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Começar um álbum com algo a dizer "Intro" já é um chavão tão gasto que por vezes até apetece não só saltar como apagar - reza a lenda que aquando do split dos Overdose com os Sepultura onde o lado dos últimos continha o mítico "Bestial Devastation" que o pessoal riscava o lado dos Overdose. Aqui, o que nos referimos é algo no mesmo género - mas felizmente não é o caso, já que esta "Intro" é de uma serenidade hipnótica que apetece até que a mesma não avance. Mas como nada na vida é estanque, lá vamos parar ao primeiro tema a sério, "Cocoon", que nos prova que a intro era realmente apenas uma intro.

Construindo a base do tema lentamente - ninguém tem pressa, para andar a correr já basta o dia-a-dia - mas com um sentido arrepiante de melodia, "Cocoon" vai crescendo com uma capacidade invejável de impressionar. E depois de entrar a voz, mais ainda se nota esta capacidade. Juntando elementos tanto de ambient, como de progressivo como de pós-rock (aliás, esta é uma descrição que serve para todo o álbum e não só para "Cocoon" em particular) os temas parecem ter vida própria que a qualquer momento podem desatar a correr, ou melhor, a voar. Onze minutos de puro prazer auditivo.

Puro Prazer Auditivo.

Pode parecer um chavão mas a forma como a a banda consegue misturar de forma subtil tanta coisa diferente - peso, melodia, sensibilidade, melancolia, técnica, habilidade musical, letras inteligentes - só poderia dar em algo assim. São setenta e cinco minutos que são obrigatórios a todos os fãs de música progressiva. Curiosamente um dos pontos de destaque é mesmo a voz, que dá ainda mais vida às músicas (mais que vida, dá alma) e que nos lembrar Maynard James Keenan dos Tool. Uma mistura que se revela vencedora em mais de setenta e cinco minutos de música. Um segundo álbum que é obrigatório conhecer para os fãs de música progressiva.


Nota: 8.8/10

Review por Fernando Ferreira