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Frontiers Records, here we go again. Provavelmente correndo o risco de nos repetirmos até à exaustão, já sabemos que a maior parte das propostas da Frontiers vem na onda do AOR. Já sabemos que o AOR transpira azeite como a dinamite transpira nitroglicerina. Já sabemos também que grande parte destes projectos e bandas lançadas pela editora italiana tentam recuperar tempos idos da década de oitenta, seja por já terem vivido nessa era, seja por desejar terem vivido, pelo que este Find Me soa em muitos aspectos como mais do mesmo.

Assim temos as referências de sempre – Journey, Night Ranger, Toto e afins – tudo com músicas de alta qualidade, produção impecável e sem o mínimo de defeito a apontar, sendo esse provavelmente o seu maior problema. Soa tudo bem demais, tudo certinho e bonitinho, onde se sente que não se arrisca nem um milímetro. Se por momentos se sente que não é necessário arriscar nada com músicas como “Nowhere To Hide” que tem um refrão do mais pegajoso que pode haver, por outro lado, ao ouvir um tema como “Let Love Rule” e/ou “Dark Angel é impossível não ficar um pouco enfadado. Mesmo que sejam bons temas do estilo.

Fica-se dividido entre aquilo a qualidade evidente das músicas e o facto de nos soarem apenas versões diferentes de músicas que já conhecemos há muito tempo. Pegando naqueles ritmos pré-fabricados que os órgãos têm e que se pode tocar por cima. No final deste disco é o que se sente que se tem aqui, uma série de músicas pré-fabricadas, que respeitam um série de predisposições específicas. É difícil que um trabalho assim vingue. Mesmo que não tenha praticamente nenhum defeito no estilo em que se insere.


Nota: 5/10

Review por Fernando Ferreira