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Com “Arms Of Strangers”, principalmente o seu início, poderá ficar-se com a ligeira sensação de que se está de volta ao final da década de oitenta. O que para os saudosistas deve ser fantástico, embora se formos a falar de apetência para o retro, neste momento as coisas andam mais para os lados da década de setenta do que propriamente a década de oitenta. E é mesmo o caso de saudosismo porque “Evil Undertow” grita ao passado como se ele estivesse ali ao lado – e este passado está cada vez mais longe – e poderá ter algumas dificuldades em conseguir agradar à generalidade dos apreciadores de música pesada.

Com a referida primeira faixa deste trabalho, o sentimento descrito atrás é fortíssimo, embora nos faça lembrar uma outra banda que o referido sentimento poderá não preencher: Royal Hunt, nitidamente mais contidos nos teclados. De qualquer forma, e comparações aparte, é um tema que nos faria esperar ser oriundo de qualquer parte do mundo, menos da Finlândia. Remete-nos mesmo para o imaginário mais glam norte-americano, mesmo que não sofra das maleitas ou limitações comuns ao estilo. Independentemente de tentar dissecar o estilo, o que temos é algo que se ouve muito bem.

Temos refrões apelativos, solos de bom gosto, arranjos de teclados à la eighties, uma voz também reminiscente desses tempos e uma aura geral que nos faz pensar nos momentos mais clássicos de bandas como Rainbow, Alcatrazz e os próprios Royal Hunt. Algumas das melodias tornam-se fortes dentro do ouvinte logo à primeira, como se já as conhecêssemos, carregando nos botões certos da nostalgite aguda dentro de cada um de nós e não abusando desse “truque”. É um álbum que os apreciadores da facção mais melódica do hard rock definitivamente gostarão sem qualquer problema. Se não for à primeira audição, será certamente à segunda.


Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira