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Os Gadget tornam um grindcore um local mais feliz para se viver. Não que seja uma banda que espalha amor e felicidade mas sem dúvida que consegue injectar uma dose saudável de potência e dinâmica num dos géneros musicas que mais criatividade exige dos seus músicos. Após seis anos de ausência, a banda sueca volta para o seu terceiro álbum, este “The Great Destroyer” e se há algum álbum que possa fazer jus ao título de definitivo, então este será mesmo o tal.

A primeira coisa que impressiona (entre muitas outras) é sem dúvida a produção. O som aqui é do mais potente que pode haver, mostrando os benefícios da tecnologia e como os mesmos podem ser usados ao serviço do bem – isto é, o som soa totalmente orgânico e sem qualquer feeling a plástico ou digital, o que faz com que as músicas em si ganhem uma potência mais acrescida. Depois, as composições em si. O estilo é sem dúvida o grindcore mas temos aqui toques doom como na “dedication”, temos a costela death metal sueco bem presente em quase todos os temas – mas em “The Great Destroyer” particularmente.

Depois em termos líricos, é a lembrança de porquê gostarmos tanto deste género. Quando punk se tornou moda, o grindcore foi a forma de protesto ideal e extrema, uma autêntica pedrada no charco e é precisamente o que temos aqui. Com uma duração de apenas vinte e seis minutos, este é um álbum que se ouve facilmente duas ou três vezes seguida. E com um som assim, é para ouvir com o volume a rasgar. Um regresso essencial que todos os grinders não poderão deixar passar ao lado.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira