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A Metal Imperium encontra-se a recrutar colaboradores para redação de notícias, reviews de álbuns ou entrevistas a bandas.

Quem quiser fazer parte desta equipa poderá candidatar-se contactando-nos por email: metalimperium@gmail.com



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Já todos ouvimos as notícias sobre o novo álbum de longa-duração de Evoken, a banda norte-americana de funeral doom metal, intitulado de Hypnagogia, a ser lançado a 9 de novembro pela Profound Lore Records. Para matar a curiosidade de muitos, a banda decidiu revelar um dos tesouros da sua obra com o nome “Valorous Consternaton”, que podem verificar no vídeo acima.

O baterista Vince Verkay comenta: “’Valorous Consternation’  é a primeira e a única música que tocamos ao vivo saída do novo álbum. A música passou por algumas modificações antes de ser aprovada por todos. Inicialmente, acabava com algo como um uptempo. Como de costume, depois de tocarmos a música algumas vezes, sentimos que faltava algo. Nós queríamos algo que expressasse verdadeira raiva e poder. Penso que alcançamos isso. Tocamos em quatro festivais neste último Inverno, por isso incluímos ‘Valorous Consternation’ no set. O feedback do público foi encorajador. O título surge com [vocalista/ guitarrista] John [Paradiso], o que é raro, mas eu achei que ele escolheu um título que descreve a atmosfera geral da música”.

Por: Fábio Leite - 20 Setembro 18


A tour dos islandeses The Vintage Caravan está de passagem pelo nosso país, para duas datas. Estes vêm acompanhados pelos Wucan e Black Mirrors. As bandas vão actuar no dia 2 de novembro, no Hard Club (Porto) e no dia 3, no Sound Bay Fest, em Lisboa, no RCA Club (já anteriormente confirmado). 

Os ingressos para o espectáculo no Porto têm o valor de 12 euros em venda antecipada e de 17 euros à porta no dia. O concerto tem início marcado pelas 20:00.


Relativamente ao festival Sound Bay Fest, os bilhetes em venda antecipada têm o custo de 20 euros. Mais informações relativos ao festival deverão ser conhecidos em breve.


Por: Rita Limede - 20 Setembro 18


A banda francesa prepara-se para lançar o seu novo EP, "Dogs Always Bite Harder Than Their Master", a 12 de outubro pela Season Of Mist. Este trabalho será uma edição limitada de celebração do 20º aniversário da banda de death metal.

Benighted divulgam agora o vídeo da faixa-título "Dogs Always Bite Harder Than Their Master", tema que conta com a participação de Sven de Caluwé (Aborted) e de Nikita Kamprad (Der Weg Einer Freiheit), sendo possível visualizar o mesmo acima. 

Por: Ana Antunes - 20 Setembro 18


Os fãs podem estar descansados, pois embora os My Dying Bride se tenham ausentado, depois de no ano passado terem cancelado vários concertos, os mesmos continuam no ativo. O vocalista Aaron Stainthorpe lançou há dias um comunicado, onde explica o motivo da súbita ausência e os planos da banda de doom metal:

“Muitos de vós têm-se questionado sobre o que aconteceu com a banda desde que cancelámos todos os nossos concertos no final de 2017. Bem, aqui está a resposta.

"Em setembro de 2017 a minha linda filhota, de apenas cinco anos de idade, foi diagnosticada com cancro. Este evento devastou toda a família, como também amigos chegados e, claro, todos nos My Dying Bride e seus colegas. Abriu-se diante de mim um buraco negro de preocupação e pânico e fiquei com receio do que estava por vir. O horror que circunda esta terrível doença é real, brutal e implacável.

"O veneno altamente destrutivo, mas muito necessário, que é a quimioterapia, foi iniciado e depois de algum tempo, a cirurgia removeu o tumor principal, mas o mesmo espalhou-se. No início de 2018, foi necessária uma segunda grande operação para finalmente remover a massa visível, mas as células ainda estavam no corpo dela, por isso deu-se início à radioterapia para destruí-las. Os efeitos colaterais de ambas as terapias de rádio e quimioterapia deixaram-na arrasada e o meu coração doía como nunca. Como pai de uma criança extremamente doente, eu estava à beira da implosão total.

"Depois do pior ano das nossas vidas, e do stresse inacreditável, fomos presenteados com a notícia que muitas outras pessoas nunca recebem; ela está limpa. Ela derrotou uma das mais cruéis e amargas criações de Deus. Apesar desse resultado positivo, haverá anos de exames e potenciais complicações que podem resultar em muitos regressos ao hospital. Vou recear por ela, todos os dias, para o resto da minha vida e espero, quando eu finalmente for para a minha campa, que ela seja uma mulher forte e franca.

"Temos realmente de agradecer às pessoas maravilhosas do NHS Childrens Hospital, em Leeds, por tudo o que fizeram e também à maravilhosa Candlelighters, caridade para crianças com cancro, pelo apoio interminável e amável.

"A banda entrou num pequeno hiato após as notícias devastadoras, mas aos poucos começou a reunir forças e a trabalhar no próximo LP, que podemos felizmente dizer-vos a todos que está bem encaminhado e, na verdade, está quase completo. Eu ainda não participei na composição, mas voltarei ao redil esta semana, com a caneta na mão e um novo foco e vontade de cumprir o meu papel como artífice da palavra e vocalista nesta notável banda. Nós voltámos!

"Felicidades
Aaron"

Por: Bruno Porta Nova - 20 Setembro 18


Qualquer banda de Black Metal vinda da Noruega certamente causará um impacto na cena underground… Orkan está prestes a fazê-lo com o seu terceiro álbum “Element”… A Metal Imperium conversou com Rune e Gjermund para conhecer melhor este intenso furacão (Orkan!).

M.I. - O nome Orkan significa Furacão. Acreditas que causaram tumulto no cenário underground semelhante ao que um furacão provoca quando passa?

Rune: Não acredito que tenhamos agitado as águas da cena underground tanto quanto gostaríamos, pelo menos, até ao momento. Existem tantas grandes bandas que lançam músicas todos os anos e acho que somos uma das muitas bandas que tentam inovar na cena musical. O nosso desejo é que todos compareçam aos concertos e sintam algo parecido com um furacão quando estivermos no palco.


M.I. - Este será o segundo álbum lançado pela Dark Essence Records. Quão importante é a editora para a promoção e sucesso de uma banda?

Rune: A Dark Essence Records é vital para nós. Sem eles, não chegaríamos tão longe com a nossa música. O facto de acreditarem na nossa música o suficiente e trabalharem tanto é a razão pela qual estamos a fazer esta entrevista, e a razão pela qual tantos têm a hipótese de ouvir a nossa música. Uma editora, na maioria dos casos, tem uma rede maior do que qualquer banda e ferramentas para promover música. Eu gosto de poder concentrar-me em escrever e organizar a música, gravar e tocar, em vez de tentar descobrir como promovê-la. Também é inspirador ter alguém que trabalhe para nós, alguém que esteja na nossa equipa e que ajuda com uns abanões quando estamos a trabalhar. Isso faz com que trabalhemos mais no duro para melhorar, para acompanhar a progressão do nosso trabalho criativo. Às vezes, é preciso haver um prazo para concluir o trabalho.


MI. – Achas que os Orkan estão exactamente onde deveriam estar? Atingiram as metas que tinham definido quando começaram?

Rune: Boa pergunta. Eu vejo o sucesso como um evento contínuo. Primeiro, queria gravar e lançar um álbum. Em seguida, assinar um contrato e fazer uma tournée internacional. E depois fazer o álbum seguinte... E para cada meta que alcançamos, estabelecemos novas. A pior coisa na minha mente para a nossa banda é ficar parado sem nada a acontecer. A vontade de fazer mais e mais é o que nos impulsiona para a frente. E acredito que a paixão pela música é o que nos dá vontade de criar e conquistar!


M.I. - "Element" é o 3º álbum da banda... porquê este título?

Rune: Quando escrevi as letras, tinha algumas ideias para os títulos dos álbuns, mas nenhuma abraçava a sensação do álbum. Mas, uma noite, li todas as letras das músicas do começo ao fim, e a palavra "elemento" ficou na minha cabeça quando terminei. É o resumo de todas as músicas, e é isso que eu acho que o título de um álbum deveria ser. Este é um álbum que lida com as forças dos quatro elementos. Além disso, é uma homenagem à natureza aventureira que nos rodeia na costa da Noruega. É muito inspirador para mim andar na floresta. Eu sei que parece um cliché, mas é um cliché por um motivo. Algumas das letras que escrevi para “Element” e “Livlaus” são descrições do que vi e senti na floresta. – A mesma floresta que verás no nosso próximo vídeo para a música de encerramento em “Element”, chamada “Heim”.


M.I. - De que maneira "Element" difere dos vossos trabalhos anteriores?

Gjermund: Acho que é um pouco mais experimental, os arranjos musicais são mais variados. Também há mais melodias com um toque de melancolia...
Rune: Nós fizemos uma produção muito mais detalhada desta vez. "Livlaus" foi escrito e gravado com a intenção de que seria possível tocar tudo ao vivo. Em "Element", temos que pensar em como podemos tocar as músicas ao vivo, porque há muita coisa a acontecer. Mas a recompensa está nas mãos (ou ouvidos) do ouvinte. É complexo e tem um óptimo som, na minha opinião.


M.I. - O primeiro álbum da banda tinha títulos em Inglês e no segundo usaram o Norueguês. Porquê essa mudança? Além de que tanto "Livlaus" e "Element" têm 7 faixas... coincidência?

Rune: O nosso primeiro álbum foi meio thrash metal. Naquela época eu escrevia letras em Inglês a maior parte do tempo, mas também algumas em Norueguês. Sentimos que o Inglês combinava melhor com a música naquele momento. Quando ouvi pela primeira vez os contornos do álbum "Livlaus" e começamos a arranjá-lo, imediatamente, soube que tinha que escrever esse álbum em Norueguês. Não sei porquê, mas foi como se os riffs que o Gjermund fez estivessem a gritar por isso. Também é muito mais confortável para mim expressar-me na minha língua materna, por isso foi uma decisão fácil. O Black Metal em Norueguês também soa mais intenso aos meus ouvidos. E 7 músicas por álbum? Coincidência. Eu nunca pensei nisso antes de o mencionares. Uma das músicas de “Element” contém um riff que esteve em consideração como base para uma música em “Livlaus”, mas decidimos abandonar essa ideia e guardá-la para mais tarde. Então, poderiam ter sido 8 músicas em “Livlaus” e 6 músicas em “Element”.


M.I. - Formaste os Orkan para fazer a tua própria música e optaste pelo Black Metal. É o teu género favorito dentro do metal? É aquele que se adapta melhor à tua música?

Gjermund: Sim e sim. Tive períodos em que tentei escrever música mais “thrash” ou mais “progressiva”, mas acho difícil ter essas limitações ou orientações antes de fazer riffs. Em ambos os álbuns, «Livlaus» e «Element», comecei a fazer música, não pensando no género ou se iria seguir uma nova direcção ou não. Acontece que a maioria das músicas se encaixam no Black Metal, mas também temos uma música no álbum que é algo completamente diferente. E isso é muito interessante.


M.I. - As letras de “Livlaus” foram baseadas na natureza e nas histórias de fantasmas… supostamente esta “lida com o poder dos quatro elementos e destaca-se como uma homenagem à força implacável da terra como testemunhada pela paisagem da sua terra natal - a Ilha de Stord.” Qual é a importância dos elementos para vocês?

Rune: Os elementos são a razão pela qual vivemos e respiramos. E além disso, são bastante impressionantes e, às vezes, divertidos… Quando escrevi as letras de todas as músicas desta vez, aconteceu de todas caírem nesse conceito. Não me sentei com um plano de colocar todas as músicas neste tema e, francamente, nem todas as músicas se encaixam neste conceito por si só. Mas a soma de todas as letras fez-me abrangê-las, e acho que ligou as letras de Element. Não que seja importante ter um tema ao longo do álbum, mas eu gosto de álbuns que têm um fio condutor entre as músicas. Talvez seja um pouco antiquado, mas eu sou assim.


M.I. - O álbum será lançado no próximo mês... quais são as expectativas?

Rune: É sempre emocionante lançar material novo e estou ansioso para ouvir os comentários dos fãs. É sempre bom ouvir os fãs, porque é para eles que nós lançámos a música! Esperamos alcançar um público maior desta vez. E sempre estaremos interessados em vender os nossos álbuns e espero que todos comprem ;-)


M.I. - Em Outubro, os Orkan andarão em tournée com Taake, Bölzer, One Tail, One Head e Slegest. Quão excitados estão? Além dessa tournée, têm planos de tournée para o futuro próximo?

Rune: Muito animados!! Sentimos que conseguimos um punhado de novos fãs quando fizemos a tournée após o álbum “Livlaus”, e bebemos algumas cervejas com os fãs depois dos concertos. Adoramos cada minuto! Realmente espero encontrar alguns de vocês novamente desta vez, e também fazer novos amigos pelo caminho! Além disso, as bandas que estão em tournée connosco são óptimas, portanto serão semanas inspiradoras para nós. Além desta tournée, não temos concertos confirmados este ano. Espero que voltemos a tocar durante a Primavera. Estamos interessados em tocar o máximo que pudermos!


M.I. – Os Orkan gostariam de fazer uma tournée com Iron Maiden, Metallica e Hellhammer… porquê estes 3 em particular?

Rune: Quem não gostaria??? Também somos fãs de música e temos os nossos heróis como a maioria das pessoas. 


M.I. - A banda passou por alguns momentos difíceis, mas voltou com força total. Consideraste a ideia de abandonar este projecto quando esses tempos difíceis vos atingiram?

Rune: Sim, houve alguns dias difíceis quando alguns tiveram problemas de saúde. Nós estávamos realmente preocupados com eles, mas eu não pensava no bem-estar da banda nessa altura. Só queria que eles tivessem uma boa recuperação. Depois de eles ficarem bem, pensei no facto de a banda estar em perigo, mas isso não me importava. Acho que nos fortalecemos com isso. Não que eu queira que isso aconteça novamente, ou que seja visto como uma boa situação, mas de uma forma que eu acho que precisamos de ver o lado positivo  e continuar. Tivemos alguns atrasos com a escrita e gravação, mas foi isso, e já passou.
Gjermund: Eu acho que é impossível estar numa banda sem estar cansado e irritado de vez em quando, mas isso tem mais a ver com correspondência lenta e opiniões diferentes, não tem a ver com o facto de alguns membros da banda terem tido cancro. Desistir nunca foi uma opção por causa de má sorte e doença.


M.I. – Sendo já homens de família, vêem a cena underground de maneira diferente da que viam há 25 anos atrás? Na tua opinião, o que mudou?

Rune: Eu não penso nisso. Mas acho que parte da mística desapareceu. Toda a informação está na ponta dos dedos o tempo todo. Eu respeito as bandas que são capazes de manter um pouco da privacidade e um pouco de atmosfera mística em seu redor. Ao mesmo tempo, estes são os dias de partilha e de contacto, o que também é bom, com os fãs e tudo mais... eu acho que cabe a cada um decidir como deseja partilhar as suas informações pessoais.


M.I. - Os membros da banda gostam de fazer uma pausa do metal... quais as bandas que ouves quando fazes essa pausa? Por que precisas de a fazer?

Rune: Eu gosto de ouvir várias bandas e artistas diferentes. Preciso de variedade na música, senão é muito chato para mim. Uma das minhas coisas favoritas é quando os amigos me pedem para ouvir os seus antigos ou novos favoritos! É divertido conhecer novas áreas do universo musical. Além disso, gosto de ouvir músicos e bandas locais e manter-me actualizado com tudo o que acontece na minha cidade. Alguns dos meus favoritos actualmente, além da música metal, são Susanne Sundfør, Lana Del Rey, Dire Straits, Pink Floyd e Bare Egil Band.
Gjermund: Em tournée, especialmente, com várias bandas e barulho nos bastidores, é bom ouvir algo além de metal no autocarro, descansar os ouvidos e obter alguma variação. A música pode ir de rock a country a pop dos anos 80, electrónica ou bandas sonoras de filmes. Alguns dos meus favoritos Noruegueses são Susanne Sundfør e DumDum Boys.


M.I. - Que as bandas / músicos te influenciaram enquanto crescias? Por quê? Eles foram de alguma forma responsáveis por queres tornar-te músico?

Rune: Para mim foi Iron Maiden. Quando ouvi pela primeira vez “Live After Death”, sabia que esta era a minha vida, e que tinha de me tornar músico. Além disso, passei a curtir os Pink Floyd e Dire Straits por causa do meu pai, e ele deu-me a oportunidade de os ver ao vivo quando era criança. Isso foi importante para mim.
Gjermund: Iron Maiden e Metallica eram os meus favoritos quando era criança.


M.I. - Se pudesses ter um dos teus “ídolos” como músico convidado num dos álbuns, quem escolherias e porquê?

Rune: Não me importaria que o David Gilmour fizesse um solo de guitarra em “Heim” do nosso novo álbum!
Gjermund: Eu raramente sinto vontade de fazer solos de guitarra em Orkan, mas gostaria de ver o Adrian Smith a fazer um.

For english version, click here

Entrevista por Sónia Fonseca

 Afsky é oriundo da Dinamarca e o álbum de estreia “Sorg” conta com convidados especiais como a poderosa Myrkur. O homem por trás deste projeto conversou com a Metal Imperium... 


M.I.- Quem é Afsky? O que significa Afsky?

Afsky significa desgosto ou ódio e sou apenas eu, é o meu espaço pessoal e projecto.


M.I. - Por que sentiste necessidade de criar um Projecto de Black Metal Depressivo sabendo que a cena está tão cheia hoje em dia? Qual é a mensagem principal que desejas partilhar?

Porque não se trata de obter fama, mas é apenas uma maneira de expressar o que sinto. E eu realmente não quero partilhar nada, eu escrevi as músicas para ser honesto.


M.I. - Como é que as pessoas estão a reagir a Afsky?

Eu já vi pessoas a chorar num dos concertos ao vivo, isso significa muito. Também houve um tipo que me escreveu a dizer que a minha música o ajudou a passar por uma fase muito difícil da sua vida. Eu apreciei muito esse gesto. Quando algo que eu escrevi num estado de espírito triste e as pessoas vão sentir o mesmo quando ouvem os temas e poder ajudá-los a ultrapassar, acho que isso diz muito.


M.I. - "Sorg" é o teu primeiro álbum... como correm as coisas? Como são as críticas?

Foi bem recebido, acho. Parece que as pessoas concordam que não há nada inovador no que eu faço, mas ainda não li uma crítica má, e acho que os meus ouvintes têm o mesmo gosto que eu.


M.I. - Quais são as influências musicais de Afsky?

Folk e música clássica, eu diria, mas é claro que também há muitas bandas de metal. Música com coração e alma.


M.I. - Todas as letras são em dinamarquês. É a melhor linguagem para exprimir exactamente os teus sentimentos? Sobre o que escreves?

Definitivamente sim! Muitas bandas estrangeiras parecem escrever em Inglês, mas aí, na minha opinião, perdes um pouco da alma, e muitas vezes a letra soa muito parecida porque tem a influência de outras letras, e não do coração. E eu principalmente escrevo sobre coisas pessoais, porque não gosto do mundo e da humanidade como é hoje em dia, e tem sido por muito tempo. Como o mundo está a ficar cada vez mais burro e como te sentes inferior por não seres capaz de fazer algo para mudar isso Mas a maioria das letras são poemas que escrevi quando estava deprimido.


M.I. - Há uma edição limitada de cassetes de “Sorg” em caixas de madeira feitas à mão. Achas que as audiências são mais exigentes e, portanto, há necessidade de ser mais criativo?

Eu não sei, mas sei que aprecio quando a própria banda se esforça para fazer algo especial com as coisas que vendem. Eu percebo porque é que bandas grandes não podem passar o dia todo a criar algo à mão, se existem milhares de pessoas que querem o seu material. Mas, 99% das vezes, acho que a mercadoria dessas bandas é pobre e não vale o dinheiro. Especialmente se começarem a fazer merdas aleatórias como canecas ou escovas de dentes com o logótipo, só para ganhar mais dinheiro. Eu gosto da maneira DIY de fazer as coisas, e é também por isso que eu fiz tudo sozinho.


M.I. - Na tua opinião, qual é a faixa mais intensa e poderosa do álbum? Porquê?

Eu escrevi Maaneløse Nat na noite em que o meu coração se partiu... então acho que é essa, pelo menos quando penso no que senti quando a escrevi! Mas também gosto muito de Vættekongen. Tem muito poder bruto, tanto a letra como a música.


M.I. - A capa é “delicada e crua” (como dizes)… quem a desenhou? Qual é o seu significado?

É um jovem poeta que se matou porque achava que não se encaixava no mundo em que nasceu. Tenho essa sensação, por isso achei que era perfeito para capa do álbum. Foi pintado por Henry Wallis.


M.I. - Uma das faixas apresenta Myrkur na nyckelharpa e Troels dos Huldre no hurdy gurdy. Por que escolheste estes artistas em particular? Eles relacionam-se bem com o teu som?

Eu tenho uma relação pessoal com Myrkur e sempre amei a música dela, então é por isso que tive que tê-la no álbum. Não conhecia o Troels antes, mas conheço alguns dos outros membros da banda Huldre, e eles é que mo indicaram quando eu precisei de um gurdy.


M.I. - A banda tem tocado alguns concertos ao vivo... algum plano de tournée para promover "Sorg"? Ou vais apenas fazer datas aleatórias?

Afsky não era para ser uma banda ao vivo. Como já disse, escrevi as músicas para mim próprio. Na verdade, foi a Amalie que me incentivou a partilhar as músicas que se tornaram o EP. Mas estou feliz que ela o tenha feito.


M.I. - Qual é a maior dificuldade que as bandas enfrentam para fazer uma tournée?

Dinheiro. Odeio dizê-lo, e não estou a mentir quando digo que não me importo com o dinheiro. Mas como é um projecto a solo, é difícil pedir a outras pessoas para tirarem uns dias de folga para irem em tournée e tocar músicas de outras pessoas, tendo a certeza de que não sobrará nada depois de pagar o combustível e a comida. Isso torna tudo muito difícil.


M.I. - Eu sei que a banda acaba de lançar o primeiro álbum, mas para onde queres ir a partir daqui? Já tens alguma coisa planeada para o futuro próximo? Existe algo que gostarias de ver tornado realidade para Afsky?

Agora que comecei a tocar ao vivo, claro que quero continuar com isso. Também estou a trabalhar em material novo. Mas para começar, o EP será lançado como vinil com uma faixa extra, Vinteren bæres ind. Não é uma faixa nova, mas acho que merece ser lançada em formato físico também.


M.I. - Tudo de bom para Afsky. Deixa uma mensagem com os leitores da Metal Imperium.

Obrigado pelo interesse! E a minha mensagem para o povo é provavelmente tratar bem a natureza e parar de destruí-la... sem ela, não somos nada. Infelizmente, a maioria das pessoas não parece entender isso.
For english version, click here


Entrevista por Sónia Fonseca

São uma referência no Black Metal nacional, talvez o mais antigo nome activo no estilo, por cá. 2018 assistiu à edição de um novo trabalho, «Of Fire And Evil», que proporcionou agora, uma sequência de três datas ao vivo que culmina no próximo domingo com a primeira parte do concerto de Primordial no Porto.

M.I. - Este mês de Setembro vê os Decayed de novo na estrada, marcando três concertos. Faz mais sentido assim, marcar todos perto uns dos outros?

Só isso é que faz sentido. Assim os ensaios rendem mais. E como temos o novo álbum, «Of Fire And Evil» para apresentar, convém fazer todos os concertos que a agenda dos elementos permita.


M.I. - Que banda vais trazer para a estrada? É a formação que tem sido apresentada desde 2016, presente nos dois últimos discos de estúdio?

É a formação que gravou o ultimo álbum "Of Fire And Evil". Estamos juntos desde finais de 2016. Sou eu na guitarra e voz, o Vulturius na voz e baixo e o G-R na bateria.


M.I. - É de presumir que estes concertos se centrem no «Of Fire And Evil», mas o que se pode esperar mais?

Os velhos temas da longa carreira dos Decayed e mais a cover de Mercyful Fate "Black Funeral" que não tocamos desde 2010.


M.I. - Olha-se para o currículo e há um sem fim de grupos em que cada membro esteve presente, por outro lado esse swing musical quase que vos caracteriza desde o início. É parte do processo criativo, ou também um reflexo da instabilidade por cá?

É complicado juntar o pessoal certo. Depois a vida pessoal muda e tem de haver ajustes. E visto que esta banda não dá para viver só da música, quem entra já sabe que vai fazer a coisa pelo amor ao Metal.


M.I. - Esta década, apesar da longevidade, tem-se revelado como  a mais prolífica da carreira de Decayed, Se contarmos com o live, são quatro álbuns em outros tantos anos. A que se deve isso?

A eu ter-me fartado de esperar para lançar alguma coisa. Deixei-me levar um pouco pela letargia, um bocado pelos problemas em arranjar baterista, mas depois do Nocturnus ter entrado, a coisa começou a correr melhor. Fiquei mais motivado de novo e o resto é historia.


M.I. - Sente-se hoje uma maior aceitação em termos europeus, ou é algo que neste momento tem mais destaque e por isso fica a sensação de só nos últimos anos a Europa ter reparado em vocês?

Sempre tivemos apoio da Europa. Em 1999 assinámos por uma editora francesa que nos levou a fazer a nossa primeira tour europeia. Uma coisa que me atrofiava o cérebro, era as bandas portuguesas não se preocuparem em espalhar o seu nome lá fora, por isso, no inicio, investi alguns fundos e tempo para promover a banda por terras estrangeiras. 


M.I. - Pergunta quase cliché, mas inevitável a um veterano, como vês a cena nacional no panorama black nos dias de hoje? Tem havido algumas saídas para o estrangeiro, inclusive o próprio grupo sofreu disso em um dado momento.

Não sigo o mundo da música faz alguns anos...


Entrevista por Emanuel Ferreira


O baterista de Korn, Ray Luzier, referiu que ainda não há data de lançamento para o próximo álbum da banda.

Os seus últimos comentários foram feitos poucos dias depois de ter dito à Sabian, numa entrevista, que o novo trabalho, após o álbum "Serenity Of Suffering" (2016), chegaria em março.

Num novo post, na sua página pessoal do Facebook, Luzier revelou que está de volta ao estúdio e que se encontra a gravar as faixas para o novo trabalho de Korn, e acrescentou: "Não considerem o que eu disse na entrevista da Sabian, ainda não há data de lançamento".

Pelo menos algumas das sessões de gravação do novo álbum estão a acontecer no Rock Falcon Studio, do produtor Nick Raskulinecz, dentro do complexo de Nashville, propriedade da empresa de música e entretenimento Black River Entertainment.

O vocalista de Korn, Jonathan Davis, disse, recentemente, que têm boas ideias e bons grooves para alguns dos primeiros trabalhos que foram escritos para este próximo álbum. Criticou o facto de haver falsas especulações a circular pela Internet, que insinuam que a banda está a usar escritores externos. "Estamos a escrever tudo; continuamos a escrever a nossa própria música", disse.

Korn acabam de celebrar o 20º aniversário do lançamento do terceiro álbum do grupo, "Follow The Leader", com três concertos nos EUA. Os espetáculos ocorreram no dia 12 de setembro no Masonic, em San Francisco, no dia 13 de setembro no Palladium, em Los Angeles, e no dia 15 de setembro no Pearl Theatre, em Las Vegas.

A banda está a planear uma tour completa em 2019, não tendo sido revelados mais detalhes sobre a mesma.

Por: Carla Amaral - 19 setembro 18


Os All That Remains disponibilizaram um novo single no seu canal do youtube, intitulado "Fuck Love", que em princípio irá integrar o próximo álbum da banda.

Segundo consta é Daniel "DL" Laskiewicz, o guitarrista dos The Acacia Strain, que está a produzir esse novo álbum dos All That Remains, que tem lançamento previsto para 2019.

Abaixo poderão ouvir "Fuck Love".


Por: Luís Valente - 19 Setembro 18


Tremonti, o projecto criado pelo guitarrista norte-americano Mark Tremonti (Alter Bridge), vem a Portugal apresentar o seu mais recente álbum "A Dying Machine", já no dia 4 de Novembro, no espaço Lisboa Ao Vivo.

Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.


Por: Carlos Ribeiro - 19 Setembro 18


Recentemente, os nacionais Heavenwood anunciaram a saída de dois membros da banda: o baterista Eduardo Sinatra e o baixista André Matos. 

Agora, sabe-se que a banda vai contar com o aclamado multi-instrumentista, compositor e produtor Daniel Cardoso para ocupar o cargo na bateria enquanto músico convidado, também no que à gravação de novo material diz respeito. Recorde-se que Daniel Cardoso integra atualmente os britânicos Anathema, bem como o seu projeto a solo Cardhouse.

Abaixo pode ser lido o comunicado da banda: 

Desde 2008 que o Daniel Cardoso está presente nos Heavenwood, na nossa história e evolução natural, e vocês podem sentir a sua marca, coração e alma em cada tema que ele tocou connosco. É extraordinário podermos juntar-nos a um músico tão humilde, experiente e talentoso, que tem a capacidade de nos surpreender todos os dias. 

Por: Sara Delgado - 19 Setembro 18


A espera dos fãs de Rammstein está quase a chegar ao fim!

A banda anunciou que está a terminar o novo álbum, que começou a ser gravado no mês de Abril, em França, e será concluído em Minsk, na Bielorrússia. O álbum, ainda sem título, é o sétimo da banda e contará com a participação de uma orquestra e um grupo coral.

O anúncio foi feito nas redes sociais, acompanhado por duas fotos e onde também se pode ler uma frase em alemão, que se traduz em “Violinos queimam com um grito, Harpas cortam a carne”.


Recorde-se que os Rammstein, desde o lançamento de “Liebe is für alle da”, estiveram 10 anos ausentes do estúdio, fazendo apenas concertos.

No ano passado, o guitarrista Richard Kruspe afirmou que o novo álbum poderá ser o último da banda: “Eu sinto que, por algum motivo, este será o último disco que faremos. É um sentimento. Eu posso estar errado, mas neste momento, sinto que este é talvez o último.” – acrescentando ainda - “Eu quero estar a 200% e torná-lo tão bom quanto possível.”

Kruspe falou ainda sobre o demorado tempo para a banda lançar novo material. “Como banda europeia, temos de fazer muito mais tours que as outras bandas americanas.” - continuou - “A outra razão é porque somos seis membros que têm seis opiniões diferentes sobre tudo”.

Enquanto a espera do novo álbum não acaba, a banda tem dois concertos marcados para a passagem de ano em Puerto Vallarta, no México, nos dias 31 de Dezembro e 2 de Janeiro. Sem sombra de dúvidas, será uma boa despedida de 2018 e uma grande entrada em 2019 para os fãs mexicanos.

Por: Filipa Barbosa - 19 Setembro 18


Os próximos dois concertos de Nightwish, sendo o primeiro em São Paulo, no Brasil, no dia 28 de setembro (Tom Brasil), e o segundo em Buenos Aires, na Argentina, no dia 30 de setembro (Estadio Cubierto Malvinas Argentinas), serão filmados para o lançamento do próximo DVD da banda.

O teclista, Tuomas Holopainen, falou sobre a decisão de filmarem e gravarem, profissionalmente, um ou mais concertos da tour atual, como apoio à compilação recém-lançada "Decades": "A maioria das músicas desta tour nunca mais será tocada, penso eu. Então, é uma boa ideia imortalizá-las".

No passado mês de julho, Holopainen revelou que tinha cerca de 80% ou 90% do material já escrito para o próximo álbum. "Serão 10, 11 músicas, provavelmente", referiu. "Vamos começar a gravar no próximo verão, em julho. Se tudo correr como planeado, prevemos o lançamento para a primavera de 2020".

O teclista revelou ainda que há um tema lírico que reúne todas as músicas que ele escreveu para o próximo álbum da banda, mas recusou-se a alargar este tema, referindo: "Nenhum outro membro da banda ouviu nada. Tivemos algumas discussões sobre as coisas e sobre algumas das músicas, mas está num estágio tão inicial, e eu ainda estou a trabalhar em casa sozinho... vamos manter isso em mistério por mais algum tempo ".

O próximo álbum de Nightwish marcará o segundo lançamento da banda com a cantora Floor Jansen, que está em tour com o grupo desde 2012.

Por: Carla Amaral - 19 Setembro 18


Os Helrunar divulgaram um novo tema retirado do seu mais recente álbum. "The Last Antichrist" é um tributo ao black metal norueguês dos anos 90 e está disponível em cima.

"The Last Antichrist" vai ser uma faixa bónus, que só estará disponível na versão física de "Vanitas Vanitatvm".


Por: Paulo Vaz - 19 Setembro 18


Os suecos Tribulation estrearam uma nova música e correspondente vídeo para a faixa "Nightbound", que pode ser visto em cima. Esta é a faixa-título do novo EP da banda, que foi lançado no passado dia 14 de Setembro pela editora Century Media. 

Por: Rita Limede - 19 Setembro 18


No passado mês de Junho, os polacos Crystal Viper anunciaram a sua estreia no nosso país, a ocorrer no dia 13 de Dezembro. Inicialmente, a atuação foi marcada para o Stairway Club, em Cascais. Uma vez que a sala vai fechar, conforme foi anunciado recentemente, a atuação dos Crystal Viper foi remarcada para o RCA Club, em Lisboa, mantendo-se o dia 13 de Dezembro. 

Recorde-se que a primeira parte do evento estará a cargo dos Toxikull e DeadlyForce. 

Por: Sara Delgado - 18 Setembro 18


Obscura está de regresso ao nosso país para uma data, no dia 12 de Fevereiro 2019 no Hard Club (Porto). A banda vai andar em tour pela Europa a promover o seu próximo álbum "Diluvium", juntamente com Fallujah, Allegaeon e First Fragment.

Os bilhetes para o concerto já se encontram disponíveis aqui, e têm o custo de 22 euros.

Por: Rita Limede - 18 Setembro 18


Damon Johnson, guitarrista dos Black Star Riders, decidiu ingressar numa carreira a solo e, por isso, deu como terminado o seu percurso na banda norte-americana, tendo como substituto Christian Martucci dos Stone Sour, a partir do início do próximo ano. O fundador desta banda de hard rock comunicou entretanto o seguinte:

"Três excelentes álbuns em seis anos com esta grande banda é uma das realizações que mais orgulho me deu na minha carreira, e tem sido gloriosa. A minha família e eu decidimos concentrar os nossos esforços no crescimento da minha carreira a solo e estou entusiasmado por estar em casa mais para tirar proveito do trabalho e da escrita em Nashville. Embora esteja de saída dos Black Star Riders, continuarei a trabalhar com o Ricky [Warwick, vocalista dos Black Star Riders] na Warwick Johnson, e planearei fazer parte de qualquer compromisso dos Thin Lizzy no futuro. Muito amor e sucesso contínuo para toda a banda e para os incríveis fãs dos Black Star Riders de todo o mundo."

Já Christian Martucci comunicou o seguinte

"Como um fã que tem sido inspirado pela sua música, é uma honra e privilégio fazer parte dos Black Star Riders. Estou realmente ansioso por isto!"

Por: Bruno Porta Nova - 18 setembro 18


Os Amon Amarth vão lançar um novo DVD e Blu-Ray intitulado "The Pursuit Of Vikings: 25 Years In The Eye Of The Storm". Este set, que sairá em novembro, inclui um documentário, bem como imagens da performance da banda no festival Summer Breeze, na Alemanha.

A banda encontra-se ainda a trabalhar em novo material para o seu próximo álbum, que possivelmente sairá em 2019.

Por: Paulo Vaz - 18 Setembro 18



Os Within Temptation continuam a preparar o lançamento do seu próximo álbum e, para o efeito, lançaram o seu primeiro single, chamado "The Reckoning", que conta com a participação especial de Jacoby Shaddix, o vocalista dos Papa Roach. O vídeo pode ser visto acima.

"Resist", o novo álbum dos holandeses, será lançado no dia 14 de Dezembro, através da Spinefarm Records.


Por: Carlos Ribeiro - 18 Setembro 18


Os veteranos do death metal, Deicide, divulgaram um novo vídeo para a música "Defying The Sacred", que pode ser visualizado acima. Esta faixa é retirada do mais recente álbum da banda, "Overtures Of Blasphemy", lançado no dia 14 de setembro, via Century Media.

O videoclip foi realizado por Scott Hansen, que já trabalhou em conjunto com as bandas Animals As Leaders e Whitechapel.

Acerca do processo de composição para a obra "Overtures Of Blasphemy", o vocalista Benton, comentou: "Todos nós, eu, o Steve e o Kevin, compomos as músicas individualmente. À medida que cada um de nós escreve uma música, levamo-la para ensaiar e ajustamos alguns pontos."

A tracklist do álbum é a seguinte:

01. One With Satan (3:48) 
02. Crawled From The Shadows (3:20) 
03. Seal The Tomb Below (2:57) 
04. Compliments Of Christ (2:44) 
05. All That Is Evil (3:24) 
06. Excommunicated (2:55) 
07. Anointed In Blood (3:18) 
08. Crucified Soul Of Salvation (3:00) 
09. Defying The Sacred (3:30) 
10. Consumed By Hatred (3:02) 
11. Flesh, Power, Dominion (3:33) 
12. Destined To Blasphemy (2:25)


Por: Miguel Matinho - 18 Setembro 18


Avenged Sevenfold lançaram uma nova música, "Mad Hatter", que pode ser ouvida aqui. A faixa foi gravada para o jogo "Call Of Duty: Black Ops 4".

"Mad Hatter" será incluída no próximo EP de Avenged Sevenfold, "Black Reign", que será disponibilizado já no dia 21 de setembro. Este irá conter as quatro músicas que a banda escreveu e gravou para o jogo "Call Of Duty: Black Ops".

A música foi gravada em março, em Los Angeles, e co-produzida pela banda e por Joe Barresi, com quem já trabalharam na produção do álbum "The Stage", tendo sido a faixa-título nomeada para um Grammy.

O vocalista, M. Shadows, referiu que "Call Of Duty: Black Ops 4" parece insano e que é algo completamente novo para os fãs, sendo que os elementos da banda sentiram que deveriam dar um salto semelhante e fazer algo maior, mais sombrio e mais cerebral.

Sobre o processo criativo de "Mad Hatter", Shadows referiu: "Assistir aos trailers iniciais e olhar para os esboços da produção, recordou-me o podcast S-Town e o seu principal protagonista, John B. McLemore, sobre o qual houve rumores de que tinha sofrido de envenenamento por mercúrio, a doença de Mad Hatter. A ideia de Mad Hatter, e do que a doença provoca no cérebro, é tão assustadora quanto as imagens que foram mostradas. Então, decidi que a letra iria sombrear a vida de McLemore".

"Temos um relacionamento muito profundo com a equipa da Treyarch", acrescenta. "Estamos orgulhosos por fazer parte da família e extremamente entusiasmados pelo facto de as pessoas aproveitarem este próximo capítulo, bem como pela nossa contribuição para isso."

"Como fãs do jogo e como músicos a nível mundial, os Avenged Sevenfold demonstraram uma capacidade inata de transmitir a emoção e o poder bruto da experiência Zombies de "Call Of Duty", disse Jason Blundell, diretor da Zombies na Treyarch. "Estamos a introduzir os fãs a um novo elenco de personagens em "Black Ops 4" e a entregar a maior experiência de Zombies, até hoje. Com o IX, sabíamos que precisávamos de algo épico."

"Call Of Duty: Black Ops 4" é publicado pela Activision e desenvolvido pela Treyarch, com suporte adicional de desenvolvimento da Raven Software, e desenvolvimento de PC com a Beenox .

O vocalista comentou com a revista Kerrang!, sobre "Mad Hatter" que a música é sombria e chocante e que queriam capturar uma sensação diferente das músicas comuns sobre "matar zombies". "Estas músicas são bons sítios para experimentar os nossos sons. Classificaria a faixa na categoria de dark alternative".

Questionado sobre como a nova música surgiu e se foi escrita exclusivamente para "Call Of Duty", ou se foi algo feito durante os ensaios de "The Stage", M. Shadows respondeu: "Fiz um Twitter takeover, onde um fã me questionou quanto a fazer uma música para "Call Of Duty: Black Ops 3". A equipa da Treyarch (empresa de desenvolvimento de jogos) viu e pediu-nos para participar. Fui ao estúdio e vi no que eles estavam a trabalhar. Só tivemos um mês para obter o produto final, devido à nossa tour europeia".

Um vídeo, com imagens do jogo, será lançado para apresentar a música, com mais detalhes a serem revelados em breve.

O baixista, Johnny Christ, disse anteriormente o seguinte à HardDrive Radio, sobre a nova faixa da banda: "É uma música divertida: é um pouco diferente do que os nossos fãs estariam à espera, mas penso que isso faz sentido, uma vez que, neste momento, esperam a loucura de nós".

"Call Of Duty: Black Ops 4" está programado para chegar à PS4, Xbox One e PC, no dia 12 de outubro.

A banda contribuiu com músicas para os três jogos anteriores, e aparece apenas no segundo capítulo, a tocar a música "Carry On", num epílogo após os créditos finais.

A música "Call Of Duty" será o primeiro material original que Avenged Sevenfold vão lançar desde "Dose", de 2016, que apareceu no jogo da Gameloft, "Dungeon Hunter 5", para telemóveis. Mais tarde, reapareceu na "deluxe edition", em 2017, de "The Stage".

Provavelmente, a banda começará a trabalhar no seu oitavo LP de estúdio neste outono, para o seu lançamento em 2019. 

Recentemente, Avenged Sevenfold cancelaram a tour de verão com Prophets Of Rage e Three Days Grace, após M. Shadows ter tido uma infecção viral que o deixou sem voz.


Por: Carla Amaral - 18 Setembro 18


Os Slipknot anunciaram o relançamento de “All Hope Is Gone”, para comemorar o décimo aniversário do álbum.

O quarto álbum da banda foi lançado em 2008 e entre as músicas mais conhecidas estão “Psychosocial”, “Dead Memories”, “Snuff” e “Sulfur”.

Em entrevista ao Des Moines Register, Shawn “Clown” Chrahan, percussionista da banda, revelou que não gostava de projetos de aniversário, no entanto acrescentou: “Por exemplo, estou a trabalhar no “All Hope Is Gone” e estou a utilizar material que nunca tinha sido utilizado. Agora posso olhar e pensar, “Wow, os fãs precisam de ver isto”.

Durante as gravações do “All Hope Is Gone”, vários membros da banda gravaram músicas adicionais, conhecidas como músicas do “Studio B”, que nunca chegaram ao álbum final, e seria a este material não utilizado que Clown se referiu na entrevista.

Shawn também insinuou que os Slipknot irão celebrar o 20º aniversário do álbum de estreia, “Slipknot”, lançado em 1999. Quando perguntado sobre o assunto, o palhaço da banda afirmou “Ah, com certeza.”

Atualmente, a banda fez uma parceria com a Slaughterhousa Haunted Attraction, para a realização de uma evento temático que irá ocorrer em Des Moines e que contará com a presença de integrantes da banda.

A banda encontra-se também a trabalhar no novo álbum, sucessor de “.5: The Gray Chapter”, que está previsto ser lançado em 2019.

Por: Filipa Barbosa - 18 Setembro 18



Os nacionais HochiminH preparam-se para apresentar "Ashes", o seu novo trabalho lançado em parceria pelas editoras nacionais Raising Legends e Raging Planet. A primeira data de apresentação terá lugar no próximo dia 28 de Setembro em Beja, na casa da cultura e conta com a presença dos Villain Outbreak. 

Por: Rita Limede - 18 Setembro 18



“Stranger Tonight” é o novo single dos metaleiros psicadélicos Uncle Acid & The Deadbeats” e está disponível para streaming. O single vem do novo álbum da banda, “Wasteland”, que será lançado a 12 de outubro pela Rise Above Records.

Por: Sofia Alves dos Reis - 18 Setembro 18