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As subsidiárias da Pure Steel Records são mais que muitas, o que garante uma boa abrangência dentro do espectro do heavy metal tradicional. Uma dessas subsidiárias é a Pure Rock Records, embora, verdade seja dita, este projecto levado a cabo encaixaria melhor na Pure Prog Records. E porquê? Porque este álbum dos Starquake, projecto criado pelo compositor e multi-instrumentalista Mikey Wenzel (que, segundo o press-release, tem muita experiência embora o mesmo omita precisamente em que bandas essa experiência foi adquirida), começa logo com um grande esplendor progressivo da década de setenta com a “Scenes From A Revolution”. Nomes mais antigos como Yes (sem a exuberância majestosa dos britânicos), Deep Purple e Uriah Heep da década de setenta, Marillion da década de oitenta e outros mais recentes como Spock’s Beard vêem-nos à mente.

O som é sem dúvida fruto de outra época, e os nomes atrás evocados são apenas referências para as épocas e o tipo de som que evocam, porque também existem alguns apontamentos mais heavy metal, próprios da tão chamada NWOBHM, como os solos de extrema inspiração do épico de vinte e um minutos “Rise And Fall”, sem dúvida o grande atractivo deste trabalho. Apesar da qualidade óbvia de certas faixas, não deixa de ficar a sensação de que como álbum este é um trabalho que sofre pela sua excessiva duração. Não que não gostemos de álbuns com mais de setenta minutos, mas quando tal duração faz com que a apreciação do álbum em si sofra, seria melhor deixar algumas faixas de fora, nomeadamente aquelas após o mencionado épico, que nos surge à quarta faixa.

Variado, intenso, longo e com um certo sabor vintage que hoje em dia é muito apreciado, “Times That Matter” é um álbum mais indicado a fãs de música progressiva, principalmente aquela que foi feita na década de setenta e parte da década de oitenta, do que propriamente para os que apreciam rock puro e duro. É um álbum desequilibrado no alinhamento. Depois da “Rise And Fall” fica-se apenas com vontade de ouvir vezes em conta essa faixa, e tudo o resto nos parece filler. De qualquer forma, este trabalho demonstra um enorme talento e se for para continuar, estes Starquake vão nos surpreender ainda mais no futuro.


Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira