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Tenho que ser brutalmente honesto, os Shining nunca foram capaz de lançar algo que me impressionasse. Não é que não lhes reconheça qualidade, essa é mais que evidente, mas nenhum dos seus álbuns anteriores teve aquela capacidade de carregar no botão certo que me fizesse automaticamente fã. Até "International Blackjazz Society" surgir. Este é um álbum com capacidade para converter até os mais indecisos e cépticos. começando pela frenética introdução instrumental com "Admittance", onde se tem um ataque alucinado com o belo do saxofone a comandar as operações.

Quando a faixa seguinte surge, "The Last Stand", já se está fisgado. A mistura entre rock e o metal mais moderno (nomes como Ministry, Nine Incha Nails e Marilyn Manson) surgem bastante à mente mas é o raio do saxofone que faz toda a diferença. Que feeling demolidor um instrumento que não é próprio do metal, ter um efeito tão profundamente eficaz. E esta é toda a questão, eficácia. A banda sempre teve a componente jazz bem presente, afinal começaram por aí mesmo, puro jazz, mas o que difere aqui é mesmo o facto das músicas estarem bem mais acessíveis.

Quando se fala de acessebilidade, é importante não confundir com comercialismo. Não é o que se trata aqui, até porque é díficil de antever que músicas como "Burn It all" ou "Thousand Eyes" (que tem um alucinante trabalho de bateria) consigam passar na rádio e contagiar o resto da população que anda por aí adormecida, mas não faz com que este álbum seja menos viciante. Também mantém aquele elemento avantgarde que sempre os fez distinguir do resto do mundo, só por dizer que agora têm algo que lhes permite atingir muitas mais pessoas. Nunca um saxofone soou com tanto feeling num álbum de metal - dúvidas? "House Of Warship", s.f.f..


Nota: 9/10


Review por Fernando Ferreira