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A digressão europeia em 2019 de Dave Matthews Band vai passar por Portugal! A grande novidade foi anunciada hoje e data agendada é o dia 6 de Abril de 2019, com o concerto a acontecer na Altice Arena, em Lisboa.

Os bilhetes começa a ser comercializados no dia 22 de Outubro, segunda-feira, às 09h. Na compra do bilhete, é dada a possibilidade de fazer o download gratuito do seu novo álbum "Come Tomorrow".

- Plateia em Pé 50€
- Balcão 1 65€
- Balcão 2 42€
- Mobilidade Condicionada 42€

A abertura de portas acontece às 18h30 e o espectáculo começa às 20h.

Por: Carlos Ribeiro - 19 Outubro 18


Os suecos Bloodbath disponibilizam para audição o tema "Chainsaw Lullaby". A faixa pertence ao próximo álbum da banda,  "The Arrow Of Satan Is Drawn", a ser lançado a 26 de outubro.

O tema pode ser escutado no vídeo acima.

Por Sabena Santos Costa - 19 Outubro 18


Os Crematory são a mais recente confirmação para a próxima edição do festival Laurus Nobilis Music em Famalicão. Estes juntam-se assim aos previamente confirmados Entombed AD, WAKO, Sinistro e Wrath Sins.

O festival, que vai ter lugar nos dias 25 a 27 de Julho, tem a decorrer uma promoção especial limitada a 300 passes por 25 euros. Mais informações serão conhecidas em breve.

Por: Rita Limede - 19 Outubro 18


Os austríacos Belphegor estão de regresso a Portugal, cinco anos depois da sua última visita ao território nacional. A banda vai actuar nos dias 21 e 22 de Dezembro, no Hard Club (Porto) e no RCA Club (Lisboa), respectivamente.

A abertura de portas acontece às 21h e o concerto começa às 21h30, em ambos os locais. Os bilhetes custam 20 euros em pré-venda, 23 euros no dia e há ainda uma promoção limitada a 50 bilhetes, para os primeiros a comprar, que ficam a apenas 18 euros.


Por: Carlos Ribeiro - 19 Outubro 18


Os Vltimas acabaram de ser anunciados pela Season of Mist. A formação conta com David Vincent (ex-Morbid Angel), como líder, o guitarrista Rune Eriksen (ex-Mayhem, Aura Noir, Ava Inferi) e o baterista Flo Mounier (Cryptopsy). O conjunto já completou os trabalhos para o seu álbum de estreia, que sairá nos inícios do próximo ano.

O guitarrista diz: "Foi um ano intenso, com muito planeamento, trabalho árduo, sacrifício pessoal e sim, viagens. Acredito que falo pelos três sobre este assunto. Apesar disso, a besta foi invocada e gravada e estou muito confiante com o resultado. Ter a oportunidade de trabalhar com uns dos melhores artesãos do género, o nível de experiência fala por si. A compreensão, visão e caminhos mútuos, tudo, como se tivesse um propósito. É como o resultado final me parece."

Em baixo pode ouvir-se o primeiro excerto do death metal enérgico da banda.



Por: Paulo Vaz - 18 Outubro 18


Os belgas Thurisaz anunciaram recentemente a adição de um novo baixista ao alinhamento da banda. O músico será Hannes Leroy, que fez parte do grupo entre 2009 e 2012.

A banda comentou: "Estamos felizes de anunciar que Hannes Leroy se juntará uma vez mais aos Thurisaz como baixista. Sabemos que ele é um músico muito talentoso, que adicionará um verdadeiro extra na criação das novas canções da banda".

Por: Ana Antunes - 18 Outubro 18


Pergunta para queijinho: quem inventou o metalcore? O vocalista Alex Varkatzas dos californianos Atreyu afirmou há dias à Rock Sound que foi a sua própria banda (!):

"Sabes que não sei onde nos encaixamos em determinado panorama e não acho que nenhum panorama sabe onde nos encaixamos. Acho que isso faz parte de nós. Isto vai parecer um pouco arrogante, mas eu sou um vocalista numa banda. Acho que não nos encaixamos em nenhum género. Acho que somos difíceis de definir. Quando começámos, era um pouco mais fácil. Éramos uma banda hardcore de metal com partes cantadas. Não havia nada parecido com o que fazíamos. As pessoas ficam confusas e dizem 'vocês são uma banda de metalcore', mas nós inventámos o metalcore. Isto pode parecer arrogante, mas eu não me importo. Nós antecedemos os Poison The Well e os Killswitch Engage e todas essas bandas. Tenho feito isto literalmente desde os meus 12 anos de idade. Portanto, ao longo da minha vida, ainda não sei onde nos encaixamos, e acho que os nossos fãs sabem disso. Este é o lugar para seres tu. Isto é a nossa causa principal e pulsação. Este é o lugar onde nos expressamos. Acho que a nossa base de fãs e as pessoas que gostam da nossa banda também são assim. Elas gostam de música e nós tocamos música."

Por: Bruno Porta Nova - 18 Outubro 18


Os Miss Lava são os primeiros representantes de Portugal no Resurrection Fest 2019, anunciou a organização do festival que se realiza em Viveiro, na Galiza, entre 3 e 6 de Julho.

