve a música ou que se ouve a versão audio da história contada por mim… é um álbum multidimensional.


M.I. – Um livro com a história será disponibilizado com o CD… é um sonho tornado realidade? Foi a primeira vez que escreveste histórias?

Eu tinha 8/9 anos quando comecei a escrever histórias, portanto a minha primeira tentativa de criar arte foi com a escrita. Só na adolescência é que comecei a envolver-me na música e deixei a escrita de parte. Agora partilho o meu tempo livre entre a música e a escrita, pois gosto de fazer as duas coisas. É um sonho tornado realidade no sentido de ver a minha história publicada a nível mundial e traduzida para Inglês e Alemão. Espero mesmo que o pessoal a consiga apreciar. Sinto-me verdadeiramente afortunado!


M.I. – O álbum é muito rico com diferentes melodias e emoções. Quais são as tuas expectativas?

Vamos ver como corre! Claro que para alguns será demasiado dificil porque não conseguirão estar concentrados durante tanto tempo e é mesmo necessário ouvir o álbum algumas vezes antes de se conseguir “entender”… exige que se tenha tempo para ouvir e explorar… haverá sempre um pormenor novo a cada nova audição. É na mesma um álbum de Insomnium e não estou preocupado. O feedback tem sido muito bom e os fãs têm gostado muito. 


M.I. – Então tendes tocado partes do álbum nos festivais de verão? Como é que o pessoal tem reagido?

Não, as pessoas ainda só ouviram as partes que estão incluídas nos trailers. A primeira vez que tocaremos o tema ao vivo será na tournée em Outubro.


M.I. – Já que o álbum é composto por um único tema de 40 minutos, será fácil tocá-lo ao vivo? Não poderá tornar-se aborrecido já que não haverá pausas?

Espero que não e acho mesmo que não. Claro que não haverá pausas mas isso já acontece quando tocamos 5 ou 6 temas sem falar com o público. Como as melodias variam bastante, há momentos em que os músicos podem beber água e relaxar um pouco e não será monótono. Para quem não é fã, pode ser demasiado puxado mas acho que, por lealdade aos nossos fãs, devemos tocar o tema completo ao vivo. Veremos como corre!


M.I. – O Dan Swano foi escolhido para masterizar e misturar o álbum. Porquê ele?

Ele foi a escolha óbvia, porque tem trabalhado com os Omnium Gatherum. Todos somos fãs de Edge of Sanity e isto é uma espécie de tributo a essa banda de culto. Mal lhe perguntamos se estava interessado, ele concordou. Ele aprecia bastante o álbum e já o disse várias vezes. Foi uma experiência espectacular poder trabalhar com alguém que sempre admiramos!


M.I. – Sim, ele disse que o álbum tem potencial para entrar para a lista dos melhores álbuns de um tema só. Deve ter sido uma alegria ouvir isso! De qualquer modo, deverá ser complicado lançar um vídeo promocional , não? O que estais a pensar fazer?

Bem, temos lançado trailers para que os fãs possam ir ouvindo partes do álbum mas lançar um vídeo de 40 minutos é quase impossível devido aos custos elevados. Portanto, quero deixar aqui um apelo aos fãs portugueses: Caso tenham jeito para animações, seria espectacular se conseguissem fazer um vídeo que se adequasse ao álbum, com animações do género das originais e se fosse a preto e branco seria porreiro! Se conhecerem alguém capaz de fazer algo deste género, entrem em contacto connosco!


M.I. – Vou tentar ver se encontro alguém! Daqui a dois dias celebrarás o teu 37º aniversário e tocarás ao vivo nesse dia… é a forma perfeita de celebrar?

É fixe que assim seja mas, normalmente, nesta época do ano, tocamos em festivais e é frequente tal acontecer no meu aniversário! 


M.I. – Já verifiquei as datas da tournée e Portugal não consta da lista. Porquê?

