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O Moita Metal Fest afirmou-se, há já alguns anos, como um dos festivais a ter em conta no que diz respeito à música pesada em Portugal e tornou difícil imaginar um panorama sem a sua existência anual. 2015 não foi excepção no que diz respeito à excelência do cartaz, e a prova disso foi a grande adesão aos 2 dias de eventos.

Dia 1 - 27/03/2015

Aos Jackie D foi dada a honra de abrir o festival e o grupo, sempre seguro, não vacilou perante a árdua tarefa, tendo a obrigatória "This City" marcado o culminar da cerca de meia-hora que a banda esteve em palco.

Quis uma inesperada contrariedade que os anfitriões fossem os próximos a actuar e os Switchtense, sempre prontos, apresentaram-se na máxima força num concerto que começou com "All Or Nothing" e "Super Fucking Mainstream", dois temas novos, e terminou com "Infected Blood", do primeiro álbum do quinteto.

Os Terror Empire tardaram mas não faltaram e fizeram questão de compensar o atraso com uma poderosa apresentação. Na bagagem levavam "The Empire Strikes Black", lançado há menos de um mês e meio, e que serviu como uma base perfeita para uma actuação exemplar da banda de Coimbra.

Num género completamente diferente, os Ibéria levaram até à Moita o seu hard rock numa rara, mas sempre saborosa, apresentação ao vivo do grupo da Baixa da Banheira. A novíssima "Living a Lie", do álbum que está prestes a sair, não ficou de fora de uma actuação que trouxe ao público presente "Angel" ou "Unfaithful Guitars", para numerar alguns dos temas.

Para terminar a primeira noite da edição de 2015 do Moita Metal Fest os More Than A Thousand marcaram presença e, tema após tema, conquistaram o público. Com um início praticamente dedicado ao último álbum, "Heist" seguiu "Feed The Caskets", as duas primeiras músicas de uma actuação que contou ainda com a presença de Fábio Batista, vocalista dos Hills Have Eyes, para "We Wrote This Song Abut You", dedicada a todos os presentes. Um concerto seguro e cheio de energia que deu por terminadas as festividades neste que era o primeiro dia de festival.


Dia 2 - 28/03/2015

O segundo dia do Moita Metal Fest prometia ser só para rijos e, à hora marcada, os Borderlands apresentaram uma descarga de "Progressive Metalcore (assim definido pelos próprios) que deu o pontapé de saída de um dia que só terminaria algumas horas depois, quando todos estivessem satisfeitos.

Os Analepsy deram ao género musical apresentado em palco uma volta de 180º e conseguiram o primeiro mosh da tarde num concerto seguro por parte da banda alfacinha.

De Coimbra, chegaram os Destroyers Of All para cerca de meia hora de actuação cheia de peso que culminou com uma Wall Of Death já no último tema.

Os Colosso são uma autêntica massa destruidora e foi com uma grande atitude que se apresentaram no palco do Moita Metal Fest, procurando incentivar o caos na plateia, incitando o mosh, e tendo até o vocalista descido do palco para ajudar no crowd surfing.

Os Albert Fish comemoram este ano 20 anos de carreira e a data teve direito a parabéns cantados ao vivo pelos presentes na Sociedade Filarmónica Estrela Moitense. Numa onda a puxar ao punk rock, o tempo disponível deu espaço ainda à merecida homenagem a João Ribas, vocalista das míticas bandas Censurados e Tara Perdida, falecido há pouco mais de um ano.

Das bandas nacionais presentes no cartaz, os Karnak Seti eram os que se apresentavam a mais km's de casa e, se isso influenciou, pareceu ter servido apenas para dar mais energia ao quinteto madeirense. O habitual agradecimento à organização antecedeu "Scars Of My Decay", um dos muitos pontos altos da actuação.

Os Crossed Fire levaram à Moita uma descarga de energia, tendo-o conseguido com uma grande actuação que teve como base "Life's a Gamble", o novíssimo álbum da banda lançado há apenas 4 meses.

A actuação dos WAKO foi marcado pelo constante crowd surfing, e até Nuno Rodrigues, o vocalista, fez questão de se mandar para o público já perto do final do concerto, voltando a palco para aplaudir os presentes, como que em forma de agradecimento pela recepção que lhes prepararam.

Os Miss Lava levaram até à Moita o seu "Heavy Rock n'Roll Disaster" num concerto cheio de energia que, entre "Black Rainbow" e "Don't Tell a Soul", do álbum de estreia, e "Yesterday's Gone" e "Ride", do último álbum, teve ainda espaço para novas músicas que farão parte do próximo disco da banda.

Os GROG puseram de pé um concerto poderosíssimo que provocou aquilo que terão sido alguns dos maiores circle pits do dia. A sequência "Sado Masoquist Butchery" / "Necrogeek" mostrou-se altamente destrutiva tal como, aliás, toda a actuação por parte do quarteto de Lisboa.

Os Onslaught chegaram do Reino Unido com o título de única banda internacional do festival e, tenha sido pelo tempo de espera maior que o normal, tenha sido por nas colunas ter tocado "Killing Peace", quase como que em jeito de aquecimento para o que aí vinha, a verdade é que a ansiedade parecia aumentar a cada segundo antes da entrada da banda em palco. Os ingleses mostraram do que são feitos e, ao 2º tema, tomaram de assalto o festival com a mesma "Killing Peace", ouvida agora como sempre devia ser, ao vivo. Apenas um ano passou desde a última presença dos Onslaught em Portugal, no SWR Barroselas Metalfest, e a banda parecia genuinamente feliz por estar de volta. A obrigatória "66Fucking6" pôs os presentes a cantar num setlist que incluiu ainda temas como "The Sound Of Violence" ou "Fight With The Beast", apenas para dar alguns exemplos.

A noite estava longe de estar terminada, tendo aos Bizarra Locomotiva sido dada a oportunidade de mandar todos para casa, não sem antes presenciarem uma excelente actuação por parte da banda lisboeta. O público correspondeu desde o primeiro tema, num concerto que serviu de apresentação de "Mortuário", o mais recente disco do grupo. "Na Ferida de um Verme" atingiu uma outra proporção quando tocada ao vivo e "O Anjo Exilado" pôs o público a saltar, visivelmente satisfeito com a prestação da banda. Temas como "Flauta do Leproso" ou "A Procissão dos Édipos" não foram esquecidos nos cerca de 50 minutos de actuação que chegaram ao fim com o vocalista no meio do público naquele que seria um dos últimos temas da noite.

Texto por Bruno Correia
Fotografias por Ana Júlia Sanches
Agradecimentos: Switchtense