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Há que dizer as coisas como elas são, e "Under The Red Cloud", o mais recente disco de Amorphis não traz nada de substancialmente diferente daquilo que esta banda nos começou a dar, desde que Tomi Joutsen entrou no barco no já distante Eclipse de 2006. E se em 90% das bandas isto já começa a ser motivo de alarme, em relação aos Amorphis, a banda continua a apresentar uma forma e frescura musical invejáveis.  

"Under The Red Cloud" é então a prova do quão confortável os Amorphis se sentem hoje em dia com esta sonoridade, que no fundo acaba por ser única, e o testemunho taxativo da enorme personalidade que 23 anos de carreira e 12 discos construíram e cimentaram. Mas que não se pense que "Under The Red Cloud" seja uma cópia de "Circle", ou que a sensação de deja vu será recorrente durante a audição destes 10 temas. Para já, desde "Elegy" que não estávamos na presença de um disco de Amorphis com um tal número elevado de faixas com a presenças de vozes mais extremas, e de certa forma este acaba por ser um disco um pouco mais pesado que o supracitado "Circle". Atentem por exemplo em "The Skull ou The Four Wise Ones" e vejam o quão influente é ainda a costela death metal dos Amorphis.

Por outro lado, estamos na presença também de um disco com uma componente folk bem mais vincada quando comparado com os trabalhos anteriores, um facto a que não é alheio a participação do convidado Chrigel Glanzmann dos suiços Eluveitie nos instrumentos de sopro.

Factos que fazem de "Under the Red Cloud" um dos mais diretos e orelhudos discos compostos por Esa Holopainen e companhia, talvez até mais do que Skyforger ou Eclipse. Bad Blood (com um daqueles leads mágicos de guitarra), Death of a King ou Sacrifice por exemplo, para além de serem temas do agrado de qualquer fã de Amorphis, são bons exemplos de melodias que irão ficar na cabeça por algum tempo.

No entanto, e de certa forma como consequência disso, a grande questão que fica no ar após algumas audições de "Under The Red Cloud", é mesmo o prazo de validade destes temas. Embora sejam extremamente disfrutáveis, carecem um pouco na substancia, sendo quase tudo de fácil apreensão, mesmo quando os Amorphis tentam impor algum experimentalismo, como é o caso de "White Night" ou uma vez mais "The Skull".

Mas este é um disco que vale por si, e que mesmo não sendo o mais carismático dos discos de Amorphis, irá sem dúvida conquistar o seu espaço na discografia da banda, bem como do seu setlist ao vivo.

Nota: 8.6/10

Review por António Salazar Antunes