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Os Cannibal Corpse lançaram o videoclip para o tema "Code of the Slashers". Este tema é retirado do seu mais recente trabalho "Red Before Black", álbum que estará disponível a 3 de Novembro.

O diretor do vídeo, Zev Deans, afirma: "Depois de rastejarmos por edifícios abandonados, despistarmos a nossa carrinha numa árvore, no meio de uma cena, testemunharmos um esfaqueamento e esvairmo-nos em sangue falso num parque às 5 da manhã, podemos seguramente dizer que isto foi uma introdução apropriada do género Slasher para o Panorama Programming."

O vídeo pode ser visto em cima.

Por: Paulo Vaz  - 20 Setembro 17


A nova música dos The Black Dahlia Murder, "Matriarch", pode ser ouvida em cima. Esta irá fazer parte do novo álbum da banda, "Nightbringers", a ser lançado no próximo dia 6 de Outubro pela editora Metal Blade.

Por: Rita Limede - 20 Setembro 17


Pelo quarto ano consecutivo, o Portalegre Core, festival que traz aos portalegrenses as sonoridades "pesadas" - Punk, Hardcore e Metal - voltou a realizar-se com bastante adesão do público na Quina das Beatas, no CAEP. 

Durante dois dias, um mais dedicado ao punk e hardcore, outro mais ao metal, tiveram sobretudo apostas nacionais, com bandas de vários locais do país e ainda uma de Espanha. O estilos das bandas variavam, mesmo dentro dos três já referidos, numa festa regada a cerveja (indispensável, diria).

No primeiro dia, sexta-feira, o destaque vai para os cabeças-de-cartaz Trinta & Um, que deram um concerto cheio de energia e musicalmente irrepreensível. O público portalegrense demorava sempre um pouco a ir para a frente, mas acabava sempre por aderir, puxado pela energia das bandas.

No segundo e último dia, mais para os "metaleiros", destaque para o concerto de Tales For The Unspoken, que foi bastante bem conseguido e que, tal como o seu vocalista mencionou, "conseguiu tirar os fumadores da varanda". Os portuenses Revolution Within fecharam esta noite repleta de "moshes" com uma actuação digna dos cabeças-de-cartaz do festival e encerraram com um "wall of death". Melhor maneira de acabar uma edição de um festival de "sons pesados", não há.

Em suma, todas as bandas deram um contributo importante para o festival, começando pelas que abriram os dias - sempre com a espinhosa tarefa de puxar os primeiros festivaleiros para o groove certo - passando pelos cabeças-de-cartaz e terminando nos DJs, a quem coube encerrar as hostilidades. O público, esse, para quem frequenta a Quina das Beatas, sabe que adere e colabora com os artistas, por isso, para todos, esta menção.

Como isto também funciona para os dois lado, também o público presente no CAEP teve a oportunidade de adquirir o merchandise das bandas que marcaram presença, sempre uma ajuda importante, face à conjuntura em que vivemos.

"Jurema" sai como maior vencedora do I Festival de Curtas


Outras das apostas para este ano da Associação Cultural Portalegre Core, foi a realização, em paralelo com o festival de música, um Festival de Curtas-Metragens.

Eram quatro as curtas metragens a concurso, todas realizadas por jovens com ligações à cidade de Portalegre. “Becoming” de Márcio Leiria venceu na categoria de Animação e “Jurema” de Bruno Rodrigues na categoria de ficção. “Jurema” ganhou ainda o prémio de melhor curta metragem nesta primeira edição. As outras curtas em concurso foram "Agorofobia" de Joana Isabel e 7:00 de Eduardo Farinha e Patrícia Meira.


Balanço da IV edição do Festival

Hugo Correia, Presidente da Associação Cultural Portalegre Core, em entrevista, afirmou que faz um balanço "muito positivo dos dois dias de Festival" sobretudo, em relação ao ano passado, porque foi a única vez em que se repetiu o local do festival. "Tivemos mais adesão este ano, o público tem-nos dado um feedback muito bom, um pouco similar aos anos anteriores", disse.

Quando ao dinheiro que o festival custa, este explicou "que Associação não tem lucro, chega mesmo a investir" e ideia é mesmo essa: todos os anos ter uma "almofada" financeira, em conjunto com parceiros estratégicos e patrocinadores, para que se possa realizar mais um ano. "Trabalhamos ano a ano, com vontade crescer e manter o nível de qualidade artística que tem vindo a habituar o nosso fiel público", conclui.

"É importante também realçar o feedback que temos das bandas, em geral. Nós, enquanto organizadores, na maioria, também somos músicos e gostamos de dar às bandas que recebemos aquilo que gostamos de ter quando vamos actuar a outros locais. Todas [as bandas] têm saído daqui satisfeitas, pelo que nos dizem, e algumas até dizem que nunca tinham sido tão bem recebidos como em Portalegre, o que é bom para nós e nos dá ainda mais vontade de continuar a fazer este evento", fez questão de acrescentar.

Para o próximo ano (e sem dar garantias de nada), Hugo Correia afirma que querem continuar a realizar o festival e que a aposta "irá continuar no punk, hardcore e metal, num movimento mais underground" que sempre os caracterizou.


Por: Carlos Ribeiro - 19 Setembro 17



Depois dos vídeos com letra de "Apophis" e "Baphomet", os Belphegor lançam agora o videoclip oficial para este último tema. Este vídeo foi filmado e editado pela companhia Grupa 13 (Amon Amarth, Behemoth, Kreator, Eluveite).

"Baphomet" é retirado do novo álbum da banda "Totenritual", que foi lançado a 15 de Setembro pela Nuclear Blast.

O vídeo está disponível acima.

Por: Paulo Vaz - 19 Setembro 17


O novo álbum dos Wolves In The Throne Room, "Thrice Woven", foi disponibilizado na íntegra em streaming, podendo ser escutado em cima. Este novo registo da banda tem data de lançamento oficial disponível para o próximo dia 22 de Setembro pela editora Artemisia Records.
Por: Rita Limede - 19 Setembro 17


Os Machine Head anunciaram que o seu próximo álbum de estúdio, "Catharsis", será lançado em Janeiro de 2018, sem adiantarem mais pormenores sobre o mesmo.

Esta novidade surgiu depois da banda norte-americana anunciar a sua próxima digressão, que será em suporte deste mesmo lançamento, pelos EUA.


Posto isto, várias novidades são esperadas para breve, como tracklist e dia exacto deste lançamento. 

Por: Carlos Ribeiro - 19 Setembro 17



No seu site oficial, Roger Waters anunciou que a tour "Us + Them" irá passar pela Europa em 2018 (no presente ano, o músico encontra-se em tour nos EUA e Canadá). A digressão europeia contempla 23 países, entre os quais se encontra Portugal. Porém, ainda não é conhecida a data nem o local do evento.

O que sabemos é que Waters trará consigo clássicos dos Pink Floyd, revisitando os álbuns "The Dark Side Of The Moon", "The Wall", "Animals" e "Wish You Were Here", bem como alguns temas do seu novo álbum, "Is This The Life We Really Want?, lançado no passado mês de Junho. 

Ficaremos a aguardar por mais detalhes desta tour. 

Por: Sara Delgado - 18 Setembro 17


A edição de 2017 do festival  River Stone ocorre no próximo dia 23 de Setembro, em Rio de Moinhos (Penafiel). 

O evento conta com os seguintes nomes: Hills Have Eyes, Abaixo Cu Sistema, Dark Oath, Blame Zeus e Tira-Olhos.

A entrada é livre. 

Por: Sara Delgado - 17 Setembro 17


Numa entrevista recente à Resurrection Fest TV, o guitarrista Richard Kruspe referiu que os Rammstein prevêem iniciar as gravações do seu próximo álbum em 2018. 

Kruspe adiantou que a banda pretende mudar a equipa de produção (recorde-se que os seis álbuns da banda contaram todos com o mesmo produtor, Jacob Hellner). Indica que está bastante satisfeito com o que têm até ao momento, tendo "bastante potencial". 

Porém, também podem existir más notícias: o músico sente que este será o último lançamento da carreira dos germânicos, e talvez por isso refira que pretendem "dar 200% e fazê-lo tão bom quanto possível". 

Por: Sara Delgado - 17 Setembro 17


O supergrupo Sinsaenum vai lançar um novo EP, intitulado "Ashes", a 10 de Novembro pela earMUSIC. Este registo tem uma duração de um pouco mais de 30 minutos e apresenta 6 faixas, das quais 3 são inéditas.

Recorde-se que o grupo é composto pelos seguintes membros: 

Sean Z (Dååth, ex-Chimaira): vocais
Attila Csihar (Mayhem): vocais
Frédéric Leclercq (Dragonforce): guitarra, baixo, sintetizadores, vocais
Stephane Buriez (Loudblast): guitarra
Heimoth (Seth): baixo
Joey Jordison (Vimic/ex-Slipknot): baterista


Track list de "Ashes":

"Ashes"
"Monarch Of Death"
"2099 (Heretics)"
"Degeneration"
"King Of The Desperate Lands"
"Dead Souls"


Por: Sara Delgado - 17 Setembro 17


O novo álbum dos Amberian Dawn, intitulado "Darkness Of Eternity", será lançado a 10 de Novembro pela Napalm Records. O primeiro single deste registo, "Maybe", pode ser ouvido no vídeo acima.

Tuomas Seppälä revelou que este álbum tem temas bastante diferentes uns dos outros - uns mais melódicos e obscuros, outros mais "poppy", como o próprio descreve.

Track list de "Darkness Of Eternity":

01. I'm The One
02. Sky Is Falling
03. Dragonflies
04. Maybe
05. Golden Coins
06. Luna My Darling
07. Abyss
08. Ghostwoman
09. Breathe Again
10. Symphony Nr. 1, part 2 - Darkness Of Eternity
11. Anyone [bonus]


Por: Sara Delgado - 17 Setembro 17


"Achingly Beautiful" é um dos novos temas dos Cradle Of Filth e pode ser conhecido no vídeo acima. A faixa faz parte do novo álbum da banda, "Cryptoriana - The Seductiveness Of Decay", a lançar já no próximo dia 22 de Setembro pela Nuclear Blast Records. 

Dani Filth referiu que este tema foi influenciado pelas histórias de autores como E.F Benson, Sir Arthur Conan Doyle, H.Rider Haggard, Oscar Wilde, Arthur Machen e Algernon Blackwood.

Por: Sara Delgado - 17 Setembro 17


Como é sabido, os Satyricon vão lançar um novo álbum, intitulado "Deep Calleth Upon Deep", já no próximo dia 22 de Setembro através da Napalm Records. "To Your Brethren In The Dark" é um dos novos temas da banda e pode ser conhecido através do vídeo que disponibilizamos acima. 

Por: Sara Delgado - 17 Setembro 17


Os britânicos As Lions, banda liderada por Austin Dickinson (filho do veterano Bruce Dickinson, dos Iron Maiden), vão abrir o concerto dos Alter Bridge no próximo dia 29 de Outubro, no Coliseu de Lisboa. 

A banda conta com três membros dos já terminados Rise To Remain (embora tenha deixado para trás a sonoridade metalcore) e lançou o seu álbum de estreia, "Selfish Age", no início de 2017.


Bilhetes: 

Plateia Pé /Balcão/Galeria Pé - 32€
Camarotes 1ª Frente Imp 6 pax - 210€
Camarotes 1ª Frente Par 6 pax - 210€
Camarotes 1ª Lado Par 5 pax - 175€
Camarotes 1ª Lado Imp 5 pax - 175€
Camarotes 2ª Frente Imp 6 pax - 210€
Camarotes 2ª Frente Par 6 pax - 210€
Camarotes 2ª Lado Par 5 pax - 175€
Camarotes 2ª Lado Imp 5 pax - 175€

Por: Sara Delgado - 17 Setembro 17


Os incríveis The Haunted acabaram de lançar um álbum novinho em folha, portanto a Metal Imperium Webzine teve que ir dizer uma “olá” ao guitarrista Ola, para que ele nos contasse tudo acerca do “Strength in Numbers” e sobre o que está a acontecer na vida dos The Haunted. Vejam lá:

M.I. - Uau, pessoal! Antes de mais nada, quero dar-vos os parabéns pelo vosso nono álbum, “Strength in Numbers”, que foi lançado no dia 25 do mês passado. Qual o significado deste título – que também corresponde ao nome da quinta faixa do álbum – e como é que se lembraram dele, qual é a história?

