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A forma mais rápida de se provocar uma dor de cabeça terceiros é colocar nos ouvidos de alguém que esteja a dormir uns auscultadores e coloque a rasgar a primeira música deste "Plethora", "La Terreur D'Exister". Ou uma dor de cabeça ou um ataque cardíaco. Imaginem os The Dillinger Escape Plan a tentar tocar jazz dissonante, de olhos vendados e de pernas para o ar numa montanha-russa e provavelmente seria isto que iriam ouvir. Mathcore não é dos géneros mais fáceis de ouvir, nem tão pouco é daqueles que mais atenções geram - e quando o faziam era porque era moda, felizmente já não é - mas isto é ridículo.

Aquela primeira música condiciona por completo a audição do resto do álbum - apenas os mais corajosos avançam depois daquilo e não é dizer que o que vem depois é melhor, mais contido ou menos alucinado (como queiram ver a coisa). A sequência "The Balance", "Rage Noir" e "Two Mountains" junta death metal, mathcore, noise (aliás, a "Rage Noir" é um jogo de feedback de guitarra. Dois minutos... de feedback de guitarra) e outras coisas que não são muito fáceis de descrever. Não existem dúvidas em relação à capacidade técnica da banda francesa, mas agora a capacidade de escrever músicas que se consigam ouvir... Apenas uma se aproxima desse ponto: "Tropique Du Cancer".

Provavelmente "Plethora" está a ser mal interpretado da nossa parte, mas mesmo admitindo isso, é impossível não sentir que este álbum soa como uma espécie de exercício de masturbação técnica do que propriamente uma obra para se apreciar. É tudo uma questão de gosto e para quem goste mesmo muito (mas mesmo, mesmo, mesmo muito) de mathcore, poderá encontrar aqui razões para dar algumas audições, mas sabemos que para o resto da humanidade, o caos aqui apresentado acaba por soar desprovido de sentido e até pretensioso, mas provavelmente seremos nós que não temos capacidade para atingir este nível de brilhantismo.


Nota: 3.5/10

Review por Fernando Ferreira