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A Metal Imperium teve a oportunidade de falar com Rusty Brown, vocalista dos Electric Mary, nas vésperas do próximo concerto da banda nosso país, a realizar-se no próximo dia 9 de Outubro, na Cave 45 (Porto). 

M.I. - São oriundos da Austrália e entram numa digressão europeia que só envolve três países, Portugal, Espanha e França. Qual a razão?

Há um par de anos que não tocámos nesses sítios e em Junho planeamos regressar e fazer outros países.


M.I. - E estão agora a lançar um disco ao vivo, gravado em Espanha… Porque é tão importante a Espanha?

Desde o dia em que pusemos os pés em Espanha, para o nosso primeiro concerto lá, que só temos recebido boas críticas e ganho adeptos. Lá todos parecem ser apaixonados por Rock’N’Roll e gravamos o “Hell Dorado”, num excelente concerto, numa grande sala.


M.I. - É um duplo CD, certo?

Sim, corresponde à gravação de duas noites em que tocámos na sala Hell Dorado, no País Basco. Capturamos a energia do público nessas duas noites, também fizemos vídeo e espero poder lançar isso, num futuro próximo.


M.I. - Depois de todos estes anos, desde que se formaram, ainda são vocês a tratar de management e todos esses assuntos desagradáveis e maçadores. É uma atitude, mas algo que vos ocupa tempo. Como conseguem coordenar isso?

Adoro meter mãos à massa e estar perto das coisas, embora agora exista uma pequena companhia de management a trabalhar com a gente, que nos irá providenciar serviços que tornarão melhor Electric Mary. Meso assim, ainda sou eu a tratar das datas para os concertos, o Pete trata do website, Brett e Davey, ficam na sombra e tratam parecer bem nas fotos.


M.I. - Falavas de voltares, referes-te a regressares a festivais de Verão? Numa entrevista queixavas-te do difícil que era conseguir uma posição num cartaz.

Nunca me queixo, prefiro seguir em frente. Ainda guardo muito boas memórias do Hellfest de 2010 e da nossa presença por lá. Quero muito voltar a passar lá e ter a mesma sensação. Os últimos grandes concertos que fizemos, foi com Def Leppard, que correram muito bem e foram espetaculares.


M.I. - Sendo australianos, pensa-se sempre em AC/DC ou Rose Tattoo, mas quando se escuta o vosso Hard Rock, lembra o som dos grupos americanos. Porque saiu assim?

Eu e o Pete temos as nossas raízes musicais, assentes na história britânica do Rock, sendo os Deep Purple a minha banda favorita de sempre. Já tive a sorte de tocar com Deep Purple, Whitesnake e Glenn Hughes. Muita gente diz que soamos americanos, mas isso nunca foi propositado. Somos cinco tipos, cada um com o seu próprio ADN musical e quando juntamos tudo e misturamos musicalmente, o resultado é Electric Mary.


M.I. - No final dos anos oitenta, inícios dos noventa, surgiram alguns novos nomes australianos como Kings Of The Sun e Baby Animals… e hoje? Como está a cena Hard Rock Australiana?

Para ser honesto, passo os dias e noites, metido nas minhas próprias coisas e há muito que não saio para ir ver uma banda tocar. Trabalhamos com um grupo chamado Palace Of The King que me chamou à atenção, mas apenas isso. Falas de Baby Animals e tivemos a sorte de ter, durante algum tempo, o grande Dave Leslie, a tocar com Electric Mary, no ano passado, em diversas ocasiões. Um grande guitarrista e uma excelente pessoa.


M.I. - Tens boas histórias na tua carreira, uma delas, li numa entrevista… dizia que foste proibido de olhar para a Annie Lennox…

Arghh! Sim. Isso ainda me faz ter arrepios de espinha, pelas razões erradas. Ela é, sem dúvida, uma grande cantora, mas muito limitada enquanto ser humano. Mas a má experiência que tive com ela, ajudou-me a saber estar quando me encontro com os meus heróis musicais. Falar quando falam contigo, e não ficar a olhar mais do que o necessário!


Entrevista por Emanuel Ferreira