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Os conimbricenses Destroyers Of All chamaram atenção com o seu EP “Into The Fire”, lançado já em 2013 (o tempo voa), revelando uma banda que apesar de assentar o seu som no thrash bruto, tinha apetência para ir muito mais longe. É certo que nesse dito EP, essa vontade não se materializou de uma forma totalmente madura, mas o potencial (mais que muito e inegável) estava lá. Agora, três anos depois e depois de alguma expectativa, eis que surge o álbum de estreia, “Bleak Fragments”.

A primeira coisa a assinalar é que a produção está fortíssima. A intro “From Ashes Reborn” abre este álbum com um sabor clássico e old school que é muitíssimo bem apreciado. O tema que se segue e o primeiro a sério, “Hoolow Words” surge com uma variedade surpreendente. Aquilo que dissemos (e sentimos) quando analisámos “Into The Fire”, é algo palpável: Os Destroyers Of All evoluíram para muito além do simples death/thrash moderno e poderoso. A banda demonstra uma apetência para arranjos mais ricos e diversos, não tendo receio de entrar nos domínios do sinfónico e do progressivo.

E este é o momento em que o leitor fica (potencialmente) confundido. “Então mas os gajos agora são sinfónicoprogressivos?”

Não, apenas dotaram a sua música de uma maior riqueza a nível de arranjos, o que faz com que os temas possam ter uma maior longevidade. Potencialmente. Qual o grande risco aqui? É que as músicas tentem ir a todo o lado e acabem por não chegar a lado nenhum. Felizmente não é o que acontece aqui, de todo. Além desta diversidade de influências (ouçam a “Speed Of Mind” para perceberem o que se quer dizer com isto), do conceito lírico rico, a banda de Coimbra ainda nos apresenta verdadeiras malhas às quais é impossível de ficar indiferente – “Death Healer” é um malhão a destacar aqui ou em qualquer outro lado.

Sendo assim, este primeiro álbum, ao contrário do EP não promete nada para um futuro hipotético. A banda mostra ainda capacidade de evolução (mal seria se ao primeiro álbum desse indicação de que o seu caminho teria chegado ao final) mas evidencia agora que não temos mais que esperar por um segundo álbum para sabermos que são um dos grandes (e novos) valores nacionais.


Nota: 9/10


Review por Fernando Fereira