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Quando, num cartaz triplo, a melhor banda é a primeira, a qualidade decresce e no fim, o último nome ainda é bom, pode-se dizer que foi uma boa noite. E assim aconteceu, no Hard Club, quando à partida tudo podia correr mal: um furo no percurso tinha colocado os grupos a chegar em cima da hora, os Profane subiram ao palco sem fazer grande som e o público estava lá pelos outros nomes e não por eles.

Com um thrash, em toada punk rock, mexendo-se bem, num espaço reduzido, e com um vocalista que revelou um bom humor, o quinteto conquistou rapidamente o público e foi a surpresa da noite. Arrancando com “Wastehead” e terminando em “Sickness Within”, com o baixista a executar quase todo o tema sem a alça do baixo. Jules Näveri conseguiu falar um português bem compreensível – o segredo está na namorada brasileira – e mandar piadas – “no fim vocês vão todos chupar bacalhau?” – de forma a envergonhar muitos “frontman” tugas que pisam os nossos palcos.

Seguiram-se os Hatesphere que tinham algum público presente por eles. A vinda destes  dinamarqueses a Portugal, começa a ser regular e da banda de death metal, já sobra pouco, sendo os calções de Crowbar do vocalista Esben "Esse", um sinal dessa evolução. Curiosamente, apenas dois temas – “Murderlust” e “Iconoclast” – foram do último trabalho, e num set de apenas nove temas conseguiram tocar em vários trabalhos, recuando até 2005 e ao disco “The Sickness Within”.

O grupo podia ter tocado mais, mas vinham os Finntroll e a festa era deles. Os finlandeses estavam em digressão para celebrar os dez anos de “Nattfödd” e naturalmente arrancaram com “Vindfärd / Människopesten”, seguindo o alinhamento do disco até pararem em “Grottans barn”. Se em disco o cruzamento entre death e hummpa resulta bem, em palco o visual aliado a um “toque” de Manson, resulta ainda melhor. Com um Mathias "Vreth" sempre comunicativo, o grupo retirou-se em “Grottans barn”, regressando para uma segunda parte que arrancou logo com a excelente “Blodsvept”, relembrando o último trabalho de estúdio. Dez temas depois, chegava, já em encore, “Rök”, encerrando em festa o concerto e mostrando que este grupo funciona bem melhor em salas pequenas que em festivais.


Texto e fotografia por Emanuel Ferreira
Agradecimentos: SWR Inc