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Se os álbuns ao vivo são completamente desvalorizados, pelo menos comparado como a maneira como eram recebidos décadas atrás, o que dizer de um álbum ao vivo de uma banda de deathcore? Antes de darmos a resposta, convém relembrar o porquê dos álbuns ao vivo terem-se tornado obsoletos. Por muitas bandas e editoras, os álbuns ao vivo tornaram-se apenas mais uma forma de ter um produto sem gastar tempo, dinheiro e dedicação em composição e gravações de algo que pode não ter o retorno esperado. O facto dos álbuns ao vivo tornarem-se também como meras cópias daquilo que estava em estúdio também fez com que o próprio registo se banalizasse. Sem as improvisações próprias da década de setenta, perdeu-se a razão de apresentar o álbum ao vivo a não ser apenas como mais uma espécie de compilação. Se juntarmos a este facto o estilo praticado pelos Whitechapel, então dificilmente se encontra entusiasmo para este "Brotherhood Of The Blade". Felizmente, nem tudo é o que parece.

Este trabalho ao vivo nasceu a partir de um projecto de crowdfunding levado a cabo pela banda, projecto esse que foi mais que bem sucedido, para lançar um álbum ao vivo, mais um DVD com a actuação e um documentário. A Metal Blade, inteligente, chega-se à frente para distribuir o resultado final desse projecto. Inteligente porquê? Porque a banda nunca soou tão orgânica, tão viva, isto sem subverter a sua essência. Continua a ser deathcore, continua a ter todos aqueles pontos que causa urticária para todos os que detestam deathcore, continua a ser um estilo de música extrema algo limitado e com pouca capacidade de longevidade. No entanto, perante estas limitações todas, a banda consegue transmitir toda a energia que tem em cima do palco - atenção de que nos estamos a referir apenas ao conteúdo auditivo, não tivemos acesso à parte visual - e realmente lançar um álbum que contraria a tendência tanto do estilo deathcore como dos álbuns ao vivo. Claro que também ajuda a qualidade simplesmente arrasadora do som, mas há aqui algo mais, definitivamente. Esperemos é que esse algo mais surja no próximo álbum de estúdio.

 

Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira