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A digressão europeia do novo disco de Mark Tremonti, "A Dying Machine", arrancou este domingo, dia 4 de novembro, na sala Lisboa ao Vivo. Juntamente com o guitarrista de Creed e Alter Bridge, a digressão inclui os franceses Disconnected e os britânicos The Raven Age.


Eram 21 horas em ponto, de uma noite que teimava em estar chuvosa, quando os Disconnected iniciaram a sua prestação. 
Com uma sala ainda despida de público, os gauleses arrancaram com "Blind Faith", seguido de "White Colossus", tema que dá título ao disco de estreia da banda de Troyes. Com uma boa interação com o público, a prestação dos franceses ficou no ouvido dos presentes, pese a pouca idade que a banda ainda tem. 
"Armageddon" fechou o primeiro de muitos concertos por essa Europa fora, nestes próximos meses.

Dos The Raven Age já muitos dos presentes tinham ouvido falar. O colectivo liderado por George Harris, o filho do baixista dos Iron Maiden Steve Harris, tinha aberto o concerto em Lisboa da banda do pai a 13 de julho último, na Altice Arena, concerto que também contou com Tremonti no cartaz.
A banda continua a promover "Darkness Will Rise", de 2017, tentando ao mesmo tempo cimentar o seu som fora da asa protectora da ligação aos Maiden. E o som dos The Raven Age nada tem a ver com Iron Maiden: trata-se de um bom rock melódico, centrado nas guitarras de Harris e Tony Maue, ligados pela presença na frente do vocalista Matt James. Sem deslumbrar mas com muita vontade de começar a digressão com o pé direito, ouvimos temas como "Promised Land" ou "Angel in Disgrace", bem como a mais recente "Surrogate".

Feito o aquecimento foi preciso esperar quase vinte minutos para termos o cabeça de cartaz em palco, quando os ponteiros marcavam 23 horas. "Cauterize", tema título do disco de 2015, abriu a digressão europeia, com Tremonti visivelmente agradado com uma plateia que aos poucos foi enchendo a sala do Lisboa Ao Vivo. Tremonti continua fiel ao speed metal melódico, dando previsivelmente muito enfoque às guitarras em cada faixa tocada, sempre a alto e bom som - raramente o contador de decibéis da sala desceu abaixo dos 100!!
O mais recente "A Dying Machine", que dá o mote a esta digressão, atingiu recentemente a quarta posição no top norte-americano de hard rock, mas foi preciso esperar pela quinta música, "Traipse", para averiguar desse merecimento. Tremonti decidiu fazer uma mini retrospectiva da sua carreira a solo, passando em revista os seus quatro discos de originais. Num concerto sem encore, com Tremonti a avisar desde cedo que não deixa ninguém em suspenso se vai regressar a palco ou não, destaques para "The Things I've Seen", o incontornável "Dust" e as recentes "Take you with me" ou "A Dying Machine", a anteceder o desfecho com “Wish You Well”. Para início de digressão foi um excelente arranque para Mark e os seus Tremonti.


Texto por Vasco Rodrigues
Fotografias por Rui Oliveira
Agradecimentos: Prime Artists