Esta manhã foram anunciadas mais de 30 bandas que irão compor o alinhamento do evento, entre elas os britânicos Cradle of Filth, eles que recentemente deram excelente concerto na edição deste ano do Vagos Metal Fest, os holandeses Within Temptation, os suecos Cult of Luna, a banda norte-americana Converge, naquela que será a única data em Espanha do colectivo de hardcore, e os compatriotas As I Lay Dying, em estreia absoluta no país vizinho.

As sonoridades hardcore estarão representadas ao mais alto nível, com os norte-americanos Ignite, os franceses Nasty, e os britânicos Venom Prison e Higher Power.

Dos EUA chegam ainda os Misery Index e os Power Trip, enquanto da Nova Zelândia vem o thrash groove dos Alien Weaponry.

O norte-americano Brant Bjork, os seus compatriotas Radio Moscow e os germânicos Colour Haze representam as sonoridades stoner.

Os suecos Avatar, os norte-americanos Cane Hill e os japoneses Crystal Lake juntam-se também ao cartaz, que incluia já Parkway Drive, Trivium, Testament, While She Sleeps e Kvelertak.

O contingente espanhol está neste momento representado pelo punk rock dos Main Line 10 e Morgen, o hardcore dos Meltdown, o thrash metal dos Strikeback e Trallery, o heavy metal de Leo Jimenez e dos Megara, o folk metal dos Celtibeerian, o rock progressivo dos Atavismo e o sludge doom dos Santo Rostro.

Por: Vasco Rodrigues - 18 Outubro 18


O Festival Portalegre Core está prestes a regressar ao panorama de festivais de metal/rock nacionais e para a sua apresentação, o espaço Quina das Beatas do Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre irá receber o concerto dos espanhóis Synlakross, já amanhã, sexta-feira. O concerto tem entrada gratuita.

Hoje, precisamente, a banda espanhola acaba de lançar o seu mais recente álbum "Malice Murder". A lotação máxima do espaço são 150 pessoas.

A 5ª edição do Festival Portalegre Core regressa nos 2 e 3 de Novembro, no mesmo espaço onde se vai realizar este mesmo concerto.


Por: Carlos Ribeiro - 18 Outubro 18


Ramones é sinónimo de punk rock, sendo muitas vezes citada como a primeira banda a definir o som que agora reconhecemos, pese embora o limitado sucesso comercial obtido durante as décadas de 70 e 80. O que é inegável é que a banda de Joey, Johnny, Dee Dee e Tommy, os quatro membros originais, deixaram um legado para gerações futuras, quer na quantidade estratosférica de bandas que influenciaram, quer pela discografia editada. O interesse pela banda de Forest Hills, no bairro nova-iorquino de Queens, nunca esmoreceu, e esse facto pôde ser constatado na passada quarta-feira, 10 de outubro: uma sala do RCA, em Lisboa, perto de esgotar para celebrar a música dos Ramones com um dos seus únicos sobreviventes, o baterista Marky Ramone, ele que substituiu Tommy em maio de 1978, logo após a edição de “Loco Live”.

Tal facto não passou despercebido a João “Punker”, o vocalista dos Decreto 77, banda de Almada que foi convidada pela Hell Xis Agency para abrir as datas de Lisboa e Porto. “Este concerto vem mostrar que não é impossível ter casa cheia a meio da semana”, disse João, visivelmente emocionado por uma plateia a acotovelar-se desde os primeiros acordes do intro que antecedeu “No Trendy Winds”, faixa editada em 2007 no split Ep com os Flippin’ Beans.

Ausentes dos palcos durante largo período, os Decreto 77 ressurgem agora na cena underground com várias datas marcadas, e pelo que temos visto, parece que nunca abandonaram as apresentações ao vivo. “Our Own Way”, do split CD com os Piss (2006) antecedeu “Passivity”, a primeira incursão no disco de estreia “Getting Older Wasting Time”, editado no já longínquo 2013. Num concerto dedicado à memória de Sérgio “Bifes”, tragicamente falecido após o concerto dos Simbiose no Bardoada Fest da semana passada, seguiu-se uma versão muito melhorada de “Punk Rock Elite”, faixa da primeira demo tape, e que com a dupla de guitarras de Paulo Vieira e Victor Castro ganha toda uma nova dinâmica.

“My Own Thoughts” e o clássico “És Uma Merda” leva-nos vertiginosamente perto do fim da actuação, com “Yeah Right” a anteceder a boa nova: há música nova!! “Not Alone” mostra um punk rock clássico, sem floreados e com a secção rítmica composta pelo baixista Ricardo Vieira e o baterista Gonçalo Silva (este “escondido” do lado esquerdo do palco para não ocupar o lugar da “estrela” dessa noite) a dar excelente recado, pese o enorme calor que se começava a sentir na sala do bairro de Alvalade. “Freedom” antecipa a tradicional dobradinha final dos concertos dos Decreto 77, “Getting Older Wasting Time” (com o público a ajudar no refrão) e “Big Bucks”. Muitos sorrisos em cima de palco e aplausos na plateia, num concerto memorável a abrir para seguramente um dos ídolos da banda.

Habitualmente, face à proibição de fumar dentro da sala do RCA, o intervalo entre bandas é usado para ir até à rua ou refrescar as goelas com uma bebida qualquer. Porém, mal os Decreto abandonaram o palco, o que se notou foi cada vez mais gente a encaminhar-se para a frente deste, mostrando estarmos mesmo perante uma verdadeira celebração do culto aos Ramones. Raras eram as pessoas sem t-shirts da banda, e mal o alinhamento foi colado junto aos tripés, um burburinho percorreu a sala. 35 músicas!! Leram bem, trinta e cinco das mais emblemáticas faixas gravadas e/ou tocadas ao vivo pelos Ramones!!

E aqui permitam-me uma analogia com o concerto de um outro Ramone o ano passado. CJ Ramone esteve em Portugal, para abrir o concerto dos Suicidal Tendencies, em Corroios, a 25 de junho do ano passado, e enquanto Marky permanece fiel ao legado da banda que o celebrizou, CJ actuou em nome próprio e apenas tocou um punhado de músicas da banda que serviu como baixista entre 89 e 96.

A intro da série televisiva “Perry Mason” antecedeu a entrada de Marky e os seus Blitzkrieg, Iñaki Urbizu Azaceta na voz, Martin Blitz no baixo e Greg Hetson na guitarra, ele que também pode ser considerado uma estrela do punk rock, fundador dos Circle Jerks e membro dos Bad Religion entre 1984 e 2013. Marky veio à frente agradecer com um aceno de mão a sala cheia do RCA, para se sentar atrás da sua bateria, de onde só sairia 75 minutos depois, antecedendo o encore de uma noite mítica. Visíveis estão as fragilidades de um homem com 66 anos, tendo necessitado de ajuda para subir e descer o palco onde a bateria dominava o cenário, diante de um pano gigante com o seu nome dentro de uma enorme estrela.

Os Ramones pouco dialogavam com o seu público e Marky faz questão de continuar com a tradição, com Martin Blitz a ter a seu cargo o mítico “1, 2, 3, 4” entre músicas. E que músicas!! Do inicial “Rockaway Beach” até ao final “normal” do concerto, com “R.A.M.O.N.E.S.”, foi um desfilar dos maiores êxitos, ficando difícil dizer se algum esteve fora do alinhamento. “Sheena Is A Punk Rocker”, “Commando”, “Beat on the Brat”, “Rock’n’Roll High School”, “The KKK Took My Baby Away”, “Pet Cemetary”, “I Wanna Be Sedated”, todas e mais algumas como “Surfin Bird” e “SpiderMan”, acompanhadas em delírio por um público completamente fã, que foi acompanhando com muito mosh, algum stage diving e muita garganta afinada para ajudar Iñaki, até porque para final, talvez fruto do enorme calor e condensação na sala, aconteceram alguns problemas com o microfone. O enorme espanhol tem inúmeras parecenças físicas com Joey Ramone, e joga nesse facto para animar a plateia, mas foi impossível esquecer a anterior visita de Marky a Lisboa, para um mítico concerto no Santiago Alquimista, com Michael Graves, o ex-Misfits, a fazer um show à parte.

Claro que não foi por isso que tivemos uma noite de quarta feira memorável, ainda para mais com um encore que se iniciou com um “Muito obrigado Lisboa” na voz de Iñaki, e acelerou com “Palisades Park”, “Something To Do”, “Rock’n’Roll Radio”, “Needles and Pins”, a habitual versão de “Wonderful World”, gravada pela primeira vez por Louis Armstrong, e o encerramento com o clássico dos clássicos “Blitzkrieg Bop”.

Final de festa com banda e plateia completamente suados, exaustos e felizes, naquela que foi mais uma oportunidade de ver ao vivo a história da música a desfilar perante nós. A caravana segue para o Hard Club no Porto.
Gabba gabba hey!!

Texto por Vasco Rodrigues
Agradecimentos: Hellxis


"…And Then I Saw Blood" é uma das faixas do último álbum dos Kataklysm, "Meditations", lançado a 1 de junho deste ano. O vídeo dessa música pode ser visualizado acima.

   Por: Matilde Sanches - 17 Outubro 18


O novo videoclip dos Ghost, para o tema "Dance Macabre", foi descrito por um escritor como "a música de amor perfeita para aquele demónio especial da nossa vida". 

Este vídeo, que pode ser visto em baixo, foi dirigido por Zev Deans e é erótico e romântico, como só os Ghost conseguem fazer.

"Dance Macabre" já tem 15 milhões de visualizações no Spotify e é o segundo vídeo e single do mais recente álbum da banda, "Prequelle".


Por: Paulo Vaz - 17 Outubro 18


Os japoneses Sigh disponibilizaram recentemente um novo vídeo para a música "Homo Homini Lupus". A faixa pertence ao próximo álbum da banda, " Heir To Despair", que estará disponível a partir do dia 16 de novembro, via Candlelight Records. "Homo Homini Lupus" conta com a participação de Phil Anselmo, vocalista dos Pantera e dos Down.

A tracklist do álbum é a seguinte:

01. Aletheia
02. Homo Homini Lupus [com Phil Anselmo]
03. Hunters Not Horned
04. In Memories Delusional
05. Heresy I: Oblivium
06. Heresy II: Acosmism
07. Heresy III: Sub Species Aeternitatis
08. Hands Of The String Puller
09. Heir To Despair


Por: Miguel Matinho - 17 Outubro 18


O vídeo de  "Silvery Sometimes (Ghosts)" está disponível acima, tendo sido realizado por Billy Corgan e a sua colaboradora visual de longa data, Linda Strawberry. 

O vídeo mostra Corgan, James Iha, Jimmy Chamberlin e Jeff Schroeder desafiados a passar a noite numa casa assombrada como parte de uma promoção macabra de Halloween organizada pelo apresentador de rádio Jackie Cherry (interpretado por Mark McGrath, dos Sugar Ray).

Misturando referências à cultura pop com o toque visual omnipresente da banda, o vídeo de "Silvery Sometimes (Ghosts)" está lado a lado com algumas das obras mais impressionantes dos The Smashing Pumpkins.

Com o lançamento do vídeo, segue o anúncio dos espectáculos ao vivo do 30º aniversário da banda, que começam a 28 de novembro, no “The Sylvee”, em Madison, no Wisconsin.

A banda está em tournée para promoção do seu LP Shiny And Oh So Bright, Vol. 1 / LP: No Past. No Future. No Sun."  que será lançado a 16 de novembro pela Martha's Music de Billy Corgan sob licença exclusiva da Napalm Records através de uma parceria mundial. Gravado no Shangri La Studios pelo lendário produtor Rick Rubin, o LP é o primeiro da banda em mais de 18 anos a apresentar os membros fundadores Corgan, Iha, Chamberlin, com o guitarrista de longa data, Jeff Schroeder.

Por: Sofia Alves dos Reis - 17 Outubro 18


Os suecos Amaranthe disponibilizaram a música "Inferno". Esta foi retirada do álbum "Helix", a ser lançado a 19 de outubro através da Spinefram Records. 

O tema pode ser escutado no vídeo acima.

Por: Sabena Santos Costa:  - 17 Outubro 18


A banda All That Remains informou que o seu guitarrista e membro fundador, Oli Herbert, faleceu aos 44 anos. A banda confirmou esta notícia através das redes sociais, sem que tivessem avançado quais foram as causas deste óbito.

(Actualização) De acordo com o seu próprio agente, Oli Herbert faleceu devido a um "acidente inesperado" na sua propriedade. A TMZ está a avançar que a polícia terá descoberto o corpo do guitarrista "num lago perto da sua casa". Até ao momento tudo aponta para que seja um acidente, mas só se saberá de forma mais definitiva depois da autópsia, adiantou ainda o site noticioso.

No mesmo comunicado, os norte-americanos despedem-se do "amigo Oli Herbert", referindo que este era um "talentoso guitarrista e fantástico compositor", tendo influenciado várias outras bandas a enveredarem pelo rock/metal. "Pedimos privacidade neste momento e que se lembrem do Oli como extraordinário músico que era", terminaram por dizer.

O novo álbum da banda, que conta com a participação do guitarrista (participou em todos os álbuns dos All That Remains, desde 1998), será lançado no dia 9 de Novembro, através da Fearless Records.

Por: Carlos Ribeiro - 17 Outubro 18


Os Bullet For My Valentine lançaram um videoclip para o tema "Not Dead Yet", que foi retirado do seu último álbum "Gravity", editado no passado mês de junho. Este vídeo está disponível em baixo.

O líder da banda Matt Tuck disse: "Gravámos o vídeo de "Not Dead Yet" no Japão, depois dos concertos no Summersonic, em 2018. Nunca tínhamos feito um vídeo lá, então pensámos: "Porque não?" Visualmente, é deslumbrante, graças ao fantástico trabalho dos produtores japoneses da Maxilla. Amamos esta faixa e mal podemos esperar para que vejam o vídeo".

À Metal Hammer, o líder disse sobre "Not Dead Yet": "Passam-se muitas coisas neste trabalho sobre mim e são coisas que senti serem negativas. (...) Então quis fazer um tema com vibrações positivas, sobre ainda não estar morto, alcançámos coisas fantásticas e ainda existe muita vida em nós, nas nossas vidas pessoais e na banda."



Por: Paulo Vaz - 16 Outubro 18


Os noruegueses Chrome Division, que contam com Shagrath (a.k.a. Stian Thoresen) dos Dimmu Borgir na sua formação, lançaram o "lyric video" da música "Walk Away in Shame". Esta é retirada do seu 5º e último álbum, "One Last Ride", a ser lançado a 30 de novembro pela Nuclear Blast. 

O vídeo pode ser visualizado acima.

Fábio Leite - 16 Outubro 18


Os Them vão lançar o seu novo e segundo álbum a 26 de outubro, intitulado "Manor Of The Se7en Gables". 

O "lyric video" de "Circuitous" e o vídeo de "Witchfinder" podem ser vistos abaixo.

Track list:

Residuum (Intro)
Circuitous
Refuge in the Manor
Witchfinder
A Scullery Maid (Interlude 1)
Ravna
As the Sage Burns
The Secret Stairs
Peine Forte Et Dure (Interlude 2)
Maleficium
Seven Gables to Ash
Punishment By Fire




 Por: Matilde Sanches - 16 Outubro 18


A banda americana composta pelos antigos membros de DIO, revelou que irá lançar o seu segundo álbum de estúdio a princípios de 2019, pela Frontiers Music Srl. De acordo com o guitarrista Vivian Campbell, o primeiro single e o respectivo vídeo serão divulgados em novembro.

Formados em 2012 por Vinny Appice, Jimmy Bain, Vivian Campbell, todos parte do alinhamento original da banda DIO, e por Andrew Freeman, os Last In Line lançaram o seu primeiro álbum "Heavy Crown" em 2016.

O novo álbum da banda, à semelhança de "Heavy Crown", foi produzido pelo baixista Jeff Pilson (ex-Dio, Foreigner).

Por: Ana Antunes - 16 Outubro 18


O festival SWR Barroselas Metalfest anunciou as primeiras bandas para a sua vigésima segunda edição, que vai ter lugar nos dias 26 a 28 de Abril 2019. Godflesh, Benediction, Midnight, The Black Dahlia Murder, Venenum, Birdflesh, Nervosa, Sublime Cadaveric Decomposition (S.C.D.), Eagle Twin, Namek, Imperial Triumphnt, Analepsy, Barshasketh, Martelo Negro e Vacivus são os primeiros nomes confirmados.

Mais informações deverão ser conhecidas brevemente.



Por: Rita Limede - 16 Outubro 18


O Bardoada Fest é uma experiência única no panorama musical em Portugal. Dificilmente temos um outro evento que reúne tantas bandas de qualidade inquestionável do underground, sejam elas de rock, punk, hardcore ou metal, juntas durante dois dias, partilhando um palco com exactamente a mesma duração atribuída a cada uma. Há cabeças de cartaz, claro, mas cada banda tem exactamente uma hora (já contando com soundcheck) para mostrar o que vale.

Para 2018, Igor Azougado e a sua equipa do AJCoi criou um cartaz com 22 bandas espalhadas pelos dias 5 e 6 de outubro.

O primeiro dia arrancou pontualmente às 15 horas com os paulistas Desalmado e um calor brutal dentro do pavilhão. A única banda estrangeira do cartaz está em Portugal para uma tournée pelo país com os Besta, que retribuem assim o favor que a banda de grindcore brasileira teve para com os portugueses no verão deste ano. Incidindo a sua actuação no mais recente “Save Us From Ourselves”, o primeiro disco onde a banda canta as suas letras em inglês, arrancaram com “Privilege Walls”, a faixa que abre o disco. 
Mesmo perante uma reduzida plateia, nem por isso se deixou de sentir a força dos nossos irmãos do Hemisfério Sul, mostrando em temas como “Black Blood” ou “Blessed By Money” umas pitadas de death metal e mesmo hardcore neste novo registo, mas o puro grindcore não podia faltar, como por exemplo em “Preço da Liberdade”, faixa do disco de 2014 “Estado Escravo”.

Mudança rápida de palco e ouvem-se os primeiros acordes do punk rock dos Decreto 77. Longe dos palcos há algum tempo, a banda de João Punker brindou os presentes com bom humor e grandes malhas, numa actuação baseada no disco de estreia mas que não esqueceu o passado da banda de Almada. “No Trendy Winds”, do velhinho split CD de 2007 com os Flippin Beans “Anthems from the Cities”, arrancou 30 e poucos minutos de performance, com João constantemente a comunicar com o público e a pedir que este se chegasse mais para a frente. “Our Own Way”, editado no split CD de 2006 “Piss on Decreto” com os Piss, e “Passivity”, faixa do último disco da banda, “Getting Older, Wasting Time” de 2013, antecederam regresso ao split de 2006, com um excelente “Punk Rock Elite, a mostrar que íamos percorrer toda a discografia da banda. “My Own Thoughts and Ideals” volta a entrar por terrenos do disco de 2013, seguido por “És Uma Merda", “Yeah Right”, “Not Alone” e “Freedom”, a anteceder o final com “Getting Older, Wasting Time” colado a “Big Bucks”, o hino gravado no split “Anthems from the Cities”.

De Odemira chegou o hardcore dos Since Today, um coletivo de músicos da localidade alentejana, que conta com alguns Suspeitos do Costume, com Rui “Manilha” à cabeça. “No More Values” iniciou a prestação dos alentejanos, faixa que faz parte do único registo discográfico da banda, o EP “Don’t Give Away All Your Roots” do final de 2014. A festa continuou com “Knight Rider”, “Resist and Multiply” e “World’s Falling Apart”, outra das faixas do EP, antes de “Destruction”. Mais uma das faixas do disco de 2014, “Judgement”, antecedeu a tripla final, com os potentes “Give Life A Chance”, “Broken Hell” e “Wake Up” a mostrar um excelente futuro que merece nova edição discográfica.

Nowhere To Be Found são a nova incarnação dos Insch, que se apresentam agora como quarteto, com a inclusão do guitarrista João Quintais, e uma sonoridade mais emocore com pitadas de metal alternativo. 
“Catchfire” e “Kamorebi” anteciparam o single de apresentação da nova formação, “Closer”, uma versão da música dos The Chainsmokers. As faixas do reportório da banda ainda fazem parte do único disco dos Insch, “Safe Heaven” de 2016, como “Home” ou “It’s Yours”, assim como o hino da banda, “Whenever You Call My Name” que encerrou o concerto, mas é de ficar atento a este novo som da banda, já visível em “The Prey” ou “Traverse”.

Os The Year apresentavam no Pinhal Novo o EP “Beasts”, editado pela Hell Xis Records. 
Oriundos de Pombal mas sediados em Lisboa, a banda arrancou logo com “Bastion”, “Red Lights” e “Ghost Town”, tripla do novo EP e que imediatamente levou para a frente do palco a comunidade hardcore presente no recinto. “Sylvester’s Not Alone” e “Suck My Teeth” recordaram o auto-intitulado disco de 2013, e anteceder nova dupla do novo EP, “Evade” e “Slaves’R’Us”. “Full Damage” e “Jason Never Dies” voltaram a relembrar 2013, e levaram a velocidade estonteante o concerto até ao seu clímax final, “Sweaty Palms”.

O metal não podia deixar de estar presente no Bardoada deste ano, e os Tales For The Unspoken representaram o estilo ao mais alto nível. 
A banda de metalcore de Coimbra arrancou com “Possessed”, e foi percorrendo toda a discografia da banda, com temas como “I, Claudius”, “Burned My Name” ou “Crossroads”. Marco Fresco esteve muito interventivo, aproveitando para deixar agradecimentos vários e alertar para outra banda de Coimbra que iria encerrar este primeiro dia, os The Parkinsons. 
Final apoteótico com o clássico “N’Takuba Wena”, que apareceu no disco de 2011 “Alchemy”.



Altura para assistir ao ritual da Besta, frase com que Paulo Rui inicia cada apresentação do expoente máximo do grindcore, em Portugal. 
Em pouco menos de 40 minutos, a banda percorreu dezenas de temas da sua já extensa carreira, que conta com seis álbuns de estúdio e diversos splits. No total, 28 temas divididos em mini-blocos do mais puro grind, servidos pela guitarra aguda de Rick Chain e uma secção rítmica composta pelo Lafayette nas peles e o Gaza no baixo. 
Difícil seria destacar algum tema no meio de tal prolifera atuação, onde até Paulo Rui brincou ao anunciar que estavam quase a terminar o concerto pois faltavam apenas 25 faixas até ao fim.

De Santa Maria da Feira vieram os Revolution Within e o seu thrash metal. 
Com uma sala que entretanto ia ficando mais composta mas ainda longe do ideal para um cartaz com qualidade, a banda de Rui Alves iniciou a prestação com “Suicide Inheritance” e não mais deu sossego à plateia. “From Madness to Sanity” ou “Until I See the Devil Dies” são grandes malhas para movimentar o público, mas foi o final com “Pure Hate” e ”Stand Tall”, incluindo uns acordes de “Domination” dos Pantera e uma wall of death de homenagem aos irmãos Dimebag Darrell e Vinnie Paul, que vão ficar na memória de todos os presentes.

O relógio marcava 23 horas certas quando ecoou pela sala o stoner rock dos Dapunksportif. 
Com novo disco este ano, o aclamado “Soundz of Squeeze’o’Phrenia”, a banda de Paulo Franco deu um concerto impecável, com um convidado especial na bateria, nada mais nada menos que Paulinho dos Ramp. 
Destaque para “Rollercoaster” e uma versão alargada de “Summer Boys” a encerrar.

Quase a jogar em casa, face à pouca distância entre Pinhal Novo e a Baixa da Banheira, os Ibéria são uma das grandes bandas de heavy metal e João Sérgio é uma instituição na guitarra baixo. Encaixar em pouco mais de 40 minutos, os clássicos da banda com as novidades de “Much Higher Than A Hope”, de 2017, era tarefa difícil, mas a entrega e o profissionalismo do quinteto deu a volta por cima e apresentou “Heroes Of Wasteland” lado a lado com “Sanctuary Of Dreams” ou “God’s Euphoria”, terminando uma enérgica actuação com os incontornáveis “Unfaithful Guitars” e “Hollywood”. Mais uma grande prestação de Hugo Soares, sempre um espectáculo à parte pela teatralidade que empresta à actuação.

Altura de fechar o primeiro dia do Bardoada, edição de 2018. E nada melhor que fechar com chave de ouro, convidando uma das melhores bandas ao vivo de Portugal, os The Parkinsons. Um concerto fabuloso da banda punk de Coimbra, que não deixou um milímetro do palco por percorrer, tal a fogosidade e o empenho demonstrados. O vocalista Afonso Pinto e o guitarrista Vitor Torpedo estavam completamente possuídos pelo espírito do verdadeiro rock’n’roll, percorrendo a discografia da banda como um comboio desgovernado que, a qualquer momento, pode sair dos seus trilhos e arrastar consigo quem lhe fizer frente. “The Shape of Nothing to Come”, disco deste ano editado pela Rastilho, foi naturalmente o destaque, com temas como “See No Evil” ou “Sexy Jesus” a espalhar o caos do palco para a plateia, mas concerto dos The Parkinsons sem clássicos não é concerto, pelo que não podiam faltar “New Wave”, “Nothing to Lose” ou “So Lonely”, entre outros.

Fim do primeiro dia, venha o seguinte!!!

Texto e fotos por Vasco Rodrigues
Agradecimentos: Festival Bardoada e Ajcoi


O segundo dia do Bardoada Fest começou pontualmente às 15 horas, com a entrada em palco dos Cigarette Vagina, a jogar em casa, pois são oriundos do Pinhal Novo. Após um período sem dar notícias, a banda decidiu regressar este ano, mas o concerto do Bardoada acabou por ser bastante atípico para a banda de stoner rock. Com problemas na voz, Ramiro Domingues não conseguiu dar o seu contributo, pelo que a banda apresentou um set exclusivamente instrumental, o que para o género de música que executam, acabou por ser bastante interessante.

E se uma banda regressa aos palcos, outra anuncia o seu término. Foi o caso dos caldenses Challenge, um dos expoentes máximos do hardcore da cidade de Rafael Bordalo Pinheiro. Em pouco mais de 30 minutos de energia extrema, notou-se a necessidade de encerrar este capítulo com chave de ouro, com Edgar bastante interventivo e a passar em revista a história e as amizades, uma delas FAC dos Grankapo, convidado para em palco ajudar na versão de “Young til I Die” dos 7 Seconds. Destaque para a entrega em “Love/Hate” e o clássico “Clobberin’ Time”. Independentemente da decisão para encerrar actividade, este foi um enorme concerto por parte dos Challenge, e que fica já a deixar saudades!

Os Diabolical Mental State substituíram no cartaz do Bardoada os Steal Your Crown, cujo vocalista Diogo atravessa um período menos feliz da sua saúde, mas o facto não foi esquecido por Apache Neto e companhia, que fizeram questão de lhe dedicar "Home Invasion". Para o concerto no Pinhal Novo, os Diabolical trouxeram na mala algumas novidades, como foi o caso de “The Town” e “Children Of The Tides”, que serão incluídas num próximo registo fonográfico. Com uma actuação sempre interessante e muito mexida, “Diabolical Crew” foi dedicada aos seus fãs, perante uma plateia que registava muito melhores números que no dia anterior.

Os Pântano substituíam também eles uma banda que teve de ser retirada do alinhamento do festival, os Dalai Lume, que atravessam um período de reformulação na posição de guitarrista. 
A banda que reúne elementos dos WAKO, Subversive e Low Torque atacou assim que pisou o palco, com “Afinal era o Fim”, mas foi com “Inferno” e “Semi-Alma” que a banda conseguiu cativar as boas dezenas de espectadores que começavam a colocar uma boa moldura humana ao evento. 
Sempre interventivo, o vocalista Nuno Rodrigues mostrou toda a vertente southern rock com um excelente “Cabrão Nefasto”, a deixar muita expectativa na direcção que a banda irá tomar num futuro mais próximo. 
A ver atentamente...

Vindos de uma excelente prestação no Back to Skull da semana passada, os alentejanos Ho-Chi-Minh trouxeram o seu metal contemporâneo até Pinhal Novo, apoiados no novo EP “Ashes”, prestes a ser editado “mas que está a ser tipicamente alentejano e ainda não chegou”, palavras do sempre divertido Skatro, vocalista da banda. Mas com ou sem EP, a banda demonstra que podemos confiar nas bandas fora da rota Lisboa-Porto, dando um enorme show frente a uma frente de palco finalmente “invadida” de gente. Apesar das novas músicas serem excelentes, foi bom ouvir “Liar” e ver algumas centenas de pessoas a saltar perante a versão habitual de “Enjoy The Silence”, dos “mega ultra death metal” Depeche Mode.

No Bardoada, a organização liderada por Igor Azougado faz questão em manter os horários rigorosos de início de concertos, e isso implica que o soundcheck seja feito o mais rapidamente possível, sob pena da banda ter de encurtar o seu set para permitir à banda seguinte começar à hora. Até ao momento isso ainda não se tinha verificado, mas problemas na ligação dos instrumentos à munição de palco fez com que a prestação dos Kandia começasse com largos minutos de atraso. Após alguns anos de ausência do Bardoada, a banda da cidade da Maia regressou com vontade de melhorar a sua prestação no festival, uma das melhores atuações de sempre, segundo a vocalista Nya Cruz. O som estava perfeito e “Alone”, editado no verão do ano passado, fez perceber que estávamos com saudades do goth rock da banda nortenha. Percorrendo a década de carreira, começando com “Grown Up”, o seu primeiro tema de sempre, foi com alguma pena que vimos a banda ter de abandonar o palco sem terminar o alinhamento previsto.

Com o público a aproveitar os minutos entre bandas para se alimentar na zona de restauração do evento, começa a ecoar na instalação sonora a música “Playback” de Carlos Paião. Em palco, os lisboetas Grankapo representavam o hardcore com o entusiasmo que os caracteriza. Rui “Fuck” Correia esteve imparável em palco, incitando a uma frente de palco mais interventiva, enquanto João Lima e Sérgio B faziam a festa com saltos enormes. Para quem conhece Grankapo, falta aqui falar do Miguel Santos, mas infelizmente não foi possível a sua presença nesta edição do Bardoada, pelo que foi em versão quarteto que a banda atacou “Man Killing Man”, logo seguido de uma excelente rendição de “Private Hell”. “Left For Dead” continuou a demonstrar a qualidade do disco de estreia “The Truth”, editado no já longínquo ano de 2011, e é urgente meter cá fora o seu sucessor. “My Son”, “Feel My Hate” e especialmente a nova “Won’t Fall Down” foram já tocadas com bastantes problemas na munição e pedal de distorção de Miguel, que ia impedindo a guitarra do Sérgio de se mostrar. Nunca desanimando face às contrariedades, a banda teve ainda ganas de tocar mais um punhado de faixas, terminando como é costume com “Grankapo”.

