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Quem é Nuno Canavarro? Poderá ser parvo (e é, definitivamente!) mas muitos dos nossos caros cidadãos de nacionalidade portuguesa não saberão de quem se trata. Se soubessem, ficariam cheios de orgulhos. Este álbum, “Plux Quba” foi lançado originalmente em 1988, tendo direito a duas reedições, em 1998 e em 2005, sempre esgotando. Agora a Drag City, pega mesmo nessa reedição a cargo da Moikai, e disponibiliza-a para um novo e (espera-se) para um mais alargado público. Curiosos? É impossível não ficar após isto, não é?

É certo que o underground da música electrónico é pródigo em coisas deste género, principalmente no final da década de oitenta. Pequenos tesourinhos que são muito fáceis de ficarem esquecidos no tempo e no entulho. Felizmente existem aqueles que não se permite a tal mesmo que se considere como alguma surpresa para alguns dos nossos leitores que se tivesse uma obra destas no nosso histórico – e que a notícia da existência o mesmo surge-nos do estrangeiro! Ora tendo em conta a toda a esquisitice que já ouvimos neste novo milénio – nem falamos da esquisitice que nos surgiu no final do milénio – isto até pode parecer algo banal, no entanto, é uma obra que merece todo o nosso respeito. E chega-se a esta conclusão não muito tempo após de ouvir “Plux Quba”.

Com alguns apontamentos de noise, que são de uma ingenuidade mas ao mesmo tempo genialidade pura, temos outras peças (como a “Wask” e a claustrofobia da “O Fundo Escuro De Alsee”) que nos mostram o que era o ambiente muito antes de se falar de forma tão aberta deste género – não é um género comercial mas é inegável que hoje em dia há uma maior abertura por parte do público a este tipo de projectos mais experimentais. É um álbum que se torna viciante pela forma como flui e como nos transmite vários moods, sem estar propriamente ligado aos lugares comuns do estilo. Para um trabalho de 1988, não está na mal. Nada mal mesmo. Uma boa oportunidade de agarrar um pouco da história da nossa música experimental.


Nota: 8.5/10

Review por Fernando Ferreira