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Black metal ambiental poderá ser considerado o black metal dos mariquinhas mas quem diz isso é preconceituoso e não percebe lhufas daquilo que é música. É certo que o género esteve parcialmente na base daquilo que entendemos como pós-black metal e que como todas as pragas musicais, parte sempre de algo bom, no entanto não devemos generalizar (ou não deveríamos nunca). Da Escócia chega-nos Fuath, uma one-man-band que ter por trás Andy Marshall, o génio (qualificação mais que justificada pelo seu trabalho) responsável por SAOR.

Com Andy Marshall a coleccionar one-man-bands como o Donald Trump parvoíces, ficamos na dúvida se este projecto realmente se justifica. Não é preciso ouvir muito destes quatro temas para chegarmos à conclusão que sim. Com uma abordagem mais minimalista e repetitiva mas igualmente intensa. O apelo melancólico também é superior ao que encontramos nas outras entidades do músico, o que perfaz uma fórmula que apesar de ser longe de ser nova, não deixa de ser eficaz.

Quatro longos temas, todos a rondar os dez minutos de duração, este é um trabalho que poderá irritar aqueles que gostam de coisas mais efectivas, mais directas. Também poderá irritar pelo uso da repetição, no entanto, a forma como sentimos “I” é como se fosse um mantra musical. Por cada música temos uma melodia que se destaca e é destacada até à exaustão e é uma melodia sempre a apelar à melancolia épica, no entanto, não chegando propriamente a cansar porque acaba por embalar o ouvinte e transportá-lo numa viagem pelo seu próprio interior.

Muito espiritualismo? Talvez, mas porque é que a música não deve ser uma experiência espiritual?


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira