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Crematory. Uma banda que já passou por tantas transformações, se tivermos em conta os seus primórdios, que até nos esquecemos que ela ainda existe. Isto sem querer ser demasiado desrespeitoso para com o legado e fãs da editora, onde nos podemos incluir também. O que é certo é que desde os tempos mais death metal, até para a transformação/passagem para paisagens mais góticos até ao que temos actualmente, uma espécie de mistura entre as sonoridades góticas e as electrónicas, onde o death metal fica apenas (e com alguma boa vontade) entregue à voz do amigo Félix que já não tem uns grunhos tão profundos como antes.

No entanto, “Monument” não iria trazer nenhuma novidade nesse ponto. Não era expectável que a banda voltasse agora ao som de vinte anos atrás (ou mais) por isso, ao décimo terceiro álbum temos precisamente aquilo que esperávamos ter. Melodias contagiantes e fáceis, filhas bastardas de música de dança do final da década de noventa, quase sempre com o peso relativo da distorção a acompanhar por trás. Também temos a gozada pura que nos surge em faixas como “Ravens Are Calling” e que também trazem consigo um certo cheirinho a déjà vú, cheirinho que acredito que seja mais agradável para uns do que para outros.

É um álbum previsível e sem grandes novidades que acaba por ser indicado sobretudo aos fãs do género algo específico da banda alemã. Alguns temas são catchy, ou pelo menos, a grande maioria dos mesmos, no entanto, o principal problema é eles não permanecerem muito tempo já que se compararmos com aquilo que a banda anda a fazer desde 2004, parece que saiu tudo do mesmo saco. E aquilo que acaba por irritar um pouco é o facto de ter havido uma revolução na formação, em que tivemos novos guitarristas e que um deles também é o novo vocalista de vozes limpas. É a típica expressão “The More Things Change, The More They Stay The Same”…


Nota: 6/10

Review por Fernando Ferreira