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Os Witherfall acabaram de lançar, a nível mundial, o seu álbum de estreia, “Nocturnes and Requiems”. Ainda não ouviste o álbum e não sabes muito sobre a banda? Aqui está tudo o que precisas de saber, em primeira mão, pelos membros Jake Dreyer and Joseph Michael:


M.I.: Olá, rapaziada! Antes de mais, muito obrigada por nos concederem esta entrevista. Quero muito que os nossos leitores fiquem a conhecer os Witherfall, portanto, apesar de vocês já por cá andarem desde Outubro de 2013, gostaria de perguntar-vos, precisamente: quem são os Witherfall?

 Jake- Obrigado nós, pela entrevista! Os Witherfall são uma banda de metal progressivo de Los Angeles – Califórnia. Sou eu na guitarra e o Joseph Michael na voz e nos teclados. O Adam Sagan tocou bateria/percussão no nosso último álbum “Nocturnes and Requiems”. Tragicamente, ele perdeu a sua batalha com o cancro, no final do ano passado. Quanto a quem eu sou…? Nem tenho resposta para isso.
Joseph- Somos uma legião. Não, a sério, somos uma banda de dark metal melódico. Vivemos e respiramos música.


 M.I.:  Como reagem os fãs a este novo projecto, uma vez que vocês já são conhecidos por tocarem em bandas de renome? Todos sabemos que os fãs de metal são muito leais às bandas de que gostam e é nesse sentido que eu pergunto se consideram que é difícil a ascensão dos Witherfall (talvez devido ao facto de os fãs vos encararem como alguma espécie de “concorrência” face aos vossos outros projectos) ou se sentem que os Witherfall são acarinhados pelos fãs, precisamente porque já vos conhecem e gostam das vossas outras bandas?

 Joseph- Bom, para ser franco, a maioria dos fãs de Witherfall detestam as últimas bandas em que o Jake e eu trabalhamos juntos…[risos] Mas, sim, temos imensos fãs que já vêm dos nossos projectos antecedentes e isso porque nós não fazemos nada que não seja autêntico!


M.I.: Quais as maiores influências deste novo projecto, quais os artistas e bandas que mais vos inspiram e contribuem para a música que vocês fazem enquanto Witherfall?

 Jake- Temos influências de todos os géneros, eu, na verdade, nem oiço muito metal. Gosto mais de bandas dos anos 70, como Queen e Pink Floyd. Em termos de metal, assim de cabeça, diria King Diamond, Nevermore, Death, Dream Theater, Type O Negative. A nível de guitarra, Yngwie J Malmsteen, Jason Becker, Marty Friedman, Al Di Meola, Paco De Lucia. Também oiço diferentes compositores de música clássica, como Chopin, Mozart, Liszt, etc.
Joseph- Mozart, vinho, as curvas da cintura de uma mulher… Quer dizer, Type O Negative, Nevermore, King Diamond and Savatage, no que ao metal diz respeito.


M.I.: Contem-nos tudo sobre o vosso álbum de estreia, “Nocturnes And Requiems”, que está a ser re-lançado, desta vez a nível mundial, neste mês de Outubro.

Jake- “Nocturnes and Requiems” é o álbum que o Joseph, o nosso falecido baterista Adam e eu, queríamos compor. Foi a nossa ideia de uma banda de metal sem fronteiras. Usando, como modelo, os Led Zeppelin... Queríamos contrastar secções, sejam passagens complexas, em interlúdios muito básicos, um rol de emoções. 
Joseph- “Nocturnes and Requiems” é o nosso primeiro álbum. Julgo que é um álbum que se suporta a ele mesmo, ao contrário de muitos lançamentos da actualidade, onde, se não és realmente fã da banda, não irás gostar do álbum.


M.I.: Agora, quanto a um assunto mais delicado, gostava de saber: qual é o significado do título do álbum e como é que o mesmo se relaciona com o vosso falecido baterista, Adam Sagan, que, lamentavelmente, faleceu no dia 7 de Dezembro do ano passado, na fase final da produção do álbum?

 Jake- Ironicamente, foi o próprio Adam quem deu o nome ao álbum, nove meses antes de ter descoberto que tinha cancro. Honestamente, é uma coincidência muito sinistra. Talvez o Adam viu a figura da morte atrás de mim, quando estávamos naquele restaurante tailandês, a comer e a falar sobre o artwork do álbum e ele, simplesmente, soube…
Joseph- Foi a última gravação do álbum, a sua despedida. Para o próximo álbum, tivemos mesmo que explorar o nosso sentimento de perda do Adam… Será o seu verdadeiro tributo.


M.I.:  Como é que conseguiram conciliar a vida na estrada, a promoção dos Witherfall e, ainda, a gravação de um álbum? Como é que combinaram todas estas tarefas?

 Jake- Com muita ansiedade, com muitas noites sem dormir, repletos de pesadelos de agendamentos. Até levou à morte de um membro da banda. Honestamente, não conseguir o que queríamos, não era uma opção, portanto fizemos o que era necessário.
Joseph- Eu voltei ao meu estúdio enquanto aguardávamos os mixes. Digamos que tivemos que despedir mais do que apenas “algumas” pessoas durante a criação deste álbum.


M.I.: “Nocturnes And Requiems” tem oito faixas: porque escolheram a “End of Time” como single promocional?

 Jake- “End of Time” é uma boa apresentação dos Witherfall, mostra o que é que nós somos. Passagens calmas, refrões que ficam no ouvido, solos de guitarra eléctrica e acústica. Tem uma estrutura muito comum, comparada com uma música como a “Sacrifice”.
Joseph- “End of Time” é o tema mais cativador, à primeira vez que se ouve. Ademais, tal como o Jake disse, mostra muito do que é o território dos Witherfall.


M.I.: Com quem/com que bandas gostariam de ir em digressão e porquê?

  Jake- O meu top 3: King Diamond, Dream Theater, Metallica. King Diamond, para que eu pudesse ver e ouvir o King Diamond e o Andy La Rouqe a tocarem ao vivo todas as noites. De preferência, temas dos álbuns “Them”, “The Eye” ou “Conspiracy”.  Dream Theater, porque temos muitas semelhanças com eles, a nível de som; bons temas, suportados por passagens instrumentais muito interessantes. Metallica, porque qualquer banda que abra para Metallica torna-se bem-sucedida.
Joseph- King Diamond, porque nunca seria enfadonho vê-los tocar. Savatage, porque eu quero que o Zachary Stevens volte a tocar com eles. Avenged Sevenfold, porque considero que o público mais jovem iria apreciar a concisão dos nossos temas.


 M.I.:  Por fim: agora que assinaram com a Century Media, quais os vossos principais planos para o futuro, a curto e longo prazo?

 Jake- Preparar o nosso concerto para irmos em digressão. Nós não nos conformamos com qualquer coisa, por isso temos feito alguns ensaios bem intensos, para fazer destacar o nosso álbum e darmos um bom espectáculo. O Joseph e eu já começamos a compor o álbum seguinte. Parte desse trabalho, já tem o título provisório de “The Sagan Suite” e, como se imagina, não tem um tom muito alegre.  
Joseph- O Jake e eu vamos concluir o segundo álbum. Temos estado a trabalhar diligentemente, para “limarmos as arestas” do que ficou por acabar e preparar-nos para deixar que a Century Media tome as rédeas por um pouco.

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Entrevista por Evie