No alinhamento era tempo de entrar no “bailarico grindcore”, a cargo dos Serrabulho. Carlos Guerra é um frontman como não há em Portugal. Poucos são os que passam mais tempo no circle pit a vociferar letras cheias de ironia do que em palco, mas é exactamente isso que a banda faz, com intros de techno e italo pop a anteceder pedradas com nomes tão interessantes como “Pentilhoni Nu Culhoni”, “B.O.O.B.S” (que contou com a ajuda de Sérgio Afonso dos Bleeding Display), “Public Hair In The Glasses”, “Quero Cagar E Não Posso” e “Caguei Na Betoneira”. Um comboio iniciado pelo vocalista e que contou com a quase totalidade do público do recinto, uma versão impecavelmente grind de “Sweet Child’o Mine” dos Guns’N’Roses e um desafio para mergulhar do alto do PA foram apenas alguns dos momentos de uma grande actuação, que deixou o palco e plateia cheia de espuma de almofada.

O hardcore regressou ao palco pela mão dos Reality Slap, e rapidamente os amantes desta sonoridade encheram o mosh pit. Dez anos de carreira celebrados este ano fazem dos lisboetas um quinteto bastante experiente, apesar de ainda bastante jovens. Na mala trouxeram temas do seu mais recente trabalho, “Limitless”, com “Blaze” a dar início à festa. 
A banda mostra sempre toda a sua agressividade em palco, com o Johnny a apelar ao movimento na frente de palco. 
Destaque para “Escapist”, “Lone Wolf” e “The Animals”.

Meia noite e um enorme pano negro com o desenho que celebra os 25 anos dos Simbiose voa sobre a bateria. Banda líder do grind/crust português, Johnny e companhia cantam o nosso “Total Descontrolo” perante governo, empresas e estado geral das coisas, numa prestação impecável e que, infelizmente, ficará marcada na mente de quem assistiu por ter sido a última actuação de Sérgio “Bifes” Curto, que viria a falecer num acidente de viação quando regressava a casa depois do festival. “Modo Regressivo”, “Acabou A Crise, Começou A Miséria”, “Zoo Não Lógico”, “Pointless Tests” ou “Terrorismo De Estado” percorreram a carreira da banda, que terminou com “Betrayel” cerca de 40 minutos de sangue e suor, ficando as lágrimas reservadas para a madrugada de domingo. Entretanto, e enquanto escrevemos esta reportagem, a produção do Bardoada Fest anunciou já que a partir da próxima edição, será sempre feita uma homenagem ao Bifes. Bem hajam!

O encerramento da edição de 2018 do Bardoada coube aos Bizarra Locomotiva e a plateia encheu para ver a banda de Miguel Fonseca. Aliás, pelo número de t-shirts da banda presentes, algo até então imperceptível, é seguro dizer que a grande maioria dos presentes esteve apenas para ver o espectáculo da banda de rock industrial de Lisboa. Com um Rui Sidónio sem o habitual “casulo” de plástico negro, que vai despindo durante a sua atuação, mas a manter a sua capacidade física de correr quilómetros em cima do palco, os clássicos foram desfilando, de “Growth” a “Mortuário”, de “Cavalo Alado” a “Os Grifos De Deus”, e o encerramento da festa com os habituais “Anjo Exilado” (com invasão pacífica do palco) e “Escaravelho”, com Sidónio bem no meio da plateia.

Fim de festa, dois dias com vinte e duas bandas, que só pecou pela fraca afluência de público no primeiro dia, talvez sendo a edição do festival com pior registo de espectadores, algo que em nada belisca a organização, que se mostrou perfeitamente à altura de um evento deste calibre. Fica o desejo de continuidade e que o público se capacite que é com a presença em festas destas que se honra o underground e o movimenta.

Texto e fotos por Vasco Rodrigues
Agradecimentos: Festival Bardoada e Ajcoi


Depois de terem anunciado o concerto dos The Dead Daisies em Portugal, mais concretamente no Lisboa Ao Vivo, dia 4 de dezembro, foi agora divulgada aquela que será a banda de abertura deste espectáculo: os Iberia.

Os bilhetes custam 22 euros e já estão disponíveis nos locais habituais.

Por: Carlos Ribeiro - 16 Outubro 18


O Laurus Nobilis Music Famalicão anunciou mais uma banda das que vão marcar presença na edição deste ano: os W.A.K.O.

Os portugueses juntam-se aos já anunciados Entombed A.D, Wrath Sins e Sinistro.

Os bilhetes podem ser adquiridos nos locais habituais. De realçar que existe uma promoção limitada a 300 bilhetes, onde os mesmos custam apenas 25 euros.


Por: Carlos Ribeiro - 16 Outubro 18