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Merda Mundi é um dos nomes mais sugestivos que pode haver. Trata-se de uma one-man-band, oriunda da Bélgica e que com este “VI – Chaos” chega ao segundo álbum, embora seja, como o próprio nome indica, o sexto lançamento do projecto. Assim sendo, posto o nome da entidade, o título do trabalho em si e tudo o resto, facilmente concluímos de que se trata de black metal especialmente misantrópico – já que a misantropia é algo bastante associado ao género. Sendo o black metal um estilo tão hermético, fechado mas também bastante explorado, a questão é saber se este segundo álbum consegue acrescentar algo tanto à carreira da banda como, sobretudo, a tudo o que conhecemos dentro do género.

E… consegue. De forma bastante satisfatória até. Apoiando-se numa visão muito próxima daquela que o underground francês nos trouxe, com as melodias dissonantes, há por aqui uma intensidade que é efectiva, juntando-lhe um ligeiro toque industrial - sem ser propriamente industrial, mas com ambientes a lembrar a mistura entre os dois géneros, tal como uns Anaal Nathrakh menos violentos. Apesar de ser uma proposta bastante unidimensional, ainda assim possui algumas dinâmicas que fazem com que seja um álbum aborrecido de ouvir, mesmo com os seus trinta e seis minutos - quando a música é má, por muita pouca duração tenha, parece sempre interminável.

Música violenta, rápida, sem concessões, mas mesmo assim com momentos apelativos  - a "Odium" é um excelente exemplo de como esta forma de black metal tem tudo para satisfazer a todas as suas facções. Déhà, o homem por trás dos Merda Mundi - também está por trás de incontáveis projectos, a maior parte deles one-man-bands e outros em colaboração com outros músicos, como é o caso dos We All Die (Laughing), aqui já revistos - tem aqui mais uma prova cabal do seu enorme talento. Para quem não aprecia metal extremo, especialmente black metal, será difícil reconhecer esse mesmo talento. Para os outros, será difícil lardar "VI - Khaos".


Nota: 8.5/10

Review por Fernando Ferreira