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Os The Arcane Order impressionaram nos dois álbuns lançados pela Metal Blade na década passada, mas depois desapareceram do mapa. Sete anos depois, ei-los de volta, desta vez na Massacre Records. Durante tanto tempo seria de esperar (ou mais temer) que o seu som bombástico tivesse mudado em algo. Felizmente não é o que podemos ver e ouvir neste "Cult Of None", o terceiro álbum da banda. A sua forma muito própria de death/thrash metal progressivo continua viciante como tudo, senão ainda mais potente. Talvez progressivo não seja o melhor termo, mas a verdade é que se falarmos em apenas death/thrash, estamos a passar muito ao lado do que realmente se passa aqui. Progressivo não por ter quase todás músicas com mais de sete minutos, mas porque há sem dúvida uma progressão a nível de composição em cada uma das músicas, inclusive "Exo Reign", uma das mais directas e mais curtas (com pouco mais de cinco minutos e meio).

Ao começar com um épico gigantesco como "Reviver", a banda não só prova a sua confiança na música em questão , como no próprio álbum. E essa confiança revela também sabedoria, porque para as pessoas que gostam deste estilo de música - forte mas desafiante ao mesmo tempo - basta a primeira música para ficarem completamente fisgados. Mesmo que sejam totalmente desconhecidos. Em termos individuais, o trabalho de bateria e guitarras acaba por ser aquele que mais sobressai mas será injusto destacar qualquer que seja os seus elementos, já que os The Arcane Order surgem aqui completamente coesos. Só dessa forma é que faixas como "Ahab", "Void Maker" e "Waves Of Trance" podem soar tão bem.

A maneira como podemos avaliar e distinguir um bom álbum de um excelente álbum não é bem pela força individual das suas músicas e sim pelo conjunto global e nesse aspecto, "Cult Of None" é um álbum fortíssimo, excelente até. Não existem momentos fracos, não existem fillers. O seu único problema, se é que é um problema, é o facto de ser difícil de absorver tudo de uma vez só. São necessárias muitas audições para que se consiga apreciar todo o seu verdadeiro potencial. Outra coisa que poderá efectivar-se como dificuldade é o facto de haver uma dinâmica reduzida, que apenas se sente com a "Faith Eater" - pelo menos durante algum tempo. Quando a intensidade é tão alta durante quase uma hora, o ouvinte poderá sentir-se como algo esgotado no final. Ainda assim, é coisa para se voltar a passar por tudo novamente quando atingido esse ponto.


Nota: 8.9/10

Review por Fernando Ferreira