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Dark Symphonica é um nome genial. Não é brincadeira, é mesmo bom – para quem use que tal afirmação é sarcástica. Cumpre na perfeição a sua função. É sonante, descreve bem o que a banda toca (não é preciso pensar muito para se dar conta de que é algo gótico e sinfónico) e fica no ouvido. Daqueles nomes que pensamos como é que ninguém tinha pensado nisto antes. A banda surge-nos da Austrália e este “Immersion” é o seu trabalho de estreia no que a álbuns de originais diz respeito – a banda já tinha editado anteriormente dois singles. Tendo em conta o género, temos logo algo que surge: o preconceito.

Tal como o nome nos sugere imediatamente o género da banda, também o nome e todo o imaginário do estilo sugere algo que a certa e determina altura inundou o mercado. O metal gótico metido a sinfónico com uma moça bonita a cantar (umas vezes mais bonita que talentosa, outras vezes mais talentosa que bonita. Felizmente, “Immersion” apresenta-se bem competente e bem acima destas considerações – isto é, não nos preocupámos como Sam Wolstenholme, a vocalista, se apresenta, já que a voz dela é boa o suficiente para que não se pense em mais nada.

É certo que existem aqui lugares comuns aos quais a banda não escapa, embora fique a impressão de que ela também não está interessada em escapar. “Chains Of Misfortune” e “Farewell”, os dois primeiros temas, podem fazer com que se perca a esperança para a banda embora os mesmos sejam de qualidade inegável dentro do género em que se inserem, no entanto, depois temos o peso surpreendente da “Envy”, a capacidade progressiva de temas como “Estrella” e “Goliath (Tyranny Part I)” que colocam a banda mais perto de uns Epica do que propriamente uns Within Temptation – algo que hoje em dia faz toda a diferença.

É um grande trabalho de estreia de uma banda australiana que vai dar definitivamente que falar num futuro próximo.


Nota: 8.6/10

Review por Fernando Ferreira