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Até dá gosto ouvir um pedaço de negritude (in)humana como este. Apesar das demos editadas desde 2008, apenas em 2015 os noruegueses chegam ao seu primeiro álbum. A sua proposta é típica, pelo que se tivesse sido lançado em 1995, não ficaria desfasado, o que decerto agradará muitos dos nossos leitores, que têm uma certa nostalgia por essa época. Curiosamente, nem só à década de noventa remonta “My Soul Will Be Damned Forever”. Se pegarmos no tema-título, temos um feeling à la King Crimson que nos soa muito bem, fruto dos teclados que surgem de forma extremamente inteligente.

Por outro lado, este tipo de coisa poderá irritar quem nunca gostou deste tipo de coisa ou quem gostou mas “evoluiu” para além desse. Para esses, temos o pressentimento que a banda está-se bem a borrifar. É este tipo de lançamentos que nos passa a ideia de que as bandas fazem o que querem fazer e estão-se bem borrifando para com aquilo que os outros dizem. Em termos de conteúdo, não é nada de extraordinariamente diferente de tudo aquilo que já vimos e ouvimos antes, mas a paixão com que é feito, faz com que se destaque da concorrência.

Poderá ser difícil a banda subir um pouco na escada do reconhecimento, até porque existem nomes fortíssimos que mesmo não apresentando trabalhos com valor no presente, vivem às custas de um passado cada vez mais longínquo, mas no que diz respeito aos Dauden, temos aqui a prova de que a banda, continuando a apresentar músicas com a qualidade de “With No Presence Of God” e “Suicidal Seduction”, tem tudo para ter muito sucesso no que ao underground diz respeito. Lá diz a sabedoria popular, “água mole em pedra dura, tanto bate que tanto fura”. Esta água não é mole mas gélida. Bem gélida.

Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira