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São uma referência no Black Metal nacional, talvez o mais antigo nome activo no estilo, por cá. 2018 assistiu à edição de um novo trabalho, «Of Fire And Evil», que proporcionou agora, uma sequência de três datas ao vivo que culmina no próximo domingo com a primeira parte do concerto de Primordial no Porto.

M.I. - Este mês de Setembro vê os Decayed de novo na estrada, marcando três concertos. Faz mais sentido assim, marcar todos perto uns dos outros?

Só isso é que faz sentido. Assim os ensaios rendem mais. E como temos o novo álbum, «Of Fire And Evil» para apresentar, convém fazer todos os concertos que a agenda dos elementos permita.


M.I. - Que banda vais trazer para a estrada? É a formação que tem sido apresentada desde 2016, presente nos dois últimos discos de estúdio?

É a formação que gravou o ultimo álbum "Of Fire And Evil". Estamos juntos desde finais de 2016. Sou eu na guitarra e voz, o Vulturius na voz e baixo e o G-R na bateria.


M.I. - É de presumir que estes concertos se centrem no «Of Fire And Evil», mas o que se pode esperar mais?

Os velhos temas da longa carreira dos Decayed e mais a cover de Mercyful Fate "Black Funeral" que não tocamos desde 2010.


M.I. - Olha-se para o currículo e há um sem fim de grupos em que cada membro esteve presente, por outro lado esse swing musical quase que vos caracteriza desde o início. É parte do processo criativo, ou também um reflexo da instabilidade por cá?

É complicado juntar o pessoal certo. Depois a vida pessoal muda e tem de haver ajustes. E visto que esta banda não dá para viver só da música, quem entra já sabe que vai fazer a coisa pelo amor ao Metal.


M.I. - Esta década, apesar da longevidade, tem-se revelado como  a mais prolífica da carreira de Decayed, Se contarmos com o live, são quatro álbuns em outros tantos anos. A que se deve isso?

A eu ter-me fartado de esperar para lançar alguma coisa. Deixei-me levar um pouco pela letargia, um bocado pelos problemas em arranjar baterista, mas depois do Nocturnus ter entrado, a coisa começou a correr melhor. Fiquei mais motivado de novo e o resto é historia.


M.I. - Sente-se hoje uma maior aceitação em termos europeus, ou é algo que neste momento tem mais destaque e por isso fica a sensação de só nos últimos anos a Europa ter reparado em vocês?

Sempre tivemos apoio da Europa. Em 1999 assinámos por uma editora francesa que nos levou a fazer a nossa primeira tour europeia. Uma coisa que me atrofiava o cérebro, era as bandas portuguesas não se preocuparem em espalhar o seu nome lá fora, por isso, no inicio, investi alguns fundos e tempo para promover a banda por terras estrangeiras. 


M.I. - Pergunta quase cliché, mas inevitável a um veterano, como vês a cena nacional no panorama black nos dias de hoje? Tem havido algumas saídas para o estrangeiro, inclusive o próprio grupo sofreu disso em um dado momento.

Não sigo o mundo da música faz alguns anos...


Entrevista por Emanuel Ferreira