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Qual o sentido de um nome de banda como Endless Recovery? A recuperação interminável. Seja para que banda for, é um nome que não lembra ao diabo. No caso dos gregos que chegam com este “Revel In Disguise” ao segundo álbum, tal também perde importância já que a banda até se poderia chamar de Tia Anica do Loulé que o seu thrash/death primitivo continuaria a soar devastador. É simples? É. É pouco original? Claro. É daqueles álbuns que qualquer fã de thrash metal não tem dificuldade em ouvir? Absolutamente.

Tem um feeling bem metal que não está só evidente nos riffs a rasgar ou nos solos cheios de paixão metaleira, mas em todo o seu conjunto e é daí que também advém a sua simplicidade, do cumprir, não como um frete mas sim como um prazer, a todas as condições necessárias para se ter um álbum de metal tradicional – mesmo que tenha alguns pontos que foque mais as raízes da música extrema do que propriamente do heavy metal tradicional, havendo uma aproximação à santíssima trindade teutónica do thrash metal (Sodom, Kreator e Destruction) mas a conseguir dominar os seus instrumentos um bocadinho melhor.

Assim sendo temos um álbum que de certeza que apelará a todos os nostálgicos das sonoridades mais extremas embora também poderá não impressionar aqueles que já ouviram músicas como “Reaping Fire”, “Trapped In a Vicious Circle” e “Blood Countess” de mil e uma maneiras e feitios, com outros nomes e através de outras bandas. Ainda assim, a diversão para quem não é tão exigente é garantida e realmente aquele toque de metal tradicional dá uma classe que pode fazer toda a diferença, neste caso para positivo, quando houver comparações com outras bandas do género.


Nota: 7.6/10

Review por Fernando Ferreira