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Ainda não eram dez horas da noite, hora da abertura das portas e já estava uma mole considerável à porta da Music Box, inclusive aqueles que ainda andavam à procura de bilhetes, já esgotados para este concerto, a segunda de duas que trazem os Red Fang novamente ao nosso país, depois de duas passagem muito bem sucedidas pelo nosso país. Desta vez trouxeram a companhia dos companheiros de editora, os Lord Dying e dos The Shrine, ainda desconhecidos do grande público, mas com um potencial enorme e com um grande álbum de estreia nas mãos, "Primitive Blast".


As portas abriram à hora prevista e a sala foi enchendo calmamente ao som de clássicos do hard'n'heavy. A espera até às onze foi suavizada por esse facto e assim que os membros dos Lord Dying começaram a colocar-se a postos no pequeno palco da Music Box, as atenções concentraram-se todas no mesmo sítio. Em pouco de menos de trinta e cinco minutos, a banda deu grande destaque ao seu álbum de estreia, lançado pela Relapse o ano passado, "Summon The Faithless", um petardo de sludge que ao vivo ainda assume proporções maiores. Apesar do distanciamenteo estilístico entre as outras duas bandas, a recepção ao grupo de Portland, Oregon, local de origem dos Red Fang também, foi bastante calorosa e o tempo parece ter voado.



Em pouco tempo, e tudo em espírito DIY, com os elementos da própria banda a desmontar o seu material (não todo, dando a ideia de que a amplificação é partilhada pelas três bandas) e com os membros dos The Shrine a montar o seu, em quinze minutos, a banda já estava pronta para começar quando se pensava que estavam a fazer uma espécie de soundcheck, é quando a actuação já tinha dado início. Também com trinta e cinco minutos disponíveis, o power trio de Los Angeles dominou desde o momento em que a guitarra de Josh Landau se fez ouvir. Oito temas debitados sem tempo para respirar, com um sabor vintage muito apreciado, ao qual os solos debitados, cheios de feeling, não são nada alheios. Uma banda que conquistou o público presente na Music Box desde o início da sua actuação até ao final. Serão muito bem vindos numa próxima actuação, sem dúvida.



Tal como anteriormente, foi tempo dos The Shrine desmontarem o seu material enquanto os Red Fang e a sua crew - a vantagem de ser cabeça de cartaz - montavam o seu. Tudo isto em menos de quinze minutos, sendo que o resto do tempo foi passado com alguma crescente impaciência mas sempre com boa música a passar. Menos de quinze minutos para a uma da manhã, a banda de Portland entra em palco, para delírio do público e sem demoras começaram logo com assuntos sérios: "Hank Is Dead" tem aquelas melodias de voz que até debaixo de água se reconheceriam. Ao logo do alinhamento a banda passeou pelos seus três álbuns de forma mais ou menos equilibrada e todos foram recebidos de forma positiva, inclusive as músicas do último álbum, lançado apenas quatro meses atrás. "Voices Of Dead", "DOEN", "No Hope", "Crows In Swine", " 1516" e principalmente "Blood Like Cream", já estabelecida como clássico indiscutível da banda, cantada do início ao fim pelo público em uníssono com a banda.


Um setlist fortíssimo e bem consiso onde todas as músicas mais antigas como "Sharks" e "Malverde" convivem de igual para igual com as do último álbum. "Wires" não podia obviamente faltar e foi a última música antes do encore. Uma breve pausa para permitir a banda descansar, já que o público, esse, estava ávido por mais. Esse facto não passou despercebido à banda que não se furtou a agradecer a presença de todos e a sua reacção - crowd surfing, stage diving. Para fechar a noite foram escolhidas a "Good To Die" e a "Pre-Historic Dog", encerrando com chave de ouro uma grande noite de música, que de certeza ficará na memória de todos os presentes e da banda. Poderá ser uma banda pouco expressiva em termos comercial, mas que terão sempre público a marcar presença nas suas passagens pelo nosso país. Grande noite de música.


Reportagem por Fernando Ferreira
Fotografia por Paulo Tavares
Agradecimentos: Lovers & Lollypops