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O universo metaleiro foi abalado com um novíssimo super-grupo "Over It All", projeto este revelado através da rede social Instagram.

O líder dos Lamb of God, Randy Blythe, uniu forças com Javier Reyes, guitarrista dos Animals as Leaders, Lorenzo Antonucci dos Sworn Enemy, JJ Cassiere e Baron Bodnar, diretor da Mediaskare Records.

De acordo com a descrição do Instagram do grupo, os Over it All estão a planear o lançamento do seu álbum de estreia ainda para este ano, através da editora Sumerian Records.

Sendo uma noticia que apanhou os fãs de surpresa nos últimos dias, ainda são desconhecidos mais detalhes.

Confira aqui a publicação de Randy Blythe, onde se pode ver o grupo reunido numa autocaravana. São muitas as teorias dos fãs mas não é sabido ao certo os detalhes do que os músicos estariam a fazer nesta reunião partilhada nas redes sociais.

Por: David Ferreira - 22 Janeiro 19


Quase um ano após o início da tour “To the Bone”, Steven Wilson, um dos maiores nomes da música progressiva, regressou a Portugal no dia 15 de janeiro, à Altice Arena, para dar continuidade à digressão, em promoção do seu mais recente álbum.

O relógio tinha acabado de mudar para as 21 horas e foi com uma plateia bastante modesta, apenas o suficiente para cobrir a vicinalidade do palco, que o espetáculo (sem dúvida muito mais do que um concerto), teve início. 

Um écran é movido através do palco, à medida que é pedido aos fãs alguns minutos do seu tempo, para observarem uma curta metragem. Um conjunto de imagens, associadas às respetivas palavras, pareciam transmitir uma sensação de serenidade e conformidade, mas depressa se tornou em algo bem mais desconcertante e assustador, à medida que estas (outrora enquadradas perfeitamente com as imagens) são baralhadas. E sem mais demoras, a banda entra com a faixa “Nowhere Now”, um início alegre e explosivo, que preparava os fãs para o resto da noite que se avizinhava. 
Instalava-se agora uma atmosfera muito mais melancólica ao som de “Pariah”, com a fantástica performance de Ninet Tayeb a ser exibida no écran. A palete de luzes em tons de cinzento, criava uma experiência incrivelmente imersiva para o espectador, substituída por uma rápida erupção de cores vibrantes, que levou ao “clímax” da música. 
A contrastar com o som introspetivo da guitarra acústica de Steven Wilson, seguia-se o duo das músicas “Home Invasion/Regret #9”, com particular destaque para o grande Adam Holzman, que se apoderou do coração dos fãs com o magnífico solo no sintetizador. Uma atuação com 12 minutos de pura epifania musical, mas que mais se poderia esperar destes artistas?

Naquela noite, não acredito que algum dos presentes tivesse entrado na sala sem a mínima esperança de ouvir um tema de Porcupine Tree. Assim foi, o som do baixo não enganava ninguém. “The Creator Has A Mastertape”, foi a primeira faixa que conseguiu descolar os pés do chão entre os membros da audiência, uma performance fantástica por parte de toda a banda. Seguia-se, novamente, um momento mais calmo, anunciando pela cadeira que se colocava em frente ao microfone. O público já se encontrava numa montanha russa de emoções e eram agora empurrados ao som de “Refuge”. Que atire a primeira pedra aquele que não derramou uma lágrima ao ouvir as letras sentidas, acompanhadas pelos visuais igualmente melancólicos do oceano.

Era altura de uma (muito) merecida pausa para as emoções dos fãs, que ainda se encontravam a assimilar tudo o que se passava. Steven Wilson aproveitou o momento para falar um pouco e aliviar a tensão que se fazia sentir. Entre risos e sorrisos, foi um discurso que durou mais de 10 minutos e que retratou a música de hoje em dia, terminando com uma promessa de redenção, “tocar o próximo solo sem olhar para a guitarra”. O tema escolhido foi o recente “Same Asylum As Before” e como era de esperar, o músico conseguiu pôr corpo e alma nas notas da guitarra, a falta de prática estava bem escondida, pois afinal de contas já tinham passado 3 semanas desde o último concerto.
Ainda a representar o último álbum, estava a faixa “Ancestral”, uma verdadeira obra-prima e que ganha uma outra dimensão, ao vivo. Uma boa demonstração do talento de Alex Hutchings, que acrescenta a sua própria personalidade ao solo da música, tornando-a numa experiência ainda melhor.
Assim chegou o fim da primeira parte do concerto, que foi bastante semelhante ao ano anterior, mas com muito mais confiança por parte da banda.
As luzes tornaram a apagar-se e o silêncio foi quebrado por Craig Blundell, na percurssão. Um curto solo na bateria foi a deixa perfeita para dar lugar a “No Twilight Within the Courts of the Sun”, que deixou muita energia no ar. Mas este é um concerto de Steven Wilson, não se poderia deixar assentar um ambiente demasiado alegre. Seguia-se “Index”, com um arranjo muito particular, dando uma outra vida à música e apanhando todos de surpresa. No écran estavam a ser projetas as mesmas imagens, algo bizarras, que se observam no videoclip, e um estalar de dedos síncrono pelos 5 membros da banda substituiu o instrumental inicial. Estava a ser feita magia à frente da audiência, uma experiência sem igual.
Após um breve discurso, Steven Wilson encorajava agora todos os fãs a dançar ao som da próxima música. Os conhecedores, já sabem a que música me refiro. Exatamente, “Permanating” foi a escolha ideal para libertar o público para uma “disco dancing” e esquecer todas as preocupações do dia. No restante da segunda parte, visitaram-se ainda temas como “Song Of I”, “Lazarus”, dos Porcupine Tree e “Detonation”. Após a “Song Of Unborn”, que encerrou o novo álbum, era preciso levantar os ânimos dentro da sala e fazer desaparecer as caras mais pensativas e abaladas, que não puderam fechar os ouvidos à mensagem que a música apresenta, reconhecer o caos do mundo atual. Deste modo, o dueto de Craig Blundell e Nick Beggs deu entrada a “Vermillioncore”, um instrumental que fala mais alto que as palavras e que torna a libertar o dançarino dentro de nós. Ainda antes de partir para o encore, os espetadores poderam deliciar-se com “Sleep Together”, que apesar do título sugestivo, não é uma canção ao som da qual se possa adormecer, muito pelo contrário, é uma harmonia perfeita entre uma melodia sinistra e uma voz que se entranha nos ouvidos e traz os arrepios até à superfície da pele.

Este concerto não podia terminar sem alguns clássicos, e a banda deu início ao encore com “Blackfield”, seguido de uma homenagem a um dos mais famosos músicos e ídolo pessoal de Steven Wilson, Prince, com o tema “Sign O’ The Times”. Por fim, os fãs não podiam ir para casa com um sorriso na cara, não! Era a altura de pôr a cereja no topo do bolo e deixar o audiência deprimida, afinal de contas era para isso que lá estávamos, certo? O concerto terminou com a famosa “Sound Of Muzak”, seguida pela única e melancólica “The Raven That Refused To Sing”. As palmas incessáveis anunciam a saída dos membros da banda, que se retiram do palco, após agradecerem a presença de todos. Foi, sem dúvida, uma experiência incrível e que deixou boas memórias em todos aqueles que tiveram a oportunidade de estar presentes. Sem dúvida que a visita anual às terras lusas não seria mal pensada.

Texto por Miguel Matinho
Fotografias por Ana Carvalho
Agradecimentos: Prime Artists


Os Imperial Age vão actuar em Portugal já no mês de Fevereiro. Até agora, esta frase não dizia nada de novo, mas a novidade é que agora também foi anunciada uma segunda data. O Side B Rocks, em Alenquer, irá acolher o concerto dos russos em pleno dia de São Valentim, 14 de Fevereiro.

Para além do concerto, haverá ainda um meet and greet com a banda. No dia 15, como já tínhamos informado, a banda actua no RCA Club.

Bilhetes:
14 de Fevereiro - 10 euros
15 de Fevereiro - 15 euros

Por: Carlos Ribeiro - 17 Janeiro 19


A banda Godsmack lançou o videoclip oficial da faixa-título do seu último trabalho, "When Legends Rise", que ocupa o primeiro lugar na rádio rock, há mais de quatro semanas consecutivas. O videoclip inclui uma atuação ao vivo, intercalado com momentos cruciais da história recente do futebol americano, e terminando com uma fotografia do troféu New England Patriots Super Bowl.

Sully Erna, vocalista da banda, referiu que o título deste álbum se refere ao percurso da banda, com todos todos os seus altos e baixos que se orgulham de ter superado.

"When Legends Rise" foi gravado no Godsmack Headquarters (GSHQ) em Derry, New Hampshire, e produzido por Erik Ron e Sully Erna.

No próximo mês, a banda retoma os concertos, sendo os primeiros 20 na Europa, com início a 27 de fevereiro, em Londres, e com o apoio de Like a Storm. Segue-se uma tour norte-americana com Volbeat.

Por: Carla Amaral - 17 Janeiro 19


Os Týr vão lançar o seu oitavo álbum que se intitula "Hel". Este novo trabalho, que sairá a 8 de março, pela Metal Blade Records, é folk metal progressivo, impiedosamente melódico e irresistivelmente convincente. 

Para promover "Hel", a banda disponibilizou o primeiro single "Fire and Flame", que pode ser ouvido em cima.


O vocalista Heri Joensen diz sobre o álbum: "Abordámos este de forma diferente, porque aprendi que se continuasse a fazer álbuns como fizemos até agora, iria morrer de ataque cardíaco antes dos 50. Esta é uma das razões por que mudámos o nosso método e nos levou tanto tempo."

Já o baixista Thomsen afirma: "Musicalmente inclina-se um pouco para o nosso álbum "Ragnarok". É um pouco mais épico e mais trabalhado do que os nossos últimos trabalhos."

Em baixo pode ver-se a sequência das faixas e a capa do álbum:

1 Gates Of Hel
2 All Heroes Fall
3 Ragnars Kvæði
4 Garmr
5 Sunset Shore
6 Downhill Drunk
7 Empire Of The North
8 Far From The Worries Of The World
9 King Of Time
10 Fire And Flame
11 Against The Gods
12 Songs Of War
13 Alvur Kongur


Por: Paulo Vaz - 17 Janeiro 19


Recentemente a cervejaria Pyynikin Craft Brewery lançou uma cerveja inspirada nos Korpiklaani e para celebrar esta ocasião a banda lançou uma edição especial do seu último disco "Kulkija" ("Wanderer"), que inclui além das canções pertencentes a este álbum, um CD com 14 versões do tema icónico "Beer Beer", tendo cada uma delas um convidado diferente como Christopher Bowes (Alestorm), Steve “Zetro” Souza (Exodus), Andreas “Gerre” Geremia (Tankard) y Jesper Anastasiadis (Turisas).

Acima é possível visualizar o vídeo com letra, divulgado pela banda, do tema tocado em conjunto com o vocalista Christopher Bowes dos Alestorm.

Por: Ana Antunes - 17 Janeiro 19


Tal como prometido, a organização do Laurus Nobilis Music Famalicão anunciou hoje, dia 15 de Janeiro, a última banda, o nome que faltava para o cartaz ficasse completo: os Samael. Os suiços juntam-se a bandas como Hypocrisy, Fleshgod Apocalypse e Soilwork, entre muitas outras.

O festival decorre entre os dias 25 e 28 de Julho deste ano, em Famalicão. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais. A organização informa ainda que há bilhetes gerais promocionais, no valor de 40 euros. Depois de terminar a campanha, sobem para 45 euros.


Por: Carlos Ribeiro - 15 Janeiro 19


Quatro artistas noruegueses de diferentes estilos foram encarregues pela Innovation Norway, Visit Norway e o Museu de Munch de Oslo de fazer uma interpretação livre de um quadro de Edvard Munch.

A banda de black metal 1349 foi uma das eleitas. "Death Struggle" foi o quadro escolhido pela banda e o novo tema "Dødskamp", que pode ser ouvido em cima, é o resultado dessa interpretação musical.

Sobre o pintor, o guitarrista Archaon disse: "Munch é, sem dúvida, o maior artista da Noruega, juntamente com Edcard Grieg. Os seus trabalhos são tremendamente obscuros e misteriosos, refletindo muita ansiedade, dor e solidão. (...) Foi uma tarefa emocionalmente densa e também uma forma completamente nova de compor. No final, valeu a pena."


Poe: Paulo Vaz - 15 Janeiro 19


Os Within Temptation disponibilizaram um novo vídeo para a música "In Vain", que pode ser visualizado acima. A faixa é retirada do mais recente álbum, "Resist", que tem data de lançamento marcada para o dia 1 de fevereiro. Este é o primeiro trabalho da banda a ser lançado pela editora Spinefarm Records.

A obra irá contar com a participação de diversos artistas de renome, como Jacoby Shaddix (Papa Roach), Anders Fridén (In Flames) e Jasper Steverlinck (ARID).

Acerca do novo álbum, a vocalista Sharon Den Adel comentou: "Com este disco, nós fomos buscar inspiração à música moderna e demos-lhe uma nova face - uma bastante obscura. Ás vezes, parece que a música pop de hoje em dia carece de uma certa rebeldia. O nosso objetivo principal foi juntar alguns sons que gostamos e torná-los o mais pesados possível, resultando num novo mundo musical mais agressivo e futurístico do que alguma vez criámos."

Relativamente ao tempo de espera de quase 5 anos entre "Hydra" e "Resist", Sharon contou à Interia.tv: "Demorei todo este tempo por diversas razões. Tivemos um horário muito carregado com a tour para o álbum "Hydra" e que se prolongou durante muito tempo. Havia muita coisa a acontecer na minha vida pessoal e eu não estava a conseguir escrever música. Precisei de perceber se ainda queria continuar na banda, porque já não me estava a trazer nenhum prazer, na altura. Atualmente, sinto-me muito melhor e o mais estranho é que eu não conseguia escrever música porque não a estava a sentir."

"Se não fosse por esta nova obra, os Within Temptation já não estariam cá", afirmou a banda.

A tracklist para "Resist" é a seguinte:

01. The Reckoning (feat. Jacoby Shaddix) 
02. Endless War 
03. Raise Your Banner (feat. Anders Fridén) 
04. Supernova 
05. Holy Ground 
06. In Vain 
07. Firelight (feat. Jasper Steverlinck) 
08. Mad World 
09. Mercy Mirror 
10. Trophy Hunter


Por: Miguel Matinho - 15 Janeiro 19


O grupo sueco acaba de desvendar um novo tema, acompanhado de um vídeo, disponível para audição acima.

"Weightless" é retirado do novo álbum, "The Atlantic", que tem data de lançamento prevista para o próximo dia 25 de janeiro, através da AFM Records.

Acerca deste novo trabalho, de acordo com o líder da banda, Tom Englund, este "é provavelmente trabalho mais complexo e progressivo que fizemos até agora e inclui todo o tipo de elementos que os nossos fãs adoram".

Track list de "The Atlantic":

01. A Silent Arc
02. Weightless
03. All I Have
04. A Secret Atlantis
05. The Tidal
06. End Of Silence
07. Currents
08. Departure
09. The Beacon
10. This Ocean



Por: David Ferreira - 15  Janeiro 19


Jesse Leach, vocalista dos Killswitch Engage, anunciou há dias na sua página no Instagram que a relação de 16 anos com a sua esposa Melissa chegou ao fim. É sabido que Jesse Leach tem um historial de batalhas contra a ansiedade e depressão, por isso pediu aos fãs algum tempo para procurar ajuda, como explicou no referido anúncio: 

"Até nos encontrarmos novamente. Só preciso de tempo para procurar ajuda, antes de poder partilhar mais alguma coisa convosco. Obrigado a todos vós que realmente se importam e compreendem. A doença mental é uma enfermidade e, associada a uma tragédia, é uma força que pode arrasar-vos e quebrar-vos de formas que nem sequer imaginam. Vou procurar pela ajuda de que preciso já a partir de amanhã. Eu não farei parte da estatística de suicídio!!!!! Estou a lutar pelo meu futuro e recuso-me a desistir ou a ceder!!! Por favor, enviem boas vibrações, amor, orações, pensamentos ou o que seja. Deixemos que o amor nos guie a todos. Paz e dedicação".

Por: Bruno Porta Nova - 15 Janeiro 19


Os Battleroar são uma das referências no Heavy Metal épico da actualidade, e lançaram em Junho deste ano o seu quinto álbum “Codex Epicus”, o segundo com o vocalista Gerrit Mutz. Fomos conversar com a banda, para saber como foi o ano 2018 e o que preparam para o futuro.

M.I. - Vamos começar por Codex Epicus: como foi a reacção da crítica a este novo álbum?

O feedback que recebemos foi mais do que positivo! Algumas pessoas consideram que o Codex Epicus pode ser o nosso melhor álbum, até agora! Então, não nos queixamos!


M.I.- Codex Epicus é o segundo álbum com Gerrit Mutz como vocalista. A sua posição junto dos fãs já está consolidada?

Absolutamente! Gerrit já estabeleceu um relacionamento único com a nossa base de fãs desde o álbum anterior e, com este, ele apenas confirma que essa posição é sua.


M.I. - Em 2017 houve alterações de baterista e guitarrista – todas estas mudanças fazem dos Battleroar, uma nova banda?

Na verdade não... Talvez existam alguns elementos novos, como acontece com a técnica e a abordagem da performance, mas não com a música em geral. Cada novo membro foi integrado na música e na história da banda, com total respeito pelos nossos fãs, por isso não é algo realmente novo, além dos músicos como pessoas.


M.I. - Mark Shelton participou em Codex Epicus, e já o tinha feito no The Age of Chaos. Que memórias guardam desse grande nome da música e vosso amigo?

Eu sinto falta de Mark... Ele era o meu mentor, meu professor, meu músico favorito e influência, e a melhor pessoa que poderia encontrar na cena Heavy Metal... ele era um dos meus amigos mais queridos neste planeta e agora, tudo parece ser tão diferente... Que descanse em paz e um dia destes encontramo-nos nos céus...


M.I.- Codex Epicus traz novos elementos à vossa sonoridade, como a inclusão de clarinete ou o coro. Estes elementos são algo que surge naturalmente ou é o resultado da necessidade de fazer algo diferente do que foi feito até aqui?

As duas coisas que referes aqui, eram algo em que eu sempre quis trabalhar, mas por diferentes razões, nunca tinha acontecido, até agora. Neste álbum, consegui encontrar os artistas certos no lugar e no tempo certos, e aqui estamos nós. Isso é tudo.


M.I. - Quais são as vossas principais influências musicais?

Eu poderia citar centenas de nomes diferentes, mas de um modo geral posso dizer que sou atraído pelo elemento épico em todos os tipos possíveis de música. Então, um tema clássico ou uma banda sonora moderna pode ter o mesmo interesse para mim como a música folk ou death metal ou black metal ou qualquer outra coisa... Pessoalmente acredito que há música boa e música má, de acordo com o nosso gosto pessoal, além dos estilos musicais. Confia nos teus sentidos quando ouves música, esquecendo-te de géneros musicais e tendências... os teus ouvidos nunca mentem.


M. I. - Com Gerrit na Alemanha e os restantes elementos na Grécia, como é que fazem a gestão da banda para ensaios? É difícil?

É... e está a piorar com toda a crise financeira. Os bilhetes estão a ficar cada vez mais caros e nós, definitivamente, não podemos perder constantemente, dias de trabalho. Concentramo-nos mais na prática pessoal e tentamos tirar o melhor proveito do pouco tempo que podemos partilhar numa sala de ensaios.


M.I. - Qual o balanço que fazem destes 18 anos de carreira?

Muitas lembranças... boas e más. Não posso dizer com certeza as que tivemos mais. Mas definitivamente, não importa o quê... foi digno! Eu não mudaria muito se pudesse viajar no tempo. Até os piores momentos foram uma grande lição para mim. Então, não me arrependo, não há retiros... marcha para a frente até ao amargo fim!


M.I. - Querem partilhar connosco os vossos planos para o futuro?

Estamos a planear fazer alguns shows pela Europa, e mais tarde, em 2019, vamos começar a trabalhar em coisas novas.
Obrigado pela entrevista. Epic rules!


For English version, click here

Entrevista por Rosa Soares

Ester Segarra é uma fotógrafa conhecida na cena underground. Ela já trabalhou com a maioria das bandas lendárias e as suas fotos embelezaram as capas de muitas revistas. Em 2018, chegou a hora de imortalizar o seu trabalho na forma de um livro “Ars Umbra - The Art of Ester Segarra”. A Metal Imperium teve uma conversa com a poderosa espanhola. Leia…


M.I. - Por favor, faz uma breve apresentação de Ester Segarra.

Nascida na cidade mediterrânica de Barcelona, em Espanha, numa família católica tradicional, cercada pela magia da arquitectura de Gaudí (o Parque Güell era o seu parque escolar e a Sagrada Família, a sua igreja local), não demorou muito para que Ester Segarra tivesse sonhos de explorar outros reinos, dentro e fora. Foi uma foto de um pôr do sol, que ela viu quando tinha seis anos de idade, que despertou o seu fascínio pela fotografia. Oportunidades de expressão artística na sua educação tradicional eram inexistentes, então ela criou um mundo imaginário, cheio de palavras, imagens e música. A sua primeira oportunidade de experimentar a fotografia surgiu na adolescência, quando fez uma aula de fotografia. Contra a vontade dos seus pais, ela matriculou-se sem ter câmara, mas com uma determinação impetuosa. Ela encontrou o que amava e o que iria destruí-la. Na viragem do milénio, a sua insaciável sede levou-a a Londres, Inglaterra. Era para ser algo temporário, mas o destino interveio e tem sido a sua casa desde então. Aqui ela foi capaz de combinar os seus dois grandes amores, fotografia e música. Começou a trabalhar para a Terrorizer Magazine em 2001, também na Metal Hammer, Decibel, Hard Rock, Iron Fist, Deaforever, This Is Metal e editoras como Century Media, Nuclear Blast, Candlelight, Rise Above, Spinefarm e Peaceville. Mas o mais importante é a música das bandas para as quais as suas fotos foram fundamentais na promoção: Watain, Electric Wizard, Rotting Christ, Venom, Triptykon, Carcass, In Solitude, Mayhem, Shining (Suécia), Uncle Acid, Blood Ceremony, 1349, Paradise Lost, Katatonia, Abbath, Cathedral, Angel Witch, Ghost e muitos mais. Sempre se esforçando para traduzir o som numa representação pictórica, ela cria mundos em torno dos cérebros por trás da música com o objectivo de capturar a sua essência. Trabalhando sempre de dentro da escuridão, a sua arte é inspirada no trabalho de sombra / luz de Caravaggio, nos pesadelos de Goya, no surrealismo de Dali e na interminável exploração da morte.


M.I. - Quantos anos tinhas quando te interessaste por fotografia?

A minha primeira lembrança de uma foto é de quando tinha 6-7 anos de idade. Levei a sério a fotografia a partir dos 15/16 anos.


M.I. - És auto-didacta ou fizeste um curso de fotografia?

Estudei o meu ofício.


M.I. - As coisas começaram a mudar quando te mudaste para Londres... por que decidiste mudar-te para outro país para seguir os teus sonhos? É difícil ser fotógrafo em Espanha?

Eu não decidi mudar-me para outro país. Inicialmente, eu ia a Londres apenas passar o verão para ganhar algum dinheiro para pagar o meu curso de fotografia em Barcelona. O destino interveio e, quando eu tinha o dinheiro, roubaram-mo. Decidi ficar em vez de voltar de mãos vazias. Pelo que ouvi de colegas, não é fácil ser fotógrafo em Espanha, mas muitos podem dizer o mesmo sobre ser fotógrafo em Londres. Eu li que a mesma água fervente que endurece um ovo é a que amacia uma batata, portanto não tem a ver com as circunstâncias, mas sim com o modo como reages a elas.


M.I. - Em 2018 as coisas podem ser mais fáceis, mas quão complicado foi destacares-te numa cena que era predominantemente dominada por homens? Foste discriminada de alguma forma?

Eu nunca culpei o meu género por qualquer luta que tivesse. Nem senti nada além de respeito das pessoas com quem trabalhei, incluindo muitas mulheres incríveis. O que tenho notado é que quando és uma mulher, primeiro és uma mulher e só depois interessa o que fazes, quando se trata de homens, o género parece não ter relevância e eles são vistos apenas pelo que fazem. Mas claro, eu só conheço uma vida e uma maneira de fazer as coisas e isso é como mulher. Uma mulher que é capaz de usar os traços femininos do caos, bem como os masculinos de ordem que ela possui, ambos igualmente essenciais e necessários quando és uma pessoa criativa.


M.I. - Fotografar bandas de metal extremo é um sonho que se realizou ou é apenas uma maneira de te aproximares do teu propósito?

Trabalhar no que gostas é um sonho que se torna realidade.


M.I. - Como te sentiste na primeira vez em que uma das tuas fotos foi escolhida para ser capa de uma revista? Quando é que aconteceu? Em qual revista? Qual banda?

A minha primeira foto de capa foi na revista Terrorizer com Mikael Åkerfeldt dos Opeth em 2002. Foi uma capa dupla, junto com Kristoffer Rygg de Ulver, que foi fotografado separadamente em Oslo. Eu tive que colocá-los juntos para uma Prog Special. Parecia uma continuação de uma capa anterior na qual eu tinha trabalhado, o especial de Gore, onde tive que usar algumas fotos promocionais chatas dos Necrophagia, combiná-las e transformá-los em zombies. O que foi realmente estranho foi quando vi uma capa minha pela primeira vez numa loja! Entre outras revistas, estava uma foto das minhas na capa! Ainda mais esmagador foi quando vi alguém pegar nela. Eu estava tipo... merda! Isso não é apenas no meu computador ou numa revista que recebo em casa... todos podem ver! Porra! Eu senti uma enorme responsabilidade e seriedade sobre o que estava a fazer.


M.I. - Compras todas as revistas com trabalhos teus para recordação?

Não consigo comprar/acompanhar todas! Guardo as que recebo e as que encontro.


M.I. – Recentemente, a Season of Mist lançou o teu livro “Ars Umbra – The Art of Ester Segarra”… alguma vez imaginaste que tal fosse acontecer? Como surgiu a oportunidade?

Nunca pensei que uma editora fosse lançar o livro mas, durante o processo e como ia ter uma banda sonora, algumas pessoas cuja opinião eu respeito imensamente, sugeriram a ideia de uma editora o lançar e que a SOM seria uma boa opção. Gostei da ideia e pensei que encaixava na ideia do livro. Tendo trabalhado com a SOM muitas vezes antes e tendo muitas das suas bandas no livro, pensei em abordá-los. Apresentei a ideia ao Michael Berberian e ele concordou! E não lhe posso agradecer o suficiente por acreditar nisto!


M.I. - Tens muitas mais fotos do que as que aparecem no livro... em que critérios te baseaste para seleccionar? Alguém te ajudou?

Eu tive que passar por quase meio milhão de fotos! Uma das primeiras decisões foi se o livro seria baseado em concertos ou em sessões. Isso descartou logo uma enorme quantidade de fotos. Mesmo assim, algumas fotos ao vivo chegaram ao livro. Então fui seleccionando fotos com as quais estava feliz, combinadas com que bandas e como a música e as bandas estavam sendo retratadas. E finalmente o que se encaixava e o que não. Foi um processo muito longo e doloroso. Recebi feedback das pessoas mais próximas mas, no final de contas, foi um processo bastante intuitivo, no qual o meu papel era desvendar o livro na forma física. Como Michelangelo disse: “Cada bloco de pedra tem uma estátua dentro dele e é a tarefa do escultor descobri-lo”.


M.I. - Como estão a correr as vendas do livro? E as críticas... estás feliz?

Estou impressionada com o feedback e a resposta ao livro! Fiz isso com muito amor pela música, os fãs e os que estão no livro, mas nunca sabes o que esperar ou qual será o resultado! Eu adoro que as críticas tenham vindo directamente dos músicos e dos fãs… e as palavras usadas e a paixão e o entusiasmo… derretem o meu coração frio. Eu não acompanho as vendas, mas a resposta nas apresentações foi óptima!


M.I. - O livro foi lançado com uma banda sonora original composta e gravada por Uno Bruniusson. Por que optaste por adicionar som ao livro?

A ideia da banda sonora era proporcionar um ritmo e uma experiência interactiva que alterasse a mente das imagens, usando uma das primeiras formas de música, o som de percussão baseado na bateria. É um livro de fotografia de música, contém música e fotografia e foi criado num formato que espelha um álbum, revertendo o processo pelo qual as imagens musicais nascem. A fotografia musical existe por causa da música, a banda sonora que o leva de volta à origem da música existe por causa das imagens. O fim / morte torna-se o começo / nascimento, a serpente que come a sua própria cauda. O símbolo do livro é um Ouroboros. Foi inspirado num ritual de Macumba a que assisti no Brasil.


M.I. - Conseguiste tanto em 15 anos... quais são os teus objectivos para o futuro? Qual é o teu sonho agora?

Estou a entrar no que é conhecido como o vazio criativo, um espaço do nada. De entre. Há um final e um começo. Eu conheço o final, mas não o começo.


M.I. - De todas as bandas que já fotografaste, quais te marcaram mais e por quê?

Dependendo dos critérios a ter em consideração, daria respostas diferentes.


M.I. - Já tiveste que fotografar uma banda que não suportavas, mas ainda assim tinhas que o fazer pelo dinheiro?

No começo isso aconteceu e ensinou-me a evitá-lo a todo o custo no futuro.


M.I. - Existe alguma banda / artista que gostarias de fotografar e ainda não o fizeste?

Black Sabbath.


M.I. - Como acontece uma sessão fotográfica? As bandas pedem coisas estranhas?

Depende... às vezes recebo instruções específicas, outras é um processo colaborativo em que as ideias são reflectidas entre os artistas e eu (e/ou o management/editora/revista). Às vezes as ideias podem ir muito além daquilo que é considerado aceitável ou normal na sociedade, mas é algo com o qual não estou particularmente preocupada.


M.I. - Quão diferente é fotografar num estúdio ou num espaço ao ar livre? Que aspectos precisas de ter em consideração?

A principal diferença é que ao ar livre estás à mercê dos elementos e da luz, e no estúdio tens controlo total sobre ambos.


M.I. - Já tiveste que cancelar uma sessão por algum motivo?

Que eu me lembre tive que cancelar 3 sessões: uma porque não havia aviões devido ao tempo, outra porque parti o pulso e acabei no hospital e a última por causa de doença. Nunca cancelo de ânimo leve! Já fiz a cobertura de um festival um dia inteiro depois de ter passado a noite no hospital.


M.I. - Quem gere a tua carreira?

Eu. Sou negócio de uma mulher só.


M.I. - Há exposições do teu trabalho em galerias... há muito interesse por este tipo de exposição? A exposição estará em tournée?

Fiz algumas exposições em galerias e a resposta foi positiva. Há alguns planos de levar a exposição no Triptych em Kiev para outros lugares, mas ainda não há detalhes.


M.I. – Limitas o teu trabalho a fotografar bandas ou fazes outro tipo de trabalho também?

Eu trabalho muito com artistas que trabalham com vidro e cerâmica.


M.I. - Qual é a melhor coisa sobre o teu trabalho?

Imortalizar momentos fugazes, a maioria das pessoas com as quais eu me encontro e trabalho e os desafios que esses trabalhos me trazem diariamente.


M.I. - Se pudesses voltar atrás no tempo e conhecer a Ester Segarra em 2000, o que lhe dirias?

Aguenta-te firme! Está no bom caminho! Vai ser longo, vai ser difícil, mas acima de tudo, será selvagem! Segue em frente e deixa estar.


M.I. - Qual é o teu género musical favorito?

Black.Death.Doom.


M.I. - Conheces muitos artistas na cena underground e viajas muito... como é a cena? As pessoas realmente dão-se bem ou há muita inveja?

Encontras um grande sentido de camaradagem mas, tal como nas melhores famílias, há altos e baixos.


M.I. - Muito obrigado pelo teu tempo, Ester! Tudo de melhor para ti! Por favor, partilha algumas palavras com os fãs do teu trabalho e os leitores da Metal Imperium.

Muito obrigado pela entrevista.
"É impossível", disse o orgulho
"É arriscado" disse a experiência
"É inútil", disse a razão
"Experimenta" sussurrou o coração.
Segue o teu coração. Sempre.


For English version,click here

Entrevista por Sónia Fonseca


Da Alemanha, chega-nos o poderoso Metal Sinfónico dos Elvellon, um quinteto de voz feminina, melodiosa e forte. Para muitos, considerado o álbum do ano, na sua categoria, “Until Dawn” é o seu primeiro LP, lançado pela editora Reaper Entertainment e serviu de motivo para conversarmos com a banda. 

M.I. - Lançaram o vosso primeiro LP, "Until Dawn", este ano, mas os Elvellon existem desde 2010. Porquê todo este tempo para o lançamento de um LP?

Pascal – Olhando para esses dias, demorámos um tempo valioso para encontrar o "Elvellon - Sound" certo, como alcançá-lo e melhorar nossas músicas para o nível em que todos na banda estejam felizes com o que estão a fazer.
Depois de decidirmos gravar e lançar o nosso EP "Spellbound", estivemos atentos às reações dos fãs e da comunicação social, para percebermos se gostam do que que fazemos. O facto de "Spellbound" ter recebido críticas e reacções tão boas de todo o mundo, levou-nos ao objectivo de gravar um álbum completo. Criámos uma campanha de crowdfunding para financiar o álbum e alcançámos o nosso objetivo em poucos dias. Tudo estava pronto para seguir, e foi o que fizemos. Infelizmente, subestimámos o trabalho de produção de um álbum. Foi necessário atrasar o lançamento duas vezes. Mas, finalmente terminámos tudo e marcámos o lançamento para Junho. É por isso que nos levou algum tempo.


M.I. - De um EP, auto-produzido em 2015, passaram para um álbum de editora, em 2018. “Until Dawn” é definido por muitos, como o álbum de estreia do ano, no género Metal Sinfónico. Como é que acontece esta evolução e com é que se sentem perante este vosso crescimento?

Nele - Esses três anos, do nosso EP ao nosso álbum de estreia, foram um longo caminho que andámos. Paciência e fé no que se quer e faz, são as principais coisas que precisas para um bom resultado, é o que eu posso dizer.
Apesar de várias coincidências, tal como a forma como a nossa editora reparou em nós, nós sempre tivemos uma espécie de visão, e seguimo-la.  Sempre nos juntámos, repetidamente, através de todos os pequenos problemas com que, como músicos, nos fomos deparando. Mas isso só é possível se tiveres o apoio suficiente. E é por isso que somos tão gratos!


M.I.  - Em 2016 recorreram ao crowdfunding, algo que muitas bandas usam como recurso de financiamento para a gravação de álbuns e vídeos. Querem falar um pouco dessa vossa iniciativa e de como funciona (em Portugal é algo ainda muito pouco divulgado)?

Gilbert: Quando começámos a planear a produção do álbum, sabíamos que seria muito caro e que não teríamos dinheiro para fazer as coisas da maneira que gostaríamos.  Por essa altura, havia duas bandas nossas amigas que tinham acabado de concluir as suas campanhas de crowdfunding com sucesso e, por isso, estávamos certos de que também funcionaria connosco.
O crowdfunding é algo semelhante uma encomenda antecipada: pedes um CD, uma t-shirt ou qualquer outra coisa e recebes, quando pessoas suficientes fizerem a encomenda e a produção terminar. Se a meta de financiamento não for atingida num determinado período de tempo, todos recebem o dinheiro de volta. Foi uma ótima oportunidade para financiar o nosso álbum. Até conseguimos angariar mais dinheiro do que precisávamos, e que foi tudo usado de forma a obetr uma qualidade nas gravações. "Until Dawn", definitivamente, não seria o mesmo sem todas as pessoas que depositaram dinheiro na campanha.


M.I. - O que inspirou “Until Dawn”?

Maddin - O tema principal em “Until Dawn“ é a relação com nossa criança interior. Todos têm tem que fazer uma mudança, algum dia - crescendo. E no seio desse progresso, a maioria de nós, perde, totalmente, a sua simplicidade infantil.  Sem essa grande parte de nós mesmos, não podemos observar a magia por detrás de tantos momentos que foram usados para nos preencher e falar connosco, à sua maneira. Este facto e tudo o que ele traz, inspirou-nos para escrever algumas músicas sobre o tema. E após um longo e difícil caminho, "Until Dawn" nasceu.


M.I. - Sendo duas bandas na mesma linha musical, os Elvellon são muitas vezes referidos como “seguidores” dos Nightwish. Como reagem a esses comentários? 

Maddin - Eu acho que esta é uma situação completamente lógica. As pessoas fazem sempre comparações com o pensam ser o melhor. Tenho a certeza de que essa é, uma das principais razões, pelas quais as pessoas nos veem à sombra de Nightwish.
A nossa reação não é um reação específica. Sempre trabalharemos nas nossas músicas, som e em todas as outras características que fazem de nós os Elvellon. Existirão sempre pessoas que não querem ver isso. E, claro, haverá sempre algo que é a opinião pessoal de cada um. Tudo isso é, simplesmente, uma parte do caminho que escolhemos seguir.


M.I. - E quais são as vossas principais referências musicais?

Pascal - Principalmente partituras de filmes, mas, claro, outras bandas que amamos. É engraçado como somos iguais, mas ao mesmo tempo somos diferentes, dentro da banda, quando se trata de "gosto pela música". Alguns de nós gostam, por exemplo, de black metal, mas outros gostam de power metal. Poderíamos continuar assim, uma centena de vezes. E é por causa de todos termos algum outro gosto musical, que podemos obter inspiração para cada formato musical que queremos fazer, e trazer variações quando se trata de "fazer música juntos". Por isso, é difícil dar uma resposta precisa a esta pergunta.


M. I. - Como foi o ano de 2018, do que respeita a divulgação do álbum e concertos?

Nele - 2018 foi emocionante, claro! É o ano do primeiro lançamento de editora, para todos nós. Não saber se todo o trabalho vale a pena e se as pessoas gostam do resultado daquilo onde todos nós colocámos o nosso coração e alma, pode ser muito estressante. Para além de toda a organização, é um sentimento tão bom ter nosso "bebé” Until Dawn, finalmente.
Tivemos alguns concertos, muito bons. Por exemplo, o da Metal Hammer Paradise. Aproveitámos muito este ano, já que aconteceram muitas coisas novas e boas, e estamos ansiosos para ver o que nos espera de seguida.


M.I. - O que têm planeado para 2019? 

Gilbert – 2019, provavelmente, será um ano misto para nós. Estamos ansiosos para começar a trabalhar em novas músicas, mas ainda temos que cumprir algumas promessas da nossa campanha de crowdfunding, como um concerto acústico, privado, em Janeiro. Faremos, também, alguns concertos ao longo do ano. Ainda não temos um plano exato, mas em breve surgirá.


Entrevista por Rosa Soares


Foi lançado o "lyric video" de "I, The Mask", a faixa-título do décimo terceiro álbum de estúdio da banda In Flames (pode ser visto acima). Este será lançado no dia 1 de março pela Nuclear Blast e pela Eleven Seven Music. 

A produção do álbum ficou a cargo de Howard Benson, nomeado para um Grammy, com quem a banda já trabalhou anteriormente; a mistura foi realizada por Chris Lord-Alge, vencedor do Grammy, e a masterização pelo também vencedor do Grammy, Ted Jensen. O trabalho artístico foi elaborado por Blake Armstrong, com uma interpretação única da mascote da banda, The Jesterhead. 

Anders Fridén, vocalista da banda, refere que este álbum é inspirado nas últimas conquistas de In Flames, após as restruturações que a banda sofreu: a criação do próprio festival anual na Suécia e a tour mundial. Dedica, desta forma, o mais recente trabalho a todos os fãs.

Abaixo, pode ainda ser visto o vídeo com a letra de "(This Is Our) House":



Por: Carla Amaral - 11 Janeiro 19


A banda Týr anunciou que lançará o seu oitavo álbum, "Hel", no dia 8 de março, através da Metal Blade Records. O primeiro single, "Fire And Flame", pode ser ouvido acima.

Thomsen referiu que, musicalmente, este álbum se encontra com um estilo mais épico, tendo sido bastante mais trabalhado que os anteriores, assemelhando-se mais a "Ragnarok", de 2005. "Hel" marca ainda a estreia do baterista Tadeusz Rieckmann nas gravações com a banda.

Quanto ao conteúdo das letras, Joensen revelou apenas que assentam numa combinação de mitologia, experiências pessoais e acontecimentos atuais a nível mundial.


Por: Carla Amaral - 11 Janeiro 19


Para além das bandas já confirmadas no cartaz que podemos ver acima - faltando ainda outros nomes - a organização do Comendatio Music Fest 2019 anunciou o alinhamento que vai estar presente na recepção ao campista, no dia 7 de Junho. 

Estarão presentes os Serrabulho, Shivers, Gobabygo e... Maria Leal. Sim, leu bem. O "bailarico" de recepção ao campista, como foi apelidado pelos próprios, custará 5 euros e será gratuito a quem tiver adquirido o bilhete geral.

O festival vai decorrer no Paço da Comenda, em Tomar, nos dias 8 e 9 de Junho.

Por: Carlos Ribeiro - 11 Janeiro 19



Os Dream Theater continuam a "aquecer" os seus fãs para o lançamento do seu próximo álbum e, nesse sentido, lançaram uma nova faixa, acompanhada do respectivo vídeo animado. A música, que pode ser ouvida acima, chama-se "Fall Into The Light".

"Distance Over Time" será lançado a 22 de Fevereiro através da InsideOut Music.

Tracklist:

01. Untethered Angel (6:14) 
02. Paralyzed (4:17) 
03. Fall Into The Light (7:04) 
04. Barstool Warrior (6:43) 
05. Room 137 (4:23) 
06. S2N (6:21) 
07. At Wit’s End (9:20) 
08. Out Of Reach (4:04) 
09. Pale Blue Dot (8:25) 
10. Viper King (4:00) (Bonus)

Por: Carlos Ribeiro - 11 Janeiro 19



No próximo dia 8 de fevereiro, os Downfall Of Gaia vão lançar o seu novo trabalho intitulado "Ethic Of Ritual Finitude". O videoclip disponível em cima corresponde a "We Pursue The Serpent Of Time", tema que faz parte desse álbum e que tem como artista convidado Nikita Kamprad.

A banda diz: "Hoje estamos animados por partilhar o vídeo de "We Pursue The Serpent Of Time", o segundo novo som do nosso próximo álbum, "Ethic Of Radical Finitude". Desta vez, o Nikita Kamprad dos Der Weg einer Freiheit juntou-se a nós para os vocais, esperemos que gostem desta colaboração tanto como nós. Obrigado por ouvirem!"


Por: Paulo Vaz - 11 Janeiro 19


Serj Tankian (System Of A Down), M. Shadows (Avenged Sevenfold) e Tom Morello (Rage Against The Machine) estão entre os músicos convidados para o álbum do projeto do baterista John Dolmayan (System Of A Down): These Grey Men.

Numa entrevista recente, que pode ser vista acima, o Dolmayan referiu que ainda se encontra a trabalhar no álbum e que este será lançado nos próximos quatro meses, estando as músicas já terminadas. Adiantou ainda que o álbum será mais virado para o estilo rock, mas que não estará limitado a um único género musical.

Por: Carla Amaral - 10 Janeiro 19


O supergrupo Vltimas, composto por David Vincent (ex-Morbid Angel), Rune "Blasphemer" Eriksen (ex-Mayhem, Aura Noir) e Flo Monier (Cryptopsy), acabou de lançar o seu segundo single "Total Destroy!". A faixa, que pode ser escutada abaixo, foi retirada do álbum de estreia "Something Wicked Marches In", que estará disponível a partir do dia 29 de março, via Season Of Mist.

A origem da banda Vltimas, deu-se quando Rune, após ter colecionado uma mão cheia de riffs, apresentou a Mounier a ideia de formar uma banda. Ambos os músicos tinham já trabalhado em conjunto para diversas músicas, pelo que já havia um bom relacionamento. Faltava apenas uma voz incrível para dar vida ao projeto e foi aqui que Erikson comunicou com Vincent, com quem havia mantido o contacto durante anos, para finalizar o alinhamento.

Durante as sessões no estúdio Noize Factory (Georgetown, EUA), os músicos começaram a escrever uma quantidade considerável de material. As sessões mostraram dar frutos e as primeiras ideias e fundações das faixas foram, mais tarde, acrescentadas por Rune, no estúdio da sua casa em Portugal e finalizadas quando Mounier e Eriksen voltaram ao Texas.

A nova obra oferece um vasto leque de influências, principalmente a simbiose distinta dos três famosos músicos. A aura sinistra e obscura do black metal junta-se à vasta energia do Death metal.


A tracklist de "Something Wicked Marches In" é a seguinte:

01. Something Wicked Marches In (4:28) 
02. Praevalidus (3:39) 
03. Total Destroy! (2:57) 
04. Monolilith (5:25) 
05. Truth And Consequence (3:42) 
06. Last Ones Alive Win Nothing (5:29) 
07. Everlasting (3:40) 
08. Diabolus Est Sanguis (3:27) 
09. Marching On (5:34)


Por: Miguel Matinho - 10 Janeiro 18


Os Behemoth lançaram o videoclip para o tema "Ecclesia Diabolica Catholica". Este vídeo, que se encontra disponível em cima, foi realizado pelos colaboradores de longa data da banda, Grupa 13.

"Ecclesia Diabolica Catholica" é a quarta faixa do álbum "I Love You At Your Darkest" e sobre ela, o baixista Orion disse: "Desde que começámos o processo de escrita, "Ecclesia Diabolica Catholica" foi o competidor que se destacava para ser o single e ter um vídeo. À medida que o som evoluía, nos ensaios e nas gravações, ganhava uma vibração furiosa e vívida... que ouves agora, portanto inclui elementos de performance ao vivo, que não fazemos há algum tempo."


Por: Paulo Vaz - 09 Janeiro 19


Os mestres suecos do post Metal,  Cult Of Luna, estão a trabalhar arduamente no seu novo disco. Apesar de não haver nenhuma declaração oficial da banda, foram postadas recentemente várias fotos, em estúdio, na sua página oficial de facebook. Esperemos mais detalhes num futuro próximo.



 

Por: Sofia Alves dos Reis - 09 Janeiro 19


Os suecos Crashdïet revelaram o novo vídeo da faixa '' Reptile ''. Este é o último single que fará parte do próximo álbum. Este vídeo foi filmado e realizado por Jimmy Johansson & Martin Sweet.

Na sua página de Facebook, a  banda escreveu: " Vamos atualizar-vos sobre o nosso novo álbum nos próximos dias!"

Por: Sofia Alves dos Reis - 09 Janeiro 19