Muito obrigado. “Strength in Numbers” pode significar imensa coisa, pode ser político, pode ser religioso, pode ser qualquer coisa que queiramos. Poderia significar que, um número suficiente de idiotas juntos, podem formar uma força que pode ser potencialmente perigosa, ou então apenas pode significar, para os The Haunted, que este é o nono álbum.


M.I. - Já agora, porque escolheram lançar o tema “Brute Force” como sendo o primeiro single deste álbum? O tema tem algum significado especial para vocês ou foi escolhido em virtude da sua nítida brutalidade, que faz com que qualquer um queira abanar a cabeça? 

Eu julgo que é porque é um bom tema de apresentação, seja como single, seja para abrir um concerto. Portanto, sim, acho que pode dizer-se que fica a dever-se à sua nítida brutalidade.


M.I. - Vocês gravaram este álbum nos “Parlour Studios”, com o já bem conhecido produtor Russ Russell. Falem-nos desta experiência: porque escolheram o Russ para produzir o “Strength in Numbers” e como foi trabalhar com ele?

Foi óptimo trabalhar com o Russell. Eu não estava assim tão familiarizado com o trabalho dele antes de gravarmos, mas agora sou um grande fã. Ele é muito fácil de se lidar e divertimo-nos imenso a gravar com ele. Adoraria que no futuro voltássemos a gravar com ele.


M.I. - E como é que se processaram as sessões de gravação? Vocês encontravam-se todos no estúdio e davam uma mãozinha uns aos outros ou gravaram os instrumentos separadamente – numa espécie de esquema de “um de cada vez” –, devido às usuais dificuldades que as bandas enfrentam no que respeita a reunirem-se com regularidade? Quanto tempo demorou todo este processo?

Eu, o Jonas e o Adrian fomos lá para as gravações de bateria e ficámos uma semana. Depois, gravámos as guitarras e o baixo em minha casa, as vozes numa sala de ensaios juntamente com o produtor Jocke Skog. Este é um modo óptimo e eficiente de nós trabalharmos. Bem, se juntarmos todas as gravações separadas numa só, então acho que nos tomou cerca de… duas semanas, talvez…? Não sei.


M.I. - Qual a maior diferença quanto ao processo criativo de “Strength in Numbers” relativamente aos álbuns anteriores? E, já que estamos a falar disto, como é que normalmente levam a cabo este processo? Como é se transforma uma mera ideia numa música dos The Haunted? E como surgem as letras dos temas?

Apenas posso falar tendo por base os dois últimos álbuns, mas o método é, basicamente, que eu, o Jonas e o Jensen compomos as músicas sozinhos e, depois, apresentamo-las uns aos outros e começamos a trabalhar nelas. Cria-se um óptimo e dinâmico contexto para os temas, pois todos contribuem. Eu, definitivamente, agarrei uma parte maior da composição neste álbum. Nós todos escrevemos as letras, mas, maioritariamente, são escritas pelo Marco e pelo Jonas.


M.I. - Vocês já andam por cá há cerca de duas décadas. O que é que, no vosso entendimento, tem-se vindo a tornar o maior desafio para uma banda de metal, considerando o mercado musical actual? Vocês enfrentam algumas dificuldades, em particular? 

Eu sinto que, agora, é difícil bandas com o nosso tamanho irem em digressão, pois está a tornar-se muito caro, portanto temos que ter muito cuidado relativamente a que tournées aceitar ou quais fazer. Tem que fazer sentido para nós e para os outros membros, que têm que tirar dias do seu trabalho para irem em digressão, etc.  É um dilema, pois nós temos que ir em tournée para nos mantermos relevantes no mercado, mas é muito caro estar em digressão. Mas o que vale mesmo a pena é que, quando efectivamente estamos em tour e tocamos ao vivo, divertimo-nos imenso, há uma óptima química e sentimo-nos parte de um grupo incrível.


M.I. - Bem, em duas décadas e com nove álbuns de estúdio, deve tornar-se um tanto complicado continuar a compor novos temas, com novas abordagens e dinâmicas e, ainda assim, faze-los soar como sendo músicas dos The Haunted, correcto? Aqueles que já ouviram o “Strength in Numbers” têm vindo a espalhar a palavra de que é, provavelmente, um dos melhores álbuns de 2017! Como é que conseguem faze-lo? Como é que, após tantos anos, vocês continuam a arrasar com novas músicas e novos álbuns, todos eles inacreditáveis?

Eu acho que é porque nós adoramos o que fazemos. Nós sabemos o que queremos e onde queremos, ir no passo seguinte. Acho que se continuarmos a compor música por nós mesmos, os fãs hão-de continuar a acreditar em nós e, com sorte, também nos apoiarão no passo seguinte.


M.I. - Por fim – “spoiler alert” –, quais são os vossos planos/objectivos para o futuro: a curto e longo prazo, é claro? 

Arranjar mais digressões, de modo a que possamos aparecer por aí e apresentar-vos o novo álbum. E, felizmente, iremos tocar a Portugal no ano que vem, portanto mal posso esperar por isso! Além disso, talvez desta vez não teremos que esperar três anos até ao próximo álbum. Quem sabe… 


Entrevista por Evie


M.I. - "One Foot in the Grave" parece um daqueles títulos típicos de Tankard, gozando um pouco com vocês próprios. Com Gerre e Frank a completar 50 anos e estando juntos na mesma banda há 35 anos, isso faz-vos pensar em reforma antecipada?

Claro que o título do álbum não é realmente sério, é uma piada típica de Tankard, apesar de já sermos velhotes hahahaha!! Depois de 35 anos juntos tivemos que fazer uma pausa, mas estamos ansiosos para os próximos 35 anos! Assim, não há hipótese de reformar ninguém!


M.I. - Quando começaram, em 1982, alguma vez pensavam que estariam hoje a responder a perguntas sobre Tankard? Encontraram algum ingrediente secreto na cerveja que dá longevidade?

Nunca pensámos estar vivos depois de tanto tempo enquando banda, tinhamos 15 anos e conhecemo-nos desde a escola... incrível!!! Muita diversão e o nosso amor pelo metal mantém-nos jovens, não temos nada a ver com cerveja...


M.I. - Numa nota mais séria, acham que o facto de todos vocês terem empregos diários e famílias é a receita para esses 35 anos juntos como banda de thrash metal? 

Muitas bandas dizem que passar muito tempo juntos faz com que os problemas apareçam ...
É muito difícil viver da música e nós tomámos essa decisão há muitos anos de não fazer isso. Mas tentamos passar todo o nosso tempo livre nas atividades da banda e tocar o maior número possível de concertos. Por um lado, somos totalmente livres no que estamos a fazer; Por outro lado, não podemos aceitar todas as ofertas que recebemos. Mas estamos satisfeitos com esta situação e tentamos dar todo o nosso melhor. Não é tão mau assim gastar o tempo todo com a banda, talvez seja um dos motivos para nos mantermos juntos há tanto tempo!


M.I. - Lembro-me de, em meados da década de 80, olhar para o Big Four de Thrash Metal da Alemanha (Tankard, Kreator, Sodom, Destruction) como uma resposta ao Big Four americano (Metallica, Megadeth, Slayer, Anthrax). Também sentiram que era isso que estavam a fazer?

