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Era noite de hardcore em Alvalade. Lisboa esperava pelo regresso dos Comeback Kid numa tour inédita, que reuniu a formação original para tocar exclusivamente músicas dos dois primeiros álbuns, “Turn It Around” e “Wake The Dead”. Apesar de um atraso na abertura das portas, e de meia hora do início dos concertos, não fez com que a casa estivesse cheia no início das hostilidades.


Os Northern Blue apresentaram um hardcore mais light, mais melancólico, mais “sentido”, literalmente, como a própria banda faz questão de dizer no facebook. Apesar de uns membros aparentarem já andar nisto há  alguns anos, a verdade é que a actuação foi um pouco parada, devido à sonoridade do colectivo, e ao falatório em cada intervalo de uma música, que deu a impressão que o discurso podia ter sido um pouco mais curto e que “com esse tempo, ainda se enfiavam ali mais uma ou duas músicas”.




Em Death Will Come já se viu mais gente, e foi o real início da festa. A banda oriunda do Porto com dois vocalistas fez o público mexer, e as primeiras hardcore dances começavam a aparecer. Foi uma prestação sólida, de uma banda que nunca parou de puxar pelo público, e cumpriu assim, o que lhes coube, deixando uma boa impressão na República da Música. Competentes.







Falando-se em competência, parecia que as coisas só se intensificavam mais a cada banda que passava, e desde que o “SILENCE!” saiu da coluna, os Reality Slap começaram “a partir tudo”. Sublinhe-se, além do concerto todo, a participação de Andrew Neufeld em “The Storm”. O ritual dos Reality Slap prolongou-se em mais coisa menos coisa do que meia-hora. Meia-hora suficiente para sair em glória, deixando o público no geral muito satisfeito com a prestação.





Se em Reality Slap já se ficou com a ideia de que a noite ia ser animada, a entrada dos Comeback Kid foi, sem qualquer tipo de dúvidas, o pináculo. Reunidos com a formação original, com o regresso de Scott Wade aos vocais e Andrew Neufeld na guitarra, a banda mostrou que instrumentalmente está intocável. A voz de Wade de facto já não é o que era, mas foi uma actuação bastante competente. Desde a abertura que foi “All In a Year” que os ânimos só aqueciam. Passando por hinos como “Die Tonight”, “Changing Face” e “Lorelei”, era visível que o público já conhecia bem as letras da banda canadiana. Até das colunas superiores se fazia stage-diving, tal era o entusiasmo que estava na sala. Nunca se parou. Até Scott Wade anunciar o final do concerto com a antémica e bem conhecida “Wake The Dead”. Nesse momento, a euforia foi (ainda) maior, cantando-se sempre a altos pulmões “We said, we said, we said, this time was gonna be different!”. E foi assim que a banda se despediu de Portugal, após ter dado um concerto que não irá ser considerado abaixo de memorável, dando a ideia que da próxima vez que se atreverem a pisar os palcos nacionais, que a festa será ainda maior. Porque foi mesmo uma festa. De hardcore. E é isso que se quer. Venham eles de novo então!


Texto por Diogo Marques
Fotografias por João Cavaco
Agradecimentos: Xuxa Jurássica