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Assume-se como importante nesta altura de pânico estupidamente exacerbado causado por interesses monetários de alguém que ganha com isso que surjam no chamado mundo livre bandas como os Al-Namrood, da Arábia Saudita e que provam que o mundo do metal é o único onde não existem barreiras e que aquilo que fala sempre mais alto é a música, por muito que a política ao serviço desses interesses que manipulam as massas, vivem de atentados para criar guerras onde forma mais conveniente, digam o contrário. E quando se fala em surgir, não estamos propriamente a falar de uma banda nova. Os Al-Namrood chegam aqui ao quinto álbum com uma identidade bem definida.

Aquilo que foi dito anteriormente também não coloca este trabalho como automaticamente o álbum do ano. Existem algumas questões que impedem esse facto. O primeiro e mais audível facto é que este trabalho soa pouco orgânico e isso é em grande parte causado pelo som de bateria que é nitidamente programado (pum-pá, pum-pá, pum-pá constantemente) o que retira grande parte do potencial que as partes folk, com instrumentação típica da região. Fosse um pouco mais acústico, mais orgânico e a eficácia seria brutalmente melhor. Depois, as vocalizações de Humbaba soam demasiado unidimensionais, fazendo com que todos os temas soem ao mesmo. Para se ter uma ideia, o melhor termo de comparação será a voz gutural de Alexander Krull dos Atrocity e Leave’s Eyes, um pouco sem vida.

São estas as grandes barreiras que “Diaji Al Joor” encontra, aliadas ainda a uma produção demasiado comprimida e cheia, não havendo espaço para que o som “respire” da melhor forma. Ainda assim, para quem gosta da mistura das sonoridades do médio oriente – mais próximo dos Meleshesh do que propriamente dos Orphaned Land – haverá alguma matéria para apreciação. No entanto, e apesar disso, ficará sempre no final uma certa insatisfação, um certo sentimento de que tudo isto poderia soar bem melhor. Esperemos que num eventual sexto álbum, estes pormenores não se verifiquem.


Nota: 5.6/10

Review por Fernando Ferreira