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Prometo que não me vou queixar de álbuns com menos de meia hora. Prometo que não me vou queixar de álbuns com menos de meia hora. Prometo que não me vou queixar de álbuns com menos de meia hora. Já começámos? Ah, peço desculpa. Estamos então aqui reunidos para levar um enchoval de porrada cortesia dos canadianos Wake que se movem pelos terrenos do grindcore e ocasionalmente metem o seu pezinho no death metal e têm um ambiente (e por que não riffs) de black metal. São oito temas em menos de vinte minutos (prometo que não me vou queixar de álbuns com menos de meia hora) que passam num instante, mas deixam uma sensação de devastação no final.

Se "Sowing The Seeds Of a Worthless Tomorrow" fosse um desastre natural, seria sem dúvida um furacão, a levar tudo à frente. As temáticas de crítica social são as habituais pela banda canadiana (quem não os conhecia, além deste trabalho tem outros dois de... longa duração [prometo que não me vou queixar de álbuns com menos de meia hora]) o que é exactamente o que esperamos e queremos. A produção e mistura de Joel Grind (dos Toxi Holocaust) é crua, cheia de gravilha mas ainda assim poderosa, captando na perfeição a essência das músicas.

Quando se fala em grindcore pensa-se em bandas como Napalm Death no início de carreira, Brutal Truth ou Nasum, no entanto as limitações do estilo só estão nos ouvidos de quem não o percebe ou nas bandas que insistem em copiar-se e a fazer trabalhos desinspirados. Não é o caso dos Wake. Se o álbum passa num instante (prometo que não me vou queixar de álbuns com menos de meia hora) e isso for um ponto negativo (prometo que não me vou queixar de álbuns com menos de meia hora), só temos a dizer que é possível ouvi-lo três vezes seguida e ainda assim não ficar satisfeito, no entanto, também não ficar enjoado. E isto é algo que não acontece todos os dias.


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira