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É fascinante ver a forma como os Wormed conseguiram passar para um estatuto de coqueluches do death metal técnico em pouco tempo. O seu primeiro álbum lançado há mais de dez anos atrás impressionou mas foi com “Exodromos” em 2013 (precisamente dez anos após o lançamento da estreia “Planisphaerium”) que as águas se começaram a movimentar definitivamente. E também foi graças a esse segundo álbum que as expectativas para este terceiro – o tal – eram mais que muitas. Nestes casos a questão é sempre se as expectativas são ou não correspondidas.

Podem ficar descansados, quem estava apreensivo.

Para todos aqueles que tinham ficado hipnotizados pela fórmula própria de death metal bruto e técnico da banda espanhola, tem aqui mais trinta e quatro minutos (e uns trocos) de música onde o género é muito bem tratado, principalmente comparando com o beco sem saída criativo que muitas entidades se encontram irremediavelmente presas. Aqui, graças também ao conceito da banda, temos uma abordagem que não deixa de ser refrescante, apesar de, neste álbum em específico, se sinta por momentos que não seja tão imediato como o anterior for.

Mas isso é bom certo?

Afinal, estamos a falar de (death) metal e não de pop que tem que ser consumido por milhões de ovelhas acéfalas por esse mundo fora. E como tal, se temos um álbum de death metal técnico, bruto todos dias, que não nos entra à primeira, por inteiro pelo menos, então esse é um excelente sinal. A questão é que mesmo que “Krighsu” não entre à primeira, consegue-nos cativar e intrigar o suficiente para que nos faça repetir constantemente as audições. E sim, continuamos a falar de death metal bruto e técnico. O vício instala-se e a banda consegue surpreender ao não fazer exactamente aquilo que se esperava, o que só nos prova que para se ser criativo “só” é preciso ser genial.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira