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Os Dawn Of Destiny não são um dos nomes grandes do power metal alemão, mas "To Hell" poderá colocar em causa esse estado de coisas. Não é de prever que a banda seja aclamada com este sexto álbum, mas a sua qualidade é tão evidente que terá, se houve justiça neste mundo, de haver uma subida nas escadas do sucesso. "Hide Your Sorrow" é o tema que inicia o trabalho e mostra logo peso e melodia aliados a uma sensibilidade sinfónica que já não são próprios dos dias de hoje - mais apropriados para a mudança do milénio - mas o que anula este potencial problema é o facto que se trata de uma grande música. Assim como "Fire", um tema in your face onde a voz de Jeanette Scherff.

Não é desprovido de falhas, no entanto. Em "From Paradise" temos o típico de música que fez com que o power metal se tornasse aborrecido anos atrás. Felizmente são excepções que comprovam a regra. O tema título trata logo de recuperar a energia com um refrão que tem tanto de memorável como de empolgante. E é na energia onde "To Hell" encontra o seu maior trunfo. Temas como "Scream" e "Burn In The Fire", a primeira com um riff do mais poderoso que pode haver e a segunda com um ritmo para lá de energético. Para esse energia, nem sempre é necessário composições uptempo, como a "Hateful Hearts" tão bem prova. A propósito de "Burn In The Fire", é de salientar as participações de Zak Stevens (ex-savatage e Circle II Circle) na "Only The Ocean Knows" e a de Björn "Speed" Strid (Soilwork) na "Burn In The Fire".

Falta ainda referir que "To Hell" é um álbum conceptual que retrata a história de um casal em lua de mel onde o misterioso passado da noiva vem à superfície de forma inesperada. Apesar de poder ir ao encontro daqueles que gostam de uma boa história e que têm um fraquinho por álbuns conceptuais, perante a qualidade da música, não é de todo o ponto mais forte deste álbum. Aqui a música é mesmo o ponto central, mesmo com alguns momentos menos conseguidos mas esses são mesmo uma minoria. Há muito tempo que não surgia um álbum de power metal que não mete de lado a melodia e mesmo assim consegue ter... power. Um grande trabalho.


Nota: 8.8/10

Review por Fernando Ferreira