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Depois da malfadada intro chamada de "Intro" somos fustigados por um death metal, meio groove, meio industrial, meio thrash metal e todo moderno, cortesia do tema título. Se calhar o termo "fustigado" não será o mais correcto já que a potência parece ficar algo aquém assim como a sua eficácia. A proposta deste quinteto francês acaba por não surpreender muito quem já anda nesta coisa do metal extremo há algum tempo. Não é o caso também de se tratar de um álbum inútil. Existem aqui bons momentos e boas indicações em relação a um eventual futuro.

Os riffs de "Full Destruction Of Time" e "Fuckin Rain" garantem o groove assim como a bateria é implacável, certinha como um relógio suiço. A produção é poderosa, com os graves bem presentes como se quer quando o assunto é death metal moderno. No entanto, onde este "Human Machine" se espalha um pouco ao comprido é em faixas como "Over That Game" e "Lies" onde as duas são bastante similares - isto numa primeira audição claro. Este é um sentimento que vai crescendo conforme o álbum avança e que impede que se consiga distinguir umas faixas das outras.

Ou seja, faltam dinâmicas. Mesmo uma música com "The Last Dance" onde existe claramente uma abordagem diferente, essa sensação de mais do mesmo parece estar sempre presente. Chugga-chuggas constantes, guturais e um baixo e bateria ligados como se fossem siameses poderá ter sido a fórmula de sucesso para muitos músicos, mas a avaliar pelo sentimento que fica após a audição dos "Human Machine", não será certamente o caso. Falta aqui qualquer coisa, qualquer coisa além dos lugares comuns de estilos ou bandas que já fizeram sucesso no passado.

Nota: 5/10

Review por Fernando Ferreira