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Os Twitching Tongues são um bicho difícil de classificar. A sua mistura muito própria entre o metal moderno carregado de groove (com certos toques de thrash metal – contribuindo muito a voz de Colin Young que tem muito de Phil Rind dos Sacred Reich nas suas cordas vocais – que nos faz pensar em bandas clássicas como Corrosion Of Conformity, Crowbar e os próprios Sacred Reich) e um espírito hardcore que não se pode inserir em nada do que é moda actualmente faz com que os primeiros momentos deste trabalho seja gasto a tentar enquadrar a banda numa qualquer categoria pré-concebida. Quando se desiste desta busca infrutífera, já vamos bem avançados na audição de Disharmony”.

A questão é… neste ponto, o que seria comum seria deixar ir e não pensar mais nisso, mas há algo de tão profundamente intrigante na música dos Twitching Tongues que nos obriga a voltar atrás e tentar perceber o que raio se está a passar. Não é para desanimar, mas mesmo após algumas intensas audições deste terceiro álbum, não se pode dizer que se tenha a tarefa facilitada. Ainda assim, o que acontece, e essa é a parte a salientar, apesar de não se conseguir encaixar em nenhuma prateleira pré-fabricada, a forma como se aprecia este álbum é intensa. A surpresa que temas como “Love Conquers None” provocam e a forma como se instalaram na nossa mente sem pedir autorização é um dos indicadores da qualidade que esta banda tem para apresentar músicas memoráveis.

Entre a estranheza, o peso e a melodia, “Disharmony” é uma boa surpresa a justificar por inteiro a aposta da Metal Blade.  É certo que vai necessitar de alguma paciência e insistência para voltar para uma nova audição e que a cada vez que isso acontece, existe efectivamente um crescimento das malhas aqui apresentadas, mas também é certo que essa insistência surge naturalmente, ou seja, o seu elemento misterioso acaba por funcionar a seu favor, isto se lhe for dada a devida hipótese. Apenas um álbum fora do normal é capaz de apresentar três formas diferentes de fazer música de seguida – a melodia de “Arrival”,  a brutalidade e peso de “The End Of Love” e o factor épico “Cruci Fiction” – e mesmo assim conseguir manter a mesma identidade e o mesmo fio condutor ao longo de tudo o trabalho.


Nota: 8.5/10

Review por Fernando Ferreira