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Seis anos depois, o punk rock dos Sum 41 voltou a descer à cidade de Lisboa para animar os fãs que afluíram em massa ao Coliseu dos Recreios para um concerto que faz parte da digressão "Don’t Call It a Sum-Back". Na primeira parte, tivemos os parisienses Pærish e o seu indie rock.

Perante uma sala bem composta e pronta para o aquecimento, os Pærish subiram ao palco pontualmente para presentearem o público - que se mostrou sempre bastante recetivo à atuação dos franceses - com o seu álbum de estreia "Semi Finalists". Desse mesmo álbum, lançado no mês passado, destacaram-se temas como o primeiro single "Undone", "Party's Over, Biff" ou, não incluído nesse LP, "Marcel and the Prince". Este jovem quarteto muito enérgico acabou por ser uma agradável surpresa para quem assistiu ao seu concerto e, talvez com um intuito de ficarem bem presentes na memória dos surpreendidos, despediu-se com a também enérgica "Then People Forget", o que deu depois lugar a uma grande e merecida ovação.

De regresso a Portugal e com motivação extra, não só por terem um novo álbum, mas também por comemorarem - pasmem-se! - 20 anos, os Sum 41 apresentaram um espetáculo multifacetado, onde os seus seguidores tiveram direito a momentos festivos, com confetes e afins, como também a momentos mais íntimos, com um Deryck Whibley ao piano, entoando "Reason to Believe" ou "Pieces". Depois de vários temas que fazem parte do alinhamento do álbum "13 Voices", como por exemplo os potentes "War" ou "God Save Us All (Death to POP)", tema este que parece manifestar a rejeição do rótulo pop punk por parte da banda canadiana, e até de uma versão mais acelerada de "We Will Rock You", dos Queen, os Sum 41 reservaram para o final as suas músicas mais conhecidas, nomeadamente "In Too Deep" ou "Fat Lip", que provaram que o público não estava cansado, muito pelo contrário. A banda despediu-se, já durante o seu segundo encore, ao som de "Pain for Pleasure", uma verdadeira sátira aos tempos do hair metal.

Em suma, os Sum 41 mostraram ao longo de mais de uma hora que são uma banda revigorada e, acima de tudo, madura, capaz de levar esta sua recente digressão europeia a bom porto.

Texto por Bruno Porta Nova
Agradecimentos: Everything Is New