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Os Nile estão f*****s da vida!

Uma maneira pouco formal e até corriqueira de pôr as coisas, mas esta é a primeira conclusão a que se chega após a primeira audição do disco What Should Not be Unearthded, o oitavo na carreira dos Nile.

Talvez devido à recepção algo dívida do último disco At The Gates of Sethu, os Nile quiseram desta vez fazer algo um pouco diferente do que o referido disco. E vai daí toca de deixar de lado a (quase) totalidade dos interlúdios sinfónicos, bem como resfriar um pouco no que à experimentação diz respeito.
Como refere o guitarrista Karl Sanders:

“The goal for the new record was sheer epic brutality,”

E no fundo é mesmo isso que trespassa, hoje vemos uns Nile mais soltos, brutais e de certa forma até mais diretos, mas sem descurar a parte técnica (parte fulcral da essência da banda).

Ouçam por exemplo Rape of the Black Earth ou Call to Distruction, e vejam a forma impiedosa como os riffs e os blast beats assaltam os speakers, em descargas de intensidade assinaláveis, ao mesmo tempo que o nosso cérebro vai apreendendo alguns pormenores quase que dando a ilusão de estarmos perante algo catchy. Call to Destruction acaba por ter um destaque especial no disco, devido à forma como todo o ódio e raiva dos instrumentos é soberbamente conjugada com a sátira das letras, num call to arms do estado islâmico.

No entanto What Should not be Unearthed também não é um álbum bidimensional, Age of Famine e In the Name of Amun acabam por recuperar, a espaços, algum dos experimentalismo do disco anterior, e o “a meio tempo” Evil To Cast All Evil faz jus ao título numa simbiose perfeita entre um peso hipnotizante e brutalidade instrumental.  

Não sendo porventura o melhor, ou até mesmo o mais carismático dos discos da banda, What Should Not Be Uneaerthed acaba por ser um excelente cartão de visita para quem quer ficar a conhecer o coletivo, dando-nos em boa dose de peso, brutalidade, técnica e experimentalismo. Pelo meio do caminho até pode ajudar a fazer as pazes com quem ficou desiludido com alguns dos trabalhos anteriores.

Nota: 8.4/10

Review por António Salazar Antunes