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Virus não é para toda a gente. É o seu próprio mentor que o diz e acreditamos que o diz de forma sincera e sem (muita) arrogância. As dissonâncias e a aproximação a estruturas próximas do jazz fazem com que seja algo difícil de ouvir. Pelo menos foi assim até ao momento, nos três álbuns anteriores e as expectativas mantém-se iguais para este quarto trabalho. Expectativas essas que não saiem furadas. Apesar da ligação a Ved Buens Ende, a banda de culto black metal avant-garde, esses dias já estão bem encerrados, isto nas palavras de Czral, vocalista, guitarrista e principal força motriz da banda.

Não é preciso muito de "Memento Collider" para perceber isso, assim como não é preciso muito para perceber que é um trabalho muito difícil de apreciar, isto para o metaleiro comum. Imaginem uma banda de black metal que juntem riffs dissonantes, com estruturas complexas e pouco usuais indo buscar tanta influência a Voivod como a trabalhos de puro jazz. Estão a imaginar? Agora tirem-lhe a distorção. Assusta, não assusta? A distorção faz com que se consiga suportar muita coisa, principalmente estruturas complexas e riffs dissonantes arraçados de Jazz.

Sem rede (isto é, sem distorção), este álbum é um verdadeiro desafio, ao qual não é impossível de gostar. Leva trabalho, é exigente para com o ouvinte mas há por aqui uma certa aura de hipnose que nos vai agarrando faixa após faixa, não ficando nenhuma música em particular - o grande defeito do trabalho - até porque há todo um sentimento que é transversal ao álbum. Poderá irritar imediatamente aqueles que gostam de coisas mais directas assim como deixará maravilhados todos os outros que apreciam música de difícil acesso e desafiante. Em relação a este trabalho específico, estamos no meio, embora tenhamos que confessar, que realmente prende.


Nota: 5/10

Review por Fernando Ferreira