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Élasse! Quando as vozes da "We Are Invincible" entram em campo parece que temos uma série de bandas diferentes na mesma. Uma espécie de Tim "Ripper" Owens bruto da garganta misturado com Henning Basse (ex- Metalium, actualmente nos Firewind e outras bandas) que nos faz pensar se esta é mais uma ópera rock em que temos uma série de vocalistas diferentes a participar nas mesmas faixas. Mas não, é mesmo o primeiro álbum auto-intitulado dos canadianos Demise Of Crown. A banda surge com um power metal vitaminado cheio de raça que é difícil ignorar. Quer-se dizer, para quem gosta da coisa pelo menos, obviamente.

Com o dito tema, tem-se uma potência assinalável, não só a nível vocal mas também no inspirado trabalho de guitarra - e isso acontece um pouco por todo o álbum - o que faz com que algumas escorregadelas acabem por não ser tão sentidas como seriam em ocasiões diferentes. "Human Denial" por exemplo, tem lá uns tiques modernos a lembrar Godsmack afins que seriam algo dispensáveis, no entanto, esses momentos nunca se prolongam durante muito tempo e a verdade é que a banda coloca sentido no termo power, mesmo quando embarca num especíe de balada (ou power ballad) como a "Save Me".

Mesmo para os fãs do género, a banda canadiana poderá surgir como algo estranha e extrema, com as vocalizações de Darren Beadman a soar algo extrema por vezes (nada contra, apenas há pessoal sensível a isso) e com algumas músicas a resultarem de forma estranha (um bom exemplo é a "Sides Of The Wave). Mas que não existam erros, as músicas resultam mesmo. "Demise Of The Crown" é a estreia de uma banda de power metal que é tudo menos convencional. Só o tempo poderá provar se isto será uma excepção ou se a banda ainda nos vai surpreender mais vezes no futuro. Cheira-nos que sim.


Nota: 8.3/10

Review por Fernando Ferreira