Estamos muito orgulhosos de fazer parte do Big Teutonic Four. Há alguns anos todos falavam de apenas três. Realmente não sei de quem foi a ideia de nos chamar assim, mas é claro que foi baseado nos quatro grandes americanos! Nós realmente gostaríamos de tocar alguns shows juntos, mas é realmente difícil, porque cada banda tem os seus próprios eventos. No momento nada está planeado, mas estamos ansiosos para que isso aconteça um dia!


M.I. - Vocês nunca conseguiram fazer uma tour com muitas datas (talvez por causa dos empregos diários) e agora alguns de vocês têm 50 anos, como é a vida na estrada? Estão mais calmos e menos bebedores de cerveja?

Claro que não somos tão selvagens quanto no início, mas às vezes ainda temos grandes festas. Ainda gozamos muito uns com os outros, por isso é muito divertido!


M.I. - O primeiro single de "One Foot ...", "Arena of the True Lies", fala sobre as pessoas que colocam notícias falsas na internet e aqueles estúpidos o suficiente para acreditar nelas. Alguma vez publicaram falsas notícias sobre Tankard?

É um assunto muito sério! É claro que ouvimos muita estupidez sobre a nossa banda... Desta vez fizemos uma excelente brincadeira: depois de editar a música, anunciámos que o Facebook nos levou a tribunal por causa dela música. Claro que isso foi uma piada, mas muitas pessoas acreditaram.


M.I. - Estão a ficar mais políticos à medida que envelhecem? 

Eu não acho que vi uma música tão séria como "Syrian Nightmare"...
Nós sempre tentámos fazer uma boa mistura de coisas sérias e engraçadas. Hoje em dia vivemos em tempos muito estranhos, então o foco é mais sobre os temas sérios. Quando começámos com Tankard, fizemos muito por ter esse tipo de imagem, depois queríamos livrar-nos disso e falhámos redondamente. Hoje fazemos muitas piadas sobre a nossa própria imagem, não nos levamos muito a sério, não caminhamos cegos pela vida, esse é o motivo de uma música como "Syrian Nightmare"! Por um lado, deixa-nos muito tristes o que aconteceu lá, por outro lado, ficamos furiosos, porque tantos países estão envolvidos com esse conflito mas ninguém realmente se preocupa com as pessoas normais, os que têm que sofrer e morrer!


M.I. - Depois de três álbuns produzidos por Michael Mainx, qual foi a ideia de trabalhar com um produtor que nunca trabalharam antes (Martin Buchwalter)?

Embora estivéssemos realmente satisfeitos com o nosso antigo produtor Michael Mainx, queríamos tentar algo novo com "One Foot in the Grave". Conhecemos Martin há muito tempo, ele fez boas produções e estamos realmente satisfeitos com o resultado do novo álbum. Foi uma óptima experiência trabalhar em conjunto com ele, ele teve óptimas ideias, mas nós realmente não sabemos o que acontecerá no futuro!


M.I. - Portugal sempre foi muito acolhedor com vocês. Podemos esperar-vos em breve?

Adoramos tocar em Portugal. De momento nada está planeado, mas vamos voltar com certeza! Muito obrigado por todo o vosso apoio nos últimos 35 anos!!!!!


Entrevista por Vasco Rodrigues


Dias depois de terem sido detidos por suspeitas de terem raptado uma mulher, os membros dos polacos Decapitated têm agora pela frente acusações bem mais graves. De acordo com documentos obtidos pelo "The Spokesman-Review", a banda vai ser agora acusada de violação em grupo da mulher que alegadamente teriam raptado.

À luz destes últimos eventos, a banda que tinha sido anunciada para ser cabeça-de-cartaz do festival "Moita Metal Fest" viu este seu espectáculo ser cancelado. A organização remete o anúncio dos substitutos para breve.

Voltamos então à detenção e possível acusação dos Decapitated. Por esta altura, o que está a circular - tudo alegadamente - é que a banda terá violado uma de duas mulheres que esteve com eles no seu autocarro de digressão, depois de ambas terem assistido ao concerto dos polacos em Spokane, EUA, no dia 31 de Agosto.

De acordo com estes documentos, a banda convidou as duas mulheres para "beberem uns copos com eles", depois de ambas terem estado a tirar fotografias com outra das bandas que tinha actuado nesta noite, que foi quando foram abordadas pelos polacos.

Até aqui tudo bem, mas o pior foi quando, alegadamente, o baterista Michal Lysejko "tentou agarrar os seios de uma das mulheres", o que fez com que o ambiente no autocarro tivesse mudado. "Os membros dos Decapitated começaram depois a falar em polaco entre si e estariam a olhar para as mulheres como se de presas se tratassem", leu-se.

Depois, as mulheres perceberam que se queriam ir embora mas antes, uma delas foi à casa-de-banho, para onde foi seguida pelo vocalista, Rafal Piotrowski, que terá "começado a beijá-la e a tentar desapertar-lhe o cinto depois desta ter acabado", enquanto os outros insistiam para que ficassem.

Foi quando esta o rejeitou, que terá forçado a sua estadia no autocarro, virou-a ao contrário e, segundo os documentos, a mulher conseguiu "ver através do espelho que estava por cima do lavatório os membros da banda a violarem-na à vez".

Já quanto à outra mulher, esta disse que viu a outra a ser violada e que o vocalista lhe disse para lhe fazer sexo oral, que ela rejeitou e então foi empurrada, caindo no chão e deixando-a algo combalida. A mulher que estava a ser alegadamente violada, disse nestes documentos "estava a dar murros na parede para se tentar distrair do que se estava a passar com ela".

Depois de tudo acabar, o guitarrista, Waclaw Kieltyka, ajudou-a a vestir-se e guiou-a para fora do autocarro na companhia de outro homem.

A polícia detectou vestígios de "agressões consistentes com o facto de ter sido mantida no local contra a sua vontade". Nas entrevistas que deram à polícia de Los Angeles, o guitarrista terá dito que viu o vocalista e o baixista "envolvidos em actos sexuais" e que o vocalista terá dito que "houve uma festa no autocarro e confirmou que as mulheres estiverem presentes".

Rafal Piotrowski terá recusado dar uma amostra do seu ADN à polícia, enquanto os outros membros facultaram essa mesma amostra.

A banda polaca já está a ser representada por um advogado que garante "que os Decapitated vão lutar até ao fim para contrapor as acusações das quais estão a ser alvo" e "está confiante que a outra versão da história será levada em conta".


Por: Carlos Ribeiro - 13 Setembro 17


Os Moonspell divulgaram ontem um teaser do seu novo videoclip, "Todos os Santos", uma faixa que irá fazer parte do seu próximo álbum. O videoclip será lançado amanhã, dia 14.



"1755", o novo álbum dos Moonspell, totalmente em português, será lançado no dia 3 de Novembro a nível mundial.

Por: Carlos Ribeiro - 13 Setembro 17


Os Gwar acabam de revelar um novo tema, "El Presidente", que pode ser ouvido abaixo. 



Esta faixa faz parte do novo álbum da banda, "The Blood Of Gods", a lançar no próximo dia 20 de Outubro pela Metal Blade Records.

Anteriormente foi dado a conhecer outro tema, "Fuck This Place", bem como os detalhes do novo lançamento, que podem ser recordados aqui



Por: Sara Delgado - 13 Setembro 17


Como é sabido, os Ensiferum vão lançar um novo álbum, intitulado "Two Paths", no próximo dia 15 de Setembro através da Metal Blade Records. Acima pode ser conhecido mais um tema deste registo, "King of Storms". 


Por: Sara Delgado - 13 Setembro 17


"We Know Where You Fucking Live" é o novo single de Marilyn Manson e pode ser ouvido no vídeo acima. A faixa faz parte do novo álbum de Manson, "Heaven Upside Down", a lançar no próximo dia 6 de Outubro pelas Loma Vista Recordings/Caroline International. 

Abaixo pode ser conhecido o alinhamento e artwork deste lançamento.

Track list de "Heaven Upside Down":

01. Revelation #12
02. Tattooed In Reverse
03. We Know Where You Fucking Live
04. Say10
05. Kill4me
06. Saturnalia
07. Je$u$ Cri$i$
08. Blood Honey
09. Heaven Upside Down
10. Threats Of Romance



Por: Sara Delgado - 13 Setembro 17 


Um dos porta-estandartes do doom britânico prepara-se para lançar um novo álbum. Depois de alguns rumores, confirma-se que os Electric Wizard regressaram a estúdio e vão lançar o seu mais recente “Wizard Bloody Wizard” no próximo dia 10 de Novembro, pela Spinefarm Records.

O artwork partiu dos elementos da banda e pode ser visto abaixo. O vocalista Jus Oborn comentou: “Soubemos instantaneamente que era isto… a nova direção que deveríamos tomar… Música realmente pesada… verdadeiro heavy rock, com raíz nos blues mas brutal. Acho que grande parte da música moderna está a desaparecer na sua própria sombra… é tudo tão pretensioso e técnico. Nós queremos voltar àquele som primitivo… blues com amplificadores… Hendrix, Blue Cheer, Zeppelin. Eles pegaram nessa música e aumentaram-lhe o volume… por isso pensámos apenas em tocar blues à nossa maneira.”


Por: Andreia Teixeira - 13 Setembro 17


Depois de “Run” e “The Sky Is A Neighborhood “, a banda americana disponibiliza agora para audição a faixa “The Line” , tema do nono álbum de estúdio, intitulado de “Concrete and Gold” ,que será lançado já esta sexta-feira dia 15 de Setembro  pelas Roswell Records / RCA Records.  

Dave Grohl descreve este tema como” "uma busca por esperança neste dia e nesta idade, onde tu sentes como se estivesses a lutar pela tua vida a cada momento que passa, e tudo está em jogo".

Este álbum estará marcado pela participação de convidados como Paul McCartney, Justin Timberlake, Inara George dos The Bird and the Bee, Alison Mosshart dos The Kills e Shawn Stockman dos Boyz II Men.

Acima é possível visualizar o vídeo do novo tema “The Line”.

Por: Ana Antunes - 13 Setembro 2017


O grupo britânico de hardcore Malevolence e os nacionais Equaleft, Terror Empire e Toxikull são as mais recentes confirmações para a próxima edição do festival Moita Metal Fest. Estes nomes juntam-se aos previamente anunciados Benighted, Bizarra Locomotiva, For The Glory, Iberia, Dead Meat, Wells Valley e Dark Oath.

Quanto à atuação dos Decapitated, confirmada anteriormente como um dos cabeças-de-cartaz do festival, a organização emitiu o seguinte comunicado, no seguimento dos últimos acontecimentos com a banda: 

"Caros amigos e amigas do Moita Metal Fest:
À luz dos recentes acontecimentos que envolvem a banda Decapitated, e dado que irão cancelar os compromissos musicais até verem a sua situação normalizada, temos a informar que a actuação da banda no MMF fica cancelada com efeito imediato.
Em breve iremos anunciar a banda que irá ocupar o seu lugar na slot de headliner do muito aguardado Moita Metal Fest, por isso mantenham-se atentos ao nosso evento!"

Recordamos que a próxima edição do festival irá ter lugar nos dias 6 e 7 de Abril. Mais informações deverão ser reveladas em breve.

Por: Rita Limede/Sara Delgado - 13 Setembro 17


Os At The Gates anunciaram a adição do guitarrista Jonas Stalhammar, que entra em substituição de um dos fundadores da banda, Anders Björler, que abandonou a banda em Março. 

A banda declara: "Finalmente decidimo-nos por um novo guitarrista e estamos prontos para rasgar novamente! Na verdade, ele foi a nossa primeira escolha, estamos contentes por tê-lo a bordo. Jonas Stalhammar será um membro desde o início e tocará connosco no próximo álbum, cujas gravações estão agendadas de Novembro de 2017 a Janeiro de 2018."

A banda adianta ainda: "Já temos 11 faixas prontas, feitas com uma inspiração como nunca. Podem esperar um registo com os elementos clássicos da banda."

Por: Paulo Vaz - 12 Setembro 17