Geralmente fazemos tournées pequenas com pouco mais de três semanas mas depois mais datas vão surgindo. Já estivemos a conversar que gostaríamos muito de incluir Portugal e Espanha pois raramente vamos aí… vocês estão aí num cantinho de difícil acesso! Nós queremos muito ir aí e já andamos a ver possibilidades. Ainda não sabemos se será num festival ou não mas temos uma relação especial com Portugal e com os portugueses, porque já trabalhamos com técnicos portugueses e adoramos!


M.I. – Qual foi a maior lição que aprendeste ao longo destes anos com os Insomnium?

É uma pergunta difícil! Cresci muito, porque tocar numa banda implica que aprendas a trabalhar em grupo e exige trabalho em equipa, dinâmica de grupo e tudo o mais. Penso que é um dos melhores hobbies para se ter porque estás com os teus amigos e tendes um objectivo comum, viajais juntos e aprendes muito sobre ti e sobre os outros.


M.I. – Tens de trabalhar para além do trabalho com os Insomnium?

Esta é uma das situações mais complicadas… organizar a tua vida e conseguir gerir um emprego e tournées e a banda. Há dois anos tive de optar e escolhi dedicar-me à banda. Andava tão stressado por não conseguir cumprir tudo, que já não gostava de nada e sentia-me em baixo. Mas tenho de me sustentar e agora a banda está numa boa posição mas não sei quanto tempo durará. Foi muito complicado ter de optar!


M.I. – Já viajaste por todo o mundo com os Insomnium. Qual o país que mais te surpreendeu, positiva ou negativamente?

Pergunta difícil… o que hei-de dizer?! Adoro viajar e conhecer novos países e culturas. Acho que foi na China, por ser tão diferente e estranha, comparando com a Europa. Tocamos lá em Maio em Shangai e depois fomos para Pequim mas o concerto era numa localidade a cerca de 70 kms. Lá tinha uma réplica da Cidade Proibida e estava completamente vazia. Estavamos lá nós e mais ninguém! Era assustador. Eramos os únicos clientes do restaurante. No concerto tinha pessoal mas, fora disso, não se via vivalma. Foi uma das experiências mais estranhas e surreais da minha vida!


M.I. – Já tiveste oportunidade de conhecer alguns dos teus ídolos musicais? 

Sim, conhecemos os Paradise Lost, Amorphis, Dark Tranquillity… andamos em tournée com músicos que sempre apreciamos. O primeiro impacto foi estranho porque éramos fãs deles desde a nossa adolescência mas, agora que os conhecemos, vemos que são pessoas simples e simpáticas e que são como nós.


M.I. – O que tens ouvido neste últimos tempos?

Tenho viajado tanto que nem tenho tempo para ouvir música. Tenho muito a tendência para ouvir álbuns antigos que me influenciaram.


M.I. – E, quando tocas ao vivo, ouves as outras bandas do cartaz?

Se for possível, ouço. A maior parte das vezes, andamos sempre a correr… chegamos lá, fazemos o soundcheck, tocamos e arrancamos logo para a cidade seguinte mal saímos do palco.


M.I. – Os fãs portugueses estão desejosos que Insomnium voltem a Portugal, portanto deixa uma mensagem aos fãs e leitores da Metal Imperium.

Estamos ansiosos por regressar a Portugal. Já faz algum tempo que fomos aí mas esperamos voltar em breve! Sois um espectáculo!

Entrevista realizada por Sónia Fonseca

Por vezes, o interesse em determinados géneros musicais parece cíclico. Embora o black metal nunca tenha perdido totalmente o seu apelo, a “magia” da cena norueguesa dos anos 90 parece já pertencente a um passado remoto, particularmente para aqueles que nunca a vivenciaram. Nos últimos 2 ou 3 anos, porém, uma nova cena tem andado nas bocas do mundo – como é que tem saído da Islândia, um país com 300 mil habitantes, álbum após álbum de grande qualidade? Um dos mais claros exemplos é “Söngvar elds og óreiðu”, lançado pelos Misþyrming em 2015 e universalmente aclamado. Agora que preparam o seu sucessor – e depois de um incrível concerto em Barroselas –, falámos com D.G., mentor do projeto.

M.I. - Como é que Misþyrming evoluiu? Inicialmente era uma espécie de one-man-band, certo?

Tenho composto música desde que era criança e estudava piano e guitarra. Quando comecei a ouvir metal extremo fiquei com a ambição de escrever ainda mais. Tive algumas bandas desde os dezassete anos mas o que nunca senti foi uma liberdade total para controlar o processo criativo. Por isso criei Misþyrming para executar as coisas a solo. No início queria fazer tudo sozinho, mas apercebi-me rapidamente de que uma drum machine não seria adequada para o projeto. Entrei em contacto com o H.R.H. e pedi-lhe para gravar as faixas de bateria para o álbum de estreia. O processo de gravação foi uma experiência tão boa para ambos que acabei por lhe perguntar se gostaria de levar isto para um contexto ao vivo. E pedimos aos nossos bons companheiros T. and G. que se juntassem a nós.


M.I. - As pessoas que ouvem esta nova onda de black metal islandês identificam nela uma forte influência de Svartidauði e de Deathspell Omega. Concordas? Adicionarias outros nomes?

Essas bandas são definitivamente uma inspiração para muitos músicos islandeses de black metal, e para outros músicos em todo o mundo. Penso que os Deathspell Omega alteraram dramaticamente o som do black metal moderno, principalmente a nível das guitarras. Os Svartidauði são uma das bandas de black metal mais ativas na Islândia há pelo menos dez anos por isso têm um legado aqui na nossa cena. Mas claro que há inúmeras bandas igualmente inspiradoras, e cada um tem as suas próprias preferências


M.I. - Dirias que o isolamento da Islândia contribuiu para o desenvolvimento da cena local? Apesar de ser possível ouvir tudo online, a maior parte das bandas que fazem tours europeias não visitam o vosso país, por isso pergunto-me se isso não motivou algumas das bandas islandesas a fazer música elas mesmas.

Sim, a cena local é bastante promíscua devido ao isolamento. Tens razão. Tendo em conta que não há muitos artistas estrangeiros a visitar-nos, os concertos são dados principalmente por bandas locais. Quando vês as bandas locais a tocar, pessoas da mesma região que tu, companheiros, isso pode ser uma motivação para tu fazeres o mesmo. O lançamento em vinil do “Flesh Cathedral” [dos Svartidauði] abriu-me os olhos para a possibilidade de fazer tal coisa.


M.I. - Achas que há uma razão por detrás deste sucesso repentino? Estarão os fãs de black metal à procura de uma nova cena igual à da Noruega nos anos 90?

Como eu disse, a nossa cena é promíscua, portanto estamos muito unidos. A razão para este sucesso fica ao critério de cada um. Aposto que a existência de uma boa cena é entusiasmante para os fãs. Eu próprio gosto de explorar várias cenas em todo o mundo, de diferentes eras.


M.I. - A atmosfera do black metal não mudou muito ao longo dos anos, mas o shock value de certa forma desapareceu – dispensam-se as odes a Satanás com o propósito de ofender. A nível lírico, quais são os principais temas em Misþyrming?

Habitualmente escrevo as letras completamente à parte da música. Mas quando escolho letras para uma música, a atmosfera da música tem de se enquadrar. Os temas variam, mas para resumi-los diria que são todos sobre assuntos que tenho em mente. Pode ser política, amor e sexo, depressão, fúria, etc.


M.I. - E quanto à emoção na música? O que sentes quando compões, quando tocas as tuas músicas?

Uma música é um estado de espírito. Levo uma noite ou um dia a criar o conceito musical de uma música, os riffs e isso tudo, e depois esse estado desaparece. Uso o dia a seguir para polir a estrutura da música. Quando uma música está pronta e, por assim dizer, aperfeiçoada, é gratificante gravar uma demo e tocá-la ao vivo.


M.I. - Tens algum objetivo final enquanto músico? Alguma ambição a preencher?

Quero usar a inspiração que recebo das coisas na vida e expressar a minha experiência e sensações através de qualquer canal que considere adequado. Neste momento, o maior canal é obviamente Misþyrming. Os objetivos finais enquanto músico são alguns, mas acima de tudo quero honrar e respeitar cada projeto ao executá-los e apresentá-los da forma mais apropriada e correta.


M.I. - Estiveste recentemente em Portugal. Como foi a experiência em Barroselas?

O SWR foi uma experiência fantástica para todos nós. A equipa do festival foi honesta e trabalhou arduamente para que este fosse bom tanto para as bandas como para o público. Tivemos três bandas da Vánagandr a tocar, Nornahetta, Naðra e Misþyrming. Cada espetáculo foi satisfatório. Infelizmente só pudemos ficar durante metade do festival porque estávamos em tour, mas adoraríamos voltar para a experiência completa.


M.I. - Umas semanas antes disso, estiveste na Holanda. Deve ter sido uma honra tocar no Roadburn tão cedo na carreira dos Misþyrming. O que nos podes dizer sobre esses concertos?

Sermos os Artists in Residence desta edição do Roadburn foi uma grande honra para nós, especialmente tão cedo, como disseste. Tocámos três sets diferentes de Misþyrming, que foram todos mais ou menos perfeitos, e as três outras bandas islandesas que vieram connosco deram também grandes concertos. O público era genuíno, honesto, entusiasmado e recebeu-nos elegantemente. O anfitrião, o Walter, disse-me que havia uma linha de 1000-1500 pessoas que não conseguiram ver os concertos na sala Het Patronaat. Ele e o seu staff trataram-nos extremamente bem e por isso estamos gratos.

Entrevista  realizada por Daniel Sampaio


Os Superjoint (anteriormente designados por Superjoint Ritual) vão regressar este ano com a seguinte formação: os guitarristas originais Kevin Bond e Jimmy Bower, o vocalista original Phil Anselmo, o baterista José Manuel Gonzalez e o baixista Stephen Taylor. 

A 11 de Novembro, a banda vai lançar um novo álbum, intitulado "Caught Up In The Gears Of Application", através da Housecore Records (editora de Phil Anselmo). 

Abaixo pode ser conhecido o primeiro tema da banda em 13 anos, "Sociopathic Herd Delusion". 



Por: Sara Delgado - 25 Setembro 16


Os Alcest acabam de revelar o tema-título do seu novo álbum, "Kodama", que pode ser ouvido no vídeo acima. O lançamento deste trabalho ocorre no dia 30 de Setembro, cujos detalhes podem ser recordados aqui. Anteriormente, o duo francês deu a conhecer duas outras faixas deste álbum, que podem ser ouvidas através desta ligação.

Por: Sara Delgado - 25 Setembro 16


A 3ª edição do Kamikaze Fest ocorre no próximo dia 29 de Outubro, no Espaço Lagoa (Ourém). O evento conta com as atuações dos franceses Infest e dos nacionais Dead Meat, Brutal Brain Damage, Primal Attack, Bleeding Display, Analepsy, Trepid Elucidation, Kapitalistas Podridão e Enblood.

Abertura de portas: 16h00
Início: 17h00
Bilhetes: 5€

Por: Sara Delgado - 25 Setembro 16


Os Animals As Leaders preparam-se para lançar o seu novo álbum, “The Madness Of Many”. O quarto álbum da banda sai no próximo dia 11 de Novembro, pela Sumerian Records, e podem já satisfazer alguma curiosidade com a capa e a tracklist deste novo trabalho, que poderão ver abaixo.

Todo o processo ficou a cargo da banda e Javier Reyes disse: “Este álbum é uma jornada exploratória e ambiciosa pela harmonia, ritmo, expressão musical e emoção. Foi um grande esforço colaborativo e resultou na evolução de cada um de nós.”

Tosin Abasi disse: “Este álbum é uma total sinergia entre os três.”; e pelas palavras do baterista Matt Garstka: “embora conceptualmente denso, é o álbum que soa mais naturalmente a Animals As Leaders.”


Track list de “The Madness Of Many”:

1. “Arithmophobia”
2. “Ectogenesis”
3. “Cognitive Contortions”
4. “Inner Assassins”
5. “Private Visions of the World”
6. “Backpfeifengesicht”
7. “Transcentience”
8. “The Glass Bridge”
9. “The Brain Dance”
10. “Aepirophobia”

Por: Andreia Teixeira - 25 Setembro 16


A 4ª edição do Silveira Rock Fest ocorre no próximo dia 8 de Outubro, em Famões (Odivelas, Lisboa). Este evento vai contar com os The Royal Blasphemy, Bleeding Display, Burn Damage, Speedemon e Booze Abuser. A entrada será livre e o espaço conta com bancas de merchandising, comida e bebida.

Início: 17h00
Morada: Rua Santo Estevão, CDR "Os Silveirenses", 1685-822 Odivelas

Por: Sara Delgado - 23 Setembro 16



Depois de marcarem presença no Amplifest 2016, os belgas Oathbreaker regressam ao nosso país em nome próprio para duas datas: 26 de Novembro, no Musicbox (Lisboa) e, no dia seguinte, na Cave 45 (Porto). A primeira parte de ambos os eventos estará a cargo de WIFE, projeto a solo de James Kelly. 

26 de Novembro, Lisboa
Abertura de portas: 21h30
Início: 22h00
Bilhetes: 15€, à venda online na AMPLISTORE, e nas lojas Flur, Glamorama e Vinilexperience.

27 de Novembro, Porto 
Abertura de portas: 21h00
Início:21h30 
Bilhetes: à venda online na AMPLISTORE, e nas lojas Louie Louie, Piranha, Black Mamba e Bunker Store.

Por: Sara Delgado -23 Setembro 16


Como é sabido, os Sonata Arctica vão lançar um novo álbum, "The Ninth Hour", no dia 7 de Outubro pela Nuclear Blast. Os finlandeses acabam de revelar mais um tema deste registo, "Life", através do vídeo que disponibilizamos acima. Anteriormente já foi dado a conhcer "Closer To An Animal", que pode ser recordado aqui

Por: Sara Delgado - 23 Setembro 16


"Requiem For Hell" é o tema que dá nome ao novo álbum dos japoneses Mono. Este trabalho será lançado no dia 14 de Outubro, pela Pelagic Records. A faixa pode ser ouvida abaixo, bem como um outro tema anteriormente apresentado, "Ely's Heartbeat". 





Track list:

01. Death In Rebirth
02. Stellar
03. Requiem For Hell
04. Ely's Heartbeat
05. The Last Scene

Por: Sara Delgado - 23 Setembro 16


"Built To Last" é o título do novo álbum dos HammerFall, que será lançado a 4 de Novembro, pela Napalm Records. Abaixo podem ser conhecidos dois novos temas, "Hammer High" e "The Sacred Vow".



Track list:

01. Bring It!
02. Hammer High
03. The Sacred Vow
04. Dethrone And Defy
05. Twilight Princess
06. Stormbreaker
07. Built To Last
08. The Star Of Home
09. New Breed
10. Second To None


Por: Sara Delgado - 23 Setembro 16



Os The Agonist vão lançar um novo álbum, intitulado "Five", no próximo dia 30 de Setembro, através da Napalm Records. No vídeo acima podem ser ouvidos excertos de todos os temas deste novo trabalho.

Recorde-se que a banda atua no nosso país no próximo mês de Outubro

Track list:

01. The Moment
02. The Chain
03. The Anchor and The Sail
04. The Game
05. The Ocean
06. The Hunt
07. The Raven Eyes
08. The Wake
09. The Resurrection
10. The Villain
11. The Pursuit of Emptiness
12. The Man Who Fell to Earth
13. The Trial
14. Take Me to Church (HOZIER cover) (bonus edition)


Por: Sara Delgado - 23 Setembro 16


O novo álbum dos Xandria, intitulado "Theater Of Dimensions", será lançado a 27 de Janeiro de 2017 pela Napalm Records. O artwork deste trabalho pode ser visto abaixo.

A banda refere que, depois de 150 concertos pelo mundo inteiro, na sua maior tour até ao momento, voltou cheia de memórias que ajudaram à composição deste trabalho, que será bastante pesado e emotivo.


Por: Sara Delgado - 23 Setembro 16


Como é sabido, os polacos Riverside perderam o seu guitarrista Piotr Grudziński, que faleceu no início deste ano, notícia que levou a banda a cancelar todos os seus concertos para 2016. 

Agora, a banda vem revelar que o lugar de Piotr Grudziński não será preenchido: 

"Decidimos não fazer um casting para um novo guitarrista. Deixámos de ser um quarteto e passámos a ser um trio. Com esta composição, vamos preparar um novo álbum. Tanto na gravação, em estúdio, como em tour - se voltarmos a fazer tours - vamos tocar com guitarristas que são nossos amigos, que conhecemos e de quem gostamos. Mas a composição dos Riverside será aquela que mostramos na imagem (acima).

 "Sim, sabemos que a banda não será a mesma. Sabemos que, para muitos de vocês, a história dos Riverside termina aqui, este ano, e "Eye of the Soundscape" pode ser o último álbum dos Riverside que vão comprar. Sabemos que muitos de vocês não conseguem imaginar a banda sem a guitarra característica de Piotr Grudziński e, para vocês, os Riverside deixaram de existir. Mas a nossa história ainda não acabou; com uma falha, e com uma cicatriz, com uma vontade de novas experiências, decidimos seguir em frente. 

"Conhecemos histórias de muitas bandas que sobreviveram e que foram bem sucedidas, apesar de tudo. E queremos ser a prova viva que mostra que desistir não é uma opção e que podemos ser uma inspiração para outros, também. (...). Grudzień ainda está connosco. Definitivamente, não nos vamos esquecer dele. É uma parte das nossas vidas. Mas para que sua memória prevaleça, temos de continuar. E queremo-lo. Então vamos embarcar numa nova jornada e ficamos agradecidos a todos os que queiram juntar-se a nós. 

"Os nossos planos para o futuro próximo? No próximo ano vamos começar a trabalhar num novo álbum. Devido às circunstâncias, provavelmente será o regresso a um som mais pesado e intenso. Mas antes disso, em Fevereiro de 2017, no aniversário do falecimento de Piotr, gostariamos de tocar o nosso primeiro concerto. Um concerto muito especial, que será um evento excepcional. Gostariamos de tocar com convidados, com amigos, pelo Piotr, por nós. E para vocês. Gostávamos que a nossa música fosse o herói daquele dia, que a deixássemos falar por si. Vamos dar-vos mais detalhes sobre isto nas próximas semanas. 

"O rio nunca mais será o mesmo, mas não significa que tenha de deixar de fluir."

Por: Sara Delgado - 23 Setembro 16


Os Alter Bridge lançaram uma das suas novas músicas, "Poison In Your Veins", para audição no Youtube, como pode ser visto abaixo.

Esta música irá fazer parte do próximo lançamento norte-americanos, "The Last Hero", que será lançado no próximo dia 7 de Outubro.



Por: Carlos Ribeiro - 23 Setembro 16