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Há já algum tempo que não nos surge um trabalho de rock progressivo com uma sensibilidade tão alta como esta. É de tal forma que até temos alguma dificuldade em chamar “rock” a “Music For Wastelands” embora o “progressivo” seja definitivamente algo que é. E não é uma questão de géneros porque se pendêssemos para o art rock, também teríamos dificuldade no mesmo ponto e assumiríamos que o “art” era um ponto inconfundível. Os Ossicles não são britânicos nem suecos embora seja um pouco as duas nacionalidades que parecem transparecer ao longo destas catorze faixas que compõem “Music For Wastelands”. Composto por um duo norueguês que dá conta de todos os instrumentos aqui contidos – e que ao chegarmos ao segundo tema, “Darkroom” já se dá conta que são muitos.

A qualidade das músicas é inegável, seja pelo potencial melódico, seja pelo teor melancólico, embora também tenhamos que admitir que o potencial para colocar em coma os menos preparados também é enorme. Falta um pouco de sangue na guelra, mas também é ingrato dizer algo deste teor porque a identidade da banda é esta mesma – estando já muito bem definida ao segundo álbum. Depois outro problema é a duração. É um álbum enorme, que parece durar eternamente, dando a sensação de que ouvir este álbum é o equivalente a ler “Guerra e Paz” em menos de oitenta minutos. Parece demasiado para uma pessoa e em parte até é. No entanto, há algo que nos faz atrair de volta a este álbum.

Poderá ser um desejo masoquista compulsivo ou poderá ser que a genialidade que contém chega-nos através do subconsciente. Seja como for, este não é um álbum recomendado para quem gosta de metal e para os que gostam de rock progressivo, nem todos poderão chegar até temas como “The Red Heart” e “Pandemonium” e conseguir ouvi-los por inteiro ou pelo menos manter a concentração no que estão a ouvir sem cair no mais profundo sono. Indicado aos mais corajosos, fazendo a ressalva de que após uns anos, a música aqui contida pode ser considerada genial – nunca se sabe.


Nota: 6.5/10

Review por Fernando Ferreira