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Os Anthropomorphic Soul estão de volta. Para quem não conhece, este é um projecto nacional levado a cabo por Nuno Lourenço e que tem aqui em "All Hail The Sun Of Nothing", o seu terceiro (!) lançamento em 2015. Se o primeiro álbum, "The Dormant Acrimony", deixou boas indicações, também lhe parecia faltar um pouco de orientação e solidificação (e porque não maturação) de ideias que impediram que esse trabalho tivesse um impacto mais acentuado e duradouro. Já o EP "Back To Death" parecia ser mais esclarecido e mais assumidamente metal - não que tenhamos algum problema com avant-garde. Muito pelo contrário.

Este segundo álbum assume-se como um regresso ao experimentalismo que pautou a estreia, no entanto, parece que existe muito do EP "Back To Death", ou seja, apesar de estar assumidamente mais experimental, também está assúmidamente mais pesado. As "Part 2: Feeling Overwhelmed" e "Part 3: The Astronaut" são dois bons exemplos. Aquilo que há a salientar primeiramente, além do incremento do peso, é sem dúvida a sua ousadia e até um certo sentimento vintage. Muitas vezes ao ouvir algumas das dez músicas parece que se está perante uma mistura entre os Sacred Sin nos primeiros anos com os Thormentor. As guitarras por seu lado remetem-nos para os primeiros álbuns dos Septic Flesh (quando ainda tinha espaço entre as duas letras) e até Bizarra Locomotiva.

Ainda assim existem algumas coisas que parecem não soar exactamente bem, que provocam alguma estranheza ao ouvido (como as vozes limpas na "The Thorns Of Loneliness" ou a bateria na maior parte do álbum), certos arranjos e pormenores de teclados que por vezes, aqui e ali, pecam pelo excesso. De qualquer forma, as fronteiras entre os estilos que a banda se propõe tocar surgem mais diluídos, o que já é um avanço. As músicas na sua grande maioria, soam mais naturais na forma como conjugam todos os seus diferentes elementos. Não é um trabalho propriamente fácil de ouvir mas curiosamente essa é a razão que nos faz voltar a cada nova audição. A grande questão é que... não é desta que o potencial dos Anthropomorphic Soul nos surge explorado por completo, mas estamos no bom caminho, sem dúvida.


Nota: 7.5/10

Review por Fernando Ferreira