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No passado dia 13 de abril, sexta-feira, testemunhámos um acontecimento no universo metálico, o regresso de um dos expoentes máximos do death metal melódico, os Dark Tranquillity. A abrilhantar a noite estiveram também, nada mais nada menos, do que os germânicos Equilibrium, facilmente uma das melhores bandas do espectro folk metal.

Antes destes dois nomes da primeira divisão do metal mundial estiveram duas bandas, entre as quais os Red Soil, uma banda espanhola que podemos intitular de death metal melódico moderno, detentora de uma sonoridade bastante próxima daquela que é praticada pelos In Flames, atualmente. Este sexteto espanhol ainda teve pouco público a acompanhar o concerto, teve uma atuação bastante curta e quase nem teve tempo de aquecer os presentes. Um concerto esforçado mas esquecível.

Seguiram-se os suíços Miracle Flair que tiveram direito a mais público e mais aplausos. O som deste quarteto no qual pontificam a vocalista Nicole Hartmann e o guitarrista Daniel Maurizi. Destacaram-se entre os sete temas tocados, a música "Challenge My Faith" e o faixa-título do segundo álbum da banda, "Angels Cast Shadows". Nicole mostrou simpatia e prazer em cantar e estar presente, o que foi algo positivo a reter do espetáculo da banda.

Os Equilibrium foram uma das atrações da noite, até porque era a primeira vez que a banda alemã pisava solo português para um concerto. De repente passou-se da terceira divisão do metal para a primeira com a presença do grupo de folk metal épico, que começou a atuação com uma poderosa "Prey". Em "Heimar" que também pertence ao último álbum da banda, o público bateu palmas a meio, e o vocalista mostrou-se muito interventivo e um autêntico entertainer, algo que se manteve durante todo o concerto. No clássico "Waldschrein" houve mosh e muita diversão do Lisboa ao Vivo. Durante a sinfónica "Verbrannte Erde", o atual vocalista Robse afirmou que o público estava a ser fantástico e agradeceu ao mesmo. "Blut im Auge" foi uma música bem demonstrativa do quanto a banda se diverte em palco e entreteve também um público que não se acanhou e cantou a melodia folk. Para o final do concerto ficaram guardadas a festiva "Unbesiegt" que colocou muitos dos presentes a saltar e a mais recente "Born To Be Epic" com o seu refrão peculiar que foi cantado pelos fãs.

O grande nome desta noite, Dark Tranquillity, não deixou créditos por mãos alheias e protagonizou mais um bom concerto no nosso país. A sala de espetáculos lisboeta no início do concerto já se encontrava com imensas pessoas para ver a banda sueca que deu o mote com "Encircled", o primeiro tema do mais recente trabalho, que deixou prever que grande parte do alinhamento seria decidado a "Atoma". Vários temas do novo álbum foram tocados neste concerto, talvez até demasiados face aos clássicos que a banda teve de deixar de fora. Das mais frescas músicas destacaram-se a supracitada "Encircled", assim como "Forward Momentum" e o tema-título do álbum mas os grandes momentos desta noite foram músicas emblemáticas como "The Treason Wall", "Terminus (Where Death Is Most Alive)", "ThereIn", "Lost to Apathy" e "Misery's Crown". É de realçar também a inclusão de vários temas do já álbum clássico "Fiction", que faz este ano 11 anos, entre as quais as menos tocadas "Icipher" e "Inside the Particle Storm", duas prendas para os fãs desse disco. Mikael Stanne mostrou-se seguro no capítulo vocal e os atuais guitarristas ao vivo da banda, o ilustre Christopher Amott (ex-Arch Enemy) e o menos conhecido Johan Reinholdz (Andromeda) foram competentes nos seus postos mas notou-se as ausências de Niklas Sundin ao vivo, bem como de Martin Henriksson, que como se sabe deixou a banda em 2015. No cômputo geral e mesmo sem o fulgor de outros concertos, podemos afirmar que foi um concerto que deixou os fãs muito satisfeitos, pese embora a ausência de temas como "Punish My Heaven", "Focus Shift", ou "Iridium", por exemplo.

Texto por Mário Rodrigues
Agradecimentos: Notredame Productions