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Uma das bandas de culto da cena extrema alemã está de volta, embora, como já foi possível apreciar em nossas críticas passadas aos seus trabalhos, culto não signifique automaticamente qualidade. No caso dos Eisregen temos uma série de diversos e diferentes elementos misturados no mesmo caldeirão, disparando em muitas direcções mas nem sempre acertando no alvo. “Marschmusik” é já o décimo primeiro álbum da banda e surpreendentemente até nem acusa o desgaste que álbuns anteriores acusaram, quer em termos criativos, quer em termos de criatividade.

Cantando sempre em alemão, como já costume, os temas surgem com uma capacidade melódica inesperada, mesmo quando o peso é considerável. “Blutkreis” é um bom exemplo embora tenha que se referir que aquele refrão parece que poderia estar num álbum dos Rammstein. Outro dos nomes que também vem à memória são os Rotting Christ e os Samael. Independentemente disso, é sem dúvida o trabalho mais forte da banda alemã nos últimos tempos, mas isso também não quer dizer que seja uma obra obrigatória. Não há nada que os Eisregen nos mostrem que não tinha sido feito antes e melhor. E esta toada acaba por condenar um pouco a apreciação deste álbum que aos poucos vai cansando.

A toada de temas como “Adlerhorst” também não ajuda em nada, acusando o toque no que diz respeito a uma dinâmica a precisar de um pouco mais de ajuda. Certamente que este será um trabalho que fará a banda crescer mais um pouco no mercado alemã mas que dificilmente fará com que sejam vistos com outros olhos fora das fronteiras do seu país – mesmo que admitamos que o que podemos ouvir neste álbum é superior a todos os seus recentes lançamentos. Para quem gosta MESMO MUITO da mistura entre metal (não muito) extremo e sonoridades e sensibilidades mais góticas.


Nota: 6/10

Review por Fernando Ferreira