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Krautgaze. É uma grande ideia para um género. Nos dias em que correm, qualquer boa ideia tem que ser realçada, não vá perder-se no meio da mediocridade que nos rodeia e cerca por todos os lados. Assim sendo, temos o espírito shoegaze aliado ao típico krautrock que fez furor no final da década de setenta e início da década de oitenta, ou seja, na prática, é como se voltássemos à decada de oitenta mas com a sensibilidade do shoegaze que só se foi aprimorando anos depois, na década de noventa. E é inevitável não se pensar numa série de nomes conforme se ouve temas como "Do Or Die" - tão new wave que poderíamos jurar que tinha sido gravado em 1980.

No entanto não é apenas deste sentimento que a banda vive, como já dissemos, junta aqui outras sensações, tais como um rock mais moderno que desponta aqui e ali em temas como "Intuition Unbound" enquanto outros até nos apontam para sonoridades mais progressivas e/ou ambientais com apontamentos electrónicos (as "To Vanish", "Kirwani" e "Kirwani II" que encerram o disco, são excelentes exemplos), uma mistura que poderia fazer de "Cascades" uma manta de retalhos disconexa mas que na realidade resulta numa identidade quase irresistível.

Teremos que confessar que "Cascades" dificilmente agradará à maioria dos nossos leitores e mesmo aqueles com horizontes mais abertos terão que ter um pouco de nostalgite aguda que o permita não adormecer com temas mais compassados como "Rush" e "Deep Purple Rain". A simplicidade não tem idade e a eficácia de certos sons é transversal a qualquer época. A banda vai buscar várias referências a várias épocas e consegue criar não só um trabalho actual como um que continuará assim daqui a muitos anos. Viciante e intrigante. Não necessariamente por esta ordem.


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira