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Lembram-se dos Dimmu Borgir? Ali por alturas do “Enthrone Darkness Triumphant” ou, máximo dos máximos “Spiritual Black Dimensions”? É por aí que esta estreia dos Images At Twilight se baseia. Se juntarmos Bal-Sagoth por alturas do "Black Moon Broods Over Lemuria" e os primeiros trabalhos de Anorexia Nervosa, a comparação fica perfeita. Traduzindo para quem não conheça os álbuns ou os grupos em questão, temos black metal vitaminado praticamente afogado em pistas de teclados. Pela descrição já deverão ter notado de que se trata de um problema. Não é um problema muito grave mas é efectivamente um problema.

A questão acaba por ser o facto das músicas serem demasiado bombásticas. Demasiado..."muita-coisa-a-acontecer-ao-mesmo-tempo". Também têm um pouco um sindrome "S & M" dos Metallica, onde por vezes as orquestrações e as guitarras, baixo e bateria parece que não se conjugam da melhor forma. Juntando isso ao facto das faixas, exceptuando pela "Created To Destroy" (que também é um interlúdio instrumental e orquestral), serem todas superiores a seis minutos, estão reunidas as condições para que se tenham um daqueles álbuns que ainda não chegou a meio e já se está cansado. Tendo ainda em conta que são sessenta e oito minutos de música, o tempo começa a passar mais devagar enquanto estamos a ouvir "Kings".

Acrescentando o facto de que se trata de um álbum onde temos, aparentemente, duas histórias. O curioso é que os diversos capítulos, de ambas as histórias, surgem misturadas e por ordem diferente. Ou seja, sabemos que neste tipo de música, é complicado seguir qualquer história que seja, mas pelo menos poderíamos fingir que estávamos a seguir a narrativa. Verdade seja dita que musicalmente dificilmente existe qualquer distinção entre as diversas faixas. Apesar da riqueza inegável da música, torna-se difícil de apreciar em todo o seu esplendor sendo demasiado para que o ouvinte se consiga inteirar de uma vez só. Não fosse o facto de ser algo cansativo, poderia ser um ponto positivo. Neste caso, falta ligeiramente a paciência para se conseguir apreciar na totalidade.

 
Nota: 6/10

Review por Fernando Ferreira