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Poderão pensar logo “que raio de nome é este, afinal?” que não vos ficámos a olhar de lado. Foi exactamente o que pensámos também. A banda norueguesa parece uma reciclado de Celtic Frost do novo milénio, mais javardo e com menos cuidado nos arranjos, havendo aqui o inevitável “OUGH!” a surgir volta e meio no início das músicas. Antes de mergulhar nesta reedição dos dois últimos álbuns e na profunda questão se a reedição se justifica ou não, vamos lá mergulhar nas águas turvas desta banda norueguesa.

A banda tem toda uma aura punk tingida a black metal e sludge (incrível as coisas que chamamos de sludge hoje em dia e que antes era simplesmente Celtic Frost) que não corresponde à sua imagem – o que por um lado é refrescante – e essa aura, traz-nos dois álbuns particularmente diferentes. “Snakereigns” é um monstro de punk metalizado a lembrar um cruzamento como se tivéssemos os Celtic Frost a procriar que nem uns animais com os Misfits, com direito a arrastamento ameaçador e tudo na “We So Heavy”.

Já “Night Jerks” é um bicharoco diferente principalmente por se tratar do primeiro álbum após a lesão de BlackRace que foi o guitarrista da banda e passou para os teclados por estar incapacitado para tocar guitarra. Apesar da aura negra e podre continuar bem presente, temos algo mais que quase que transforma em algo new wave e industrial – como “Rose Crux” e o épico exagerado “Cosmic Wynter” comprovam. Ouvir estes dois álbuns seguidos é surreal porque chega a uma certa parte de “Night Jerks” que pensamos estar a ouvir uma qualquer compilação de som da vanguarda obscuro e não a mesma banda.

O melhor será mesmo ouvir os trabalhos em separado, é o caso típico em que menos é mais. A nota terá de reflectir obrigatoriamente a soma dos dois. Pelo texto acima não difícil perceber onde está o desequilíbrio.


Nota: 6/10

Review por Fernando Ferreira