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Aaaargh! Podemos dizer “Aaaargh”? Só mais uma vez: Aaaaaargh! Peguemos no metalcore/deathcore/emorcore/raiospartacore ou no djent ou no facto de algumas vezes não existir grande diferença entre os elementos de uns e de outros e coloquemos o nome Atena ao barulho. A avaliar pelo nome, até poderíamos ficar esperançosos. Ora aqui está uma designação de qualidade, sonante, cativante e que não tem o tamanho de um paragrafo. Claro que o nome do álbum fica com esse mérito, mas antes assim, nomes de álbuns enormes do que bandas. Conforme a horrível intro “Affair” começa a soar, começamos a dizer mal da nossa vida. Com “Divorce” percebemos que um nome é apenas um nome e que não nos salva da morte choque musical.

Se calhar o dramatismo é demasiado exagerado, confessamos. A dita faixa, até consegue ter uma certa atmosfera tenebrosa, mas aqueles arrotos de máquina de colocar caricas nas garrafas de Coca-Cola que surgem aqui como ritmo são a coisa mais irritante desde que o mundo ocidental viu desde que o Donald Trump se assumiu como candidato à presidência dos E.U.A. e que tem apoio popular o suficiente para que não se considere uma brincadeira de mau gosto. O resultado directo para este tipo de… solução é que, usada em quantidade superior a dois, torna-se brutalmente aborrecida, além de parecer que as músicas são todas iguais.

O pior é que além da suspeita, fica quase a certeza de que as músicas são todas iguais e de que apesar de serem apenas vinte e seis minutos de música, não ameniza a dor que é ouvir isto tudo de seguida. Mesmo tentando ser imparcial e dar a mão à palmatória, entendendo de que este tipo de sonoridade poderá agradar aqueles que gostam deste estilo, terá que se admitir de que “Shades Of Black Won’t Bring Her Back” está demasiadamente ligado a uma série de lugares comuns que todos já vimos (demasiadas) vezes noutros locais e de forma bem mais inspirada. A evitar.


Nota: 2/10

Review por Fernando Ferreira